<![CDATA[IAG Saúde]]>https://www.iagsaude.com.br/pt-br<![CDATA[Grupo IAG Saúde investe em Compliance para gestão de riscos]]>

Minimizar riscos empresariais. É dessa forma que o Compliance atua. Sendo assim, o Grupo IAG Saúde anuncia a criação de um comitê consultivo para acompanhar o comportamento da empresa perante o mercado e se a Instituição cumpre com normas, leis, padrões éticos, regulamentos internos e externos.

Além de estar em conformidade com as diretrizes e políticas do segmento, é função do Compliance implementar, por exemplo, código de ética e conduta acessível para todos os colaboradores ressaltando a sua importância; criar canal interno para denúncia em caso de atitudes não-conformes com a política da empresa e elaborar política de proteção de dados, informações pessoais, big data, transferências de dados pessoais e segurança da informação conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Dispor de um setor exclusivo para Compliance é de suma importância nas organizações, uma vez que, além de promover a cultura de cumprimento de normas e diretrizes, contribui para a credibilidade e integridade da Instituição, garantindo a melhora nos níveis de governança corporativa.

Com encontros mensais, o Comitê Consultivo do Grupo IAG Saúde é composto pela Dra. Tania Grillo (presidente), Data Protection Officer, Breno Duarte, Érico Carvalho e Dr. Renato Couto (representantes da diretoria); Daniela Pedrosa e Silvana Reis (representantes da gerência), Rafaela Coleta (coordenadora do Comitê) e Glísia Queiroz (representante dos colaboradores do Grupo IAG Saúde).

 

 



 

 

 

Fotos: Divulgação/Grupo IAG Saúde.

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2019-08-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/885
<![CDATA[IAG Saúde participa de 1º Seminário CONENFA na Unimed Brasil]]>Diretor Executivo da Instituição fala sobre o papel do fundamental do profissional de enfermagem em modelos remuneratórios como o DRG Brasil.

(Foto: Divulgação)

 

O diretor executivo do IAG Saúde, Breno Duarte, participa no dia 30 de abril do 1º Seminário do Comitê Nacional de Enfermeiros Auditores (CONENFA) na Unimed do Brasil, em São Paulo. O evento tem por objetivo a capacitação de enfermeiros auditores do Sistema UNIMED por meio de discussão sobre o mercado para esse público cada vez mais demandado no sistema de saúde brasileiro.

Na ocasião, Duarte abordará as temáticas “Modelos de remuneração alternativos ao fee for service” e “Modelo de remuneração DRG (conceito, metodologia, implantação, fundamentos para codificação com enfoque no papel do enfermeiro)”. Participam do encontro lideranças do setor na Unimed do Brasil, bem como, enfermeiros auditores.

 

 

É permitido compartilhar esse material, desde que citada a fonte. Não é permitido alterar este material de nenhuma forma ou utilizá-lo para fins comerciais.

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2019-04-15 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/872
<![CDATA[Dr. Renato Couto fala sobre o futuro da saúde em evento da FEMIPA]]>No 12º Seminário da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Paraná, o médico participou do painel “Preparando-se para o DRG”.

 

(Foto: Pedro Vieira/FEMIPA)(Foto: Pedro Vieira/FEMIPA)

A cidade de Curitiba recebeu nos dias 13, 14 e 15 de março a 12ª edição do Seminário FEMIPA (Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná) que reuniu médicos, gestores de hospitais e lideranças em saúde, entre eles, o Co-fundador do DRG Brasil e Diretor do Grupo (ainda não) IAG Saúde, Dr. Renato Couto.

 

 (Foto: ASCOM/FEMIPA)

 

Na ocasião, Dr. Renato falou da impreterível necessidade do mercado de saúde brasileiro de oferecer o melhor resultado assistencial com menor nível de desperdício de recursos. O médico apontou como, valendo-se da plataforma DRG Brasil®, os hospitais filantrópicos têm o caminho para garantir a sustentabilidade econômica por meio da qualidade assistencial.

Participaram deste mesmo painel os palestrantes Faustino Alferez, Diretor de Saúde e Intercâmbio da Unimed PR, e Mauro Oscar Lima, Superintendente do Hospital Márcio Cunha. Ambas as instituições, operadora e hospital, são usuárias do DRG Brasil®.

Com o tema “Saúde: o que esperar nos próximos anos – políticas, mercado e assistência”, o Seminário foi uma oportunidade para discussão de assuntos de significativa relevância, como gestão hospitalar, gestão da assistência e segurança do paciente.

 

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2019-04-10 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/871
<![CDATA[Fhemig apresenta metodologia DRG Brasil às direções de suas unidades]]>O I Simpósio Qualidade e DRG Brasil – Novos caminhos para a Fhemig, realizado no dia 21/2, no Salão Nobre da Faculdade de Medicina da UFMG, foi marcado pela apresentação de uma nova ferramenta de governança clínica que será implantada na Fhemig no decorrer deste ano: a plataforma DRG Brasil.

Diretores e gerentes das unidades assistenciais e da Administração Central (ADC) puderam conhecer mais sobre o software desenvolvido pela IAG Saúde, baseado na metodologia de Grupo de Diagnósticos Relacionados, que mede a complexidade, a criticidade e o nível da segurança assistencial dos pacientes e os categoriza em grupos homogêneos. O método é utilizado em vários lugares do mundo por hospitais, operadoras e governos. A plataforma DRG Brasil foi inteiramente adaptada para o sistema de saúde brasileiro.

De acordo com o sócio-diretor da IAG Saúde o cofundador do DRG Brasil, Renato Couto, o software funciona como um “medidor de complexidade”. Portanto, os pacientes alocados em um mesmo grupo de DRG possuem condições clínicas similares, que irão determinar um consumo de recursos hospitalares também similar.

A classificação de cada paciente em seu grupo homogêneo leva em conta algumas variáveis: idade, sexo, condição clínica, comorbidade, procedimentos, uso e tempo de uso de ventilação mecânica, tipo de alta, e – para recém-nascidos – idade gestacional, peso ao nascer e comprimento. O cruzamento dessas informações determinará o grupo de DRG do paciente e o tempo de internação.

O DRG Brasil é usado para:

 

– Traçar um perfil de atendimento hospitalar, determinando tempo de internação e consumo de recursos hospitalares.

– Definir a conduta terapêutica e programar alta segura dos pacientes.

– Avaliar se a permanência hospitalar de cada paciente está de acordo com o previsto.

– Avaliar a qualidade da assistência prestada e o desempenho da equipe multiprofissional.

– Prever custos de pacientes, diminuindo desperdícios.

– Identificar oportunidades de melhoria, focando na segurança do paciente e transformando o sistema de saúde atual.

 

Renato Couto ainda salientou em sua apresentação sobre a ferramenta que a saúde suplementar e a rede SUS de Belo Horizonte já utilizam o DRG Brasil. Agora, com a adesão da Fhemig, será possível ter uma visão abrangente e padronizada sobre as demandas de saúde da capital. “Poderemos ter ações mais qualificadas com as informações obtidas e fazer políticas de saúde baseadas no que, de fato, acontece”, explicou.

Gestão e eficiência

A presidente da Fhemig, Vânia Cunha, destacou que a implantação do DRG Brasil virá para aperfeiçoar e nortear os caminhos que a Fhemig irá trilhar a partir de agora. “As informações geradas permitirão melhorar a assistência ao usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) – o que é o nosso foco. Peço a todos que assumam esse compromisso e se entreguem a esse projeto, que é primordial para a instituição”, disse.

O diretor assistencial da Fhemig, Marcelo Ribeiro, salientou que a ferramenta será implantada de maneira sutil, de forma a impactar minimamente as rotinas assistenciais. Ele também pediu a adesão de todos. “O DRG Brasil é adaptável a novos softwares e tecnologias e irá otimizar o trabalho, possibilitando mapear nossa assistência. O sucesso da aplicação da ferramenta depende de todos”, concluiu.

Encerrando as atividades do simpósio pela manhã, houve apresentação do projeto DRG Brasil na Fhemig pelo coordenador médico do projeto, Marco Aurélio Fagundes Angelo. Ele expôs um histórico da metodologia DRG, falou sobre seu funcionamento e apresentou a proposta de atuação e etapas de implantação na Fhemig.

Qualidade

À tarde, o simpósio retornou com apresentação feita pela diretora de Desenvolvimento Estratégico da Fhemig, Cynthia Fonseca, sobre a nova configuração da Diest. Ela falou, entre outros temas, sobre a incorporação do Escritório de Projetos à diretoria, a realização dos cursos ISO 9001:2015 e atualização ONA e implantação do SigQuali.

Na sequência, a coordenadora do serviço de Qualidade da Diest, Izabella Moraes, falou sobre a qualidade na Fhemig, propostas para 2019 e exibiu um vídeo sobre introdução ao gerenciamento de risco. Por fim, a gerente de Qualidade da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), Célia Naves, falou sobre a certificação ISO 9001:2015.

 

Fonte: Portal Fhemig.

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2019-03-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/866
<![CDATA[Sustentabilidade econômica é tema de palestra no 28º Congresso Fehosp]]>Em evento que acontece de 22 a 25 de abril em São Paulo, o diretor executivo do IAG Saúde, Breno Duarte, irá palestrar sobre a sustentabilidade em instituições de saúde.

 

O equilíbrio financeiro para um hospital é fundamental para sua sobrevivência. No entanto, manter o compromisso de pagar as contas em dia e ofertar um atendimento de qualidade é um grande desafio para os hospitais filantrópicos.

No 28º Congresso Fehosp, que será realizado entre os dias 22 e 25 de abril, o diretor executivo do IAG Saúde, Breno Duarte, irá debater este assunto e apresentar modelos de remuneração para manter a estabilidade nas contas, com a palestra “Sustentabilidade Econômica: o futuro dos contratos e pagamentos.”

Em entrevista exclusiva ao Novo Rumo, Breno falou um pouco do tema de sua palestra. Confira:

 

[Novo Rumo] O que o senhor vai abordar em sua palestra?

[Breno Duarte] Irei abordar sobre os fundamentos essenciais de modelos remuneratórios e assistenciais, bem como as consequências de não se estabelecer um modelo remuneratório que preze pela transparência, consenso, previsibilidade e baixo custo transacional.

 

[NR] Como tornar um hospital filantrópico sustentável?

[BD] Para tornar um hospital filantrópico sustentável, uma das etapas principais é conseguir fazer um preciso diagnóstico dos desperdícios assistenciais para que assim possa se estabelecer ações efetivas de tratamento.

 

[NR] Para o senhor, qual seria a dinâmica ideal de contratos entre fornecedores e hospitais?

[BD] A dinâmica ideal de contratos entre fornecedores e hospitais passa principalmente pelos seguintes eixos: Centralidade no paciente, transparência, consenso e baixos custos transacionais entre prestadores e financiadores do sistema de saúde.

 

Leia a revista na íntegra aqui.

 

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2019-02-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/859
<![CDATA[III Encontro Nacional do DRG Brasil apresenta inovações para a transformação do sistema de saúde]]>Evento, que reuniu lideranças de instituições de saúde de todo o país, abordou temas como inteligência artificial, modelos de pagamento e qualidade assistencial.

 

Nos dias 29 e 30 de novembro Lagoa Santa recebeu o III Encontro Nacional do DRG Brasil, evento que reuniu cerca de 300 gestores e representantes de hospitais e operadoras de saúde do sistema público e privado para discussão de assuntos relacionados a qualidade assistencial e sustentabilidade econômica do sistema de saúde brasileiro.

O encontro foi uma oportunidade de ouvir profissionais que aplicam o DRG Brasil no dia a dia das suas instituições, e conhecer de perto experiências de sucesso no nosso país.

Com uma programação focada na necessidade inexorável de mudança do modelo remuneratório usado atualmente no Brasil (fee-for-service), com base no alcance dos alvos assistenciais e na qualificação cada vez maior da informação em saúde, a terceira edição do Encontro recebeu ainda palestrantes internacionais. Especialistas de renome, de Portugal e dos Estados Unidos, falaram sobre a redução dos desperdícios assistenciais e a importância do processo de codificação.

 

Inovações e capacitação

 

Na ocasião, foi lançada a Inteligência Artificial do DRG Brasil e apresentados os seus benefícios, que vão inteiramente ao encontro dos preceitos da medicina do século XXI e que em muito contribuirão para o tratamento seguro do paciente.

Nas apresentações de cases, foram abordadas inovações da plataforma DRG Brasil para a contínua transformação do sistema de saúde, como Pagamento por Bundle, Pagamento por Valor Assistencial, Analytics, Alta Segura, Parto Adequado, Codificação Compartilhada e Simplificada e muitas outras soluções.

No segundo dia de evento foram lançados pela Faculdade de Ciências Médicas MG dois cursos de pós-graduação com base no DRG do Brasil: “DRG do Brasil – Codificação e Análise de Informação em Saúde” e “DRG do Brasil – Gestão de Sistemas de Saúde”. Ambos já estão com matrículas abertas e são oferecidos na modalidade a distância.

 

Organizações apoiadoras

 

Representantes de organizações parceiras do DRG Brasil também marcaram presença no evento. Entre os conteúdos abordados, segurança de dados, sustentabilidade financeira, protocolos de recuperação rápida, educação do futuro e aplicabilidade do DRG Brasil encabeçaram o roteiro de palestras das apoiadoras. Participaram do evento a Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, a Faculdade Unimed, a ISEE Consultoria, a Planisa, a MK Assessoria de Saúde e a PwC.

 

 

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2018-12-21 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/848
<![CDATA[Primeiro livro sobre DRG do Brasil já está disponível na Amazon]]>Publicação, que contou com a participação de profissionais de diversas áreas do conhecimento, narra a utilização da metodologia DRG em organizações de saúde brasileiras.

Presente no país desde 2004, o DRG Brasil tem proporcionado a hospitais, operadoras e sistemas de saúde públicos maior sustentabilidade econômica por meio de melhor qualidade assistencial.

Plataforma para a transformação do modelo remuneratório e assistencial do sistema de saúde, o DRG Brasil está sendo aplicado em mais de 400 hospitais privados, filantrópicos e 100% SUS, além de otimizar os resultados de mais de 80 operadoras de saúde. Feita no Brasil especialmente para o sistema de saúde brasileiro, a plataforma já beneficiou 12,5 milhões de pessoas com a sua metodologia transformadora, constituindo o maior banco de internações avaliadas do país.

E pensando em como as instituições de saúde podem se beneficiar com o DRG Brasil, o IAG Saúde acaba de lançar o livro DRG Brasil - Transformando o sistema de saúde brasileiro e a vida das pessoas. A obra, que contou com a participação de 26 profissionais da área da saúde, entre eles médicos, pesquisadores, analistas de dados, dirigentes da saúde suplementar e gestores do SUS, aborda a aplicabilidade do DRG Brasil como modelo de sustentabilidade para o sistema de saúde.

O livro mostra a experiência de organizações de saúde brasileiras que já utilizam a metodologia para a mudança do modelo remuneratório e para a gestão dos 4 alvos assistenciais: Reduzir a permanência hospitalar além da necessária; Aumentar a segurança assistencial; Reduzir as internações por condições sensíveis à atenção primária; Reduzir as reinternações potencialmente evitáveis.

 Os autores e organizadores do livro “DRG Brasil”: Breno Duarte, Tania Grillo, Renato Couto e Paula Daibert.

Os autores e organizadores do livro “DRG Brasil”: Breno Duarte, Tania Grillo, Renato Couto e Paula Daibert.

 

Segundo a médica, autora e organizadora do livro, Tania Grillo, a ideia da publicação era um desejo antigo, principalmente pelo impulsionamento da metodologia no Brasil. “Por ser uma inovação em nosso país, não havia literatura em língua portuguesa, acessível ao público de interesse, e que compilasse não apenas o método, mas também as boas práticas de implantação e compartilhamento de resultados nacionais”, afirma.

Para o Dr. Renato Couto, também autor e organizador da obra, apenas a tecnologia por si só não transformará o sistema de saúde brasileiro. “Precisamos de tecnologia e competência para aplicar o DRG Brasil junto ao nosso paciente. O conhecimento permitirá garantir a sustentabilidade do sistema de saúde através da qualidade assistencial, tendo o paciente sempre como o centro de nossas atenções”, ressalta.

O livro, que está disponível no formato de e-book no site da Amazon, tem ainda como autores-organizadores o gerente executivo do DRG Brasil, Breno Duarte, e a coordenadora técnica, Dra. Paula Daibert. Ambos ressaltaram a importância em impactar positivamente a vida das pessoas por meio da plataforma. “É uma sensação maravilhosa e que cada vez nos aproxima mais da missão da nossa formação que é a de fazer o bem e assegurar a assistência à saúde aos nossos pacientes”, aponta Breno Duarte. “O sentimento que um profissional pode ter é estar contribuindo com a qualidade de vida das pessoas. Não importa o trabalho, o retorno vem sempre das pessoas que podem usufruir de um sistema de saúde mais seguro e eficiente”, garante Daibert.

 

SERVIÇO

 

Livro: DRG Brasil - Transformando o sistema de saúde brasileiro e a vida das pessoas

Disponível em: https://amzn.to/2FcBIRi

Valor: R$ 96

Nº de páginas: 455

Mais informações: drgbrasil.com.br/comunidades-e-publicacoes

 

 

 

 

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2018-11-13 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/839
<![CDATA[IAG Saúde participa de palestra sobre o DRG Brasil em hospital de Divinópolis]]>Encontro reuniu lideranças do Hospital São João de Deus.

 

Na última quinta-feira, 08 de novembro, a equipe do IAG Saúde participou de palestra no Hospital São João de Deus, em Divinópolis, sobre a implantação da metodologia DRG Brasil na Instituição. Na ocasião, estavam presentes diretoria, médicos e profissionais da saúde, importantes componentes para estudo e aplicação da metodologia.

O objetivo do encontro foi a apresentação do DRG Brasil como ferramenta de governança clínica, sendo o DRG Brasil instrumento de melhoria da segurança assistencial e gestão de riscos em hospitais e operadoras. Participaram do encontro, a consultora em gestão do IAG Saúde, Arlene Caiafa, que abordou temas sobre o processo de implantação de Acreditação ONA e ISO 9001/2015 e seus requisitos, e a diretora do IAG Saúde e Co-fundadora do DRG Brasil, Tania Grillo, que falou sobre as diretrizes necessárias para execução da ferramenta e seus benefícios.

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2018-11-12 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/838
<![CDATA[No Dia das Crianças, IAG Saúde premia a criatividade]]>Para comemorar o Dia das Crianças, o IAG Saúde promoveu um concurso interno entre os membros da equipe, premiando os filhos de colaboradores que tiveram as ideias de desenhos mais criativos sobre transformação, palavra do ano da instituição.

O concurso avaliou ilustrações que abordaram de forma inusitada o tema “O que é transformação para você?”. Política, economia, meio ambiente, inovação, tecnologia e cidadania foram alguns dos assuntos que se destacaram entre os desenhos dos participantes mirins, com faixa etária entre 04 e 10 anos.

O tema proposto foi uma oportunidade de aliar a missão do IAG Saúde, que impacta a vida das pessoas por meio da transformação do sistema de saúde brasileiro, com a autenticidade das crianças.

 

Confira as ilustrações do Dia das Crianças IAG Saúde em nosso blog: http://blog.iagsaude.com.br/sem-categoria/no-dia-das-criancas-iag-saude-premia-a-criatividade/.

 

 

 

 

 

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2018-10-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/833
<![CDATA[Mudança do sistema de saúde é tema principal do II Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar]]>Por Dr. Renato Couto.

 


Opinião – Nós, do IAG Saúde e do DRG Brasil acreditamos e trabalhamos na transformação do sistema de saúde e na vida dos brasileiros. Tem muito mais gente, no mundo, que acredita ser possível transformar o sistema de saúde em países com menores recursos como o Brasil.

No II Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar, evento realizado pelo Instituto de Estudos da Saúde Suplementar (IESS), divulgamos, recentemente, o caminho da transformação para o Brasil. https://bit.ly/2CKcnNg

 

As propostas baseadas na ciência voltam a ser reiteradas na publicação da Academia Americana de Ciências que aponta o abismo de qualidade de cuidados de saúde global. O estudo aborda países subdesenvolvidos e em desenvolvimento. Leia o estudo na íntegra aqui: https://bit.ly/2N8wBoP.

As diretrizes propostas são:

  • Na transformação do sistema de saúde as tecnologias devem estar a serviço da otimização da qualidade do cuidado e devem ser antecipatórias e preditivas em todos os níveis deste;
  • A transformação do sistema de saúde deve ser impulsionada pela visão sistêmica deste sistema;
  • Os cuidados devem ser concentrados nas necessidades dos pacientes, dos profissionais de saúde e da comunidade;
  • A tomada de decisão deve ser baseada em evidências cientificas ajustadas as características locais;
  • As prioridades nos cuidados de saúde devem refletir os valores da sociedade;
  • O cuidado deve ser integrado e coordenado em toda a jornada do paciente;
  • A liderança, políticas, cultura e incentivos devem estar alinhados, em todos os níveis do sistema de saúde, para entregar valor ao paciente e promover a integridade, bem como, a boa gestão e a responsabilidade;
  • O sistema de prestação de cuidados deve ser transparente e de fácil entendimento por todos;
  • Os pacientes e a equipe de saúde devem estar empoderados para resolver os problemas na sua origem. Devem ter autonomia para escolher a solução e implementa-la.

Tais critérios são fundamentais para transformação no sistema de saúde, pois, para que essas ações aconteçam, pacientes e profissionais da saúde precisam estar envolvidos. Além disso, a transformação do sistema de saúde deve ser contínua, prevenindo falhas, sendo apoiadas por grandes lideranças.

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2018-09-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/829
<![CDATA[Dr. Renato Couto participa de encontro com a AHEG para promover DRG Brasil e o Programa Alta Segura]]>Discussão aconteceu no dia 08 de agosto, em Goiânia, em parceria com a Associação dos Hospitais do Estado de Goiás.

A Associação dos Hospitais do Estado de Goiás recebeu no dia 08 de agosto, a presença do diretor do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde) e Co-Fundador do DRG Brasil, Dr. Renato Couto, que abordou diversos assuntos ligados à segurança assistencial e ao sistema de saúde no Brasil.

Na ocasião, temas como a aplicabilidade do DRG Brasil – metodologia sofisticada de gerenciamento de custos e qualidade assistencial, bem como o Programa de Alta Segura foram os destaques do encontro que reuniu diretores e profissionais da saúde dos hospitais associados, além da diretoria da AHEG e da Unimed Goiânia.

Uma das preocupações dos gestores durante o evento foi a otimização de recursos para a sustentabilidade para hospitais e operadoras, em relação ao uso do DRG Brasil. Segundo o Dr. Renato Couto, “os hospitais e operadoras não devem ter medo. A desconfiança é a principal barreira para a mudança”, afirmou. Com a metodologia DRG Brasil, mais de 11 milhões de pessoas já foram beneficiadas, resultado da segurança assistencial que contribui para a redução dos custos hospitalares.

Com o piloto do projeto sendo executado no Hospital Santa Helena, o Alta Segura prevê a qualidade assistencial e o maior giro de leitos em hospitais - colocando o paciente no centro das atenções. Por meio do Programa Alta Segura, paciente e família são capacitados para o autocuidado com a equipe interdisciplinar e a partir dessa orientação, é feito um monitoramento clínico do paciente. Assim, como o DRG Brasil, o Programa Alta Segura promove a sustentabilidade, minimizando os custos assistenciais.

 

Acesse a Revista AHEG na íntegra no link https://bit.ly/2x3gKhh.

 

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2018-09-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/828
<![CDATA[Dra. Tania Grillo falará sobre novos modelos de remuneração em evento no Paraná]]>

 

No 8º Encontro Paranaense da Saúde, de 26 a 28 de setembro, a médica participará de painel sobre como viabilizar a implantação de novos modelos de remuneração na saúde.

 

 

 

 

Este ano, o 8º Encontro Paranaense da Saúde acontecerá dias 26, 27 e 28 de setembro, no teatro Positivo, em Curitiba – PR.

 

O Encontro Paranaense da Saúde é um dos principais eventos do Sul do Brasil destinados ao segmento privado de serviços de saúde. Esta edição, cujo tema central é “A Saúde na Era da Transformação”, contará com a participação da Dra. Tania Grillo, Sócia-diretora do IAG Saúde e Co-fundadora do DRG Brasil.

 

No dia 27/09, quinta-feira, às 13:30, a médica participará do painel “Como viabilizar a implantação de novos modelos de remuneração”. Ela apresentará os resultados que o DRG Brasil entrega aos usuários ao transformar o modelo de pagamento, e as diferentes formas de se fazê-lo por meio da metodologia DRG.

 

Conforme falamos em outro post, o recentemente o jornal Folha de São Paulo chamou atenção para a necessidade da mudança do modelo remuneratório na saúde. Chegamos a um ponto em que tornou-se imprescindível e urgente a mudança para novos modelos de pagamento, que diferentemente da conta aberta (fee-for-service), estejam vinculados à segurança e eficiência assistenciais, evitando desperdícios.

 

 

Para obter maiores informações e realizar sua inscrição, acesse o site do evento: www.encontrosaude2018.com

 

 

 

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2018-09-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/824
<![CDATA[Folha de São Paulo chama atenção para a necessidade da mudança do modelo remuneratório na saúde]]>O momento é de migrar para novos modelos de pagamento, que diferentemente da conta aberta, estejam vinculados à segurança e eficiência assistenciais, evitando desperdícios.


Um dos principais desafios do Brasil, se não o maior desafio, é lidar com as mazelas na saúde do país. Para isso, o modelo de reorganização do sistema de saúde precisa ser priorizado. Mas como promover tais ações sem depender de órgãos públicos e incentivos do governo?

Em matéria publicada no último dia 25 de agosto pelo jornal Folha de São Paulo, foram divulgados alguns temas que merecem atenção no setor. Entre eles, o aumento da cobertura de atenção primária, a integração entre sistemas de dados em saúde e a ampliação na participação de enfermeiros e outros profissionais no cuidado com o paciente. Esses temas de atenção coincidem com aqueles apresentados no 2° Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, que teve como objetivo principal alertar para o impacto dos eventos adversos evitáveis.

 

Como responder aos desafios

Com a aplicabilidade do DRG Brasil, cerca de onze milhões de vidas já foram beneficiadas com a metodologia, que está presente no país desde 2012. A sigla DRG significa Grupos de Diagnósticos Relacionados, e consiste em um sistema de categorização de pacientes internados em hospitais em grupos homogêneos. Ou seja, os pacientes alocados em um mesmo grupo de DRG possuem condições clínicas similares, que por sua vez irão determinar um consumo de recursos também similar. A partir daí é possível adotar modelos remuneratórios diversos e integrados.

Segundo a coluna escrita por Cláudia Collucci e Natália Cancian, o impacto para mudança é alto e o tempo para implementação é de médio a longo prazo. De acordo com o gerente executivo do DRG Brasil, Breno Duarte, tais ações dependem, além de normas e decretos, de esforços do sistema de saúde para a construção diária de um sistema que seja centrado no paciente, de forma segura e sustentável. E a experiência nacional com o DRG Brasil é fundamental para melhoria dos processos, como é possível constatar em mais de 455 instituições, entre hospitais e operadoras da saúde suplementar e SUS.

“Os usuários do DRG Brasil entendem que é necessário implantar ações claras e objetivas para que os resultados apareçam, ainda em curto e médio prazos. Essas ações devem focar os quatro alvos que regem a metodologia: redução do tempo de permanência, aumento da segurança assistencial, redução das admissões hospitalares e redução do ICSAP (Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária)”, afirma.

 

 O Gerente Executivo do DRG Brasil, Breno Duarte: novos modelos de remuneração para substituir a conta aberta.

 

O modelo remuneratório mais utilizado no Brasil é o fee for service, no qual o prestador é remunerado por procedimento. Neste modelo, são definidos o valor do serviço prestado mediante tabela de preços que é estipulada entre prestadores e pagadores. Dessa forma, remunera-se pela quantidade e não pela qualidade. “Em contrapartida, com a metodologia DRG Brasil é possível remunerar por valor, por bundle e por pacote. Instituições como a Unimed BH, por exemplo, utilizam o pagamento por valor, enquanto o Hospital Mãe de Deus e a Unimed Porto Alegre trabalham com pagamentos por bundle.”, explica Breno.

Esses modelos de remuneração, diferentemente da conta aberta, estão vinculados à segurança e eficiência assistenciais – evitando desperdício tanto para quem pratica, quanto para quem recebe o cuidado, sendo este o maior benefício de quem usa o DRG Brasil.

 

IAG Saúde participa de encontro sobre modelo remuneratório para operadoras de saúde

No último dia 10 de agosto, o IAG Saúde participou, no Rio de Janeiro, da reunião do Grupo Técnico de Modelo Remuneratório, que teve como objetivo a discussão de projeto piloto que visa mudar os rumos na forma de pagamentos para operadoras de saúde. Participaram do evento representantes do setor, o Comitê Técnico de Avaliação de Qualidade Setorial (COTAQ) e o gerente executivo do DRG Brasil, Breno Duarte. A conversa foi uma oportunidade de ampliar o olhar para os avanços vitais ao sistema de saúde, bem como para a avaliação do fee for service como modelo remuneratório no Brasil e suas alternativas mais sustentáveis.

 

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2018-08-31 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/822
<![CDATA[Dr. Renato Couto e Dra. Tania Grillo participam de seminário internacional do IESS]]>

 Em evento sobre qualidade assistencial e segurança do paciente, o médico apresentou o 2° Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil e o Portal de Transparência.

 

              


Na última quarta-feira, 15 de agosto, a cidade de São Paulo recebeu a segunda edição do Seminário Internacional IESS “Qualidade Assistencial e Segurança do Paciente em Serviços de Saúde”, que debateu as prioridades no sistema de saúde brasileiro, tendo como foco principal o atendimento seguro ao paciente.

 

O Seminário Internacional aconteceu no Hotel Tivoli Mofarrej, e reuniu os principais especialistas em gestão de saúde para discussão possíveis transformações esperadas para o ambiente hospitalar no Brasil e no mundo.

 

Com o auditório lotado, o evento contou com a participação dos Diretores do IAG Saúde, pesquisadores e professores, Dr. Renato Couto e Dra. Tania Grillo. O médico subiu ao palco em duas ocasiões, para apresentar o 2° Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil e o Portal de Transparência.

 

Produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, o 2° Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil teve como objetivo principal alertar para o impacto dos eventos adversos evitáveis no tratamento do paciente, no sofrimento das famílias e no dia a dia dos profissionais envolvidos, bem como no custo assistencial acarretado.

O 2° Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil pode ser baixado clicando aqui.

 

Confira as fotos do intenso dia de discussões:

 

Luiz Augusto Carneiro, Superintendente Executivo do IESS

 



Renato Couto, Diretor do IAG Saúde e Professor da Faculdade de Ciências Médicas MG

 

Renato Couto



Raquel Marimon e Lenisa Spínola, da Strategy Consultoria

 

Sérgio Baiocchi (Unimed Goiânia), José Augusto (Unimed BH) e Salvador Gullo (Unimed Porto Alegre)

 

Luiz Celso Dias Lopes, Diretor Técnico do Grupo NotreDame Intermédica

 

Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde e Professora da Faculdade de Ciências Médicas MG e Adélia Marçal, Médica especialista em Segurança do Paciente


Renato Couto e Olympio Távora, da Federação Brasileira de Hospitais (FBH)

 

Andrew Vallance-Owen, Presidente do Private Healthcare Information Network (PHIN)

 

Luiz Augusto Carneiro (IESS), José Cechin (FenaSaúde), Claudio Gastal (Movimento Brasil Competitivo) e Micha Nussbaum (Roche)

 

Jay Bhatt, Chief Medical Officer and President of the Health Research and Educational Trust (HRET) of the American Hospital Association (AHA)

 


Renato Couto e Tania Grillo

 


Para acessar todas as apresentações do Seminário Internacional IESS “Qualidade Assistencial e Segurança do Paciente em Serviços de Saúde”, visite o site:

https://www.iess.org.br/?p=eventos&evento=42

 

 

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2018-08-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/818
<![CDATA[Resultados de redução de desperdícios pela ferramenta DRG foi destaque em evento]]>

 

Presidente do IAG Saúde foi o primeiro palestrante da 8ª edição do Seminários de Gestão

 

 

 

 

Diminuir custos de desperdícios e aumentar recursos de sustentabilidade na gestão da saúde. Estas questões foram apresentadas pelo presidente do IAG Saúde, médico Renato Camargos Couto, na palestra inicial da 8ª edição do evento Seminários de Gestão, na sexta-feira (3), no Hotel Continental. O evento foi promovido pela Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do RS (FEHOSUL), Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (SINDIHOSPA) e Associação dos Hospitais do Rio Grande do Sul (AHRGS).

 

 

O tema central desta edição foi “Performance, Resultados e Valor em Saúde”. Evento prestigiado na área de gestão de saúde, contou mais uma uma vez com auditório lotado. O evento teve como patrocinador o Banrisul, o portal Setor Saúde como veículo de comunicação oficial do evento e a Fasaúde foi a instituição de Ensino Superior responsável pela emissão dos certificados do evento. A certificação oficial é da FASAÚDE/IAHCS, e os apoiadores desta edição foram IAHCS Acreditação e Sterycicle.

 

A abertura foi realizada pelo presidente da FEHOSUL - e da Organização Nacional de Acreditação (ONA) -, Dr. Cláudio José Allgayer. “É necessário destacar nossa área de educação, que mais uma vez apresenta temas contemporâneos indispensáveis para a melhoria da gestão em saúde. Quero também exaltar a ilustre presença de nosso vice-presidente licenciado, deputado Pedro Westphalen, a voz da saúde na assembleia estadual. Agora ele irá nos representar, com certeza, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Boa sorte amigo, tenho certeza que a área da saúde gaúcha estará representada com sua candidatura a deputado federal, após quatro mandatos e dezesseis anos de defesa de nossa categoria aqui no Rio Grande do Sul”, falou Allgayer.

 

RENATO COUTO

 

O presidente do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde), médico Renato Couto, apresentou o tema “O que é, como medir e entregar valor em saúde”. O primeiro tópico abordado na palestra foi medicina baseada em valor, com a apresentação do The Patient Protection and Affordable Care Act (popularmente conhecido como Obamacare), implantado a partir de 2010 nos Estados Unidos.

 

Entre as melhorias promovidas pelo modelo, o presidente do IAG Saúde citou a busca de melhores resultados assistenciais, a melhor experiência do cliente internado no hospital, e a eliminação ou redução de eventos adversos. Além disso, Couto salientou o crescimento do percentual do pagamento baseado em valor nos EUA. O pagamento realizado aos hospitais pode sofrer redução, caso não seja ultrapassado o percentual estabelecido de condições adquiridas. Além disso, um índice anual de readmissões também impacta no pagamento.

 

 

 

Em seguida, foi apresentado pelo palestrante a implementação e resultados trazidos pelo DRG no Brasil. Couto, co-fundador da DRG Brasil, abordou a aplicação da ferramenta, presente em mais de 450 hospitais e operadoras de planos de saúde em todas as regiões do país.

 

SOBRAM EXPERIÊNCIAS E BONS RESULTADOS DE REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS

 

De acordo com o palestrante, não há problemas na saúde do Brasil por falta de dinheiro, mas sim pelo desperdício na gestão dos recursos. O médico salientou que os modelos de remuneração vigentes entre hospitais e operadoras fazem parte deste quadro de desperdício existente no país.

 

Couto afirmou que “sobram experiências e resultados bons” de redução de desperdícios nos hospitais brasileiros. O que falta, de acordo com o médico, é mudança de cultura e alvo. Ele explicou como funciona a ferramenta DRG Brasil, que reúne pacientes em grupos. Com 26 anos de experiência em gestão hospitalar, o médico disse que o uso adequado de recursos garante uma medicina de qualidade. "O DRG é uma metodologia com o foco no paciente", afirmou.

 

DRG ATENDE 11,8 MILHÕES DE PESSOAS NO BRASIL, NÚMERO MAIOR QUE A POPULAÇÃO DE DIVERSOS PAÍSES

 

Para explicar a implementação do DRG no Brasil, o presidente do IAG Saúde salientou que a ferramenta atende 11,8 milhões de brasileiros, número que supera a população de diversos países – como Portugal, Suécia, Áustria, Dinamarca, Finlândia. De acordo com Couto, em 14 anos de existência, o DRG Brasil já contemplou 1,3 milhão de altas hospitalares, 129 operadoras, e mais de 200 hospitais apresentaram redução de desperdícios e aumento de segurança assistencial.

 

O palestrante salientou que a maior experiência brasileira de pagamento por valor é da Unimed Belo Horizonte (BH), com 1,3 milhões de pacientes envolvidos – “é maior do que a maioria das cidades brasileiras”. Portanto, não é difícil de ser implementada em outros lugares, disse o presidente do IAG Saúde.

 

“A Unimed BH concentrou os indicadores nos alvos de desperdício”, explicou Couto. A Unimed implementou um selo de excelência assistencial, com as seguintes dimensões estabelecidas: segurança; acesso; desempenho; experiência do cliente; e certificação (acreditação). A partir da implementação do DRG, a Unimed BH identificou desperdícios, como tempo de permanência além do necessário, reinternações, entre outros.

 

“O incentivo dado a quem atingiu os índices foi de 3% da receita a mais. A Unimed BH deu R$ 22 milhões a mais para a rede hospitalar em um ano. Para ilustrar como foi economizado, Couto apresentou os dados que apontam redução da taxa de permanência além do necessário, o que gerou um ganho de produtividade de R$ 57 milhões.

 

Em seguida, o médico apresentou os exemplos do impacto do DRG no Hospital Márcio Cunha, de Minas Gerais – o primeiro com acreditação de excelência da ONA – que, mesmo com o aumento de complexidade dos pacientes no período avaliado (2016 e 2017), resultou em redução de 25% do tempo de permanência dos pacientes no hospital, otimização da notificação de eventos adversos e melhores índices de segurança do paciente – com redução de mortes por condições adquiridas.

 

De janeiro a julho de 2017 (período de implantação do DRG no hospital mineiro), foi reduzido o tempo de permanência em 8.995 dias, que gerou uma diminuição de custo de R$ 4,8 milhões de reais. “Foi possível internar 1.995 pacientes a mais sem qualquer ampliação de leitos”, explicou o presidente do IAG Saúde, que também apresentou dados do Hospital Santa Rita, de Contagem (MG), em que a implementação do DRG solucionou os problemas de ineficiência do uso de leitos em casos cirúrgicos.

 

A próxima edição já tem data marcada, 18 de outubro, e abordará o tema SAÚDE DIGITAL E TELEMEDICINA. Em breve, as organizações promotoras divulgarão os nomes dos especialistas e os assuntos que serão apresentados.

 

 

Fonte: Setor Saúde

Matéria publicada pelo setor de Jornalismo da FEHOSUL - Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Rio Grande do Sul.



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2018-08-10 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/816
<![CDATA[IAG Saúde participa de evento voltado para o cuidado com o paciente]]>

 

“Programa de alta segura, um caminho para redução das reinternações por recaída” foi tema de trabalho selecionado para o VI Fórum sobre Segurança do Paciente.

 

O Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos realizou nos dias 03 e 04 de agosto, em Belo Horizonte, o VI Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente - Erros de Medicação com o objetivo de discutir os desafios globais da segurança do paciente. O evento contou a participação das consultoras do IAG Saúde, Luna Cosenza e Priscila Faria, que apresentaram o programa de Alta Segura aos participantes presentes.

 

O encontro foi a oportunidade de divulgar o conceito e os benefícios do programa para parceiros e profissionais da saúde. “O Fórum Internacional contou com a presença de representantes de diversas instituições e foi uma oportunidade de mostrarmos o quanto que o processo de Alta Segura contribui para a segurança do paciente e sustentabilidade de hospitais e operadoras de saúde”, aponta Luna Cosenza. O Alta Segura possibilita segurança a toda equipe interdisciplinar na prestação de uma assistência segura, alcançando melhores resultados para a instituição e sobretudo para o paciente.

 

 


Priscila Faria e Luna Cosenza, Consultoras do IAG Saúde e co-autoras do trabalho

 

 

SOBRE O TRABALHO


As reinternações não programadas em até 30 dias refletem a qualidade assistencial e a integração de um sistema de saúde. Essas readmissões são determinadas em grande parte por falhas no planejamento da alta e/ou na continuidade da assistência no pós-alta. A sua ocorrência determina um maior consumo de recursos do sistema de saúde e exposição do paciente a riscos preveníveis.

 

O objetivo do trabalho, de autoria de Renato Couto, Ana Cláudia Abreu, Daniele Guedes, Luna Cosenza e Priscila Faria foi descrever o impacto das reinternações por recaída (com complicações ou com mesmo problema clínico que levou à internação anterior) no consumo de leitos hospitalares e na mortalidade intra-hospitalar potencialmente evitável.

 

 

Você gostaria de entender melhor a metodologia do trabalho e o programa de Alta Segura? Fale com a gente: iagsaude@iagsaude.com.br


 

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2018-08-07 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/815
<![CDATA[Ramar Gama estampa grafites na sede do IAG Saúde]]>


 Por: Ana Flávia Miranda

 

O IAG Saúde está de cara nova!

 

Pautados em inovação e nos processos interativos que o IAG entrega diariamente a clientes e parceiros, apresentamos o mais novo design em nossa sede, idealizado pelo designer e ilustrador Ramar Gama. Arrojado, o projeto moderno de ilustração traz referências às conexões que criamos ao longo da nossa jornada, sempre oferecendo o melhor em soluções de saúde a organizações e pacientes.

 

E nada melhor do que fazer uma escolha assertiva para ilustrar o dia a dia de colaboradores e parceiros em forma de grafite nas paredes da empresa. Ramar Gama é graduado em Design Gráfico e bastante conhecido na cena grafiteira de Minas Gerais. Seus desenhos ilustram as paredes do escritório da Red Bull BH e o artista trabalha ativamente com design de superfícies, ilustração e arte urbana. Seus trabalhos traduzem movimentos, além de despertar sensações por meio de traços e cores.

 

A ideia do projeto nasceu no início de 2018, justamente para expressar criatividade nos desenvolvimentos tecnológicos do IAG Saúde. O designer conta como foi o processo criativo dos grafites, que agora integram o ambiente corporativo da sede:

“Para compor o processo de criação para o IAG Saúde, utilizei alguns conceitos como transformação, evolução e tecnologia. Esses três pilares foram essenciais para que eu pudesse traduzir a visão da empresa. O resultado foi surpreendente”, conclui.

 

As ilustrações de Ramar Gama podem ser contempladas ao centro do escritório e na entrada do IAG Saúde. Venha nos visitar e confira!

 

Veja como foi o processo de criação:

 









Conheça mais trabalhos do artista:

 

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2018-08-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/812
<![CDATA[“O que é, como medir e entregar valor em saúde” é tema de palestra do Dr. Renato Couto]]>

 

No Seminário de Gestão organizado por entidades do Rio Grande do Sul, o Diretor do IAG Saúde abordará a temática da entrega de valor na saúde.


 

 

A FEHOSUL, AHRGS e o SINDIHOSPA, assumindo suas responsabilidades na construção de um futuro mais qualificado para o segmento saúde apresenta a versão 2018 dos Seminários de Gestão - TENDÊNCIAS E INOVAÇÕES EM SAÚDE.

 

No dia 3 de agosto, as entidades irão apresentar o tema Performance, Resultados e Valor em Saúde.

 

OS SEMINÁRIOS DE GESTÃO

 

O processo de gestão das instituições de saúde vem passando por importantes e significativas transformações. Nossas organizações estão desenhando suas diretrizes estratégicas e necessitam construir os possíveis cenários para o futuro.

 

Mudanças nos modelos de gestão clínica e assistencial, incorporações de novas e disruptivas tecnologias, novas formas inovadoras de gerir pessoas, o empoderamento do paciente no processo de cuidado e muitas outras preocupações fazem hoje parte da pauta obrigatória das lideranças em saúde.

 

Convidamos você a participar conosco nesta jornada que irá linkar profissionais da saúde, membros da academia, gestores públicos e privados e empresas do nosso segmento.

 

As apresentações serão realizadas por profissionais que influenciam o segmento, que lideram organizações e participam da construção dos novos caminhos e rumos da saúde brasileira e internacional.

 

PARTICIPAÇÃO DO DR. RENATO COUTO

 

A palestra “O que é, como medir e entregar valor em saúde”, com Dr. Renato Camargos Couto (Diretor do IAG Saúde) abrirá o evento do dia 3 de agosto.

 

Com início marcado para as 13h10, a palestra abordará toda a experiência do IAG Saúde com a temática do valor em saúde, por meio da aplicação do DRG Brasil em mais de 450 hospitais e operadoras em todas as regiões do País.

 

Inscreva-se agora!



Fonte: http://fehosul.org.br/seminariosgestao/

 

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2018-07-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/806
<![CDATA[Dr. Renato Couto apresentará Anuário 2018 da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil em evento]]>

 

No seminário internacional do IESS, médico falará sobre avaliação do desempenho da qualidade na saúde brasileira e apresentará os resultados do Anuário 2018.

 

 

Produzido pelo IESS (Instituto Brasileiro de Estudos de Saúde Suplementar), o seminário internacional “Indicadores de qualidade e segurança do paciente na prestação de serviços na saúde” acontecerá dia 15 de agosto de 2018, das 8h30 às 17h.

 

O evento será realizado no Hotel Tivoli Mofarrej (Alameda Santos, 1.437 – Cerqueira César), em São Paulo. As inscrições são gratuitas, mas atenção: as vagas são limitadas!

 

Nessa ocasião, o Dr. Renato Couto, Professor da Pós-graduação da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais e Diretor do IAG Saúde, irá proferir a Palestra 1: "Avaliação do desempenho da qualidade na saúde brasileira – Apresentação dos Resultados do Anuário 2018 da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil”, a partir de 9:30.

 

O IESS convida todos os interessados para debater a adoção de indicadores de qualidade e segurança do paciente como ferramentas para combater eventos adversos evitáveis em pacientes hospitalizados.

 

 


 

 

 

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2018-07-10 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/805
<![CDATA[1ª Conferência Nacional dos Codificadores DRG Brasil conta com participação de mais de 50 instituições]]>

 

A conferência teve como tema “Liderando a Transformação do Sistema de Saúde Brasileiro” e promoveu importantes avanços para o profissional de codificação em saúde.

 

 

Foi realizada, com grande sucesso, a 1ª Conferência Nacional dos Codificadores DRG Brasil, dia 8 de junho de 2018, em Belo Horizonte/MG.

 

O evento foi dedicado aos profissionais de codificação em saúde, que lideram e constroem a base da transformação do sistema de saúde brasileiro, gerando informações e análises qualificadas.

 

Veja um panorama geral do evento no vídeo:

 


 

O PÚBLICO

 

A 1ª Conferência Nacional dos Codificadores DRG Brasil recebeu mais de 180 participantes, de 50 instituições usuárias do DRG Brasil. Estiveram presentes coordenadores e supervisores das equipes de codificação e gestores clínicos de hospitais e operadoras.

 

A experiência desses líderes no uso do DRG Brasil para codificação em saúde foi essencial para este marcante momento de aprendizado.

 





 

LANÇAMENTOS

 

No evento, o DRG Brasil apresentou as medidas para o reconhecimento da profissão “Analista de Informação em Saúde”, profissional cujas principais funções são analisar declarações clínicas e atribuir códigos padrão utilizando o sistema de categorização. A intenção do DRG Brasil é estimular os órgãos públicos e o mercado a valorizarem o ofício e a carreira do profissional de codificação.

 

Nesse sentido, foi lançada a Sociedade Brasileira de Analistas de Informação em Saúde, com objetivos de, entre outros: prestar apoio e orientação aos profissionais; buscar a união da categoria; valorizar o desenvolvimento da profissão; defender os interesses desses profissionais; e estimular o conhecimento e a capacitação nessa esfera.

 

Além disso, a equipe do DRG Brasil divulgou o Novo Programa de Educação Continuada para os codificadores.

 



 

PARTICIPAÇÃO INTERNACIONAL

 

O Sr. Daniel Schwebach, Vice-presidente Executivo da AAPC (American Academy of Professional Coders – Academia Americana de Codificadores Profissionais) foi o keynote speaker da 1ª Conferência Nacional dos Codificadores DRG Brasil.

 

Mestre em Administração Hospitalar pela Universidade de Washington, Schwebach falou sobre o desenvolvimento do conhecimento para a codificação em saúde e o papel da profissão nos sistemas de saúde.

 



 

PALESTRAS

 

Além da palestra internacional e dos lançamentos mencionados acima, a conferência contou com a participação da Profª Kely Pereira, Diretora Acadêmica da Pós-graduação da Faculdade de Ciências Médicas de MG, que falou sobre a importância da capacitação para o profissional de codificação em saúde.

 

A Coordenadora Técnica do DRG Brasil, Dra. Paula Daibert, deu dicas importantes sobre como não errar na codificação de Condições Adquiridas. E a Coordenadora da equipe de Estatística, Ana Claudia Abreu, mostrou o que vai melhorar no sistema de refinamento do DRG Brasil.

 



 

CASES DE SUCESSO

 

Um dos grandes destaques do evento foi a apresentação de experiências de sucesso com o uso do DRG Brasil, relatados por profissionais que vivenciam a codificação no dia a dia.

 

Vejam quais foram os cases apresentados:

 

• Caso Unimed Santa Bárbara d'Oeste e Americana: Impacto na Gestão de Leitos utilizando a metodologia DRG Brasil

Apresentado por: Dayane Molina - Enfermeira DRG

• Caso Hospital Márcio Cunha: Medos e soluções para relacionamento com corpo clínico

Apresentado por: Ariane Souza - Enfermeira Supervisora do DRG

• Caso Secretaria Municipal de Saúde de BH: Implantando codificação em 2,8 mil leitos SUS em 45 dias com garantia de qualidade da informação

Apresentado por: Jomara Alves - Consultora Especializada - Grupo de Inovação em Saúde da PBH

• Caso Unimed Porto Alegre: Codificação compartilhada e conjunta de Operadora e Hospitais: funciona?

Apresentado por: Maira Twardowski - Coordenadora de Auditoria Clínica DRG

• Caso Unimed Uberlândia: Codificação e auditoria clínica combinada: dá certo?

Apresentado por: Kelly Finzi - Coordenadora Médica Auditoria Concorrente DRG

• Caso Unimed Goiânia: Controle interno da qualidade no processo de codificação

Apresentado por: Danielle Perdigão - Coordenadora Auditoria Enfermagem

 




 

 

Quer saber mais informações sobre a 1ª Conferência Nacional dos Codificadores DRG Brasil? Envie um e-mail para marketing@drgbrasil.com.br.

 

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2018-06-25 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/800
<![CDATA[Confira como foi a participação do DRG Brasil na Hospitalar 2018]]> 

 

O DRG Brasil esteve presente em um workshop, um fórum e várias palestras no stand da parceira Planisa; Veja como foram os acontecimentos da 25ª Hospitalar.

 


Aconteceu no Expocenter Norte em São Paulo, dos dias 21 a 24 de maio de 2018, a 25ª Hospitalar.

 

Reconhecida como o palco de lançamento das mais importantes novidades do setor, a Hospitalar trouxe em 2018 mais de 40 eventos simultâneos, além de uma feira de negócios que sempre promove networking e parcerias.

 

O DRG Brasil não ficou de fora dos acontecimentos da maior feira hospitalar da América Latina. Confira:

 

 

  • Workshop ASAP: Remuneração baseados em modelos assistenciais diferenciados

 

Com o objetivo de inspirar novos modelos de remuneração, a ASAP se propôs a compartilhar experiências bem-sucedidas de novos modelos assistenciais e de remuneração, visto que os atuais modelos de remuneração da Saúde, em especial o fee for service, não favorecem uma assistência de qualidade e acarretam inúmeros desperdícios.

 

No workshop, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde e DRG Brasil, falou sobre a experiência da implantação do DRG Brasil como modelo de remuneração em saúde, que foca no cuidado e traz sustentabilidade.

 

 






 

  • IV Fórum Planisa

 

O IV Fórum Planisa de Gestão da Saúde aconteceu dia 24 de mai, em um dos mezaninos da Hospitalar 2018.

 

Foi um dia de imersão com grandes nomes do setor e uma ótima oportunidade para atualização dos profissionais da área, sobre as novas tecnologias aplicadas na Gestão da Saúde.

 

O Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde e do DRG Brasil, participou do evento, que tratou sobre sustentabilidade financeira e o impacto tecnológico na saúde.

 

O médico mediou a discussão sobre a palestra "A crise da eficiência na gestão dos recursos públicos da saúde. Possível evoluir?", a ser proferida pelo Dr. Gonzalo Vecina Neto – Professor da Faculdade de Saúde Pública da USP.

 

 




 

 

  • Estande em parceria com a Planisa

 

O DRG Brasil ofereceu, no estande da parceira Planisa, conteúdo sobre a metodologia DRG, governança clínica e transformação do modelo de saúde.

 

O Gerente Executivo do DRG Brasil, Breno Duarte, falou sobre como o DRG Brasil transforma o sistema de saúde e a vida dos brasileiros, abordando as seguintes temáticas: Sustentabilidade Através da Qualidade Assistencial, Governança Clínica, Modelo Remuneratório e Avaliação de Desempenho Médico.

 






 

Saiba mais: www.drgbrasil.com.br

 

 

 

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2018-06-11 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/795
<![CDATA[Fazendo o pagamento por pacotes funcionar]]> 



Confira o texto escrito pela Dra. Tania Grillo a partir do artigo ‘Making Bundled Payments Work: Leveraging the CMS DRG Experience’, recentemente publicado no NEJM.

 

 

Fazendo o pagamento por bundles funcionar: aproveitando a experiência do DRG do CMS

 

Por Tania Grillo (*)

Escrito a partir do artigo "Making Bundled Payments Work: Leveraging the CMS DRG Experience", de autoria de Denis A. Cortese, MD, Natalie Landman, PhD & Robert K. Smoldt, MBA, publicado em maio de 2018 no The New England Journal of Medicine (NEJM Catalyst). Clique aqui para acessar o texto original.

 

 

No segmento de saúde, bundle pode ser traduzido como um conjunto de práticas baseadas em evidências que, quando executadas coletivamente e de forma confiável, melhoram os resultados para os pacientes. No contexto das modalidades remuneratórias, o pagamento por bundles (bundled payments) é o pagamento por pacotes para episódios de internação, incluindo ou não, o período que antecede a internação, o pós-alta e os honorários médicos e de outros profissionais. Existem diferentes modelos de pagamento por bundle de acordo com as inclusões/exclusões, cada um com vantagens e desvantagens que devem ser ponderadas no contexto de sua aplicação. Para conhecer melhor os quatro modelos de pagamento por bundles definidos pelo governo estadunidense, acesse aqui.

 

No artigo publicado agora em maio pelo NEJM/Catalyst, Cortese, Landman e Smoldt tratam da modalidade de bundle mais abrangente, aquela que envolve preço único de referência para todos os serviços de saúde prestados a um paciente durante um episódio de cuidados que se estende antes, durante e depois da hospitalização. Os episódios de cuidados são definidos pelo DRG.

 

Making bundled payments work: leveraging the CMS DRG experience

Denis A. Cortese, Natalie Landman e Robert K. Smoldt

Programa de Política e Entrega de Assistência à Saúde

Clínica Mayo, Universidade do Estado do Arizona

 

Tanto o setor público de saúde nos Estados Unidos (Centros de Serviços Medicare e Medicaid - CMS) quanto as seguradoras privadas estão se movendo em direção a pagamentos por bundles para episódios de atendimento. Acreditamos que o setor de assistência médica tem a oportunidade de tornar esse movimento muito mais eficaz e útil, com base em mais de 30 anos de experiência com a forma anterior de pagamento por bundle – os Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRGs), que criaram um sistema de pagamentos fixos para serviços de internação hospitalar associados a diagnósticos e a procedimentos específicos.

 

O CMS (então a Health Care Financing Administration) adotou o sistema DRG para o pagamento prospectivo de pacientes do Medicare em 1983 para reduzir os custos hospitalares, e os estados e os pagadores privados seguiram o exemplo, com variações para atender às suas necessidades. Os DRGs representaram uma mudança radical na forma como os episódios de cuidados de saúde eram pagos. O novo sistema incentivou os hospitais a se tornarem mais eficientes na coordenação de atendimento e controle de custos para pacientes internados (figura 1).

 

 


Figura 1 – Utilização hospitalar nos Estados Unidos antes e depois do DRG

 

 

Como os DRGs não se aplicam a serviços prestados fora do hospital, não estimulam a atenção integrada e coordenada dos cuidados em rede. Isoladamente, também não fornecem qualquer incentivo para evitar readmissões, mas o CMS vem controlando esta desvantagem ao reter pagamentos para determinadas readmissões que considera evitáveis.

 

O CMS e as seguradoras privadas estão agora experimentando uma forma mais abrangente de pagamentos por bundle, onde um único preço de referência é estabelecido para todos os serviços de saúde prestados a um paciente durante um episódio de internação, que se estende antes e depois da hospitalização, e que anteriormente era coberto apenas pelo DRG.

 

O principal objetivo desses pagamentos ampliados e inclusivos é criar estímulos para o fornecimento de atendimento integrado e coordenado de alto valor ao paciente, resultando em maior qualidade e menor custo. Esses modelos exigem trabalho em equipe e integração entre todos os prestadores, incluindo hospitais, serviços ambulatoriais e atenção domiciliar. Estes pagamentos agregados de longo prazo, e mais inclusivos, destinam-se também a eliminar as readmissões evitáveis durante o período abrangido pelo pacote.

 

O Centro de Inovação do CMS está atualmente com os seguintes projetos-pilotos:

• Pagamento por bundles para o programa de Iniciativa da Melhoria de Cuidados (Bundled Payment Care Improvement Initiative - BPCI), avaliando quatro diferentes modelos de pagamento por pacote para 48 condições de alto volume e/ou alto custo;

• Modelo de Cuidados Oncológicos (Oncology Care Model), para episódios de quimioterapia;

• Assistência Integral para Reposição Articular (Comprehensive Care for Joint Replacement - CJR), para próteses de quadril e de joelho.

 

Os aspectos positivos desses modelos de pagamento incluem:

• Foco nos episódios de cuidados que determinam a maioria dos gastos em saúde (os episódios incluídos no BPCI representam cerca de 70% dos custos do Medicare);

• Promoção de maior integração e coordenação dos serviços de cuidados pós-agudos e prevenção de readmissão hospitalar;

• A extensão da duração do episódio além do período de hospitalização (em 30, 60 ou 90 dias), que gera incentivos para melhorar a qualidade e reduzir custos, evitando as complicações evitáveis;

• Estabelecimento de requisitos para o monitoramento contínuo da qualidade garantindo que os prestadores prestem atendimento que não seja apenas eficiente, mas também eficaz a longo prazo.

 

 

As quatro lições do DRG

 

Contudo, compete ao CMS aproveitar o sucesso com o DRG na estruturação do reembolso desses pacotes (e de outros futuros). Especificamente, acreditamos que a agência deve considerar as seguintes etapas:

 

1. Definir uma taxa de pagamento de referência nacional prospectiva, baseada na realidade, e ajustá-la para fatores locais, como o casemix de pacientes e custo do negócio (discutimos mais sobre as taxas de pagamento na análise dos quatro quadrantes abaixo). O objetivo é permitir que os prestadores se concentrem em melhorar a qualidade e reduzir os custos, em vez de gerenciar a complexidade administrativa. Esta carga administrativa indevida pode ser aliviada se um preço único de referência for estabelecido com base nos custos totais reais incorridos pelos prestadores com a mais alta qualidade e o menor custo. Atualmente, todos, exceto um dos quatro modelos em teste pelo BPCI, exigem que o Medicare continue efetuando os pagamentos por fee-for-service (com toda a burocracia exigida), com ajustes feitos posteriormente de acordo com o preço-alvo específico de cada prestador, determinado pelo CMS.

 

2. Atualizar as referências de preço anualmente, em vez de trimestralmente. Ao contrário das taxas base do DRG, que são atualizadas anualmente, os preços dos episódios do BPCI até o momento têm sido atualizados trimestralmente com base na média real da mudança nacional dos gastos do Medicare com os 48 pacotes. Essa incerteza contínua sobre os preços-alvo (e, portanto, a economia potencial para os prestadores) tem se mostrado um desafio para os prestadores que estão fazendo investimentos para melhorar o valor do atendimento ao paciente. Apoiamos o uso de benchmarks anuais para todos os pacotes, como é o caso dos pacotes da CJR e que também está sendo proposto para o recém-anunciado programa BPCI Avançado (sujeito a um possível ajuste semestral durante o processo de reconciliação). Para quem quiser conhecer mais sobre o BPCI Avançado, acessar aqui.

 

3. Premiar um nível absoluto de desempenho, em vez do grau de melhoria. Os pagamentos de DRG são fixos, de modo que a margem de ganho com o DRG depende do nível de eficiência do hospital (e, cada vez mais, também da qualidade do atendimento prestado). Em contraste, nos modelos atuais dos bundles Medicare, são definidos preços-alvo separados para cada hospital e incluem um desconto para todos os prestadores participantes, independentemente do valor que eles entregam. Além disso, a estrutura de economia compartilhada da maioria dos bundles, em que os preços-alvo são derivados do gasto histórico do hospital ou de uma combinação de gastos hospitalares e específicos da região, continua a favorecer instalações e regiões de alto custo, penalizando prestadores já eficientes. Como mostrado na Figura 2, sob os atuais arranjos de reembolso, o prestador que entrega alto valor assistencial (Centro Médico 1) terá significativamente menos vantagens ao melhorar o valor do atendimento ao paciente no bundle do que um prestador que entrega baixo valor (Centro Médico 2). Talvez, a pergunta mais importante seja: por que queremos pagar um prestador de alto custo e baixo valor mais do que aquele de baixo custo e alto valor?

 

4. Tornar obrigatória a participação do prestador nos bundles, em vez de voluntária, para acabar com a mentalidade de “programa piloto”. Os DRGsoram eficazes porque eram obrigatórios. Reconhecendo que os prestadores precisam de tempo para configurar a infraestrutura necessária para realizar bem os bundles, sugerimos que o CMS concentre os esforços iniciais em seus três a cinco procedimentos mais caros e suas três a cinco condições médicas mais caras e expanda essas condições 1 para o período de 2 anos.

 

 

Uma maneira mor de definir preços

 

Acreditamos que a análise de valor de quatro quadrantes, desenvolvida pelo Instituto Dartmouth e recentemente ampliada pela Fundação Commonwealth, pode ajudar o CMS a criar preços dos bundles baseados em custos reais, ao mesmo tempo em que estabelece os tipos corretos de incentivos para prestadores.

 

A Figura 2 mostra como essa análise funcionaria, usando o custo e a qualidade dos procedimentos de revascularização do miocárdio como exemplo. A análise permite que o CMS identifique prestadores que já entregam cuidados de alto valor (qualidade acima da média a um custo abaixo da média, no quadrante superior esquerdo). Usando esse grupo de prestadores como referência, o CMS poderia estabelecer um preço único de referência nacional para o bundle (por exemplo, com base no 80º percentil dos custos reais do grupo de alto valor). Ao fazer isso, o CMS evitaria a penalização de prestadores com alto valor (ou seja, alto índice de qualidade), ao mesmo tempo em que criaria um forte incentivo de mudança para aqueles que se encontrassem fora do quadrante de alto valor.

 

 


Figura 2 – Análise de quadrante e definição de preço para um único pacote de procedimento

 

 

Essa abordagem também traz maior potencial de redução de custos, uma vez que o incentivo (e o potencial) de melhoria seria particularmente forte para organizações de alto custo. Para garantir que as organizações com baixa qualidade não sejam recompensadas por serem simplesmente de baixo custo, propomos uma retenção de 5% do preço a ser pago para criar um incentivo adicional para melhorar a qualidade do atendimento ao paciente.

 

Para esse fim, todos receberiam inicialmente 95% do valor do pagamento base. Prestadores com resultados de qualidade acima da média receberiam um adicional de 5% (elevando o total para 100% do valor do pagamento base), enquanto aqueles com resultados abaixo da média o pagamento seria limitado a 95% do valor do pagamento base (linha pontilhada vermelha na Figura 2).

 

Como podemos ver, o potencial de melhoria no Centro Médico 2 (que está no quadrante inferior direito da Figura 2), sob nossa proposta de modelo, é muito maior do que em um modelo que recompensa a melhora no desempenho.

 

Dada sua influência e experiência, o CMS tem a oportunidade única de liderar o movimento do sistema de saúde em direção à assistência de alto valor. Aproveitando as lições aprendidas com a implementação do DRG, auxiliado pela análise de valor de quatro quadrantes, o CMS pode determinar para si mesmo e para os prestadores, sucesso real na implementação de novos modelos de pagamento.

 

 

 

 

 

 

(*) Tania Grillo é Médica, graduada pela Faculdade de Medicina da UFMG. É especialista em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas (UFMG), em Saúde Ocupacional e em Controle de Infecção Hospitalar pela Faculdade de Medicina da UFMG. É Doutora em Ciências da Saúde, Infectologia e Medicina Tropical por esta mesma faculdade. É Professora e coordenadora de cursos de pós-graduação na FELUMA/Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Além disso, é Sócia-diretora do IAG Saúde e Co-fundadora do DRG Brasil.

 

 

 

 

 

 

FONTE:

 

Cortese DA, Landman N, Smoldt RK. Making bundled payments work: leveraging the CMS DRG experience (2018). [publicação online]; May 10, 2018. NEJM Catalyst. [acesso em 16 mai 2018]. Disponível em <https://catalyst.nejm.org/bundled-payments-cms-drg-experience/?utm_campaign=Connect%20Weekly&utm_source=hs_email&utm_medium=email&utm_content=62941270&_hsenc=p2ANqtz-8V1bscn9XFhLOVcf3JxUM8xEw4uFgjuZSqYael8Z24qTqAV3p8ZsnuDWTcvjw4spOjI5s5476wVIcqvKH1aTHX2ui231zEE8hw5ui7KefBdAOGdk0&_hsmi=62941270>

 

 

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2018-05-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/787
<![CDATA[IAG Saúde e SES-MG finalizam a capacitação dos agentes da vigilância sanitária em Segurança do Paciente]]>

 

Workshop com participação da Dra. Tania Grillo marcou a conclusão do curso “Gestão Integrada da Qualidade – Segurança do Paciente (RDC 36)” pelos agentes da VISA-MG.

 

 

Secretaria de Saúde realiza workshop sobre segurança do paciente

 

Dando continuidade ao trabalho de capacitação aos profissionais que trabalham com vigilância sanitária, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) promove nos dias 3 e 4 de maio um workshop sobre segurança do paciente. O objetivo é discutir o papel da VISA na redução da proliferação de microrganismos resistentes.

 

“Realizamos atividades de capacitação sobre segurança do paciente desde 2015. Nossa equipe de vigilância é treinada constantemente para monitorar os eventos adversos, as ocorrências de surtos e para sensibilizar gestores de saúde sobre o assunto. Nosso objetivo é reduzir a incidência e a proliferação desses microrganismos resistentes com medidas de saneamentos, higiene e prevenção”, explicou Nádia Aparecida Dutra, Coordenadora de Investigação e Prevenção das Infecções e Eventos Adversos.

 

Segundo Nádia, nos últimos anos ocorreu um aumento de infecções por germes multirresistente tornando-se um grande problema para a saúde pública e para a segurança dos pacientes. A VISA busca evitar a proliferação desses germes realizando inspeções em unidades de saúde. Outra ação é a orientação dos profissionais sobre medidas como limpeza e desinfecção de superfícies, higienização das mãos e racionalização do uso de antimicrobianos.

 

A coordenadora da Vigilância Sanitária da Regional de Saúde de Diamantina, Nara Viana é enfermeira e uma parte do seu trabalho consiste em realizar inspeções nas unidades de saúde dos 33 municípios que fazem parte da regional e ela destaca, “a maior dificuldade do trabalho é alcançar a conscientização dos profissionais que prescrevem medicamentos sem necessidade ou sem seguir as orientações em relação a posologia e tempo de tratamento”, opinou Nara.

 

Durante o workshop, a referência técnica em Segurança do Paciente, Rosilene Madureira falou que entre as competências da VISA estão a avaliação das medidas adotadas pelas unidades de saúde para evitar a proliferação de microrganismo: “avalia-se as medidas adotadas, acompanha a implementação das ações, solicita informações e cobra as notificações de surtos”.

 

Capacitação contínua


Em 2017, a SES-MG, em parceria com o Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG- Saúde), proporcionou aos profissionais da VISA o curso Gestão Integrada da Qualidade e RDC 36- Segurança do Paciente, realizado no processo de Ensino à Distância (EAD), o curso teve a duração de um ano.

 

A enfermeira, Nara Viana, apoiou a iniciativa: “abriu possibilidade de atualização do conhecimento. Além disso, demonstra uma preocupação constante da equipe da VISA no estado com a capacitação contínua dos profissionais envolvidos na inspeção das unidades de saúde”, disse.

 

Netsa sexta-feira, será a conclusão do processo com a entrega de certificados aos participantes. “O curso contribuiu muito para a nossa equipe. E para a melhoria do nosso processo de trabalho em relação às investigações dos eventos adversos”, avalia Nádia.

 


 Fonte: Governo de Minas Gerais

 

 

 

CAPACITAÇÃO REALIZADA PELO IAG SAÚDE

 

No último dia do workhop promovido pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, estiveram presentes a Diretora do IAG Saúde, Dra. Tania Grillo, e as tutoras do curso e consultoras do IAG, Cláudia Campos e Luciane Rosa.

 

Em parceria com a SES-MG, o IAG Saúde ministrou a capacitação em Gestão Integrada da Qualidade – Segurança do Paciente (RDC 36), no período de 10/04/2017 a 01/04/2018, perfazendo 150 horas em atividades no ambiente virtual de aprendizado. Os alunos em questão foram os agentes da Vigilância Sanitária de Minas Gerais.

 

A Dra. Tania Grillo proferiu uma palestra sobre a importância da segurança do paciente em instituições de saúde, elogiando o árduo trabalho realizado pelos agentes da VISA-MG nesta seara, em unidades de saúde de todo o Estado.

 

Após a palestra, Márcia Nakamura, da SRS Barbacena/SES-MG, deu seu depoimento sobre o curso, enumerando os benefícios que ele trouxe:

  • Desmistificar e entender a linguagem da Gestão da Qualidade;
  • Incorporação das práticas da gestão da qualidade visando a melhoria das ações desenvolvidas;
  • Habilidades desenvolvidas para identificar, avaliar e solucionar problemas no ambiente de trabalho e na prática da fiscalização
  • Qualificação para o exercício da função pública
  • Embasamento teórico proporcionando o aperfeiçoamento das ações de controle sanitário, com foco na Segurança do Paciente

 

Como contribuições para o Sistema de Saúde em Minas Gerais, Márcia citou a melhoria da qualidade da assistência; a expectativa de redução dos eventos adversos e seus custos para o sistema; a implantação e qualificação dos NSP.

 

Para concluir o workshop, foram entregues, pelas mãos das tutoras Cláudia e Luciane, os certificados de conclusão da capacitação para os agentes da Vigilância Sanitária
de MG.

 

Confira as fotos:

 

iag saude anvisa

 

 










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2018-05-18 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/785
<![CDATA[Confira as palestras sobre DRG que acontecerão na Hospitalar 2018]]>

 

O DRG Brasil oferecerá, no estande da parceira Planisa, conteúdo sobre a metodologia DRG, governança clínica e transformação do modelo de saúde. Não perca!

 

 

As palestras acontecerão dos dias 22 a 25 de maio, no Pavilhão Branco, Rua 13 – Estande 105, da Feira Hospitalar (Expo Center Norte - SP).

 

Esperamos por você!

 

Confira a programação:

 

 

 

Conheça mais sobre o DRG Brasil: www.drgbrasil.com.br

Conheça mais sobre a Planisa: www.planisa.com.br

 

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2018-05-17 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/784
<![CDATA[Dr. Renato Couto será speaker em workshop “Modelos de Remuneração Baseados em Novos Modelos Assistenciais”]]> 

 

Médico falará sobre a experiência do DRG Brasil em evento na Hospitalar sobre novos modelos de remuneração em saúde, que focam no cuidado e trazem sustentabilidade. Inscreva-se sem custo!

 

 

 

 

Os atuais modelos de remuneração da saúde, em especial o fee for service, não favorecem uma assistência de qualidade e acarretam desperdício. Novos modelos assistenciais, focados na saúde e não na doença, precisam ser explorados e experimentados para garantir cuidado integrado à saúde das pessoas e tornar o sistema sustentável. Com objetivo de explorar o tema e compartilhar experiências bem sucedidas nesse sentido, a ASAP vai promover, durante a Feira Hospitalar 2018, o workshop Modelos de Remuneração Baseados em Novos Modelos Assistenciais.

 

 

 

TEMAS E PALESTRANTES

 

Case Unimed Belo Horizonte

Christian Castilho – Superintendente de Assistência Ambulatorial de Belo Horizonte

 

Experiências na implantação de novos modelos de remuneração

Renato Couto – Sócio-Diretor do IAG Saúde




 

Visão da ANAHP sobre as diversas formas de remuneração nos hospitais

Martha Oliveira – Diretora Executiva da ANAHP

 

Moderador e debatedor

Ricardo Ramos – Diretor Técnico da ASAP

 

 

 

 

 

Fonte: ASAP

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2018-05-08 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/780
<![CDATA[Qualificar rede prestadora de serviços em saúde é diferencial para cooperativas Unimed]]>

 

Monitoramento da qualidade confere sustentabilidade ao negócio e amplia poder de avaliação e escolha dos beneficiários

 

 


Cooperativas de saúde lidam com uma diversificada rede de prestadores de serviços. São inúmeros hospitais, clínicas, laboratórios, serviços de diagnóstico por imagem, profissionais autônomos etc.

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por meio de resolução normativa, exige que as operadoras divulguem informações sobre a qualificação dos profissionais e dos serviços de sua rede credenciada. Ou seja, além da determinação do órgão regulador, a qualificação da rede com foco na segurança constitui-se numa responsabilidade da cooperativa com seus clientes.

 

Ainda segundo a ANS, em sua Resolução Normativa nº 391, ao índice de reajuste definido pela Agência, que passa a variar de 85% a 105% do IPCA, será aplicado um Fator de Qualidade (descrito na Instrução Normativa nº 61). Para a composição do Fator de Qualidade serão considerados certificados de Acreditação e de Certificação dos serviços de saúde. Também poderão ser utilizados indicadores selecionados, bem como a participação e o desempenho em projetos e programas de indução da qualidade.

 

Conforme pontua a assessora da Faculdade Unimed, Silvana Reis, “cada prestador tende a ter um nível de qualidade diferente. E grande parte do serviço oferecido pelas cooperativas médicas é entregue aos consumidores por meio da rede prestadora de serviços de saúde que elas possuem. A qualidade e a segurança do paciente no momento da prestação interferem no custo assistencial e na sustentabilidade do negócio”, frisa Reis.

 

O órgão regulador determina que a rede credenciada deve repassar os dados de qualificação para a operadora, a qual divulgará a informação e ficará responsável pela verificação de tais dados. “É importante que as Singulares conheçam, acompanhem e otimizem o patamar de qualificação de sua rede prestadora. Quanto maior a qualificação, mais apto é o prestador de serviço e mais qualidade ele oferece aos pacientes”, acrescenta Silvana.

 

Para auxiliar as Singulares do Sistema a promoverem tal diagnóstico, a Faculdade Unimed oferece a assessoria “Avaliação da Rede Prestadora”, um modelo de avaliação e mensuração da qualidade da rede de prestadores, baseado na metodologia Score Rede, que tem como referência a segurança, o conforto, a complexidade e a resolutividade assistencial ofertados aos usuários.

 

A metodologia de trabalho da assessoria prevê a entrega final de:

• Relatório de auditoria, por prestador, com requisitos relacionados à segurança do paciente e atendimento à legislação.

• Análise estatística da classificação dos prestadores nas quatro dimensões avaliadas, permitindo comparações entre prestadores.

• Diagnóstico do nível de segurança, conforto, complexidade e resolutividade total da rede.

 

 

Desenvolvimento da rede prestadora

 

A cooperativa pode induzir a melhoria de qualificação e desempenho da sua rede, eliminando as consequências assistenciais e os desperdícios decorrentes da má qualidade e da insegurança assistencial. “Assim, ela é capaz de transformar o cenário de sua rede, mudando o modelo de gerenciamento”, explica Reis.

 

A capacitação de rede de prestadores é realizada em projetos individualizados para a realidade diagnosticada pelo SCORE Rede em cada prestador. Após o diagnóstico, os requisitos não atendidos pelo prestador se transformam em objetivos de reestruturação gerencial em um projeto detalhado de implantação. Por meio de capacitação por ensino a distância e presencial, o prestador será capaz de se qualificar.

 

Por fim, o modelo de compra de serviços poderá ser modificado, estabelecendo preços diferentes para níveis diferentes de qualidade mensurados na avaliação do SCORE Rede. “Ou seja, as cooperativas agora podem pagar de forma diferente para prestadores com qualidade diferente. Os prestadores receberão remuneração diferenciada para níveis de 1 a 10 da classificação SCORE Rede” conclui a assessora da FU.

 

Quer saber mais sobre a assessoria Avaliação da Rede Prestadora, da Faculdade Unimed? Ligue para (31) 2121-2955/2989/2991 ou envie um e-mail para negocios@faculdadeunimed.edu.br

 

 

Fonte: Faculdade Unimed

 

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2018-04-30 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/776
<![CDATA[Breno Duarte participa de debate da ANS sobre programas de indução à qualidade]]>

 

Cerca de 150 pessoas participaram da agenda, entre entidades, operadoras, prestadores e órgãos do consumidor

 

 

Nesta quinta-feira (26/04), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou a Agenda para o Desenvolvimento Setorial: eixo de estímulo e indução à qualidade, evento voltado à indução de boas práticas no mercado de saúde suplementar. No encontro, que agregou temas voltados ao desenvolvimento setorial, a Agência lançou o Projeto de Atenção Primária à Saúde (APS). A iniciativa vai estimular a qualificação, fortalecimento e reorganização da atenção básica no setor, por meio da instituição de selo de qualidade e a implementação de modelos adequados de remuneração. Leia mais sobre o novo projeto.

 

O diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, iniciou a agenda explicando que a proposta do evento é aprimorar as ações que já vem sendo debatidas na Agência para cumprir a missão institucional de desenvolver a saúde suplementar. “É importante levar para o setor e toda a sociedade propostas efetivamente aplicáveis, que possam gerar resultados positivos. O Projeto APS vai ao encontro dessa expectativa”, afirmou Rodrigo Aguiar, lembrando que a ANS reuniu na mesma agenda os temas de acreditação das operadoras, Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) e modelos de remuneração diante da relevância singular deles para o setor.

 

O projeto da ANS voltado à atenção primária foi apresentado pela coordenadora de Indução à Melhoria da Qualidade Setorial, Daniele Silveira, que apontou que o programa pretende envolver a integração do cuidado em saúde centrado no paciente. “O Projeto APS funciona como um grande ordenador de todo o sistema de saúde e pode ser altamente resolutivo", afirmou. A atenção primária resolve até 85% dos problemas de saúde da população, por isso é fundamental incentivar e aprimorar esse tipo de ação. Além da melhoria do cuidado, a implementação de estratégias de atenção primária contribui para a sustentabilidade do setor.

 

O evento contou ainda com participação do representante do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), João Paulo Pieroni, que informou que o banco deve firmar parceria com a ANS para incentivar projetos em atenção primária na saúde suplementar, por meio de recursos destinados à implementação de estruturas. “Saúde é uma prioridade dentro do planejamento do BNDES. Acreditamos que o modelo de saúde precisa ser revisto. Por isso, apoiamos o projeto e temos interesse em fortalecer a parceria com a ANS”, informou Pieroni.

 

Acreditação de operadoras

Na sequência da reunião, a Gerente de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial, Ana Paula Cavalcante, apresentou as mudanças que estão sendo discutidas pela ANS para promover melhorias no Programa de Acreditação de Operadoras. Atualmente, cerca de 20% dos beneficiários de planos de saúde estão em operadoras acreditadas. “É o momento de avançar. Temos um número importante de operadoras acreditadas, já amadurecemos bastante o assunto e realizamos várias oficinas com participação expressiva do setor”, disse a gerente.

 

Entre as mudanças previstas, estão melhorias nas dimensões dos indicadores, nos critérios para pontuação dos itens, na forma de avaliação das entidades acreditadoras e na qualificação de auditores. Também está sendo discutida a inclusão de acreditação para operadoras exclusivamente odontológicas.

 

As mudanças, que devem ensejar a publicação de uma nova Resolução Normativa, atualizando a que está em vigor (RN nº 277) que regulamenta o tema, serão submetidas à participação social, para que a sociedade possa se envolver e opinar. A publicação da nova RN, contendo regras de transição, deve ocorrer ainda em 2018.

 

IDSS 2018

À tarde, a coordenadora da Qualificação de Operadoras da agência reguladora, Rosana Neves, explicou às operadoras presentes a proposta da Agência de ajustes no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) para 2018. A ferramenta avalia o desempenho das operadoras de planos de saúde e embasa as faixas de classificação da ANS de acordo com a qualidade do serviço prestado. A coordenadora esclareceu que 90% dos indicadores se mantêm, mas que a Agência propôs modificações pontuais que devem ser observadas pelas empresas.

 

“É importante qualificarmos cada vez mais o IDSS para avaliar a performance real das operadoras e a assistência prestada aos beneficiários. Essa mudança vai orientar o preenchimento de ferramentas fundamentais para a reguladora, como o TISS e o SIB”, explicou Rosana Neves. O diretor Rodrigo Aguiar complementou que as novidades são importantes para conduzir o mercado às melhores práticas regulatórias. “Vamos avaliar as considerações feitas pelo setor, por isso trouxemos o tema para apresentação na agenda, mas devemos entender que é preciso avançar para reduzir a assimetria de informações no setor. Esse é o principal objetivo”, avisou o diretor.

 

10ª reunião do GT de Remuneração

O evento foi concluído com a realização da 10ª reunião do Grupo Técnico (GT) de Remuneração, iniciativa da ANS que reúne representantes do setor para debater novos modelos de remuneração. O diretor adjunto de Desenvolvimento Setorial, Daniel Pereira, apresentou os principais encaminhamentos do GT e informou aos presentes que as discussões sobre remuneração passam a acontecer de forma fixa no Comitê Técnico de Avaliação da Qualidade Setorial (COTAQ) e no Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPISS), grupos permanentes de trabalho.

 

“A discussão dos modelos de remuneração é uma iniciativa inovadora da ANS. É importante agora consolidarmos esse trabalho e darmos um novo passo, avançarmos no debate. Nesse sentido, a ANS vai formalizar a reformulação do COTAQ, para abarcar as propostas e fundamentar uma nova frente de trabalho”, anunciou o diretor adjunto. O GT de Remuneração atualmente está em sua segunda fase e deve entrar em nova etapa em setembro de 2018. A coordenadora Daniele Silveira orientou sobre as propostas para a próxima fase e o cronograma inicial das próximas reuniões do GT.

 

A Agenda para o Desenvolvimento Setorial: eixo de estímulo e indução à qualidade reuniu cerca de 150 pessoas ao longo do dia 26/04, entre representantes de entidades do setor, operadoras de planos de saúde, prestadores de serviços, imprensa e órgãos de defesa do consumidor.

 

Fonte: ANS

 

Participação do IAG Saúde

O Gerente Executivo do DRG Brasil, Breno Duarte, esteve presente no debate. Ele comentou sobre os três assuntos discutidos: “Em relação à Acreditação de Operadoras, foi apresentada a revisão da norma e uma expectativa de publicação da nova RN 277 ainda em 2018. Isso tem influência direta no trabalho do IAG Saúde com relação à preparação de operadoras para a acreditação, já que teremos que atender os requisitos revisados da norma RN 277.”

Sobre o IDSS, foi apresentada uma proposta de novos indicadores para a saúde suplementar, bastante voltados para a experiência do beneficiário e para o desafio da comercialização de planos individuais.

Por fim, a ANS apresentou uma saída do GT de Remuneração: a implantação de projetos-piloto de mudança do modelo remuneratório. “Nesse quesito o DRG Brasil já havia sido apresentado, mostrando resultados de operadoras como a Unimed BH e a Unimed Porto Alegre", comenta Breno.

 

Leia mais: “Breno Duarte representa o DRG Brasil em Grupo Técnico de Remuneração da ANS

 

 

 

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2018-04-30 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/777
<![CDATA[Dr. Renato Couto será debatedor de palestra no IV Fórum Planisa na Hospitalar 2018]]>



 

 

O IV Fórum Planisa de Gestão da Saúde acontecerá dia 24 de maio de 2018, de 8:30 às 17:30, na Feira Hospitalar (Expo Center Norte - Auditório: 16 – 2º mezanino).

 

Será um dia de imersão com grandes nomes do setor e uma ótima oportunidade para atualização dos profissionais da área, sobre as novas tecnologias aplicadas na Gestão da Saúde.

 

O Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde, participará do evento, que tratará sobre sustentabilidade financeira e o impacto tecnológico na saúde.

 

O médico mediará a discussão sobre a palestra "A crise da eficiência na gestão dos recursos públicos da saúde. Possível evoluir?", a ser proferida pelo Dr. Gonzalo Vecina Neto – Professor da Faculdade de Saúde Pública da USP.

 

 

 

 

  • ​Confira a programação completa do evento:

 

 

08h30 – 09h00 Boas Vindas/Entrega de Credenciais e Materiais

 

09h00 – 09h15 Abertura: Homenagem ao Prof. Afonso José de Matos – Presidente da Planisa

 

09h15 – 10h15 Palestra: A crise da eficiência na gestão dos recursos públicos da saúde. Possível evoluir?

Dr. Gonzalo Vecina Neto – Professor da Faculdade de Saúde Pública da USP

Debatedor:

Dr. Renato Couto – Diretor do IAG

 

10h15 – 10h30 Intervalo

 

10h30 – 12h00 Palestra: Como gerar efetividade e economicidade na gestão dos recursos públicos da saúde.

Dr. Wilson Pollara – Secretário Municipal de Saúde de São Paulo

Debatedores:

Dr. Deusdedith Vaz – Subsecretário de Saúde do Estado de Goiás

Dr. Ricardo de Oliveira – Secretário de Saúde do Estado de Espirito Santo.

Moderador do período: Dr. Alceu Alves da Silva – Vice-Presidente da MV

 

12h00 – 13h30 Almoço Livre

 

13h30 – 14h00 Palestra: Inovação em Saúde

Evandro Garcia – Sales & Services Director da Healthcare Informatics – Philips

 

14h00 – 14h30 Palestra: A governança Cognitiva: A contribuição da IBM para o futuro da saúde

Miguel A. S. Aguiar Netto, MD, MPH, DHIT

IBM Brazil Chief Health Officer and Workplace Health and Safety Leader da IBM Watson Health HOPE team LA representative

 

14h30 – 15h00 Palestra: Inovação Tecnológica em Saúde

Ubirajara Maia – Diretor de Desenvolvimento da MV

 

15h00 – 15h15 Intervalo

 

15h15- 17:00 Palestra: Como a tecnologia pode contribuir para a geração de “savings” dos custos do segmento da saúde.

Marcelo Tadeu Carnielo – Diretor da Planisa

Paulo Sérgio Nishimura Milan – Diretor da PlanisaTech

Marcelo Cunha – CFO (Chief Financial Officer) do FIDI

 

17h00 Encerramento

Moderador do período: Paulo Sérgio Nishimura Milan – Diretor da PlanisaTech

 

 

Quer se inscrever? Acesse este link: planisa.com.br/site/iv_forum

 

 

 

 

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2018-04-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/775
<![CDATA[Inscrições abertas para palestra do Dr. Renato Couto "Transformando o modelo de saúde - Qualificação com base em resultados"]]> 

 

Data: 10/05/2018

Hora: 18:30

Local: FGV BOTAFOGO - Praia de Botafogo 190, auditório 415, Rio de Janeiro/RJ

 

 

PALESTRA

Saúde Baseada em Valor é traduzida por um sistema de saúde que entrega os melhores resultados na saúde dos pacientes com o menor custo possível. É a única alternativa para gerar sustentabilidade no sistema. O objetivo é demostrar que os modelos de remuneração impactam diretamente na qualidade e no modelo assistencial, assim, para se conseguir uma Saude Baseada em Valor, somente será possível através de reformas importantes nos modelos atuais de remuneração, buscando modelos de pagamento que sejam, da mesma forma, baseados em valor.

 

 

 

PALESTRANTE

Renato Couto é Médico, especialista em Clínica Médica, Terapia Intensiva e Infectologia. PhD em Medicina. Diretor do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde - IAG Saúde.

 

 

 

 

 



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2018-04-17 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/770
<![CDATA[Breno Duarte representa o DRG Brasil em Grupo Técnico de Remuneração da ANS]]>

Grupo de Trabalho discute modelos de remuneração na saúde suplementar

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promoveu no dia 15/03 mais um debate sobre modelos de remuneração. A atividade – 9ª reunião ordinária do Grupo de Trabalho - ocorreu na Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo via Periscope. O projeto está na Fase II e conta com a participação de mais de 80 representantes de 60 entidades, entre operadoras, entidades médicas e prestadores de serviço.

 

Na abertura do evento, o diretor-adjunto de Desenvolvimento Setorial da ANS, Daniel Pereira, falou sobre o objetivo da Agência. Segundo ele, “cabe à ANS conduzir o setor rumo às melhores práticas, de forma a caminharmos juntos, visando à melhoria constante da prestação do serviço e sustentabilidade do setor. Cabe à regulação da saúde suplementar trabalhar na melhor alocação dos recursos da cadeia produtiva do nosso setor. Ele ressaltou que “a ANS não irá impor um modelo de remuneração”.

 

A gerente de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial, Ana Paula Cavalcante, atualizou os participantes sobre o andamento das discussões na fase atual. “Estamos finalizando um documento, com toda a descrição teórica dos modelos de remuneração, para que no segundo semestre possamos acompanhar algumas experiências de forma voluntária que fossem de livre negociação entre operadora e conjunto de prestadores”. Segundo ela, “a ideia é tirar as dúvidas em relação ao que foi feito nos subgrupos e dar encaminhamentos futuros à discussão”.

 

O gerente executivo do DRG Brasil, Breno Roberto, foi convidado a fazer uma apresentação do uso da ferramenta sobre modelo remuneratório, especializada em consultoria para operadoras e prestadores de serviço de saúde. Ele solicitou que os presentes baixassem o aplicativo para conhecer a metodologia e fazer uso da ferramenta. A proposta do DRG é aumentar a qualidade e a segurança assistencial, controlando o desperdício, ou seja, reduzindo internações potencialmente evitáveis e readmissões hospitalares, além de aumentar a produtividade do custo fixo e variável hospitalar. [grifo nosso] Depois da apresentação, Ana Paula reforçou que essa é uma das ferramentas de gestão clínica, mas que operadoras e prestadores podem optar por outra forma de gestão que não seja o DRG. E que o tema foi debatido porque foi um assunto recorrente em relação às relações entre DRG e a troca de informações na saúde suplementar (TISS).

 

Na sequência, a coordenadora de Estrutura de Dados e Terminologias da agência, Celina Oliveira, fez uma apresentação sobre o Padrão de troca de Informações na Saúde Suplementar (TISS), mostrando objetivos, desafios e diretrizes do padrão. Celina falou sobre a finalidade do TISS, que é controle administrativo, subsídio à regulação e a composição do Registro Eletrônico de Saúde (RES), que foram finalidades mais recentes. Ela esclareceu que “o padrão vai operacionalizar contratos, cobranças, autorizações e procedimentos entre prestadores, operadoras e ANS. Na revisão da RN 305 foi feita a retirada de algumas informações que eram trocadas entre operadoras e prestadores porque depois de um tempo de uso entenderam que aquelas variáveis são internas. A troca especificamente da operadora para a ANS e a troca entre prestador e operadora também depende da forma de remuneração. Ela tem que possibilitar que se faça a cobrança.”

 

O gerente de Assessoramento Jurídico e Contratualização com Prestadores, Gustavo Macieira, falou sobre os mecanismos alternativos de resolução de conflitos entre operadoras e prestadores de serviço de atenção à saúde com o objetivo de aprofundar a conversa com os atores do mercado no sentido de colher propostas, especialmente, sobre o que os prestadores e operadoras entendem mais necessário/adequado para possível implementação de mediação. Segundo Macieira, “estamos buscando que o prestador e operadora resolvam seus problemas, através do reforço do diálogo, de forma que o beneficiário não seja prejudicado por uma relação conflituosa que a nosso ver tem solução.

 

Depois os representantes dos subgrupos compartilharam com os participantes o que já foi discutido em cada reunião. Renato Lima de Moraes Jr., da Sociedade Brasileira de Patologia, falou sobre Atenção Especializada (SADT), Márcia Rangel de Abreu, da Confederação Nacional de Saúde (CNS), falou sobre a atenção hospitalar e Miyuki Goto, da Associação Médica Brasileira, trouxe discussões do subgrupo profissionais de saúde.

 

No encerramento, Ana Paula Cavalcante informou que “já está em construção um documento técnico, não apenas com as descrições dos diversos modelos que já existem, como vamos dar direcionamento com diretrizes que cada modelo necessita para implantação nos seus diferentes contextos clínicos (SADT, consultório, individual e hospitais). Vamos disponibilizar no site da ANS o novo cronograma de reuniões e um espaço para contribuições, para que possamos receber propostas de piloto para ver na prática como se darão esses modelos implantados”. A coordenadora de Indução à Melhoria da Qualidade Setorial, Daniele Silveira, informou que vão finalizar o resumo executivo de modelos das diretrizes e apresentar na próxima reunião do GT de Remuneração. Lembrou ainda que o calendário das reuniões dos subgrupos estão suspensos, mas “os subgrupos tem autonomia para funcionar sem a supervisão da ANS”.

 

Todas as reuniões realizadas pelo Grupo estão disponíveis no canal ANS_Reguladora no aplicativo Periscope.

 

Saiba mais sobre o Grupo Técnico de Remuneração.

 


 Ana Paula Cavalcante, Daniel Pereira e Daniele Silveira conduziram a reunião do GT Remuneração


FONTE: ANS


  • A FALA DO DRG BRASIL

O Gerente Executivo do DRG Brasil, Breno Duarte Roberto, explicou que a reunião realizada no dia 15/03 foi de um grupo técnico remuneratório amplo da Agência Nacional de Saúde Suplementar, que congrega três subgrupos: Remuneração de Profissionais de Saúde, Remuneração da Atenção Especializada e Remuneração Hospitalar.

De acordo com Breno, “a Ana Paula Cavalcante, Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial da ANS, nos pediu que apresentasse: o que é DRG; como se codifica e como se forma um DRG; e como o DRG pode ser utilizado para a mudança do modelo remuneratório – que é justamente a entrega que este grupo tem que fazer, de forma prática, que é mudar o modelo remuneratório da conta aberta (o fee-for-service) para outros modelos remuneratórios.

Na ocasião, eu fiz a apresentação sobre o DRG Brasil e mostrei cases de alguns clientes, como a Unimed Porto Alegre, que vem implantando o modelo remuneratório com o pagamento por DRG e a Unimed BH, que vem reduzindo os desperdícios com o pagamento por valor. Portanto, além da conceituação do que é DRG, dei exemplos práticos de mudança do modelo remuneratório: um com pagamento por pacote DRG e outro com o pagamento por valor”, conta ele.

 




Conheça a metodologia: www.drgbrasil.com.br

 

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2018-03-21 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/766
<![CDATA[Veja o que fazer para não perder as publicações do IAG Saúde no Facebook]]>

 

A rede social alterou seus algoritmos para exibir mais conteúdo de amigos e familiares do que publicações de empresas e mídia, mesmo que você tenha curtido a página.

 

Recentemente, o Facebook alterou seus algoritmos para exibir, no feed de notícias, mais conteúdo de amigos e familiares do que publicações de páginas de empresas e mídia. Isso fez com que as notícias das páginas empresariais (como a do IAG) apareçam cada vez menos para as pessoas, mesmo que elas tenham curtido a página.

 

Por isso, seguem orientações simples para fazer com que você não perca as publicações do IAG:

 

  • "VER PRIMEIRO"

 

1) Acesse a página do IAG Saúde no Facebook (facebook.com/iagsaude)

2) No menu abaixo do banner principal, clique em "Seguir"

3) Pressione o botão "Seguindo", aparecerá a opção "Ver primeiro". Selecione-a.

 

 

 

Pronto! Dessa forma as publicações do IAG Saúde aparecerão no topo do seu feed de notícias.

 

  • "NOTIFICAÇÕES"

 

Além disso, se você quiser que o Facebook te envie notificações cada vez que o IAG fizer uma publicação (são 3 por dia, em dias úteis), faça o passo-a-passo abaixo:

 

1) Acesse a página do IAG Saúde no Facebook (facebook.com/iagsaude)

2) No menu abaixo do banner principal, pressione o botão "Seguindo", depois clique no lápis ao lado da opção "Notificações"

4) Na janela que abrirá, selecione a opção "Padrão"

 

 

 

 

Agora você receberá notificações quando houver novos posts na página do IAG Saúde.

 

 

OBS.: Estamos presentes também no Twitter, no LinkedIn e no Youtube. Siga-nos!

 

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2018-03-02 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/761
<![CDATA[IAG Saúde comemora seus 25 anos apresentando a nova marca]]> 

 

Com o mote "IAG Saúde 25 anos: um novo marco, uma nova marca", a empresa reforça seu comprometimento com a inovação e a liderança em ferramentas e tecnologias para a gestão da saúde.

 

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2018-01-15 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/742
<![CDATA[Usuários do DRG Brasil apresentam cases de sucesso na transformação do modelo remuneratório e assistencial]]>

 

Instituições participantes do II Encontro Nacional dos Usuários DRG Brasil, que oferecem a mais de dez milhões de brasileiros acesso a um sistema de saúde que inova, compartilharam seus resultados.

 




O II Encontro Nacional dos Usuários DRG Brasil aconteceu dias 30/11 e 01/12 de 2017, em Belo Horizonte.

 

Os participantes tiveram oportunidade de aprender com quem obteve resultados com o DRG Brasil, analisar o que foi feito em 2017 e planejar o ano de 2018 em termos de modelo remuneratório, assistencial e qualificação da informação.

 

Juntas, as instituições participantes (operadoras da saúde suplementar, hospitais e municípios) oferecem a mais de dez milhões de brasileiros acesso a um sistema de saúde que inova, possibilita uma medicina de qualidade, e garante sustentabilidade por meio do controle do desperdício.

 





APRESENTAÇÕES

 

Confira abaixo quais foram as apresentações de cases de sucesso e palestras do II Encontro Nacional dos Usuários DRG Brasil:

 

// Eixo Temático 01 - MODELO REMUNERATÓRIO

 

  • Bonificação por resultado assistencial (Selo de Excelência) - José Augusto Ferreira - Diretor de Provimento de Saúde | Unimed BH
  • Pagamento por produto DRG (Sistema UM) - Salvador Gullo Neto - Diretor de Provimento de Saúde | Unimed Porto Alegre e Luiz Felipe Gonçalves - Superintendente Médico | Hospital Mãe de Deus
  • Pagamento dos médicos cooperados - Vitório Puntel - Diretor Técnico do Hospital | Unimed Volta Redonda

 

// Eixo Temático 02 - MODELO ASSISTENCIAL

 

  • Governança clínica pelo DRG - Mauro Oscar S. de Souza Lima - Superintendente | Hospital Márcio Cunha
  • Programa de alta segura - Maria Conceição de Castro A. M. de Queiroz - Assessora Médica | Unimed Goiânia
  • Linhas de cuidado: Governança clínica em neurocirurgia e AVE - Jair Leopoldo Raso - Coordenador da Neurocirurgia | Hospital Unimed BH e Marcelo Gabriel Vega - Coordenador da Neurologia | Hospital Unimed BH
  • Gestão da clínica ortopédica e a linha de cuidado de fratura de fêmur no idoso - José Carlos Souza Vilela - Coordenador de Ortopedia e Traumatologia | Hospital Unimed BH
  • Linhas de cuidado: Cirúrgica - Vespasiano de Cerqueira Neto - Diretor Clínico | Hospital Santa Rita

 

// Eixo Temático 03 – QUALIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO


  • Codificação concorrente e integrada - Karla Aparecida dos Santos Petraglia - Enfermeira Auditoria Concorrente DRG | Unimed Uberlândia
  • Codificação compartilhada - Maira Fabiane Propp Twardowski - Coordenadora de Enfermagem Auditoria Clínica | Unimed Porto Alegre
  • Validação e uso da informação econômica para precificar produtos DRG - André Reckziegel - Gerente de Controladoria e Custos | Hospital Mãe de Deus

 

// Palestra Magna: “Sustentabilidade através da qualidade assistencial: avanços no sistema de saúde brasileiro”

 

  • A visão do SUS - Francisco Figueiredo | Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde
  • O modelo da Unimed BH - Samuel Flam | Presidente da Unimed BH
  • O projeto da Prefeitura de Belo Horizonte - Jomara Alves | Consultora Especializada do Grupo de Inovação em Saúde da PBH

 

FOTOS

Participaram do II Encontro Nacional dos Usuários DRG Brasil cerca de 200 profissionais de 57 instituições de saúde de todo o Brasil.

Acesse, neste link, as fotos dos dois dias de evento.

 





PRÓXIMOS PASSOS

A equipe do DRG Brasil, juntamente com as instituições participantes, darão andamento às ações do Projeto Nacional de Mudança do Modelo Remuneratório e Assistencial Hospitalar, atualizadas coletivamente no evento.

 

Saiba mais: www.drgbrasil.com.br

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2018-01-09 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/739
<![CDATA[DRG Brasil apresenta sua versão 10.0]]>

 

 

Conheça as principais novidades da nova versão:

 

1) DRG Brasil Refinado – Específico para a população brasileira

Estudos estatísticos das altas categorizadas no DRG Brasil permitiram o refinamento e a criação de novas categorias de DRG, com resultados específicos para as características da população brasileira.

 

2) Lançamento do Code Helper

Nova funcionalidade de apoio à codificação de diagnósticos para qualificar a informação e otimizar o trabalho do codificador. Os codificadores poderão consultar os conteúdos dos volumes 1 e 3 da CID 10 diretamente no software.

 

3) Recentes inovações adequadas ao nosso sistema de saúde

Todas as inovações técnicas aprovadas no final de 2017, que serão utilizadas a partir de 2018, já foram incorporadas e refinadas para o sistema de saúde nacional nesta nova versão do DRG Brasil.

 

 

Bem-vindo à versão 10.0 do DRG Brasil Refinado. Nossa equipe de suporte estará à sua disposição, a partir do dia 2 de janeiro, para esclarecimento de dúvidas ou receber sugestões.

 

Caso você queira mais detalhes sobre esta metodologia que está há anos promovendo melhorias contínuas na qualidade assistencial, com redução do desperdício em mais de 300 instituições de saúde no Brasil, acesse www.drgbrasil.com.br e solicite o contato de um de nossos consultores.


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2018-01-02 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/736
<![CDATA[Trabalho utilizando o DRG Brasil como ajuste da complexidade ganha premiação em congresso da AMECI]]>

 

Trabalho sobre o impacto econômico das complicações relacionadas à internação foi premiado em 3º lugar no I Congresso Mineiro de Epidemiologia, Prevenção e Controle de Infecções

 

Além disso, os autores apresentaram um pôster, intitulado “Epidemiologia dos Eventos Adversos Assistenciais em um Hospital Geral de Belo Hozironte”.

 

A primeira edição do Congresso Mineiro de Epidemiologia, Prevenção e Controle de Infecções foi realizado pela Associação Mineira de Epidemiologia e Controle de Infecções – AMECI, nos dias 24 e 25 de novembro de 2017, em Belo Horizonte.

 

 

Uma das coautoras dos trabalhos, Juliana Fantini Chaves Pereira

 

 

Confira abaixo a descrição dos trabalhos e os seus achados:

 

 

IMPACTO ECONÔMICO DAS COMPLICAÇÕES RELACIONADAS À INTERNAÇÃO HOSPITALAR UTILIZANDO O DIAGNOSIS RELATED GROUPS (DRG) COMO AJUSTE DA COMPLEXIDADE EM UMA OPERADORA DE SAÚDE DE GRANDE PORTE EM MINAS GERAIS

 

INTRODUÇÃO: Durante a assistência podem ocorrer erros que levam a eventos adversos e que afetam diretamente a saúde do paciente e sua experiência no cuidado hospitalar. Estas condições adquiridas, não determinadas pelas condições clínicas de base do paciente, podem causar mortes, sequelas definitivas e transitórias, sofrimento psíquico, além de elevar o custo assistencial. OBJETIVO: Determinar o impacto econômico dos eventos adversos hospitalares, medido indiretamente por meio da variável “tempo de permanência hospitalar” em uma Operadora de Saúde de Grande Porte em Minas Gerais. MÉTODO: Estudo observacional prospectivo que compara o tempo de permanência hospitalar entre grupos de pacientes com presença ou ausência de condições adquiridas durante a internação hospitalar. Os dados utilizados foram coletados de 114.917 altas hospitalares no período de julho de 2016 a junho de 2017 por enfermeiras graduadas dedicadas exclusivamente à função, utilizando o sistema DRG Brasil®. A coleta das condições adquiridas foi dupla, realizada pelos codificadores do DRG e pelos serviços de segurança assistencial e controle de infecções hospitalares, que trabalham com a busca ativa para eventos infecciosos e não infecciosos nestas instituições. Os dados foram auditados por médicos e enfermeiros independentes que avaliaram e corrigiram as inconsistências. Foi selecionada uma amostra de conveniência que incluiu toda a população com permanência <30 dias na rede hospitalar contratada durante o período de estudo. Estes hospitais em conjunto possuem características que permitem uma grande variedade de casos. RESULTADOS: As condições adquiridas secundárias à assistência (eventos adversos) ocorreram em 10% dos pacientes (11.985) de 114.917 altas realizadas. Observou-se que a permanência global realizada desses pacientes foi de 88.378 dias (30.926 diárias acima do previsto pelo DRG), o que representa uma permanência média de 7,4 dias. A permanência média dos pacientes sem eventos observada foi de 2,1 dias. CONCLUSÕES: Pacientes com eventos adversos apresentam uma maior permanência hospitalar realizada quando comparados a pacientes sem eventos adversos. O impacto econômico representa o desperdício de 30.926 diárias realizadas além do previsto pelo DRG. Os pacientes com condições adquiridas durante a assistência consumiram 29% de leitos-dia utilizados por toda a população do estudo. O valor da economia potencial por ganho de produtividade desta operadora pode ser estimado entre 31 (R$ 1.000,00 leito-dia) e 124 milhões por ano (R$ 4.000,00 leito/dia).

 

Autor: Renato Camargos Couto

Coautores: Juliana Fantini, Camila Silveira, Daniele Gudeses, Luna Cosenza, Viviane Figueiredo

 

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EPIDEMIOLOGIA DOS EVENTOS ADVERSOS ASSISTENCIAIS EM UM HOSPITAL GERAL DE BELO HORIZONTE

 

INTRODUÇÃO: Definir a epidemiologia dos eventos adversos assistenciais infecciosos e não infecciosos hospitalares é essencial para estabelecer as diretrizes que possam minimizar a ocorrência desses fenômenos e seus impactos assistenciais e econômicos nas instituições de saúde. Estas ocorrências são a terceira causa de óbito nos EUA e no Brasil podem ser da primeira a quinta causa. OBJETIVO: Descrever a epidemiologia dos eventos adversos infecciosos e não infecciosos hospitalares na população estudada. MÉTODO: Trata-se de estudo observacional descritivo da epidemiologia dos eventos adversos infecciosos e não infecciosos ocorridos durante a internação em um hospital geral de Belo Horizonte, que atende apenas saúde suplementar, de 150 leitos, certificado nível 2 pela ONA. A coleta de dados foi feita através de busca ativa, retrospectiva, com a leitura dos prontuários hospitalares por uma equipe de enfermeiros treinados, dedicados exclusivamente à função. Os dados foram auditados por médicos e enfermeiros independentes que avaliaram e corrigiram as inconsistências. O banco de dados analisado possui um total de 8.419 altas ocorridas no período de julho de 2016 a junho de 2017. RESULTADOS: Dentre os 8.419 pacientes que receberam alta hospitalar, 859 sofreram pelo menos um tipo de evento adverso, uma incidência de 10,20%. Esses pacientes apresentaram um total de 1.212 eventos adversos, que foram classificados conforme códigos da CID-10. Desses eventos, 61 (5,03%) foram infecciosos e 1.151 (94,96%) não infecciosos. Os eventos adversos de maior ocorrência foram associados a dispositivos (aparelhos) gerais de uso hospitalar ou pessoal, associados a dispositivos (aparelhos) para fins terapêuticos (não-cirúrgicos) e aparelhagem de reabilitação - CID Y741 (40,26%); complicações vasculares subsequentes à infusão, transfusão e injeção terapêutica - CID T801 (35,23%); úlcera de decúbito - CID L89 (1,15%); dispositivos (aparelhos) usados em gastroenterologia e em urologia, associados a dispositivos (aparelhos) para fins terapêuticos (não-cirúrgicos) e aparelhagem de reabilitação – CID Y731 (1,07%); flebite e tromboflebite de outras localizações – CID I808 (0,82%); infecção do trato urinário de localização não especificada – CID N390 (0,82%); septicemia não especificada – CID A419 (0,82%). CONCLUSÃO: A incidência de eventos adversos infecciosos e não infecciosos se mostra elevada (10,2%) quando comparada a países desenvolvidos de melhor desempenho na segurança assistencial (3,7 %). Houve predomínio de eventos adversos não infecciosos em comparação as infecções relacionadas a assistência. O evento adverso não infeccioso mais frequente estava relacionado ao uso de dispositivos para fins terapêuticos (não cirúrgicos). Os eventos adversos infecciosos representaram 5,03% das ocorrências, sendo os mais comuns, infecção do trato urinário e septicemia não especificada. O conhecimento desta epidemiologia permitirá o melhor planejamento da gestão de risco assistencial.

 

 Autor: Renato Camargos Couto

 Coautores: Juliana Fantini, Camila Silveira, Daniele Gudeses, Luna Cosenza, Viviane Figueiredo

 

 

 

 

Acesse o site do Congresso: http://infeccaominas2017.com.br/

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2017-12-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/727
<![CDATA[Dr. Renato Couto recebe Medalha Mérito Educacional e Saúde Lucas Machado]]>

 

A Feluma e a Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais homenagearam personalidades importantes que contribuíram com o crescimento dos institutos de ensino e saúde.

 

A Fundação Educacional Lucas Machado realizou, no dia 26 de outubro de 2017, uma solenidade para homenagear pessoas importantes que contribuíram com o crescimento da Feluma por meio da Medalha Mérito Educacional e Saúde Lucas Machado.

 

O Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde e do DRG Brasil, foi uma das personalidades agraciadas com a Medalha.

 

 



 



Fonte: Assessoria de Comunicação da FCM-MG


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2017-11-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/724
<![CDATA[A cada 5 minutos, 3 brasileiros morrem em hospitais por falhas]]>

 

 

 

Cerca de 829 brasileiros morrem diariamente em hospitais públicos e privados por falhas que poderiam ser evitadas, segundo o Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, realizado pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) em parceria com a Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). O número equivale a três mortes a cada cinco minutos.

Esta é a segunda causa de morte mais comum no Brasil. Fica atrás apenas das doenças cardiovasculares, responsável pela morte de 950 brasileiros por dia, como estima a Sociedade Brasileira de Cardiologia. Mas é bem maior do que os óbitos causados por câncer (de 480 a 520 mortes/dia), violência (164 mortes/dia) e acidentes de trânsito (129 mortes/dia).

Em 2016, 302.610 brasileiros morreram em hospitais como consequência de um "evento adverso", que inclui erros de dosagem ou aplicação de medicamentos, uso incorreto de equipamentos, infecção hospitalar, entre outros. "Não significa, necessariamente, que houve um erro, negligência ou baixa qualidade, mas trata-se de incidente que poderia ter sido evitado", explicou Tania Grillo, professora da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais e uma das coordenadoras da pesquisa.

 

Sequelas

 

Além das mortes, os eventos adversos também podem gerar sequelas que comprometem o exercício das atividades da vida do paciente, causam sofrimento psíquico, além de elevar o custo assistencial. De acordo com o Anuário, dos 19,1 milhões de brasileiros internados em hospitais ao longo de 2016, 1,4 milhão foram "vítimas" de algumas dessas falhas.

As infecções hospitalares respondem por 14,7% das ocorrências em geral. "No caso dos óbitos, são as mais comuns, principalmente pelo seu grau de gravidade e pelo potencial de se transformarem em infecções sistêmicas", destaca Grillo, que destaca que a maior parte das falhas está ligada a causas não infeciosas (85,3%). Ainda assim a maioria delas produz dano ao paciente (71,7%).

As condições mais frequentes, mas que nem sempre levam ao óbito, são: lesão por pressão; infecção urinária associada ao uso de sonda vesical; infecção no local cirúrgico; fraturas ou lesões decorrentes de quedas ou traumatismos dentro do hospital; trombose venosa profunda ou embolia pulmonar; e, infecções relacionadas ao uso de cateter venoso central.

As principais vítimas dos chamados "eventos adversos" são os bebês --com menos de 28 dias de vida-- e os idosos acima dos 60 anos.

Problemas no atendimento de pacientes também aumentam o tempo de internação dos doentes em três vezes. Segundo o anuário, os eventos adversos custam R$ 10,9 bilhões por ano.

O Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil se baseou nas altas hospitalares de 133 hospitais, que prestam serviços a operadoras de saúde suplementar do Brasil que cobrem 7.685.748 dos beneficiários. Foram avaliadas 100% das altas hospitalares cadastradas no período de 1º de julho de 2016 a 30 de junho de 2017.

 

Problema de saúde pública

 

No mundo, de acordo com o documento, ocorrem anualmente 421 milhões de internações hospitalares e 42,7 milhões de eventos adversos, um problema de saúde pública reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

"Não existe sistema de saúde que seja infalível. Mesmo os mais avançados também sofrem com eventos adversos. A diferença é que, no caso brasileiro, apesar dos esforços, há pouca transparência sobre essas informações e, sem termos clareza sobre o tamanho do problema, fica muito difícil começar a enfrentá-lo", afirma Renato Couto, professor da UFMG e um dos responsáveis pelo Anuário.

Como acrescenta Grillo, o Brasil não tem uma fonte oficial que faz a coleta sistematizada desses dados. "Mas artigos científicos nos mostram que a situação no Brasil é grave e que precisa ser tratada como prioridade. As ocorrências são bem maiores do que em países de primeiro mundo e similares do que na Ibero-América", alerta ela.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os eventos adversos causam 400 mil óbitos por ano, o que representa 1.096 mortes por dia. Mas, ainda que o total de mortes por dia seja próximo da realidade brasileira, a da população norte americana é 55,6% maior do que a do Brasil.

"Está claro que esse não é um problema desse ou daquele hospital, mas de uma disfunção sistêmica", ressalta Couto, que, entre várias medidas, sugere um modelo de recompensa monetária para os hospitais com menos erros, além de um mecanismo de transparência com uma classificação das unidades hospitalares com base em parâmetros técnicos. "Para que possa servir como parâmetro de escolha para os pacientes.".

 

 

Fonte: UOL

 

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ANUÁRIO DA SEGURANÇA ASSISTENCIAL HOSPITALAR NO BRASIL

 

 

Primeiro Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, produzido pelo IESS e UFMG, indica que, todo dia, 829 brasileiros falecem em decorrência de condições adquiridas nos hospitais, o que equivale a três mortos a cada cinco minutos

Clique aqui para fazer o download.

 

 

 

Fonte: IESS

 

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2017-11-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/722
<![CDATA[Dra. Tania Grillo apresenta cases de sucesso em redução da sinistralidade hospitalar com o DRG Brasil]]>

 

Em discussão sobre novos modelos de remuneração na saúde no 20º Congresso Internacional UNIDAS, a médica falou sobre a redução do desperdício no sistema de saúde com o uso do DRG Brasil

 

 

O 20º Congresso Internacional UNIDAS – SAÚDE HOJE E AMANHÃ, que foi realizado de 26 a 28 de outubro de 2017 no Bourbon Cataratas Convention & Spa Resort, em Foz do Iguaçu (PR), comemorou os 15 anos de fundação da UNIDAS (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde).

 

O evento ocorreu com objetivo de estimular a reflexão sobre gestão de saúde com todos os agentes do segmento e proporcionar o relacionamento entre as empresas filiadas.

 

Na mesa com tema sobre Novos modelos de remuneração na saúde, a Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde e fundadora do DRG Brasil, apresentou a palestra "Reduzindo a sinistralidade hospitalar com o DRG Brasil – cases de sucesso".

 

 



 

Na ocasião, a médica se encontrou com o Diretor Administrativo do Hospital Madre Teresa (MG), Dr. Marcos Vete.

 

 

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2017-11-21 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/720
<![CDATA[Na Expo-Hospital Brasil, Dr. Renato Couto falará sobre a experiência dos hospitais brasileiros na implantação do DRG]]>

 

A palestra abordará a metodologia DRG como modelo de remuneração dos serviços hospitalares, realizando uma análise das experiências do presente como direcionadoras do futuro.

 

 

SOBRE A FEIRA:

A EXPO-HOSPITAL BRASIL - Feira Nacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Clínicas, Laboratórios e Consultórios é o maior encontro da saúde de Minas Gerais e contempla a realização de uma exposição com os principais lançamentos da indústria da saúde para setor, diversos congressos para a capacitação dos profissionais da área e oportunidades de negócios para os fornecedores e as instituições de saúde.

 

SOBRE O CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO HOSPITALAR PRIVADA:

O Congresso Brasileiro de Gestão Hospitalar Privada é dirigido a todos os diretores, mantenedores e gestores de hospitais privados e conta com uma programação que oferece conteúdo relacionado aos processos de gestão que permeiam o cotidiano dos profissionais que atuam na área.

Assuntos relacionados ao marketing, finanças, tributos, gestão de pessoas serão debatidos no evento que conta com a apresentação de cases de sucesso por parte das principais instituições de saúde.

 

Informações:

• Local do Evento: Minascentro – Rua Guajajaras, 1022 - Centro – Belo Horizonte – MG

• Certificados: Todos os participantes com um mínimo de 75% de frequência receberão o Certificado de Participação com 36 horas-aula

• Incluso na Inscrição: A inscrição inclui a participação em todo o programa do evento, pasta, bloco-pergunta, caneta e crachá

• Acesse expohospitalbrasil.com.br/gestaohospitalar para realizar sua inscrição

 

Palestrantes:

• André Ferreira - Coordenador Oculare

• Carlos Frederico Pinto - Diretor Instituto Oncologia do Vale

• David Lessa Chaves - Diretor Dinatec

• Érica Mota de Sousa Batista - Gerente Nacional de Qualidade Américas Serviços Médicos

• Fábio Leite Gastal - Superintendente de Estratégia, Gestão e Inovação Seguros Unimed

• Glauco Michelotti - Presidente Hospital Lifecenter

• Hermes Habad - Professor de Direito e Advogado Empresarial

• Marcelo Carnielo - Diretor Técnico Planisa e Professor Universitário

• Márcia Salvador Geo - Vice-Presidente Assistencial Rede Mater Dei de Saúde

• Raul de Macedo Queixada - Gerente de Produto Manager Grupo

• Regina Greco - Presidente da Associação de Usuários da Bacia Hidrográfica do Pará

• Renato Couto - Diretor IAG Saúde e Co-fundador DRG Brasil

• Rodrigo Ferreira - Administrador e Advogado Empresarial

• Shirley Berti - Consultora de Gestão em Saúde / Administradora Biovisão

 

 

 

SOBRE A PALESTRA:

Título:

A experiência dos hospitais brasileiros na implantação do DRG: impacto, desafios e benefícios

Ementa:

A palestra abordará a metodologia DRG (Diagnosis Related Groups) como modelo de remuneração dos serviços hospitalares, realizando uma análise das experiências do presente como direcionadoras do futuro. Discussão sobre os novos caminhos para a sustentabilidade econômica hospitalar por meio da melhoria da qualidade assistencial com o uso do DRG.

 

Inscreva-se: expohospitalbrasil.com.br/gestaohospitalar

 

 

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2017-11-20 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/719
<![CDATA[Unimed Uberlândia lança metodologia DRG para gestão da assistência com foco na qualidade]]>

 

O sistema de categorização de pacientes de acordo com a complexidade assistencial, conhecido como DRG (Diagnosis Related Group), foi lançado oficialmente pela Unimed Uberlândia nesta terça-feira (24/10), para médicos cooperados, gestores de hospitais credenciados e colaboradores da Cooperativa.


 


Durante o evento, a médica Dra. Tânia Moreira Grillo Pedrosa, cofundadora da DRG Brasil, apresentou o funcionamento da metodologia que atualmente beneficia mais de 10 milhões de habitantes no Brasil e vem sendo implantada pela Unimed Uberlândia há dois anos e meio.

 

O modelo tem duplo objetivo: oferecer qualidade e segurança de assistência com produtividade e garantir a sustentabilidade de hospitais, médicos e financiadores do sistema de saúde.

 

Após a apresentação da especialista os participantes puderam se manifestar com relação à proposta de implantação do programa. A seguir conheceremos a opinião de alguns dirigentes de hospitais credenciados:

 





Dr. Roberto Botelho

Presidente - Hospital UMC

“A melhor maneira de comentar (sobre o DRG) é recorrendo aos números. O UMC é um dos principais players de colaboração com a Unimed nesse cenário. Eu trabalho em sete países, incluindo o país mais desenvolvido da América Latina, que é o Chile. Nós temos, absolutamente convictos, a noção do determinismo tecnológico, da computação cognitiva, da internet das coisas e da computação nas nuvens. Não é o homem que determina o rumo, e sim a tecnologia. Essa inovação que é lidar com os dados, extraindo a informação necessária através da supercomputação, é irreversível. A Unimed Uberlândia está de parabéns porque ela está no caminho. A dificuldade que existe aqui, por incrível que pareça, é a gestão de pessoas, porque a tecnologia está disponível. Eu tenho participado desse fórum a nível mundial e, discutindo esse assunto junto com a Joint Commission, vimos que esse é o caminho. A Unimed vê na nossa prática diária qual é o nosso apoio e compromisso, independente de discurso ela sabe que o UMC é um hospital que está consciente disso e está sintonizado com práticas mundiais para implementar em Uberlândia. Esse é o caminho, não há outra opção. Eu cumprimento a Unimed pela maneira que ela está fazendo: com gestão de pessoas.”

 

Daniel Barros Pereira

Presidente - Orthomed Center

“Há 15 anos quando comecei, o hospital Orthomed Center tinha somente 8 leitos e eu fui obrigado a otimizar muito esses leitos. Eu não podia deixar o paciente internado porque o número de cirurgias era muito grande. Por isso descobri que era muito melhor você girar o mesmo leito com muitos pacientes do que deixá-lo internado muito tempo. Esse é o sistema moderno que tem que ter. Você não precisa ter muito leito para ter qualidade boa. Eu sempre conversava com a Unimed para olhar que eu faço o que tem que ser feito: o resultado é o sucesso das intervenções com menos complicações. Até pouco tempo eu não via uma luz no final do túnel que agora eu acho que tem com o DRG. É tudo que eu quero, estava esperando por isso aí e de repente aconteceu. Eu quero realmente que meu hospital seja auditado, que seja verificado, que eu seja cobrado por fazer o melhor, mas eu quero também tentar receber por aquilo que eu faço bem.”

 

Dr. Gilson Fayad

Diretor Presidente - Hospital Santa Genoveva

“O DRG é uma ferramenta muito importante. A gente tem que aproveitar sim. O que eu digo é que temos que ter cuidado na implantação porque ela não é simples, ela depende de informação. Há dificuldade de se montar os grupos que sejam realmente confiáveis. Nesse momento não adianta querer pagar por performance. Nos países aí de fora o DRG ficou 10 anos apenas como uma ferramenta de gestão. E aqui no Brasil, como nós estamos começando, corremos o risco de classificar erroneamente. Então eu gostaria de conhecer mais, sou a favor do estudo da implementação. A ferramenta é muito útil, mas nós precisamos amadurecer o corpo clinico, amadurecer a gestão do hospital porque, se não, o barco afunda ou de um lado ou de outro e nós não queremos nem que o barco afunde do lado do plano de saúde, que é a nossa fonte pagadora, mas nós também não podemos morrer. A implantação deve ser compartilhada, séria e confiável, onde os dois lados fiquem tranquilos em implantar. Então é um aprendizado em conjunto”

 

Dra. Daniela F. Alvim

Diretora Clínica - Santa Clara

“Eu acho muito válido. A Unimed tem que implementar esse tipo de atitude porque se não a operadora não vai sobreviver diante das mudanças do mundo atual. E também ajuda os hospitais a trabalharem com melhor eficiência. Em todos os sentidos o cliente acaba ganhando. Ele ganha com a qualidade na assistência e ganha futuramente com planos mais baratos.”

 

Dr. Emerson N. Costa

Diretor Clínico - Santa Marta

“Eu acho que realmente é um modelo que tem que ser avaliado na cidade. A grande discussão é fazer essa avaliação de como anda a situação de cada hospital, de cada colega médico também, mas a grande pergunta que eu acho que tem que ficar é: como isso vai ser implementado depois? A partir desses dados que vão ser gerados, como eu vou utilizar isso na prática? Remuneração? Punição? A grande questão final será essa. Sem sombra de dúvidas precisa ter uma análise do panorama local de cada hospital e de cada cooperado. Ainda mais que os custos, a cada dia que passa, aumentam na medicina. Realmente precisa de uma ferramenta nesse sentido. Acho que é o início, realmente está de parabéns nesse sentido de encontrar uma ferramenta para se utilizar, agora as discussões posteriores de como realmente implementar os dados que nós teremos acho que vai precisar de mais reuniões, com certeza.”

 

 





Fonte: Unimed Uberlândia

 

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2017-10-30 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/709
<![CDATA[Dr. Renato Couto debaterá sobre modelos de remuneração em saúde no Health Costs Summit]]>

 

Dias 8 e 9 de novembro, na 5ª edição do Health Costs Summit em São Paulo, o médico fará parte de painel sobre a mudança do modelo remuneratório em saúde com base no DRG.


 

 

Sobre o Health Costs Summit


Ser eficiente nos custos, sem prejudicar a qualidade e a sustentabilidade da empresa e de parceiros é o grande desafio do setor da saúde. Diante deste contexto, o Health Costs Summit, apresentará as melhores práticas e desafios comuns na busca por uma gestão de custos e qualidade, cada vez mais eficiente, com foco em criação de valor ao paciente.

A grade reúne palestras e painéis de debates com temas relevantes e de valor agregado, além de casos práticos das diferentes áreas da cadeia de saúde.

 

 

Sobre o Painel


MODELOS DE REMUNERAÇÃO EM SAÚDE – A DIFÍCIL MUDANÇA

O atual modelo de remuneração baseado no fee for service (conta aberta) coloca a sustentabilidade do setor em xeque. Este sistema nem sempre é utilizado com o objetivo de promover a qualidade do atendimento e melhoria da performance, mas sim manter o foco na doença e na utilização dos serviços e insumos. Para os prestadores e fonte pagadora, o modelo tem impulsionado desentendimentos na hora de autorizar os pagamentos dos serviços prestados. Entenda a seguir como desenvolver uma alternativa de pagamento sustentável para os agentes envolvidos e com mais valor ao paciente.

» Migração das margens de materiais e medicamentos para a diária, o que evita desperdícios;

» Adoção de remuneração por procedimento gerenciado (pacote), diária global ou semi-global;

» DRG - Modelos de remuneração e qualidade: desafios e perspectivas;

» Tripé de sustentabilidade: informação, modelos e qualidade.

 

 

 

08 e 09 de Novembro

Hotel Pergamon – São Paulo

Clique aqui para obter maiores informações e realizar sua inscrição


 

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2017-10-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/705
<![CDATA[Dr. Renato Couto será palestrante no 20º Congresso Internacional UNIDAS]]>

 

A palestra “Reduzindo a sinistralidade hospitalar com o DRG Brasil – cases de sucesso” será ministrada pelo médico no dia 27 de outubro, em Foz do Iguaçu.

 

 

O Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde e do DRG Brasil, ministrará a palestra “Reduzindo a sinistralidade hospitalar com o DRG Brasil – cases de sucesso” no 20º Congresso Internacional UNIDAS – Saúde Hoje a Amanhã. A palestra acontecerá dia 27/10/2017, de 9h00 às 10h30.

 

 

O Congresso será realizado de 26 a 28 de outubro de 2017 no Bourbon Cataratas Convention & Spa Resort, em Foz do Iguaçu (PR), onde serão comemorados os 15 anos de fundação da UNIDAS.

 

O objetivo do evento é estimular a reflexão sobre gestão de saúde com todos os agentes do segmento e proporcionar o relacionamento entre as empresas filiadas.

 

 

 

Clique aqui para obter maiores informações sobre o evento e realizar a sua inscrição.

 

 

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2017-10-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/700
<![CDATA[DRG Brasil reúne visitantes na comemoração dos 50 anos do Sistema Unimed]]>

 

Na 47ª Convenção Nacional Unimed os participantes puderam conhecer o DRG Brasil, já adotado por uma centena de Singulares, pelas Federações RS e MG e por 9 Serviços Próprios do Sistema Unimed.

 

 

Dra. Tania Grillo e Dr. Renato Couto apresentaram a metodologia DRG Brasil aos participantes do evento, que em 2017 comemorou os 50 anos de fundação do Sistema, com o tema “Sistema Unimed, 50 anos de desafios: passado, presente, futuro”.

 

Participantes do evento que visitaram o stand do DRG Brasil puderam conhecer a mudança do modelo assistencial e remuneratório hospitalar, já adotada por uma centena de Singulares, pelas Federações RS e Minas e por nove Serviços Próprios do Sistema Unimed.

 

Além disso, aqueles visitantes que preencheram um cupom concorreram a uma bolsa integral de pós-graduação a distância em DRG e a um tablet Samsung Galaxy.

Os vencedores foram:

- Bolsa de pós-graduação em DRG: Michelle Rothstein Alves (Unimed Mercosul)

- Tablet Samsung Galaxy: Claudia Alves Bastos (Unimed Pedro Leopoldo)

 

Clique aqui para fazer o download do Regulamento do Sorteio.

 

Para saber mais sobre a metodologia DRG Brasil, acesse: www.drgbrasil.com.br

 

 

Confira as fotos do stand do DRG Brasil na 47ª Convenção Nacional Unimed:

 

 









Aguarde: em breve publicaremos mais novidades deste evento!



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2017-10-13 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/698
<![CDATA[O que pode ser medido pode ser melhorado]]>

 

Com o objetivo de auxiliar as cooperativas a se destacarem e alcançarem bons resultados, a Unimed Federação Minas intermediará a aquisição do DRG Brasil pelas Unimeds mineiras.

 

 

Normalmente, quando nos deparamos em nosso dia a dia com uma grande quantidade de elementos distintos, tentamos agrupá-los de modo a reunir aqueles que possuem características semelhantes. Organizamos nossas compras, dividindo os produtos de limpeza dos alimentos e, ao lavar as roupas, separamos as brancas das coloridas.

Essenciais para manter a organização e otimizar recursos, essas ações também podem ser aplicadas à gestão da saúde.

É o que faz o DRG (Diagnosis Related Groups ou Grupo de Diagnósticos Relacionados, em português), que vem sendo implantado gradualmente no Sistema Unimed mineiro.

Trata-se de uma ferramenta que avalia o perfil das internações hospitalares a partir da combinação de informações coletadas nos prontuários dos pacientes, tais como diagnósticos principal e secundário, comorbidades, idade e procedimentos realizados.

Atualmente, existem cerca de 784 números de DRG codificados. Cada uma delas é um "produto" que demanda uma quantidade de recursos necessários para o tratamento, como materiais, medicamentos e diárias.

Analisando-os, também é possível avaliar os resultados assistenciais encontrados, incluindo mortalidade e complicações associadas.

O cadastro em uma das categorias de DRG é feito durante a admissão do paciente em um hospital, com base em sua avaliação inicial. Dessa forma, o hospital e a operadora de saúde conseguem ter uma visão sobre os recursos necessários para conduzir o atendimento, como tempo de permanência em internação e procedimentos previstos. Segundo Luiz Otávio de Andrade, assessor de Regulação e Serviços de Saúde Integral, “essas informações favorecem o gerenciamento dos custos hospitalares, pois permitem que as organizações de saúde se planejem com antecedência, levando em consideração a complexidade assistencial dos pacientes”.

 

Metodologia de gestão DRG contribui para a qualidade dos serviços hospitalares

 

“Outra melhoria que o DRG pode gerar é a possibilidade de avaliar o desempenho das equipes multidisciplinares e, consequentemente, melhorar a qualidade do serviço prestado no atendimento ao paciente, fornecendo respostas terapêuticas mais adequadas e condições seguras para a alta hospitalar”, completa a gestora de Regulação de Serviços de Saúde da Unimed Federação Minas, Lilian Tameirão.

Além disso, o DRG pode mudar radicalmente a forma de valorar o custo assistencial no Brasil, pois “permite a realização da compra de serviços por pacote, a partir de indicadores de desempenho assistencial, e não apenas por procedimento, como é feito atualmente no país”, afirma o presidente do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG), Renato Couto.

O produto DRG Brasil foi desenvolvido por médicos PhDs da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, em parceria com o IAG Saúde, tendo como base a metodologia DRG, hoje em uso por governos, hospitais e operadoras de serviços de saúde em quase todo o mundo.

 

RESULTADOS CONCRETOS

De acordo com Peter Drucker, professor e consultor administrativo de origem austríaca, conhecido como o pai da administração moderna, “o que pode ser medido pode ser melhorado”.

Com a utilização do DRG para estudo das internações hospitalares, a prática tem confirmado esse pensamento.

Na Unimed Uberlândia, o trabalho com o DRG está melhorando a qualidade do atendimento e a eficiência dos gastos. A Singular estruturou uma área focada em realizar auditorias diárias, que, por meio de visitas aos pacientes, codifica a situação de cada beneficiário. Assim é possível obter relatórios detalhados e conseguir analisar se a alta está excedida, por exemplo.

Como resultado, a cooperativa vem conquistando uma maior eficiência no uso de leitos, com 21% de menor custo na diária.

 

EXPERIÊNCIA PAULISTA

Na Unimed Santa Bárbara d’Oeste e Americana, em São Paulo, onde o DRG começou a ser utilizado em 2015, houve aumento de quase 40% na qualidade da análise epidemiológica das internações no Hospital Unimed Americana e na Santa Casa de Santa Bárbara d’Oeste, que reserva 30 leitos para a Unimed.

Isso também foi possível pela atuação dos auditores, equipe de profissionais coletores – preferencialmente enfermeiros – capacitados para utilizar o DRG. São eles que realizam a categorização dos pacientes admitidos, fornecendo o número de DRG, quantidade de dias previstos de internação e data provável da alta.

A equipe também monitora os dados para assegurar a efetividade do tratamento. “O perfil epidemiológico qualificado da rede prestadora favorece a desospitalização no tempo correto, o que aumenta a capacidade operacional do hospital, melhora a gestão dos leitos e reduz custos com despesas assistenciais”, enumera Mariana Zaha, do Núcleo de Informações Estratégicas da Unimed Santa Bárbara d’Oeste e Americana.

Segundo ela, com a adoção da ferramenta, a operadora passou a ter um parâmetro de comparação entre os códigos CID e DRG. “Observamos que o percentual de DRGs gerados em categorias diferentes dos CIDs foi de 36%, o que representa um ganho considerável para a análise epidemiológica dos dados, pois funciona como uma espécie de codificação em duas camadas, a segunda feita a partir da leitura detalhada dos prontuários pelos profissionais codificadores.”

Mariana Zaha também esclarece que, com o DRG, o percentual de identificação de CIDs secundários é maior. Isso ocorre porque a metodologia considera as doenças préexistentes, ou comorbidades do paciente, no momento da admissão para categorizar a internação. "Em termos de cuidado integrado, esse dado é de suma importância para ações de promoção e prevenção da saúde”, explica.

 

INVESTIMENTOS EM DESENVOLVIMENTO

Com o objetivo de auxiliar as cooperativas a se destacarem e alcançarem bons resultados, a Unimed Federação Minas prestará o serviço de intermediação entre as Unimeds mineiras e o IAG para a aquisição facilitada da ferramenta. Além disso, auxiliará no treinamento dos auditores contratados pelas Singulares. A expectativa é de que todas implantem o DRG até o fim de 2018.

 

 

 

Fonte: Revista da Unimed Federação Minas | Ano 6 - Edição 26 | Julho / Agosto / Setembro de 2017

 

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2017-10-09 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/695
<![CDATA[Confira as fotos do painel "O Impacto do custo x efetividade no tratamento de AVC no Brasil"]]>

O Dr. Renato Couto, médico especialista em Clínica Médica e Infecção Hospitalar, Diretor do IAG Saúde, fez participação especial em painel organizado pelo Hospital Santa Rita (MG).

 

 

O Hospital Santa Rita (MG) promoveu o Painel de Debates "O Impacto do custo x efetividade no tratamento de AVC no Brasil", dia 28 de agosto de 2017 na Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).

 

O painel teve como palestrantes o Neurocirurgião Dr. Cleverson Kill e o Neurologista Dr. Gustavo Daher, e a mediadora do debate foi a presidente da AMAVC, Sra. Sandra Isida Gonçalves.

 

Confira algumas fotos do evento:

 

         

         

         


 

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2017-09-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/688
<![CDATA[DRG Brasil será patrocinador da Convenção Nacional Unimed 2017]]> 

 

Participantes do evento que visitarem o stand do DRG Brasil poderão conhecer a mudança do modelo assistencial e remuneratório hospitalar, já adotada por uma centena de Singulares, pelas Federações RS e Minas e por nove Serviços Próprios do Sistema Unimed.

 

Além disso, ao preencher um cupom, os visitantes irão concorrer a uma bolsa integral de pós-graduação a distância em DRG e a um tablet Samsung Galaxy.

 

Clique aqui para fazer o download do Regulamento do Sorteio.

 

A Convenção Nacional Unimed acontecerá dos dias 3 a 6 de outubro de 2017 no Mabu Thermas Grand Resort – Foz do Iguaçu (PR).

 

Em 2017, o evento comemorará os 50 anos de fundação do Sistema, com o tema “Sistema Unimed, 50 anos de desafios: passado, presente, futuro”.

 

 

 

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2017-09-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/689
<![CDATA[Fórum DRG Brasil & Planisa é realizado em Porto Alegre com grande adesão]]>

 

Aconteceu, no dia 17 de agosto, o Fórum DRG Brasil & Planisa - edição Porto Alegre, com o tema: Sustentabilidade Econômica Através da Qualidade Assistencial.

 

A Planisa - referência em consultoria de gestão de custos para a área da saúde - uniu sua experiência ao DRG Brasil - metodologia de gerenciamento da qualidade assistencial adequada ao perfil brasileiro - a fim de proporcionar esse momento de discussão sobre os novos caminhos para a sustentabilidade econômica hospitalar através da melhoria da qualidade assistencial.

 

Realizado no auditório do Hotel Blue Tree em Porto Alegre (RS), com lotação máxima, o Fórum teve o apoio institucional do SINDIHOSPA - Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre.

 

Programação

 

No primeiro momento, o Dr. Renato Couto, Diretor do DRG Brasil, falou sobre a metodologia DRG Brasil, seguido do sr. Marcelo Carnielo, Diretor Técnico da Planisa, que abordou os benefícios do uso dessa metodologia.

 

Em seguida, o Dr. Mauro Oscar Lima - Superintendente Geral de Hospitais da Fundação São Francisco Xavier (MG), falou sobre "Gestão clínica pelo DRG: Sustentabilidade pela qualidade de assistência".

 

Ao final, houve um interessante painel de debate sobre as experiências com o uso do DRG Brasil em Porto Alegre, do qual participaram:

• André Reckziegel - Gerente de Controladoria do Hospital Mãe de Deus (RS)

• Tanira Andreatta - Superintendente de Operações e Governos do Hospital Moinhos de Vento (RS)

• Dr. Salvador Gullo Neto - Diretor de Provimento de Saúde da Unimed Porto Alegre (RS)

 




                         

 

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2017-08-31 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/687
<![CDATA[Dr. Renato Couto falará sobre modelos de remuneração hospitalar no I Seminário Unidas RJ]]>

 

 

 

O Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde e do DRG Brasil, será o palestrante do I Seminário Unidas - Rio de Janeiro.

 

 

 

No evento, que terá como tema "Modelos de Remuneração dos Serviços Hospitalares", o médico falará sobre as experiências do presente como direcionadoras do futuro.

 

 

* Data: 14 de setembro de 2017

* Horário: 9h às 13h

* Local: Auditório Central da Petrobras - Av. República do Chile, 65 - 1º andar, Centro. Rio de Janeiro/RJ

 

 

 

 

Contato: unidas@unidas.org.br | 11 3289-0855

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2017-08-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/684
<![CDATA[Trabalho sobre infecções relacionadas à assistência utilizando classificação do DRG Brasil ganha Prêmio IESS]]>

 

Prêmio IESS: infecções relacionadas à assistência em saúde

 

 

As infecções relacionadas à assistência em saúde (Iras) ainda são um dos mais importantes problemas do setor no mundo. Este tipo de infecção é adquirido durante a prestação dos cuidados de saúde e podem resultar em mortes, além de elevado custo direto e indireto. Exatamente pela importância deste tema na cadeia de saúde - suplementar ou pública – é que novos estudos e iniciativas na área devem ser incentivados.

 

O estudo “Influência das infecções relacionadas à assistência no tempo de permanência e na mortalidade hospitalar utilizando a classificação do diagnosis related groups como ajuste de risco clínico” rendeu a Maria Aparecida Braga o 2° lugar na categoria “Promoção da Saúde e Qualidade de Vida” na edição 2016 do Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar. “As Iras são condições passíveis de serem evitadas e acreditamos que o impacto assistencial, social e econômico é imenso, daí a importância do tema”, comenta Maria Aparecida.

 

Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e doutora pela UFMG, Maria Aparecida conversou conosco sobre seu trabalho, a importância do Prêmio IESS e o que mudou após ter seu trabalho reconhecido.

 

Leia a entrevista abaixo e não deixe de inscrever gratuitamente, até 15 de setembro, seu trabalho de conclusão de curso de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) com foco em saúde suplementar nas áreas de Economia, Direito e Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde. Veja o regulamento completo.

 

Os dois melhores de cada categoria receberão prêmios de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente, além de certificados, que serão entregues em cerimônia de premiação em dezembro deste ano.

 

Blog do IESS – Sobre o que é o trabalho?

Maria Aparecida Braga – É sobre a influência da infecção relacionada à assistência à saúde no tempo de permanência hospitalar e sobre a mortalidade. São condições passíveis de serem evitadas e acreditamos que os impactos assistenciais, sociais e econômicos são imensos, daí a importância do tema. É parte de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Infectologia e Medicina Tropical.

 

Blog – Como conheceu o Prêmio IESS?

MAB – Por meio do meu orientador, o Dr. Renato Couto, que é um grande pesquisador da área de gestão da saúde.

 

Blog – E qual sua impressão sobre o Prêmio IESS?

MAB – Foi muito gratificante receber o Prêmio IESS. É um reconhecimento de todo o trabalho. Saber que estamos atuando para modificar alguma coisa para melhoria da sociedade e que isto está sendo levado em consideração, sendo avaliado por um grupo de pesquisadores renomados é recompensador. A participação no evento da premiação foi particularmente importante. A forma como foram apresentados os trabalhos e como foram detalhadamente avaliados me deixou muito bem impressionada.

 

Blog – Em sua opinião, qual a importância de premiações com esta?

MAB – A premiação é um estímulo ao desenvolvimento da pesquisa séria e conectada à realidade da saúde brasileira. No Prêmio IESS, são avaliados trabalhos que podem realmente fazer a diferença na atuação dos profissionais de saúde e na gestão do setor, melhorando as condições assistenciais, com foco na segurança assistencial e determinando maior responsabilidade e responsabilização com o uso dos recursos, que são limitados.

 

Blog – O que mudou após receber o Prêmio IESS?

MAB – Recebi diversos telefonemas e a visibilidade do trabalho certamente aumentou. Parabenizo o IESS não apenas por essa iniciativa, mas por todas realizadas em prol da segurança assistencial. A saúde brasileira está muito carente de atitudes como esta.

 

 

Fonte: Blog do IESS - Instituto de Estudos de Saúde Suplementar

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2017-08-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/682
<![CDATA[Dr. Renato Couto fará participação especial em painel sobre custo-efetividade no tratamento de AVC]]>

 

O Hospital Santa Rita (MG) promoverá o Painel de Debates "O Impacto do custo x efetividade no tratamento de AVC no Brasil", dia 28 de agosto de 14 às 18h na Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).



 

O painel contará como palestrante o Neurocirurgião Dr. Cleverson Kill e o Neurologista Dr. Gustavo Daher, e a mediadora do debate será a presidente da AMAVC, Sra. Sandra Isida Gonçalves.

 

O Dr. Renato Couto, médico especialista em Clínica Médica e Infecção Hospitalar, Diretor do IAG Saúde, será um convidado especial deste Painel.

 

 

Interessado em participar do evento?

Confirme sua presença pelo e-mail comunicacao@santaritahospital.com.br até o dia 24/08/2017.

 

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2017-08-21 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/679
<![CDATA[Sistema UM de Saúde - Hospital Mãe de Deus e Unimed Porto Alegre iniciam parceria com modelo de remuneração]]>

 

O "Sistema UM de Saúde" é baseado na metodologia DRG e pretende melhorar a assistência

 

O Hospital Mãe de Deus (HMD), em parceria com a Unimed Porto Alegre, lançou, no dia 14 de julho, um novo modelo de remuneração baseado na metodologia DRG – Diagnosis Related Groups, também conhecida como Grupo de Diagnósticos Relacionados. Chamado de Sistema UM de Saúde – junção das palavras “Unimed” e “Mãe de Deus”, a ideia é buscar, a partir da avaliação de desempenho assistencial do hospital, desenvolver um novo modelo de relacionamento.

 

  Alceu Alves da Silva, Diretor Superintendente do Hospital Mãe de Deus

 

 

O portal de notícias Setor Saúde esteve no lançamento, exclusivo para colaboradores. Na apresentação, o Diretor Superintendente do Mãe de Deus, Alceu Alves da Silva, classificou a iniciativa do hospital e da operadora como “ousada”. Ao Setor Saúde, Dr. Alceu afirmou que o UM “obriga a instituição a conhecer seu desempenho assistencial, conhecer o custo desse desempenho”, porque a negociação será baseada nesses indicadores. Segundo ele, uma vez codificado o procedimento, o sistema envolve umpagamento único. “Se você não tem eficiência, é provável que gaste mais do que vai receber”, explicou.

 

O Diretor Superintendente também comentou que serão, por enquanto, apenas cinco procedimentos, todos de alta previsibilidade e baixa complexidade, como alguns tipos deinternações, “para que tenhamos cuidados”. Segundo Dr. Alceu, uma vez que o sistema entregue os resultados esperados pelo HMD e pela operadora, “podemos avançar e criar um novo modelo de remuneração tendo como alicerce aquilo que efetivamente interessa que é a qualidade da assistência prestada”.

 

 Alceu Alves da Silva explica a parceria com a Unimed Porto Alegre

Assista ao vídeo

 

 

Ao Setor Saúde, o Dr. Salvador Gullo Neto, Diretor de Provimento de Saúde da Unimed Porto Alegre, afirmou que a parceria vem desde 2010 e culminou no lançamento agora neste mês de julho de 2017. Segundo ele, o trabalho passa pela codificação integrada com profissionais do HMD e da Unimed, criando uma base de dados. “Numa primeira parte, estamos olhando quais indicadores assistenciais podemos extrair dessa base, e num segundo momento, vamos começar a trabalhar com o pagamento por DRG”, afirma o Diretor. Ainda conforme Salvador, o trabalho tem um foco primário: o paciente. “Ele recebe melhoria assistencial no serviço”, explicou.

 

 Salvador Gullo da Unimed Porto Alegre e Luiz Felipe Gonçalves (Superin. Médico do Mãe de Deus)

 

 

Para Salvador, o que se pretende com o UM é “trabalhar um modelo que seja realmente sustentável para a saúde, que se possa trabalhar a eficiência do prestador e entregar para nossos clientes a assistência mais custo-efetiva possível”. O modelo ainda está numa fase que o Diretor classificou como piloto, mas, entendendo as dificuldades do processo, seus caminhos, ajustando e aprendendo, “vamos poder escalar isso na medida em que nos sentirmos seguros” incluindo outros procedimentos, explicou Salvador.

 

Salvador Gullo (Unimed Porto Alegre) fala sobre nova iniciativa com o Hospital Mãe de Deus

Assista ao vídeo

 

 

Fonte da matéria e dos vídeos: Portal Setor Saúde

 

 

PALAVRA DO DRG BRASIL®

Dr. Renato Couto, Diretor do DRG Brasil®, comenta a criação do "Sistema UMde Saúde" pela Unimed Porto Alegre e Hospital Mãe de Deus

 

"O Sistema UM, celebrado entre a Unimed Porto Alegre e o Hospital Mãe de Deus, é a primeira experiência nacional de contratualizaçâo usando o DRG Brasil®. Trata-se da mudança do modelo remuneratório baseado em valor e centrado na segurança do paciente.

O DRG Brasil permite o trabalho integrado deoperadoras, hospitais e médicos para a entrega deuma medicina de excelência ao paciente, com controle do desperdício. Isso possibilita o compartilhamento dos ganhos econômicos para todas as partes, por meio da elevação da qualidade de assistência."

Renato Couto


 

Sobre o DRG Brasil

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2017-08-09 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/675
<![CDATA[DRG será tema de dois cursos em evento da FEHOSP]]>

 

Dr. Renato Couto ministrará dois cursos no 16º AUDHOSP, dias 12 a 15 de setembro de 2017. DRG Brasil é instituição apoiadora do evento.

 

 

 

OBJETIVO

O Congresso visa contribuir para o aprimoramento dos profissionais dos serviços de saúde atuantes nas áreas relacionadas à Gestão de Qualidade, Faturamento, Controle, Avaliação e Auditoria. O AUDHOSP e o AUDHASS oferece aos congressistas uma oportunidade real de aumentar a rede de contatos. Aprofundar tais relacionamentos, entre gestores e prestadores, é de vital importância para as instituições de saúde.

 

PÚBLICO ALVO

Faturistas do SUS e de convênios, administradores, auditores, autorizadores, reguladores, enfermeiros e profissionais ligados à área da saúde de entidades públicas e privadas.

 

PROGRAMAÇÃO

Dia 12 de setembro – terça-feira

Período Manhã – 9h às 12h

 

1) Auditoria e faturamento Ambulatorial SUS – Módulo I.

Curso básico de faturamento ambulatorial. Regras, definições e conceitos.

BPA Consolidado, Individualizado e APAC. Um passeio pelo SIGTAP.

Os principais procedimentos ambulatoriais.

O que é preciso saber para autorizar, faturar e auditar uma APAC.

 

2) Auditoria e faturamento Hospitalar SUS – Módulo I.

Curso básico de faturamento hospitalar, os conceitos, as regras e as definições.

Uma leitura do manual da AIH e um passeio pelo SIGTAP,

CID na AIH.

A AIH como conta agrupada e aberta.

Procedimento principal, secundário e especial e suas compatibilidades.

Diárias: o que são e como se conta. Diárias especiais.

Definição e registro de cirurgia múltipla e politraumatizado.

O registro das OPM a partir da compatibilidade e quantidade.

 

3) Reflexo do CNES no dia a dia dos serviços – Módulo I

Principais conceitos e regras de negócio;

Fluxo de cadastro (da ponta ao Banco Nacional);

Principais atores e suas competências;

Perfil de Acesso de Usuários;

Descentralização de cadastro: novas perspectivas para um CNES mais atualizado

Impactos CNES nos sistemas de produção

 

4) Tabelas AMB X CBHPM – Conhecendo suas lógicas.

Lógica da AMB e da CBHPM

Por que ainda não houve a migração total para a CBHPM?

Quais as dificuldades que decorrem da não migração?

Tabela TUSS e CBHPM como compatibilizar?

E a TISS aonde entra nessa lógica?

 

5) Prontuário do Paciente – Aspectos Legais e de Registro – Módulo I

Os aspectos jurídicos, éticos e legais de um prontuário.

Atualidades sobre prontuário do paciente.

Os registros obrigatórios. Siglas e letra ilegível.

As funções, o sigilo e a guarda do prontuário.

A quem pertence o prontuário, quem tem acesso às informações em um prontuário de paciente e o prazo de arquivamento do prontuário.

Os pedidos de cópias por autoridades, auditores e seguradoras.

Consentimento esclarecido e outras exigências legais.

O paciente menor de idade.

O prontuário do paciente e o Código Civil, Penal e outros.

 

6) DRG – Brasil.

- Cenário da Saúde

- O que é o DRG

Histórico

Uso no Mundo

Características Técnicas

- O DRG Brasil

Histórico

- Desenvolvimento do Sistema DRG Brasil

- Uso da Metodologia DRG na Gestão

Dados de desempenho

Interpretação dos relatórios: gerando informação

- Qualificação de Hospitais

- Governança Clínica

Melhoria da segurança assistencial e a redução dos custos associado

 

7) Codificação de CID-10 - Módulo I.

Desenvolvimento histórico da Classificação Internacional de Doenças, legislação, a estrutura básica da CID (letra e números) e as convenções,

Problemas especiais de classificação e codificação em morbidade e mortalidade. O objetivo e a Importância da CID nos Sistemas de Informações em Saúde

Papel do Codificador

Apresentação dos Volumes I, II e III. Apresentação e descrição da CID-10

Volume II ou Manual de Instruções.

As possibilidades de uso do duplo código na teoria e na prática.

 

8) Recurso de Glosa: o eterno conflito.

Até quando as Operadoras e Prestadores de serviços terão de conviver com a glosa?

Que mecanismos internos podem e devem existir para minimizar este evento?

A mudança dos modelos de remuneração é uma saída?

Erros de faturamento são glosas?

Diferenciando glosa técnica de glosa administrativa.

 

9) Como organizar a gestão de pessoas em tempos atuais.

Como gerenciar pessoas em tempos atuais? Avaliar o desempenho, investir e desenvolver potencialidades, administrar o conflito das gerações, otimizar a força do trabalho em equipe e ainda trazer resultados?

Como motivar, acolher e traçar o futuro das equipes?

Onde está a receita do equilíbrio?

Gestão COM pessoas é o caminho.

 

Cursos à tarde

 

10) Auditoria e faturamento Ambulatorial SUS – Módulo II.

Os procedimentos diagnósticos e cirúrgicos no BPA.

Como autorizar a APAC de oncologia e a APAC de TRS.

Medicamentos com compra centralizada pelo Ministério da Saúde.

 

11) Auditoria e faturamento Hospitalar SUS – Módulo II.

Como faturar para além do manual da AIH.

Apresentação e discussão de regras que não estão no manual ou que precisam mudar.

O SIHD sob gestão descentralizada e os critérios de autorização e controle: mudança de procedimento, emissão de nova AIH e encerramento administrativo.

Laudos para procedimentos especiais.

Cirurgias sequenciais: o que são e o que autorizar...

AIH de obstetrícia.

AIH de laparotomia, traqueostomia, toracostomia e outras cirurgias.

Habilitações exigidas e a alta complexidade: até onde é necessário ou não

As críticas do SIHD, as exclusões e o papel do autorizador/auditor. AIH sobrepostas.

 

12) Codificações de CID 10 - (volume 1 e 3) - Módulo II

Conhecendo o Volume I - Lista Tabular e o Volume III. Quando usar um e outro.

Estudo dos 21 capítulos da CID e das regras e disposição para classificação e codificação morbidade e mortalidade; às regras de codificação e todas as suas implicações.

Causas externas. O quarto digito.

Exercício sobre o uso dos volumes da CID em morbidade.

 

13) Reflexo do CNES no dia a dia dos serviços – Módulo II

CNES – Não durma com suas dúvidas

Principais Portarias e os impactos de suas regras no CNES;

Dúvidas relacionadas ao cadastro de estabelecimento, profissionais, equipes e mantenedora;

Rodada de esclarecimentos

 

14) DRG Brasil – metodologia de gerenciamento da produtividade e da qualidade assistencial.

Exercícios práticos: estudo de caso

 

15) Auditoria SUS em Oncologia – cirurgias oncológicas e reparadoras.

Apresentação das principais cirurgias oncológicas e os principais procedimentos através de cirurgias reparadoras. Técnicas cirúrgicas mais utilizadas.

Descrição dos procedimentos

Enxertos, retalhos e rotação de retalhos. Descrição e indicação.

Cirurgias de pele e de parede. Biópsias

 

16) Indicadores Hospitalares e Censo Hospitalar.

O que é um indicador, definição, características e uso.

O censo hospitalar: conceitos e definições.

Os principais indicadores em saúde para a gestão. Conceitos e cálculos.

A gestão hospitalar com base em seus indicadores. O papel do Núcleo interno de regulação/NIR.

O método Kanban.

 

17) Custos x Procedimentos Gerenciados.

A mudança dos modelos de remuneração saindo do fee for service para procedimentos gerenciados.

Epidemiologia hospitalar e avaliação da estrutura hospitalar.

Escolhendo os procedimentos a serem gerenciados.

Como montar e dimensionar um procedimento gerenciado.

Vantagens em relação aos outros modelos.

A avaliação dos custos na formulação dos procedimentos gerenciados e seus indicadores de resultado.

 

18) Prontuário do Paciente (Comissões, legislação) Módulo II.

A obrigatoriedade, a constituição e o papel das comissões de prontuário e de revisão de óbitos.

Como fazer para as comissões serem atuantes.

O processo do prontuário eletrônico: da certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde – SBIS e CFM ao usopelos profissionais. Os problemas e as soluções.

Considerações sobre o preenchimento da Declaração de óbito.

 

Conheça os palestrantes já confirmados

Josenir Teixeira

Membro da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/SP e Presidente da Comissão da Defesa das Santas Casas da OAB/SP

 

Luanna Silva da Costa

Consultora Técnica responsável pelo CNES - Brasília/DF

 

Luis Otávio Vianna

Enfermeiro, Consultor junto ao CEALAG, nos programas de melhoria de Gestão dos Hospitais Filantrópicos e Sócio proprietário da “Integrar Saúde”

 

Mauricio Oliveira O. A. Alchorne

Médico, Professor e Presidente da Comissão de Prontuários do Hospital Israelita Albert Einstein a partir de fevereiro de 2012 até a presente data.

 

Paula Mello

Pisicócola e Consultora da área da Saúde – Araraquara/SP

 



Renato Couto

Diretor do DRG – Diagnosis Related Group – Belo Horizonte/MG

 

 

 

Virgínia da Silva Lucas

Consultoura Técnica – CGSI/DRAC/SAS - Brasília/DF

 

Vanderlei Soares Moya

Diretor Técnico do GNACS – Componente Estadual de Auditoria da SES/SP

 

 

 

 

Fonte: www.audhosp.com.br

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2017-07-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/667
<![CDATA[O que é Diagnosis Related Groups - DRG?]]>

 

 

Diagnosis Related Groups (DRG) é um sistema de classificação de pacientes internados em hospitais que atendem casos agudos. Esse sistema foi criado no fim da década de 1960 por pesquisadores da Universidade de Yale, nos EUA, e, em 1983, após várias revisões, foi incorporado ao esquema governamental de seguro americano — o Medicare — para servir de base para a criação de um novo sistema de pagamento aos hospitais contratados pelo governo americano.

 

Desde então, o DRG tem atraído o interesse de acadêmicos, governantes e gestores de serviços de saúde (de hospitais e de operadoras de saúde) de países da América do Norte, de toda a Europa ocidental, da África (África do Sul), da Ásia e da Oceania, bem como do Brasil.

 

O termo Diagnosis Related Groups ainda não possui uma tradução oficial para o português brasileiro, por isso a sigla DRG é amplamente utilizada pelo mercado para se referir ao sistema. Como curiosidade, vale destacar que a metodologia DRG é chamada pelos portugueses de Grupo de Diagnósticos Homogêneos e, pelos espanhóis, de Grupo de Diagnósticos Relacionados, facilitando a compreensão por leigos no assunto.

 

COMO O DRG É APLICADO NO BRASIL?

No Brasil, a utilização do DRG possibilitou avaliar e comparar a assistência hospitalar entregue em categorias de produtos e seus custos, facilitando o gerenciamento de gastos e da qualidade assistencial-hospitalar, com foco na segurança do paciente.

 

Essa metodologia também permitiu entregar valor ao sistema de saúde e reduzir os desperdícios assistenciais, facilitando o desenho do perfil de atendimento hospitalar, determinando o tempo de permanência da internação e o consumo de recursos.

 

Entre os indicadores de desempenho do DRG mais usados no Brasil, podemos destacar:

· Eficiência do uso do leito;

· Taxa de condição adquirida;

· Mortalidade de DRG de baixo risco;

· Taxa de reinternação hospitalar;

· Condições clínicas sensíveis ao cuidado primário.

 

Por meio desses indicadores é possível identificar os desperdícios assistenciais, permitindo o estabelecimento de programas de melhoria que garantam a aplicação de uma Medicina cada vez mais qualificada e centrada no paciente. Além disso, é também possível detectar todos os gastos necessários para o atendimento dos pacientes de casos agudos — o que ajuda a reduzir custos, diminuir o número de tratamentos excessivos (e muitas vezes inúteis), aumentar a transparência dos gastos hospitalares e melhorar os índices de produtividade.

 

 

Quer aprender mais sobre Diagnosis Related Groups e suas aplicabilidades no sistema de saúde brasileiro? Inscreva-se no curso DRG  - Diagnosis Related Groups: Governança Clínica, Gestão da Qualidade Assistencial e Codificação da Pós-Graduação Ciências Médicas  -  MG, a primeira especialização em DRG do Brasil.

 

 

Fonte: Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

 

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2017-07-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/665
<![CDATA[Projeto Nacional do DRG Brasil cria Sumário de Alta padronizado]]>

 

O Projeto Nacional de Mudança Modelo Remuneratório e Assistencial Hospitalar está avançando a todo vapor!

 

No dia 21 de junho de 2017 aconteceu a primeira videoconferência de acompanhamento do andamento do Projeto Nacional com as operadoras da saúde suplementar participantes.

 

Já aderiram ao projeto instituições como Abertta Saúde, Ipsemg, Unimed Belém, Unimed BH, Unimed Costa Oeste, Unimed Cuiabá, Unimed Fortaleza, Unimed Goiânia, Unimed Nordeste RS, Unimed Ponta Grossa, Unimed Porto Alegre, Unimed Santa Bárbara D'oeste e Americana, Unimed Uberlândia, Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo e Unimed Volta Redonda.

 

Foi muito prazeroso ver a dedicação de todos e a organização de cada operadora para garantir o avanço do Projeto.

 

As tarefas previstas para o 1° semestre foram cumpridas e, uma das principais entregas foi a elaboração de um Sumário de Alta padronizado com um conjunto de dados mínimos para o agrupamento DRG. Ao estabelecer estas informações básicas otimiza-se a codificação, garante o agrupamento de forma assertiva e a qualidade dos registros.

 

O documento elaborado com a contribuição dos participantes foi disponibilizado na plataforma de interação do projeto e contém, além dos dados mínimos, outras variáveis que impactam na geração dos grupos ou nas análises de desempenho.

 

 

 

SOBRE O PROJETO NACIONAL

 

Instituições que aplicam a metodologia DRG Brasil®, com apoio da equipe do DRG Brasil/IAG Saúde, elaboraram as diretrizes do Projeto Nacional de Mudança do Modelo Assistencial e Remuneratório Hospitalar, em workshop realizado no dia 1º de dezembro de 2016 em Belo Horizonte.

 

 

O Projeto Nacional possui três eixos temáticos, que visam garantir a qualificação da informação em saúde e propor um novo modelo de qualidade assistencial e de comercialização dos serviços hospitalares.

 

A meta econômica global das instituições participantes é reduzir em até 45% o desperdício do sistema de saúde, em oito anos, a partir de quatro pilares primordiais:

• Aumentar a produtividade do custo fixo e variável hospitalar

• Reduzir internações potencialmente evitáveis

• Aumentar a segurança assistencial

• Reduzir as readmissões hospitalares

 

A participação de cada membro tem sido essencial para o sucesso do Projeto Nacional de Mudança do Modelo Assistencial.

Fiquem atentos às próximas notícias!

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2017-07-18 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/663
<![CDATA[Unimeds usuárias do DRG Brasil participam de mesa redonda no VIII Entec]]>

 

Evento realizado pela Unimed Federação Minas contou com a Mesa Redonda "Projeto DRG", da qual participaram Unimeds convidadas, com a presença do Dr. Renato Couto.

 

 

A Unimed Federação Minas realizou, nos dias 13 e 14 de julho de 2017 em Belo Horizonte, o VIII Entec.

 

Voltado para gerentes e técnicos das áreas de Saúde Integral, Regulação de Serviços de Saúde e Jurídico das Singulares mineiras, o Entec é uma oportunidade ímpar para debater ideias e aperfeiçoar o conhecimento no intuito de construir um sistema cooperativista cada vez mais sólido e adequado às necessidades da sociedade.

 

No segundo dia do evento, ocorreu a Mesa Redonda chamada "Projeto DRG". Foram convidadas para participar da discussão algumas Unimeds usuárias do DRG Brasil: Unimed Uberlândia, Unimed Ponta Grossa, Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo e Unimed Americana.

 

A mesa foi presidida pelo Assessor de Regulação e Saúde Integral da Unimed Federação Minas, Dr. Luiz Otávio Andrade. Esteve presente também na plenária o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde e DRG Brasil.

 

 

 

Fonte: Unimed Federação Minas

 

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2017-07-17 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/660
<![CDATA[Dr. Renato Couto participa de painel sobre DRG em Fórum de Regulação da Unimed]]>

 

No evento, o médico falou sobre DRG como indicador de qualidade assistencial e possível modelo para remuneração nas relações entre hospitais e operadoras

 

 

SOBRE O EVENTO

A edição 2017 do Fórum de Regulação do Sistema Unimed e do Comitê Nacional de Integração (Conai) ocorreu no Hotel Tivoli Ecoresort Praia do Forte, na Bahia, dias 24 e 25 de maio.

A programação teve foco em temas atuais e sensíveis para o setor, como: regulamentações da Agência Nacional de Saúde Suplementar, precificações de medicamentos, proposta do Ministério da Saúde, Intercâmbio Nacional, entre outros assuntos que interferem diretamente na sustentabilidade das cooperativas.

Na ocasião, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde e do DRG Brasil, participou do painel sobre DRG, com o tema: DRG (Diagnosis Related Group) como Indicador de Qualidade Assistencial e Possível Modelo para Remuneração nas Relações entre Hospitais e Operadoras de Planos de Saúde.

 

 

 

 

SOBRE O PAINEL

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem tratado da mudança do modelo remuneratório indicando o Diagnosis Related Group (DRG) como uma tecnologia possível para o relacionamento comercial com os hospitais. Discute-se, inclusive, o preparo da Troca de Informações na Saúde Suplementar (Tiss) para transitar entre hospitais e operadoras dentro dessa lógica.

O Fórum Transformar para Avançar estipulou a meta de mudar o modelo remuneratório nos atendimentos hospitalares no período de cinco anos.

Hoje, há muitas Singulares implementando a metodologia para usufruir de suas vantagens.

Considerando esse cenário, duas Unimed vão relatar experiências, dificuldades, resultados alcançados e outras questões para incentivar a discussão dos caminhos que o Sistema Unimed deve seguir para cumprir os objetivos estabelecidos no Fórum.

 

 

Fonte: Unimed do Brasil

 

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2017-07-10 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/656
<![CDATA[Transformando o modelo de saúde]]>

 

DRG Brasil como ferramenta para implementar um sistema de remuneração com base em resultado foi tema da apresentação do Dr. Renato Couto no Instituto Latino Americano de Gestão em Saúde.

 

 

 

 

Confira abaixo o texto da newsletter:

 

Transformando o modelo de saúde

 

DRG é tema da palestra apresentada pelo médico enato Couto, fundador e diretor do IAG Saúde - Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde, na sede do INLAGS.

A melhoria da qualidade na gestão da saúde passa pela adoção de novas ferramentas de gestão, tanto no setor público como no privado. Uma das ferramentas para implementar o sistema de remuneração com base em resultado é o Diagnosis Related Groups (DRG), tema da apresentação que o médico Renato Couto, diretor do IAG Saúde - Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde, fez no último dia 20 de junho, na sede do Instituto latino Americano de Gestão em Saúde (INLAGS), no Rio de Janeiro.

O evento faz parte da série de palestras e debates que o INLAGS promove mensalmente e reuniu representantes de operadoras de saúde e empresas de tecnologia, além de gestores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do Ministério Público do Rio de Janeiro. A palestra foi aberta por um dos fundadores da instituição, o médico Paulo Marcos Senra Souza, que lembrou o objetivo dessa iniciativa. "Esse debate, assim como os já realizados até agora, busca promover uma reflexão em torno de temas relevantes, como o modelo de gestão. Esse é o papel do Inlags: fomentar e aprofundar essa discussão, envolvendo todos os agentes do setor de saúde", destacou o dirigente do Instituto.

Renato Couto explicou que o interesse pelo assunto surgiu na década de 1990, quando ele começou a trabalhar com protocolos de infecção hospitalar. Influenciado pelo modelo japonês de qualidade, ele buscou implementar novos processos para reduzir a infecção hospitalar, estabelecendo novos padrões de gestão. Desde então vem aprimorando esse modelo, apoiando instituições da área da saúde, como hospitais da rede pública e privada, operadoras de saúde, entre outros agentes, a implementar o modelo que assegure a qualidade.

"Esta tem sido a tarefa do IAG Saúde. E o DRG é uma ferramenta essencial para avançarmos na melhoria da gestão da saúde e, consequentemente, no modelo assistencial, sempre com foco no paciente", destacou Couto. Ele pontua que o DRG tem quatro alvos principais: diminuir a permanência desnecessária no hospital, reduzir internações potencialmente evitáveis, minimizar os índices de reinternações e aprimorar a segurança assistencial.

Salientando que o 'erro é um anjo transfigurado em demônio', ele pontuou algumas premissas para a melhoria na gestão, entre os quais a transparência e a qualificação da informação. "A coleta compartilhada é a forma de qualificar e dá transparência ao processo", afirmou. Atenção ao desempenho é outro aspecto essencial. "O mau desempenho afeta primeiro o paciente, segundo a família, terceiro, o médico e quarto, o sistema. A maior parte dos problemas decorre de processos", afirmou Renato Couto.

Reiterando que o paciente deve estar no centro do sistema de saúde, ele lembrou que a melhoria da qualidade do sistema de saúde gera compartilhamento dos ganhos econômicos. Mas que para isso é necessária uma mudança de cultura. "Melhoria incremental todos fazem. Mudanças, somente o líder, porque há riscos. Daí a dificuldade em tomar a decisão para promover as mudanças necessárias para a melhoria da gestão de saúde", concluiu Renato Couto.

 

 

 Fonte: Instituto Latino Americano de Gestão em Saúde (INLAGS)

 

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2017-07-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/655
<![CDATA[IAG Saúde participa da reunião do COTAQ - Comitê Técnico de Avaliação da Qualidade Setorial da ANS]]> 



O IAG Saúde foi convidado para participar da reunião do COTAQ (Comitê Técnico de Avaliação da Qualidade Setorial da ANS), realizada dia 3 de julho de 2017, de 14:00h às 17:30h, no Hotel Vila Galé - Rio de Janeiro, RJ.

Assistiram à reunião, via o dispositivo Periscope, a Dra. Tania Grillo (Diretora do IAG Saúde), Silvana Reis (Gerente Executiva da Consultoria) e Acleane Batista (Consultora responsável pelos projetos de Qualificação de Rede).

A pauta da reunião foi:

  • Revisão da RN 405/2016;
  • Resultados do QUALISS e do Fator de Qualidade
  • Sistema QUALISS (buscador)
  • Fator de Qualidade – início das discussões dos critérios para 2017/2018 (hospitais; SADT e profissionais de saúde)

 



                              

 

ANS FORMALIZOU A METODOLOGIA SCORE REDE DO IAG SAÚDE COMO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO QUALISS

 

A metodologia SCORE Rede, desenvolvida pelo IAG Saúde para avaliação e mensuração da qualidade da rede prestadora de serviços da saúde suplementar, foi reconhecida pela ANS como um dos sistemas de aferição do Qualiss (Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviço de Saúde).

O SCORE Rede é o mais completo programa brasileiro de classificação da qualidade dos prestadores de serviço de saúde, podendo ser utilizado para a mudança do modelo remuneratório dos prestadores com base no nível de qualidade.

Foi amplamente testado em mais de novecentas instituições da saúde suplementar, além de ter sido avaliado por um estudo científico da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, o que lhe confere a solidez da soma da experiência prática com a ciência.

 



A METODOLOGIA

O SCORE Rede utiliza como referência a segurança, o conforto, a complexidade e a resolutividade assistencial ofertados aos usuários, atestado por Certificado de Qualidade emitido pelo IAG Saúde e autorizado pela ANS, nas seguintes dimensões:

  1. Segurança assistencial – avalia a infraestrutura disponível, a disponibilidade de profissionais em número adequado e a organização dos processos assistenciais e de suporte das organizações de saúde.
  2. Conforto para o cliente – avalia, no ambiente assistencial, o tipo de acabamento e outras facilidades oferecidos ao paciente e família.
  3. Complexidade hospitalar – avalia a capacidade da organização em atender demandas assistenciais de pacientes complexos, que requerem a disponibilização de ativos tecnológicos e de competências assistenciais específicas.
  4. Resolutividade assistencial pela disponibilização de serviços – Avalia o escopo de serviços ofertados e a capacidade de resolver a necessidade assistencial demandada.

 

Com essas informações, ganham os beneficiários de planos de saúde, que passam a fazer suas escolhas também baseadas no nível de qualidade certificada. Ganham as operadoras, que passam a atender as RNs 405 e 277 da ANS e recebem dados concretos para investir em redes assistenciais mais efetivas na solução de problemas de saúde. Ganham os prestadores de serviços, que passam a ter indicadores para aperfeiçoar seus processos e desempenhos assistenciais, melhorando a segurança do paciente e garantindo a sustentabilidade do seu negócio pela qualidade da assistência prestada.

 

Conheça mais sobre essa metodologia exclusiva selecionada pela ANS para o Programa Qualiss em www.iagsaude.com.br/avaliacao-da-rede.

 

 

ANS REALIZA REUNIÃO DO COMITÊ TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE SETORIAL


A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou na última segunda-feira (03/07), no Rio de Janeiro, mais uma reunião do Comitê Técnico de Avaliação da Qualidade Setorial (Cotaq). No encontro, foram abordados temas como as alterações na Resolução Normativa nº 405 e houve, também, a apresentação dos primeiros resultados do Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços de Saúde (Qualiss) e do Fator de Qualidade, tendo 2016 como ano-base. Por fim, foi dado início às discussões a respeito dos critérios a serem adotados para o Fator de Qualidade no biênio 2017/2018. Um cronograma para os próximos encontros foi estabelecido.

A diretora de Normas e Habilitação dos Produtos e diretora interina de Desenvolvimento Setorial da ANS, Karla Santa Cruz Coelho, abriu a reunião, ressaltando a importância de tratar da qualidade no âmbito da saúde suplementar. “Há cerca de 16 anos, quando a ANS foi criada, a gente não discutia qualidade, porque ainda era uma fase de estabilidade das empresas, dos prestadores de serviço. Hoje, a realidade é outra, estamos mais amadurecidos e sabemos que a questão da qualidade para o usuário de plano de saúde é importante, assim como para o sistema e para os profissionais. Todos nós estamos, cada vez mais, procurando nos capacitar no tema”, analisou Karla, que complementou: “Que possamos olhar para experiências internacionais e ver aqui no Brasil como nós poderemos avançar nesse sentido”.

Na sequência, a gerente-executiva de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial, Ana Paula Cavalcante, fez uma breve apresentação do Qualiss e do Fator de Qualidade, mostrando seus primeiros resultados. “O Qualiss tem natureza indutora da melhoria da qualidade setorial, estabelecendo atributos de qualificação, parcerias com entidades e avaliando os prestadores, cuja participação no programa é voluntária. Já o Fator de Qualidade é o percentual aplicado ao índice de reajuste anual dos prestadores de serviços de saúde estabelecido pela ANS. O Fator de Qualidade pode ser de 105%, 100% ou 85% do IPCA, a depender do cumprimento dos requisitos de qualidade”, explicou Ana Paula.

Tendo 2016 como ano-base, 33.982 profissionais de saúde estão participando do Qualiss, sendo 25.919 médicos, 4.112 dentistas, 1.824 fonoaudiólogos, 888 fisioterapeutas, 667 psicólogos, 454 farmacêuticos, 90 terapeutas ocupacionais, 15 enfermeiros e 13 nutricionistas. Quanto aos estabelecimentos acreditados, são 1.485 no total (1.136 laboratórios, 201 clínicas ou centros de especialidade, 116 hospitais gerais, 26 hospitais especializados e seis hospitais-dia).

Como resultados do Fator de Qualidade, 44.561 prestadores alcançaram os 105% do IPCA, sendo 246 hospitais, 22 hospitais-dia, 6.981 clínicas, 26.967 médicos, 1.824 fonoaudiólogos, 888 fisioterapeutas, 667 psicólogos, 621 nutricionistas, 453 farmacêuticos, 90 terapeutas ocupacionais e 15 enfermeiros. Os resultados completos podem ser vistos no portal da ANS - clique aqui para acessar.

Ao fim do encontro, ficou estabelecido um cronograma para as próximas reuniões, quando os participantes do Comitê serão divididos em subgrupos para discussão dos critérios para Fator de Qualidade.

Confira as apresentações do Cotaq.

 


 Ana Paula Cavalcante (esq.) e Karla Santa Cruz Coelho apresentam resultados do Qualiss e do Fator de Qualidade



Fontes: IAG Saúde e ANS

 

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2017-07-05 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/653
<![CDATA[Ferramentas de gestão: você sabe qual escolher?]]> 




O último painel do XII Congresso Nacional das Operadoras Filantrópicas de Planos de Saúde, que acontece no dia 22 de junho, às 14h, vai receber o diretor da IAG Saúde/DRG Brasil, Renato Camargo Couto; o sócio-diretor da Solo Consultores, Sergio Lopes; e o CEO do Grupo São Cristóvão, Valdir Pereira Ventura, como palestrantes para debater o tema 'Ferramentas de gestão'.

As inscrições online terminam no dia 12 de junho. Após esta data, novas inscrições serão aceitas apenas na secretaria do evento, a partir do dia 21.

 

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FERRAMENTAS DE GESTÃO PODEM CONTRIBUIR PARA A QUALIFICAÇÃO DO MERCADO

 

As ferramentas de gestão aplicáveis ao mercado de planos de saúde serão o foco do último painel do XII Congresso Nacional das Operadoras Filantrópicas, no dia 22 de junho. Segundo os diretores do IAG Saúde, Renato Camargo Couto; e da Solo Consultores, Sergio Lopes, o objetivo é organizar estratégias e possibilitar a mensuração e controle dos resultados, oferecendo metodologias capazes de construir um modelo gerencial que garanta a sustentabilidade da organização. Nesse cenário, o processo de qualificação do mercado de Saúde Suplementar passa não apenas pela gestão das operadoras, mas também atinge toda a cadeia produtiva, incluindo os prestadores de serviços, como os hospitais, agregando valor ao produto e serviço entregues aos clientes. Ambos especialistas dividirão a mesa “Ferramentas de gestão”, a partir das 14h, com o CEO do Grupo São Cristóvão, Valdir Pereira Ventura.

 Em entrevista à CMB/Rede Saúde Filantrópica, os especialistas afirmaram que é preciso definir o modelo de negócio, envolvendo missão, visão, valores, objetivos estratégicos e macroestratégias, que poderão estruturar, posteriormente, o modelo de gestão e escolher as melhores ferramentas. Para Renato Couto, é recomendável ainda que sejam utilizados modelos gerenciais cientificamente desenvolvidos e validados, isto é, que possuam uma certificação, diminuindo, assim, o “risco da invenção”.

A motivação das operadoras em buscar a melhoria de qualidade está, principalmente, na intenção de atuar de forma mais estruturada, transparente e efetiva possível, para atingir dos resultados. Segundo Sergio Lopes, da Solo Consultores, as operadoras precisam ter consciência sobre a qualidade dos resultados atuais face às expectativas dos stakeholders.

O processo de acreditação das operadoras, por exemplo, pode ser uma forma de estruturar a gestão, profissionalizando e recebendo o reconhecimento de seus padrões de qualidade, podendo, ainda, segundo Renato Couto, determinar aumento do lucro da operadora. Esse processo vai refletir, ainda, na atuação de toda a rede de relacionamentos que compõe o setor Saúde. Conforme explica Sergio Lopes, os hospitais, por exemplo, também estão num ritmo bastante intenso de profissionalização, com a implantação de modelos e ferramentas de gestão modernas.

Couto complementa que os hospitais são fundamentais nesse processo de qualificação do mercado, pois “entregam aos clientes a etapa mais complexa do produto vendido, além de consumir parte relevante dos recursos destas operadoras (30 a 49% do custo assistencial)”. Ele ressalta, ainda, que não é necessário apenas melhorar a relação, mas também criar um sistema assistencial integrado entre a rede ambulatorial e os hospitais, além de qualificar esta rede para a entrega de assistência de excelência. “Nos EUA, as complicações assistenciais hospitalares são a terceira causa de morte e consomem 30% dos recursos. Um estudo conduzido pelo IAG Saúde, a partir do convênio entre UFMG e IESS, avaliou o impacto dos eventos adversos hospitalares na saúde suplementar brasileira, e concluiu que: as complicações assistenciais custam de R$ 5,19 bilhões a R$ 15,57 bilhões por anos à saúde suplementar; e de 52.299 a 178.293 usuários da saúde suplementar perdem a vida por ano no Brasil em consequência destas complicações. A rede hospitalar desqualificada tem elevadas decorrências para todos”.

A atuação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), nesse sentido, é vista de maneira positiva, uma vez que tem sido um importante indutor da qualificação das operadoras, contribuindo para a sustentabilidade do sistema.

 

 

 Fonte: Rede Saúde Filantrópica

 

 

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2017-06-19 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/645
<![CDATA[DRG Brasil participa da Hospitalar 2017 em parceria com a Planisa]]>

 

Aconteceu, dos dias 22 a 25 de maio, a Feira+Fórum Hospitalar 2017, no Expo Center Norte em São Paulo.

Trata-se do principal evento da cadeia da saúde das Américas, e que consiste no espaço ideal para lançamentos, apresentação de inovações em produtos, soluções e serviços para hospitais, laboratórios, farmácias, clínicas e consultórios.

No evento, o DRG Brasil esteve presente, apresentando suas soluções em colaboração com a Planisa.

 

 



A PARCERIA

O DRG Brasil - metodologia de gerenciamento da produtividade e da qualidade assistencial adequada ao perfil brasileiro - uniu sua experiência à Planisa - referência em consultoria de gestão de custos para a área da saúde - a fim de facilitar o progresso em direção aos novos caminhos para a sustentabilidade econômica hospitalar.

O setor hospitalar, essencial à economia nacional e o atendimento à saúde da população, não pode ficar de fora do movimento no sentido de eliminar o desperdício e reduzir o custo assistencial.

 




SOBRE O DRG BRASIL

O DRG Brasil é uma metodologia de gerenciamento de custos e da qualidade assistencial, que permite a elaboração de pacotes - clínicos e cirúrgicos - para a comercialização de serviços hospitalares, tendo como base informações coletadas a partir da internação.

Tem como substrato a metodologia DRG - Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados), concebida em Yale e há anos em uso por governos, hospitais e operadoras em países da América do Norte, de toda a Europa ocidental, da África (África do Sul), da Ásia e da Oceania.

O DRG Brasil Refinado está totalmente adequado ao perfil do sistema de saúde do nosso País. Há 6 anos em aplicação no Brasil, conta com o desenvolvimento de uma equipe multiprofissional do IAG Saúde (médicos, enfermeiros, estatísticos, engenheiros da informação e analistas de TI).

A metodologia DRG Brasil vem sendo aplicada em larga escala em 20 operadoras de saúde suplementar, abrangendo mais de 5 milhões de beneficiários, e em mais de 200 hospitais em todo o território nacional.

Saiba mais: www.drgbrasil.com.br

 

 

SOBRE A PLANISA

Desde 1988 a Planisa vem conquistando expressivo sucesso e se destacando como a referência em consultoria especializada para o segmento da saúde, decorrente de uma trajetória percorrida com integridade, responsabilidade e inovação.

Esses 25 anos têm sido marcados por vitoriosas experiências que a qualificam para prosseguir, promovendo a melhoria contínua da produtividade para as organizações deste destacado segmento da economia à hospitais, clínicas, serviços de diagnósticos e operadoras de planos de saúde, em todo o Brasil e no exterior.

Os produtos de consultoria e as estratégias utilizadas na prestação dos serviços promovem o desenvolvimento das competências internas e melhoria da performance dos resultados da empresa. A experiência, a obstinação e o conhecimento dos colaboradores sobre todo o processo de trabalho asseguram uma relação custo-benefício altamente vantajosa para os clientes, de forma sólida e sustentável.

Saiba mais: www.planisa.com.br

 

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2017-05-31 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/641
<![CDATA[Minas avança na implantação dos Núcleos de Segurança do Paciente]]> 

Atualmente são 377 núcleos implantados em instituições de saúde de diversas regiões do estado

 

 

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), por meio da coordenação de Investigação e Prevenção das Infecções e Eventos Adversos, está promovendo, desde o início de março, reuniões regionais sobre a implantação de Núcleos de Segurança do Paciente (NSP) em todos os serviços de saúde no Estado, sejam eles públicos ou privados. O objetivo é incentivar os hospitais a cadastrar os NSP e consequentemente realizar as notificações dos incidentes, como queda do leito, erro cirúrgico e de medicação, baseado na cultura de segurança, além das notificações de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) como infecção do trato urinário associado à sonda vesical, pneumonia associada à ventilação mecânica e infecção de ferida cirúrgica, entre outras.

 

Segundo a coordenadora de Investigação e Prevenção das Infecções e Eventos Adversos da SES-MG, Nádia Dutra, os núcleos possuem como objetivo a melhoria contínua dos processos de cuidado e o foco na segurança do paciente. “Além de promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança, consistindo em um componente extremamente importante na busca pela qualidade de uma assistência mais segura para o paciente e profissionais de saúde, eles têm a função de identificar riscos assistenciais, notificar os incidentes no Sistema de Notificação em Vigilância sanitária (NOTIVISA), analisar e avaliar os incidentes decorrentes da assistência ao paciente; elaborar e implantar o plano e protocolos de segurança e investigar os incidentes estabelecendo barreiras de prevenção para que não ocorram novamente”, explicou.

 

As referências técnicas em Segurança do Paciente, Nádia Dutra e Rosilaine Madureira, estão realizando as reuniões com os representantes do NSP e da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) dos hospitais do Estado. Já foram realizadas reuniões nas Unidades Regionais de Saúde de Januária, Montes Claros, Barbacena, Varginha, Pouso Alegre, Alfenas, Passos, Coronel Fabriciano e Itabira. Para o mês de junho, estão previstas reuniões em Pedra Azul, Pirapora, Patos de Minas e Sete Lagoas. A expectativa é que até novembro de 2017, todas as regionais do Estado tenham participado das reuniões.

 

Cerca de 192 hospitais, que notificaram todos os meses as IRAS no ano de 2016, no formulário eletrônico FormSus, receberam certificados como forma de reconhecimento e estímulo.

 

Núcleos de Segurança do Paciente

 

Atualmente, Minas conta com 377 núcleos cadastrados em hospitais, clínicas e serviços especializados de diagnóstico e tratamento. Segundo dados da ANVISA, é o maior número de Núcleos de Segurança do Paciente cadastrados no sistema de informação NOTIVISA.

Para a referência técnica em Segurança do Paciente da SES-MG, Rosilaine Madureira, a expectativa é sensibilizar os gestores e profissionais de saúde em relação às notificações dos incidentes, com o objetivo de promover um diagnóstico situacional do perfil dessas ocorrências, para subsidiar ações que contribuam para oferecer uma assistência com qualidade e livre de danos à saúde da população. Entre os desafios relacionados à implantação desses núcleos em todas as intituições de saúde do estado, a referência técnica destaca que o maior deles é “conscientizar os profissionais da área a notificarem os incidentes baseados numa cultura de segurança, de modo que os erros sirvam como aprendizado e onde a culpa e a punição são substituídas por oportunidades de melhorias, a fim de evitar a sua reincidência”, disse.

 

Capacitação em Qualidade e Segurança do Paciente

 

Cerca de 100 técnicos da Vigilância Sanitária de todas as regionais de saúde do Estado estão participando da capacitação em ferramentas da qualidade e segurança do paciente, por meio da parceria entre a Coordenação de Investigação e Prevenção de Infecções e Eventos Adversos da Superintendência de Vigilância Sanitária SES-MG e Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde).

 

O curso, que teve início em abril de 2017 e terá um ano de duração, tem como objetivo capacitar os participantes nos principais temas relacionados ao sistema de gestão da qualidade e ao gerenciamento de riscos em saúde. Dividido em três módulos, as aulas são ministradas na modalidade EAD (ensino à distância) e os alunos têm acesso a um total de 18 disciplinas. No final, os participantes terão conhecimento sobre implantação das ferramentas do sistema de gestão da qualidade em instituições de saúde, com ênfase na segurança do paciente e na gestão de riscos assistenciais.

 

Por Míria César

 

Fonte: Portal de Saúde do Estado de Minas Gerais

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2017-05-29 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/639
<![CDATA[Dr. Renato Couto fará palestra sobre o DRG como modelo para remuneração entre hospitais e operadoras]]>

 

 

 

SOBRE O EVENTO

 

A edição 2017 do Fórum de Regulação do Sistema Unimed e do Comitê Nacional de Integração (Conai) conta com uma programação com foco em temas atuais e sensíveis para o setor. Abordará regulamentações da Agência Nacional de Saúde Suplementar, precificações de medicamentos, proposta do Ministério da Saúde, Intercâmbio Nacional, entre outros assuntos que interferem diretamente na sustentabilidade das nossas cooperativas.

 

Local: Hotel Tivoli Ecoresort Praia do Forte - Av. do Farol, 39 - Mata de São João / BA

Data: 24 a 25 de maio de 2017

 

 

SOBRE A PALESTRA

 

A palestra do Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde/DRG Brasil, acontecerá dia 25/05, das 16h30 às 18h.

Terá como título "DRG (Diagnosis Related Group) como Indicador de Qualidade Assistencial e Possível Modelo para Remuneração nas Relações entre Hospitais e Operadoras de Planos de Saúde".

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem tratado da mudança do modelo remuneratório indicando o Diagnosis Related Group (DRG) como uma tecnologia possível para o relacionamento comercial com os hospitais. Discute-se, inclusive, o preparo da Troca de Informações na Saúde Suplementar (Tiss) para transitar entre hospitais e operadoras dentro dessa lógica.

 

 

Fonte: Unimed do Brasil

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2017-05-23 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/637
<![CDATA[Operadora de Saúde: o que fazer para manter a nota IDSS alta]]>

 

Criado pela ANS, o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar amplia a transparência sobre a operadora para os contratantes de planos de Saúde

 

 

O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) foi criado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com o principal objetivo de regular a qualidade das operadoras de Saúde do País, incentivando o constante aperfeiçoamento das organizações. Após recentes mudanças, um dos principais fatores que garantem a nota alta no índice é a acreditação da operadora. Para manter o bom desempenho, é necessário ainda cumprir uma série de requisitos, entre eles o cuidado à saúde, a gestão das receitas e despesas e a estrutura oferecida aos beneficiários.

O IDSS é uma ferramenta quantificadora e comparativa que dá aos contratantes das operadoras de planos de Saúde maior poder de escolha. É divulgada retroativamente pela agência em seu site, levando em consideração o desempenho de cada entidade no ano anterior ao avaliado. Com isso, dá papel de destaque e empodera o cidadão que busca o serviço de Saúde, pois ele tem acesso facilitado a informações para determinar qual o melhor plano a ser contratado.

O cálculo da nota passou por reformulação em 2015, por meio da Resolução Normativa nº 386, ganhando dimensões mais alinhadas aos objetivos estratégicos da ANS. Uma delas, destacada pelo gerente executivo da consultoria IAG Saúde, Breno Duarte, é a participação no Programa de Acreditação de Operadoras e no Programa de Operadoras Apoiadoras. “Para manter a nota do IDSS alta é necessário ser acreditado, ou seja, cumprir requisitos como administração, estrutura e operação dos serviços de Saúde oferecidos, desempenho da rede de profissionais e de estabelecimentos de Saúde conveniados e nível de satisfação dos beneficiários, entre outros”, destaca o especialista.

 

Quatro dimensões

Com a remodelagem realizada pela ANS, o índice manteve as quatro dimensões de avaliação originais, mas o peso de cada uma delas passou a valer 25% da composição da nota. Veja abaixo quais são as dimensões e o que elas avaliam:

• Qualidade em atenção à saúde: avaliação do conjunto de ações que contribuem para o atendimento das necessidades dos beneficiários, com ênfase em promoção, prevenção e assistência à saúde prestada.

Garantia de acesso: condições relacionadas à rede assistencial, que possibilitam a garantia de acesso, abrangendo a oferta de rede de prestadores.

Sustentabilidade no mercado: monitoramento da sustentabilidade da operadora, considerando seu equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário e compromissos com prestadores.

Gestão de processos e regulação: Entre outros indicadores, essa dimensão afere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS.

As notas entre 0,6 e 1 são positivas e indicam um bom resultado alcançado pela operadora de Saúde avaliada. As notas entre 0,4 e 0,59 são consideradas intermediárias, com pontos ainda a melhorar. Entre 0,2 e 0,39, as notas são consideradas baixas. Já entre 0 e 0,19, encontram-se as operadoras com as piores notas.

 

Diferencial tecnológico

Para manter a qualidade em cada uma das quatro dimensões exigidas pela ANS, as inovações tecnológicas são vistas como aliadas, especialmente na gestão das operadoras de Saúde. “A tecnologia precisa levar em conta não apenas aspectos contratuais, mas também auxiliar o gestor a evitar erros operacionais que ponham em riscos os indicadores utilizados no cálculo do IDSS. Por meio da informatização, é possível enviar conjuntos de dados sistematizados que são levados em consideração na avaliação das quatro dimensões que compõem o cálculo”, explica o consultor da IAG Saúde.

Oferecer serviços da experiência digital também amplia a satisfação dos usuários, porque facilitam, agilizam e otimizam o atendimento. Ferramentas como o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) garantem segurança das informações, o que é levado em consideração na hora de compor a nota, conforme Duarte.

A tecnologia ainda auxilia na promoção de programas de medicinas preventiva e preditiva, com foco na qualidade de vida dos beneficiários. Com os dados dos usuários disponíveis em sistemas informatizados, é mais fácil controlar pacientes com doenças crônicas ou ainda promover campanhas de prevenção de patologias para grupos que têm maior risco de apresentá-las. “Esse tipo de ferramenta auxilia, inclusive, na redução de custos da operadora, que cuida do beneficiário antes mesmo que ele apresente a doença ou seus agravos, o que requer mais gastos no tratamento”, avalia Duarte.

Portanto, manter a nota IDSS alta e a consequente qualidade da operadora depende da realização de mudanças estruturais e conceituais tanto no atendimento quanto na gestão, mas garante um diferencial em meio ao competitivo mercado nacional da Saúde Suplementar.

 

 

Fonte: Blog da MV

 

 

 

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2017-05-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/635
<![CDATA[Hospital das Clínicas de Porto Alegre promove V Encontro de Qualidade e Segurança]]>

 

Em mesa-redonda sobre o estado atual do uso do DRG na gestão clínica das organizações hospitalares brasileiras, a Dra. Tania Grillo ilustrou os desafios e soluções.

 

 

 

O Hospital das Clínicas de Porto Alegre (RS) promoveu, em maio de 2017, o "V Encontro de Qualidade e Segurança - Desafios atuais das organizações hospitalares brasileiras).

 

Dentre temas relevantes, como segurança do paciente, gestão de riscos e governança, discutiu-se o tema "Gestão Clínica e o uso dos DRG (Diagnosis Related Groups)".

 

Na mesa-redonda sobre o estado atual do uso do DRG na gestão clínica das organizações hospitalares brasileiras, a Dra. Tania Grillo falou sobre os desafios e as soluções nacionais para a aplicação de DRG.

 

Na mesma mesa, estavam a Dra. Jeruza Neyeloff, Assessora de Planejamento e Avaliação do HCPA, que falou sobre sobre os conceitos básicos do DRG e suas aplicações; e o Dr. Salvador Neto, Diretor de Provimento de Saúde da Unimed POA, que falou sobre a experiência da operadora no uso do DRG, e onde se quer chegar.

 

 A Dra. Tania Grillo (Diretora do IAG Saúde/DRG Brasil) com a coordenadora do evento, Dra. Elaine Felix (Responsável pela coordenação da segurança do paciente no HCPA)

 

 

Fonte: Site do Hospital das Clínicas de Porto Alegre

 

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2017-05-19 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/633
<![CDATA[Na semana de combate à infecção hospitalar, Dr. Renato Couto fala sobre IRAs em podcast]]>

 

O médico infectologista falou à rádio UFMG sobre Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde, suas causas, fatores de risco, prevenção e o cenário atual no país; Ouça o programa.

 

Uma das complicações mais recorrentes nos serviços de saúde, as infecções hospitalares atingem cerca de 14% das pessoas internadas no Brasil. Hoje, os profissionais da saúde adotam o termo “Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde” para melhor contemplar as causas dessas ocorrências. Nesta edição, saiba mais sobre essa mudança na denominação, além dos fatores de risco, prevenção e o cenário atual das infecções no país.

 

 

 

Entrevistados:

Adriana Oliveira – professora da Escola de Enfermagem e líder do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Infecção Relacionada ao Cuidar em Saúde da UFMG.




Renato Couto – infectologista, professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG.

 


 

# Faixa  - Duração

#1 Infecções que vão além dos Hospitais - 4:20

#2 Fatores de Risco - 3:54

#3 Segurança da Assistência à Saúde - 4:29

#4 Eventos Adversos: Cenário Brasileiro - 3:56

#5 Coleta de Dados - 4:24

 

Clique aqui para ouvir as faixas separadamente, ou ao programa completo.

 

 

Fonte: Programa Saúde com Ciência – Rádio UFMG

 

 

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2017-05-17 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/630
<![CDATA[Unimed Uberlândia estimula sua rede prestadora a zelar pela Segurança do Paciente]]>

Operadora promoveu encontro com objetivo de inserir os prestadores no programa de Segurança do Paciente. Evento contou com participação da Dra. Tania Grillo e membros das CCIHs.

 

 

No início do mês de junho, a Unimed Uberlândia (MG) promoveu um encontro com o objetivo de inserir a rede prestadora no programa de Segurança do Paciente da operadora.

 

O evento teve como principal incentivadora a Dra. Tania Grillo, diretora do IAG Saúde, e contou com ativa adesão dos prestadores.

 

Participaram do encontro vários representantes das CCIHs (Comissões de Controle de Infecção Hospitalar) de cinco hospitais da região.

 

Parceira de longa data do IAG Saúde, a Unimed Uberlândia, que cobre cerca de 125 mil beneficiários, está implantando o programa de Governança Clínica com o uso do DRG Brasil.

 

 

 

 


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2017-05-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/629
<![CDATA[DRG Brasil reúne visitantes no Encontro Nacional de Recursos e Serviços Próprios]]>

 

Dra. Tania Grillo apresentou a metodologia DRG Brasil aos participantes do evento, cujo tema foi “Como compatibilizar qualidade com redução de custos na saúde privada”.

 

O Encontro Nacional de Recursos e Serviços Próprios, que já está na sua 12ª edição, é um dos maiores encontros do Sistema Unimed.

 

Com o tema “Como compatibilizar qualidade com redução de custos na saúde privada”, o evento representou uma excelente oportunidade para o aprendizado e a disseminação da cultura de qualidade.

 

Além das 3 salas de discussão, o evento contou também com sua tradicional feira de negócios. Foi neste ambiente que o DRG Brasil esteve presente, em um stand onde a Diretora, Dra. Tania Grillo, apresentou a metodologia aos visitantes.

 

Saiba mais sobre o DRG Brasil: www.drgbrasil.com.br

 

Confira as fotos do stand do DRG Brasil no Encontro Nacional de Recursos e Serviços Próprios:

 






















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2017-05-08 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/626
<![CDATA[Unimed Porto Alegre é anfitriã de palestras de assimilação do DRG Brasil]]>

 

O objetivo foi auxiliar os colaboradores e médicos integrantes da equipe no aproveitamento da metodologia DRG Brasil, utilizada pela operadora desde janeiro de 2016.

 

 A Dra. Tania Grillo (centro) com colaboradoras da Unimed Porto Alegre

 

 

A Dra. Tania Grillo, Sócia-Diretora do IAG Saúde e Cofundadora do DRG Brasil fez uma série de palestras para os colaboradores e médicos integrantes da equipe da Unimed Porto Alegre (RS).

 

O objetivo foi auxiliá-los na assimilação da metodologia DRG Brasil, tendo em vista que a Unimed Porto Alegre, com uma carteira de 635.799 beneficiários, é usuária do sistema desde janeiro de 2016.

 

As palestras aconteceram no auditório do Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA), no dia início da primeira semana de maio.

 

Segundo a Dra. Tania Grillo, é importante destacar que o DRG Brasil permite o trabalho integrado de hospitais, médicos e operadoras para a entrega de uma medicina de excelência ao paciente com controle do desperdício, o que permitirá o compartilhamento dos ganhos econômicos entre todas as partes.

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2017-05-05 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/624
<![CDATA[A turma de pós-graduação que vai mudar a história da saúde no Brasil]]>

A primeira turma de pós-graduação em “DRG - Governança Clínica, Gestão da Qualidade Assistencial e Codificação” já teve início.

 

Trata-se do primeiro curso de pós-graduação em DRG do País, e é ofertado na modalidade a distância pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

 

 

Tendo em vista o inexorável movimento de mudança dos modelos de remuneração na saúde e os novos métodos de avaliação da qualidade assistencial, existe a necessidade de preparar profissionais capacitados para gerenciar essas mudanças.

 

Por isso, os alunos desta pós-graduação pioneira terão em suas mãos a capacidade de mudar a história da área da saúde no Brasil.

 

 

As matrículas para a segunda turma já estão abertas. Acesse o site e saiba mais:

www.cmmg.edu.br/cursos/pos-graduacao-em-drg-diagnosis-related-groups-governanca-clinica-gestao-da-qualidade-assistencial-e-codificacao

 

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2017-05-04 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/621
<![CDATA[Diretoria do IAG Saúde participa da comemoração dos 133 anos da Central dos Hospitais]]>

Mais de 800 pessoas compareceram ao concerto da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, regido pelo maestro Fábio Mechetti no sábado, 25 de março.

 

Na oportunidade, a Central dos Hospitais comemorou os 73 anos do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Estado de Minas Gerais (Sindhomg) e os 60 anos da Associação dos Hospitais de Minas Gerais (AHMG).

 

O presidente da Central dos Hospitais, Castinaldo Bastos Santos (Diretor da CNS, FBH e Vice-Presidente da FENAESS), fez a abertura oficial, com um pronunciamento, lembrando a importância do setor hospitalar para a economia do país. Para o presidente da Central e do Sindhomg, apesar da crise que o país atravessa, o setor não se acovarda e continua participando do estudo dos problemas e ajudando governo e sociedade na busca de melhores alternativas para todos, hospitais, operadoras e todas as instituições que compõem o setor. Na oportunidade, Dr. Castinaldo fez uma homenagem à classe médica e seus pares, enfermeiros, técnicos, farmacêuticos, psicólogos, terapeutas, assistentes sociais, bioquímicos e biólogos, todos procurando exercer seu trabalho de forma qualificada, visando um único objetivo: a saúde do paciente.

 

Estiveram presentes na solenidade a Dra. Tania Grillo e o Dr. Renato Couto, diretores do IAG Saúde, empresa que mantém há anos frutífera parceria com a Central dos Hospitais.


 Os diretores da Central dos Hospitais Dr. Otávio Carvalho, Dr. Castinaldo Bastos, Dr. Fábio Botelho e Dr. Reginaldo Teófanes com os Diretores do IAG Saúde, Dra. Tania Grillo e Dr. Renato Couto




Dra. Tania Grillo (Diretora do IAG Saúde), Dr. Fábio Guerra (Presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais), Dra. Helayne Terezinha Alves Santos (Superintendente da Maternidade Unimed do Grajaú)



Plateia do concerto da Orquestra Filarmônica

 

 

Fonte: Central dos Hospitais de Minas Gerais

 

 

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2017-04-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/619
<![CDATA[Beneficiários podem consultar, no site da ANS, qualidade dos prestadores de serviços de saúde]]> 


A Agência Nacional de Saúde Suplementar divulga nesta quinta-feira (20/04) os resultados do Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços de Saúde (Qualiss). Com isso, beneficiários de planos de saúde e demais interessados podem consultar, no site da reguladora, os hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde que atendem critérios importantes relacionados à qualidade assistencial. É a primeira vez que a ANS disponibiliza as informações completas de todos os prestadores que participam do programa, oferecendo subsídios para que os usuários possam escolher e comparar os serviços.

 

Com os resultados é possível consultar os estabelecimentos que possuem selo de acreditação e núcleo de segurança do paciente, os hospitais e clínicas que desenvolvem projetos de incentivo à melhoria da assistência em saúde e qualificações obtidas pelos profissionais de saúde, entre outras informações. Cada categoria de prestador possui atributos de qualificação específicos e relevantes para o aprimoramento da qualidade assistencial.

 

“O Qualiss estimula a qualificação dos prestadores de serviços na saúde suplementar e aumenta a disponibilidade de informações para que beneficiários e também as operadoras de planos de saúde tenham mais poder de avaliação e escolha. É uma iniciativa que ajuda a aprimorar a assistência em saúde e a disseminar informações sobre o desempenho do setor, garantindo transparência”, explica Ana Paula Cavalcante, gerente-executiva de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade da ANS.

 

Para facilitar a pesquisa, a ANS criou um sistema de busca em que o usuário pode encontrar o prestador pelo nome, por tipo de estabelecimento (hospital, hospital-dia, clínica ou Serviço de Apoio à Diagnose e Terapia - SADT), estado ou município. Nesta primeira etapa de divulgação dos resultados do programa, o buscador contempla cerca de 1.400 estabelecimentos acreditados, ou seja, que possuem certificação máxima de qualidade emitida por instituições acreditadoras de serviços de saúde. A acreditação é um procedimento de verificação externa dos recursos institucionais e dos processos adotados pelas instituições e mede a qualidade da assistência através de um conjunto de padrões previamente estabelecidos.

 

O usuário também pode consultar os prestadores que possuem Núcleo de Segurança do Paciente cadastrado na ANVISA (cerca de 1.490 estabelecimentos); hospitais que informaram à ANS as taxas de proporção de readmissão hospitalar e hospitais-dia com taxa de retorno não planejado à sala de cirurgia – indicadores que medem a capacidade progressiva do prestador em ajudar as pessoas a se recuperarem de forma tão eficaz quanto possível, frequentemente utilizado como parâmetro para a qualidade assistencial; estabelecimentos que participam de projetos da ANS para indução da qualidade assistencial (Parto Adequado e Idoso Bem Cuidado); e profissionais de saúde que possuem titulação (especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado). Nesta categoria, são fornecidas informações de 35.110 profissionais, entre enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, médicos, odontólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais.

 

Clique aqui para consultar a qualidade de hospitais, clínicas e laboratórios.

 

“A divulgação desses resultados é parte fundamental do programa, por isso construímos esse sistema de busca que facilita a pesquisa por prestador. Em breve todos os atributos de qualidade mensurados – e consequentemente os prestadores que participam do programa - estarão contemplados no buscador”, destaca Ana Paula.

 

As operadoras de planos de saúde são obrigadas a divulgar os atributos de qualificação de cada prestador que faz parte da sua rede assistencial, devendo atualizar periodicamente as informações contidas nos materiais impressos e eletrônicos.

 

A participação dos prestadores no programa Qualiss é voluntária. Os critérios de qualificação servem também para compor o Fator de Qualidade, modelo de remuneração de serviços usado para reajustar contratos entre operadoras e prestadores com previsão de livre negociação entre as partes, ou seja, quando não há um índice previsto no contrato e após negociação, quando não há acordo. A lista de estabelecimentos sujeitos à aplicação do Fator de Qualidade está disponível na área de contrato entre operadoras e prestadores no site da ANS.

 

Para a execução do programa, a ANS conta com a participação de diversas entidades responsáveis pela elaboração dos critérios, coleta e consolidação dos dados e monitoramento dos prestadores.

 

Confira a lista de entidades participantes do Qualiss

 

 

Como consultar a qualidade dos hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde

 

 


Fonte: ANS

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2017-04-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/616
<![CDATA[Hospitais têm planos de saúde para garantir sustentabilidade]]>

Privados e filantrópicos. Com queda de ocupação, gestão eficiente é decisiva para estada das unidades em Minas

Hospitais têm planos de saúde para garantir sustentabilidade

Parcerias são necessárias no momento em que a oferta é grande




 

Os efeitos da recessão econômica e dos mais de 13 milhões de desempregados no Brasil vêm influenciando a lógica de administração dos principais hospitais privados e filantrópicos de Minas Gerais. Com uma redução de 20% na taxa de ocupação, entre 2015 e 2016, o Hospital Santa Rita, referência em alta complexidade em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, busca alternativas para sua sustentabilidade financeira. “Nesse período em que a oferta é maior do que a demanda, é fundamental trabalharmos em parceria com as operadoras de planos de saúde e com outros hospitais”, conta Reginaldo Teófanes, diretor da instituição e presidente da Associação de Hospitais de Minas Gerais.

Principal indicador de receita dos hospitais, o volume de ocupação garante de 95% do faturamento do Santa Rita. Com porte médio, o hospital conta com 24 leitos de Centro de Tratamento Intensivo (CTI) e até 152 de enfermaria.

Entretanto, o gestor destaca que a ocupação está diretamente atrelada à participação dos planos de saúde.

“É fundamental mantermos o vínculo estreito com as operadoras. Os clientes Unimed, por exemplo, representam hoje pelo menos 50% do faturamento do nosso hospital”, revela.

Maior plano de saúde do Estado, o Sistema Unimed destinou, em 2015, cerca de R$ 1,5 bilhão para os 415 hospitais da rede credenciada.

“Os custos fixos dos hospitais correspondem em torno de 75% de suas despesas. Diante disso, os valores repassados pelas operadoras, tanto no caso dos hospitais filantrópicos quanto privados, são importantes para a manutenção da qualidade de atendimento não apenas aos beneficiários, mas a todos os pacientes, inclusive os provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS),” comenta Luiz Otávio de Andrade, assessor de Regulação e Saúde Integral da Unimed Federação Minas.

Prova disso é que, em janeiro deste ano, 30% dos leitos totais do Estado foram contratados pelo Sistema Unimed. “Se considerássemos somente o SUS teríamos uma taxa de ocupação abaixo do necessário para o ponto de equilíbrio da instituição.

A saúde suplementar mantém o fluxo do hospital e garante uma receita adequada”, conta Adriano José Tomaz Teixeira, administrador da Santa Casa da Misericórdia de São João del Rei.

Em 2016, o hospital teve, ao todo, 7.332 internações, 60% provenientes do SUS e 37% de usuários de planos de saúde. Para Andrade, com a retomada econômica do país, a tendência é que os hospitais mais bem estruturados busquem adquirir outras instituições ou se unificar, no intuito de qualificar a rede. “O foco tem que ser sempre a eficiência, garantindo que os pacientes tenham atendimento em hospitais de porte adequado, com segurança e qualidade. Esse é o movimento natural do mercado”, opina.

Desde o ano passado, a Santa Casa de São João del Rei trabalha com um software dedicado para análise de indicadores, o mesmo utilizado por hospitais filantrópicos do Estado de São Paulo.

“Mensalmente, conseguimos apurar os resultados e listamos o que precisa ser aprimorado. Isso nos permite conhecer melhor nosso ambiente para oferecer o que demandam os pacientes, comenta Teixeira.

UNIDOS PELA GESTÃO. Como alternativa para driblar os altos custos de manutenção, o presidente da Associação Hospitalar de Minas Gerais conta que alguns dos principais hospitais de porte médio de Belo Horizonte estudam uma parceria para a unificação da gestão. “Se conseguirmos unir vários hospitais, por exemplo, aumentamos o nosso poder de compra e conseguimos reduzir custos na contratação de materiais e serviços de apoio”, destaca.

“É fundamental mantermos o vínculo estreito com as operadoras. Os clientes Unimed, por exemplo, representam hoje pelo menos 50% do faturamento do nosso hospital.” Reginaldo Teófanes, diretor do Santa Rita

 

HOSPITAIS EM MINAS

336 filantrópicos

208 privados

102 municipais

22 estaduais

8 federais

1 outros

677 total

 

 

Programa da Unimed avalia qualidade


Desde 2010, os hospitais credenciados pelo Sistema Unimed, em Minas Gerais, passam por avaliações da qualidade da estrutura hospitalar através do programa MG-Hosp, desenvolvido pela IAG Saúde em parceria com a Unimed Federação Minas, que analisa as dimensões segurança, conforto, qualidade e resolutividade dos prestadores avaliados.

Os resultados da auditoria são referências para a definição de valores da Tabela Estadual de Diárias e Taxas.

“Com o MG-Hosp, a Unimed vai além da simples remuneração pela prestação de serviços hospitalares. É um estímulo para a melhoria contínua”, defende Luiz Otávio de Andrade, assessor de Regulação e Saúde Integral da Unimed Federação Minas.

Para ele, essa evolução traz benefícios para todos os pacientes, não só os do Sistema Unimed. “O paciente passa a ter acesso a uma rede cada vez mais qualificada, e os prestadores são estimulados a melhorar seus resultados, o que gera, diretamente, uma redução no custo assistencial relacionado à diminuição das complicações médicas”, afirma.

A metodologia do programa, além de ter sido utilizada em outros Estados brasileiros, também foi reconhecida como ferramenta de qualificação pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

 

 

Fonte: Jornal O Tempo, edição de 30 de março de 2017

 

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2017-04-05 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/613
<![CDATA[Planejamento Estratégico pensa modelo inovador de gestão para a qualidade da Unimed Uberaba]]>

 

A Unimed Uberaba reuniu Diretores, Conselheiros e Colaboradores para o Planejamento Estratégico. A organização foi feita pela Administradora, Assessora de Qualidade e Estratégias, Júlia Cristina Silva. Ao iniciar a atividade ela destacou a importância da definição dos rumos de crescimento e passou a palavra ao Presidente da Cooperativa para a abertura dos trabalhos. Doutor Vítor Maluf foi arrojado e convidou os participantes ao pensamento visionário. “Temos que caminhar com sustentabilidade”. O Presidente do Conselho de Administração, César Augusto de Morais, também acolheu as equipes e destacou pontos convergentes para o evento: “Precisamos de racionalidade, objetividade e agilidade. Temos ótimos resultados e vamos nos aprimorar”.

 

 

O intermediador das atividades é uma importante autoridade em saúde suplementar, o médico especialista em Programas de Controle de Infecção Hospitalar, Dr. Renato Couto, referenciado por adotar o desenvolvimento das metodologias de gestão da qualidade que geram um conhecimento corporativo sólido, tornando o IAG Saúde uma referência nacional em Gestão de Saúde.

 


 

“O IAG Saúde – Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde é composto por uma equipe de médicos, enfermeiros, administradores e especialistas em gestão, de renome nacional, dedicada á capacitação e à gestão de mudanças dos métodos gerenciais das organizações de saúde. Há 24 anos o Instituto é responsável pela reestruturação gerencial de mais de 200 organizações de saúde em todo o Brasil, tendo conduzido mais de 100 certificações, em 100% de êxito nas auditorias externas”.

 

 

As metas estratégicas nortearão as ações operacionais das áreas em 2017 com a apresentação de processos para garantir a qualidade e o crescimento sustentável da Unimed Uberaba.

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da Unimed Uberaba

 

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2017-04-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/611
<![CDATA[Apresentações do III Fórum Planisa de Gestão da Saúde estão disponíveis para download]]>

SOBRE O FÓRUM

O Fórum abordou a questão do ciclo de produção dos serviços assistenciais, seus respectivos custos, e a evolução para mecanismos de pagamento mais consistentes.

 

No último dia 15 de março, a Planisa realizou em São Paulo, durante a SAHE – South América Health Exhibition, o III FÓRUM PLANISA DE GESTÃO DA SAÚDE, com o tema:

“FORTALECIMENTO DA GESTÃO COMO CAMINHO PARA SUPERAÇÃO DA ATUAL CRISE ECONÔMICA.”

 

O Fórum abordou a questão do ciclo de produção dos serviços assistenciais, seus respectivos custos, e a evolução para mecanismos de pagamento mais consistentes.

 

Na ocasião, o Dr. Renato Couto falou sobre a metodologia DRG - Diagnosis Related Groups, no talk show sobre mecanismos de pagamento inovadores.

 

  
  

 

SOBRE AS PALESTRAS

As discussões foram extremamente ricas e instigantes. Clique nos links abaixo para fazer o download das palestras:

 

 

 

* Economicidade e eficácia dos recursos da saúde - Afonso José de Matos

* Desperdício hospitalar - Marcelo T. Carnielo

* Busca da otimização e resultado - Vânia Di Pilla

* O impacto da rentabilidade através da gestão de faturamento - Geane Cristina Salles Bueno

* Por que é tão difícil avançarmos em novos modelos de remuneração para os hospitais brasileiros? - Sérgio Lopez Bento

* A gestão estratégica da rentabilidade fundamentada na contribuição marginal dos clientes, especialidades e procedimentos médicos - André Reckziegel

* A gestão estratégica da rentabilidade fundamentada na contribuição marginal dos clientes - Mara Lílian Soares Nasrala

 

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2017-03-29 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/608
<![CDATA[Coordenadora Técnica do DRG Brasil fala sobre custos e qualidade da assistência na saúde suplementar]]>

 

No I Fórum United Medical de Acesso ao Mercado, a Dra. Paula Daibert mostrou que é possível reduzir custos na saúde suplementar mantendo a qualidade da assistência.

 

 

O I Fórum United Medical de Acesso ao Mercado, realizado dias 10 e 11 de março de 2017 no Hotel Hilton em São Paulo, contou com a participação da Dra. Paula Daibert, Coordenadora Técnica do DRG Brasil e mestre em Ciências da Saúde.

 

Na ocasião, a médica apresentou a palestra "Como reduzir custos na saúde suplementar mantendo a qualidade da assistência".

 

O evento contou ainda com a participação de figuras expoentes em economia, medicina e gestão da saúde suplementar, como:

 

- Carlos Alberto Sardenberg, jornalista âncora do programa CBN Brasil, comentarista econômico do Jornal da Globo e colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo;

 

- Dr. Luis Ostrosky-Zeichner, professor de medicina e epidemiologia e diretor do Laboratório de Pesquisa em Micologia da Divisão de Doenças Infecciosas da Faculdade de Medicina da Universidade do Texas;

 

- José Cechin, diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). Foi superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e Ministro de Estado da Previdência e Assistência Social.

 

Confira algumas fotos da palestra da Dra. Paula Daibert:

 

 

 

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2017-03-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/606
<![CDATA[DRG Brasil como ferramenta de aprimoramento da gestão será tópico em evento da UNIDAS]]>



Sobre a palestra

O médico Renato Couto, diretor do DRG Brasil e do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde) é um dos palestrantes do 8° Seminário UNIDAS – Práticas Inovadoras na Gestão da Saúde, que será realizado nos dias 10 e 11 de abril, em Brasília.

Toda e qualquer ferramenta de gestão do sistema de saúde deve ter dois objetivos: entregar uma assistência de qualidade, e fazê-lo com o menor custo possível.

Estudo com mais de 1 milhão de altas hospitalares da saúde suplementar mostrou um desperdício de 45% dos recursos devido a falhas do sistema de saúde (hospitais, médicos, operadoras).

Nessa palestra iremos discutir o DRG Brasil como ferramenta de mudança de resultados econômicos e assistenciais, de maneira acessível e ao alcance de todas as operadoras brasileiras.

Couto é professor associado da faculdade de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, especialista em clínica médica e em terapia intensiva, e doutor em Ciências da Saúde.

 

Sobre o Seminário

A edição deste ano do Seminário UNIDAS tem como objetivo principal levantar o debate sobre os principais desafios enfrentados pelo setor de saúde suplementar, principalmente aqueles relacionados às autogestões, além de definir estratégias a curto, médio e longos prazos. O evento é direcionado a líderes e dirigentes de operadoras de saúde, gestores, executivos de instituições públicas e privadas, representantes de sociedades de classe, médicos, enfermeiros, acadêmicos, formadores de opinião, prestadores de serviço, além de outros profissionais interessados no tema.

 

Serviço

Ferramentas para o aprimoramento da gestão - Renato Couto

Data: 10 de abril de 2017

Horário: 9h30

Local: Hotel Windsor Plaza Brasília (SHS Qd 05 bl. H)

 

Mais informações: http://www.unidas.org.br/8seminario/

 

Sobre a UNIDAS

A UNIDAS - União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde é uma entidade associativa sem fins lucrativos, que tem por missão promover o fortalecimento do segmento da autogestão em todo o território nacional, fomentando a excelência em gestão de saúde e a democratização do acesso a uma melhor qualidade de vida dos seus mais de 5 milhões de beneficiários – que correspondem a 11% do total de vidas do setor de saúde suplementar -, contribuindo para o aperfeiçoamento do sistema de saúde do País. Atualmente, a entidade congrega cerca de 120 operadoras de autogestão e é entidade certificadora reconhecida pela ANS, por meio do UNIPLUS - Programa de Avaliação dos Prestadores de Serviços de Saúde.

 

Mais informações

Núbia Tavares – nubia.tavares@agenciajoinus.com.br | (11) 97506 0828 (11) 3459 2938

 

 

 



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2017-03-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/605
<![CDATA[Faculdade de Ciências Médicas lança 1ª pós-graduação em DRG do Brasil]]>

Pós-graduação em DRG - Grupos de Diagnósticos Relacionados: Governança Clínica, Gestão da Qualidade Assistencial e Codificação

 

 

PÚBLICO-ALVO

Profissionais que atuam no segmento da saúde, que tenham interesse de atuar profissionalmente como gestor em saúde ou codificador de informações assistenciais, utilizando a metodologia DRG para governança clínica.

É interessante possuir conhecimentos básicos em processos assistenciais e/ou administrativos hospitalares.

 

CARGA HORÁRIA

414 horas - 18 meses.

 

INVESTIMENTO

Valor promocional: 22 parcelas de R$ 583,00

 

COORDENAÇÃO

Renato Camargos Couto

• Doutor em Medicina – UFMG

• Professor Adjunto da Faculdade de Medicina da UFMG

• Professor e coordenador da linha de pesquisa de Epidemiologia e Garantia de Qualidade de Assistência do Curso de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Infectologia e Medicina Tropical – UFMG

• Sócio-Diretor do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde – IAG Saúde

• Co-Fundador do DRG Brasil

 

Tania Moreira Grillo Pedrosa

• Doutora em Medicina – UFMG

• Mestre em Medicina em sistemas de certificação da qualidade em saúde – UFMG

• Especialista em Clínica Médica – UFMG

• Especialista em Saúde Ocupacional – UFMG

• Sócia-Diretora do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde – IAG Saúde

• Co-Fundadora do DRG Brasil

 

OBJETIVOS

Entender a metodologia DRG (Diagnosis Related Groups - Grupos de Diagnósticos Relacionados) e suas aplicabilidades no sistema de saúde brasileiro.

 

CRITÉRIO DE SELEÇÃO

Análise curricular e justificativa de interesse pelo curso.

 

CARGA HORÁRIA E MODALIDADE DO CURSO

414 horas na modalidade de ensino à distância.

Duração: 18 meses.

 

MAIS INFORMAÇÕES

(31) 3248-7215 ou 7186 | posgraduacao@feluma.org.br | www.cmmg.edu.br/cursos/pos-graduacao-em-drg-diagnosis-related-groups-governanca-clinica-gestao-da-qualidade-assistencial-e-codificacao

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Informações adicionais:

 

TENDÊNCIAS DO MERCADO

A metodologia DRG - Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados) foi concebida em na Universidade de Yale ao final da década de 60 e já está há anos em uso por governos, hospitais e operadoras em países da América do Norte, de toda a Europa ocidental, da África (África do Sul), da Ásia e da Oceania. 

No Brasil, desde meados de 2011, o DRG foi adaptado aos códigos de saúde brasileiros da Saúde Suplementar e do Sistema Único de Saúde (SUS), e vem sendo aplicado, de maneira progressiva, por operadoras e hospitais em todas as regiões do País.

Nesse contexto, o tema da necessidade de mudança do modelo remuneratório e assistencial na saúde brasileira vem sendo abordado por especialistas de forma frequente, e por isso os profissionais com experiência em DRG devem estar aptos a gerenciar essa mudança.

Dessa forma, o mercado que se abre diante de um profissional especializado em “DRG - Governança Clínica, Gestão da Qualidade Assistencial e Codificação” é de franco crescimento e caracterizado por uma geração cada vez ampla de postos de trabalho.

 

IMPORTÂNCIA DA PÓS-GRADUAÇÃO EM DRG

Tendo em vista o crescimento da utilização da metodologia DRG nas organizações, os profissionais precisam se preparar para a prestação de serviços com a aplicação do conhecimento nessa área – que é bastante específico em sua natureza.

Além disso, temáticas relativas à formação de grupos de diagnósticos relacionados e proposição de ações assistenciais e econômicas a partir da análise dos dados obtidos não são profundamente abordadas nos cursos de graduação na área da saúde no Brasil.

Portanto, a pós-graduação se mostra como uma oportunidade excepcional para a apropriação de conhecimento técnico sobre o tema.

 

DIFERENCIAIS QUE O ESPECIALISTA EM DRG TERÁ NO MERCADO

O profissional deve conhecer do negócio de saúde, tanto no âmbito assistencial quanto no econômico (conceitos básicos da assistência ao paciente; formas de remuneração entre operadoras da saúde suplementar e prestadores de serviços de saúde, entre outros.)

Mais ainda, o profissional que for apto a realizar uma análise contundente de dados oriundos do DRG, e propor ações de melhoria da gestão (diminuição de custos) e da assistência (aumento da segurança do paciente) a partir desses dados, certamente se destacará.

 

SOBRE O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O aluno irá ter contato aprofundado com tópicos pouco explorados nos cursos de graduação em saúde, como Codificação Internacional de Doenças (CID) e o método de formação dos DRGs (Grupos de Diagnósticos Relacionados).

É importante destacar que, além de instruir sobre a codificação dos DRGs, a pós-graduação também aborda o uso dessa metodologia para a governança clínica e a gestão da qualidade assistencial nas organizações de saúde. Trata-se da transformação efetiva da informação em ação.

 

PORQUE É RELEVANTE SER A 1ª PÓS-GRADUAÇÃO EM DRG DO BRASIL

A FELUMA percebeu as discussões cada vez mais frequentes, tanto na mídia quanto em eventos científicos e publicações da área, sobre o movimento de mudança dos modelos de remuneração na saúde e os novos métodos de avaliação da qualidade assistencial.

A partir daí, existe a necessidade de preparar profissionais capacitados para gerenciar essas mudanças, que é o que se propõe nesta pioneira pós-graduação.

 

INSCREVA-SE!



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2017-03-20 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/604
<![CDATA[DRG Brasil versão 9.0 - Cada vez mais ajustado às características da população brasileira]]>



DRG Brasil Refinado

 

• 13 anos de desenvolvimento constante por especialistas brasileiros

• Há 6 anos em operação no Brasil

• Em uso por 20 operadoras e mais de 200 hospitais, com significativa redução de desperdício

• Benefícios que já atingem mais de 5 milhões de vidas da saúde suplementar

 

Agora na versão 9.0 - Cada vez mais ajustado às características da população brasileira

 

 

 

Conheça cada uma das novidades que irão promover ainda mais melhorias no desempenho financeiro e assistencial da sua instituição:

 

1 - DRG Brasil continuamente refinado - cada vez mais preciso para a população brasileira

Estudos estatísticos das altas categorizadas no DRG Brasil permitiram o refinamento e a criação de novas categorias de DRG, específicas para as características da população brasileira de risco aumentado.

 

2 - Novo referencial de comparação

Agora são dois referenciais de comparação de desempenho: os de hospitais brasileiros e os de hospitais americanos.

 

3 - Recentes inovações técnicas do MS-DRG do governo dos EUA, já incorporadas na nova versão

Todas as inovações técnicas aprovadas no final de 2016, já em uso a partir de 2017 pelo MS-DRG do governo americano, foram incorporadas e refinadas pelo DRG Brasil para o sistema de saúde brasileiro.

 

4- Novo alerta eletrônico identifica codificações inadequadas

Aparece um alerta para o codificador sempre que selecionar CIDs que possam levar a uma classificação incorreta da criticidade do paciente.

 

5 - Novo módulo: Análise Econômica

Relatórios que permitem comparar custos (por hospital, por especialidade, por médico e por DRG).

 

6- Novo módulo: Auditoria Eletrônica de Contas - automatizada e baseada na complexidade medida pelo DRG Brasil Refinado

O software aponta os desvios de consumo de material e medicamento em relação ao esperado para cada categoria de DRG, permitindo adequações da conta hospitalar. Menos erros e mais auditores disponíveis para a auditoria assistencial.

 

7 - Mais facilidade de navegação

Com um pequeno ajuste de layout, as funcionalidades foram agrupadas em novos módulos para permitir que você tenha uma navegação assertiva pelos temas de interesse.

 

 

Bem-vindo à versão 9.0 do DRG Brasil Refinado. Nossa equipe de suporte está à sua disposição para esclarecimentos ou para receber sugestões.

 

Caso você queira mais detalhes sobre esta metodologia que está há seis anos promovendo melhorias contínuas na qualidade assistencial, com redução de custos e aumento de lucros em cerca de 220 instituições de saúde no Brasil, acesse www.drgbrasil.com.br/contato e solicite o contato de um de nossos consultores. Você se surpreenderá com tudo que o Brasil já tem ao alcance, com o DRG Brasil Refinado, para melhorar os índices da saúde no País e o desempenho financeiro positivo da sua instituição.

 

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2017-03-13 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/601
<![CDATA[DRG será tema de discussão em talk show sobre mecanismos de pagamento inovadores]]> 

 

No próximo dia 15 de março, a Planisa realizará no Centro de Eventos Pro Magno, a Rua Samaritá, 230 – Casa Verde, em São Paulo – SP, durante a SAHE – South América Health Exhibition, o III FÓRUM PLANISA DE GESTÃO DA SAÚDE, com o tema:

“FORTALECIMENTO DA GESTÃO COMO CAMINHO PARA SUPERAÇÃO DA ATUAL CRISE ECONÔMICA.”

 

Na ocasião, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde e fundador do DRG Brasil, falará sobre a metodologia DRG - Diagnosis Related Groups, no talk show sobre mecanismos de pagamento inovadores, de 14h30 às 15h30.

 

Clique neste link para fazer sua inscrição: forumplanisa.com.br

 

 

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2017-03-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/598
<![CDATA[Artigo sobre avaliação de hospitais pelo DRG é publicado pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde]]>

A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde - SBIS, juntamente com a Universidade Federal de Goiás - Comissão de Governança da Informação em Saúde (CGIS-UFG), realizaram no período de 27 a 30 de novembro, em Goiânia-GO, o XV Congresso Brasileiro de Informática em Saúde - CBIS 2016.

O CBIS é um evento com ampla programação técnica e científica, com exposições de empresas e soluções do setor.

 

 

 

Nos anais do evento foi publicado, na íntegra, o artigo “AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE HOSPITAIS BRASILEIROS PELA METODOLOGIA DO DIAGNOSIS RELATED GROUP (DRG)”, de autoria de José Carlos Serufo Filho e Renato Camargos Couto.

 

Clique aqui para acessar: link Anais CBIS 2016

 

 

Fonte: SBIS

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2017-02-23 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/592
<![CDATA[FELUMA participa do Workshop das Operadoras de Saúde Suplementar Usuárias do DRG Brasil]]>

Aconteceu, em Belo Horizonte, o Workshop das Operadoras de Saúde Suplementar Usuárias do DRG Brasil. O evento teve como objetivo a elaboração de um projeto nacional de mudança do modelo assistencial e remuneratório hospitalar.

 

O Presidente da FELUMA, Dr. Wagner Eduardo Ferreira e o Superintendente Geral da Feluma, Flávio Amaral, estiveram presentes participando da cerimônia de abertura e falando sobre novos projetos que envolvem o compromisso da FELUMA e seus institutos com a confiabilidade e a transparência em todos os processos.

 

A intenção é prezar e desenvolver melhoria da assistência à saúde, desenvolvimento social e melhorar o desempenho do sistema de saúde brasileiro.

 

 



Fonte: Portal da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

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2017-02-15 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/589
<![CDATA[IAG Saúde conquista a própria certificação ISO 9001 versão 2015]]>

As novas certificações e as recertificações já podem ser feitas seguindo as normas da ISO 9001:2015, que definem os requisitos para garantir padrões de qualidade com objetivo de buscar a satisfação dos clientes e a melhoria contínua do desempenho da instituição.

 

Confira aqui as principais mudanças na norma.

 

Como forma de manter a organização atualizada, de acordo com as novas normas internacionais da ISO, e também de aplicar na prática os novos requisitos, o IAG Saúde passou, ele próprio, pela auditoria externa de avaliação.

 

Com isso, a empresa conquistou com sucesso a certificação ISO 9001, já na versão 2015 da norma.

 

 

Segundo a Dra. Tania Grillo, Diretora do Instituto, a preparação para adequar os modelos, documentos e processos do IAG para a nova versão da ISO só foi possível graças ao esforço em conjunto de uma equipe de consultores muito aplicados.

 

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2017-02-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/588
<![CDATA[Operadoras iniciam projeto nacional de mudança do modelo assistencial e remuneratório com o DRG Brasil]]>

 

Em dezembro de 2016 aconteceu, no Hotel Comfort em Belo Horizonte, o Workshop das Operadoras de Saúde Suplementar Usuárias do DRG Brasil.

 

O evento teve como objetivo a elaboração de um projeto nacional de mudança do modelo assistencial e remuneratório hospitalar. Atualmente a metodologia DRG Brasil cobre mais de 5 milhões de beneficiários da saúde suplementar. Um projeto nacional certamente acelerará o aprendizado e a mudança que se faz necessária à sustentabilidade desse setor.

 

Nesta ocasião, houve a assinatura do Protocolo de Cessão de Uso do DRG Brasil e suas Bases de Informação para consulta das entidades gestoras do sistema de saúde. Este conjunto qualificado de informações permitirá um melhor planejamento do nosso sistema nacional de saúde.

 



O Workshop para estabelecimento das diretrizes do Projeto Nacional foi dividido em 3 eixos temáticos:

  1. Qualificação, padronização, disponibilização, compartilhamento e transparência da informação de saúde do DRG Brasil
  2. Mudança do modelo de compra dos serviços hospitalares, baseada na qualidade, na produtividade assistencial e na sustentabilidade do sistema, usando o DRG Brasil
  3. Novos modelos para a melhoria da qualidade assistencial: desospitalização segura de pacientes; cuidado primário e domiciliar; e qualificação da rede hospitalar com foco na segurança

 

 


O público foi composto de cerca de 90 diretores-presidentes e coordenadores de áreas,

- De operadoras que utilizam o DRG Brasil:

Abertta Saúde, Copass Saúde, Fiosaúde, Unimed BH, Unimed Costa Oeste, Unimed Cuiabá, Unimed Goiânia, Unimed Nordeste RS, Unimed Ponta Grossa, Unimed Porto Alegre, Unimed Santa Bárbara D'oeste e Americana, Unimed Uberlândia, Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo, Unimed Vitória, Unimed Volta Redonda.

- E de outras instituições convidadas:

Abramge, Federação das Unimeds de Minas Gerais, Federação das Unimeds do Estado de São Paulo, Federação das Unimeds do Paraná, Federação das Unimeds do Rio Grande do Sul, Fundação Educacional Lucas Machado, FenaSaúde, Fundação Unimed, Unimed Fortaleza.

 


 

O evento foi um retumbante sucesso. No ano de 2017 a equipe do DRG Brasil continuará dando andamento, com os representantes de
cada instituição participante, ao Projeto Nacional de Mudança do Modelo Assistencial.

Fiquem atentos às próximas notícias!

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2017-02-07 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/583
<![CDATA[Mensurar é preciso]]>

Coletar dados que possam ser comparados e tornados públicos faz bem para todo mundo, incluídos aí pacientes, operadoras e prestadores de serviço

Na hora de escolher um restaurante, a gente pesa uma variedade de fatores. Começamos, na maioria das vezes, por selecionar aqueles cuja especialidade mais nos interessa. Árabe ou Italiano? Carne ou massa? Depois, comparamos os pratos, os preços, o ambiente... As informações que nos permitem fazer essa comparação estão todas ali, fáceis, ao alcance de alguns poucos cliques no computador. Agora transfira essa mesma lógica para o setor da saúde e responda: não seria uma maravilha se todo paciente do SUS ou beneficiário de plano de saúde pudesse escolher o hospital no qual vai ser operado com a mesma facilidade, baseando-se em indicadores de qualidade descomplicados e plenamente acessíveis? Óbvio que seria. Estamos, contudo, muito longe de ver esse sonho se materializar.

No Brasil, não existem métricas adequadas para a aferição da qualidade de serviços prestados na área de saúde. Ou melhor, quase não existem. Exceção seja feita ao segmento das operadoras, que podem ser comparadas com base nos critérios de avaliação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Entre os prestadores de serviço, porém, a comparação é virtualmente impossível. Os prejuízos acarretados por esse quadro são muitos. E os prejudicados, diversos. A começar pelo cidadão comum, tolhido da possibilidade de fazer a escolha que julgar melhor. Mas perdem também os gestores da saúde, impossibilitados de recompensar os melhores prestadores e penalizar ou requalificar os menos eficientes. Em última análise, a falta de indicadores é mau negócio para os pró- prios prestadores. Afinal, os bons acabam não tendo a excelência de seus serviços reconhecida. E os piores não se sentem compelidos a investir em requalificação.

 

Inveja do bem

É bem difícil não sentir alguma dor de cotovelo quando se observa o que acontece em outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, qualquer um pode pesquisar hospitais por cidade ou região e compará-los segundo mais de 60 quesitos. Basta uma navegada na internet, de casa ou com o smartphone, por exemplo, no www.leapfroggroup.org, para descobrir qual é o melhor no tratamento das doenças do coração ou quais são os que apresentam piores índices de infecção hospitalar.

Outro exemplo de bom uso dos indicadores vem da Europa, mais precisamente da Escócia. Naquele pequeno país, onde a saúde é predominantemente pública, há indicadores para quase tudo. E são eles, sempre eles, que norteiam as tomadas de decisão. “Não dá para monitorar a qualidade dos serviços sem dados que possam ser comparados”, diz Fiona Wardell, líder de Indicadores e Padronizações da Healthcare Improvement Scotland (uma divisão escocesa do NHS, o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido). “Na Escócia, temos fo uma série de indicadores e padrões que avaliam todos os nossos serviços. Da triagem de gestantes e recém-nascidos aos serviços de câncer, passando por infecções hospitalares e autopsias. Só assim podemos saber se estamos indo bem.”

Em outubro passado, Wardell esteve no Brasil, como palestrante de um seminário sobre indicadores de qualidade e segurança do paciente organizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Em sua apresentação, ela enumerou os principais benefícios proporcionados pela adoção de indicadores. “Com eles, conseguimos documentar a qualidade do cuidado. Os indicadores mostram onde estamos, o que estamos fazendo e para onde devemos ir.” Em outras palavras: o ganho no planejamento estratégico é enorme – algo importante não apenas na saúde pública, mas também na suplementar. “Veja o caso das pressões que o nosso sistema de saúde sofre no período de inverno. Sem os indicadores para identificar os pontos de pressão, não teríamos como entregar um serviço seguro.”

Para Wardell, a análise de indicadores não é útil, apenas, na hora de fazer benchmark dos serviços de saúde, mas também – ou principalmente – quando se tenta descobrir por que um serviço vai mal enquanto outro vai muito bem.

Pela comparação de dados, diz a britânica, é possível descobrir se o desequilíbrio tem a ver com assistência, processo ou desfecho. “Mas uma coisa é desenvolver indicadores e outra é utilizá-los na prática”, alerta Wardell. “Não adianta só criá-los, é preciso aplicá-los na melhoria do sistema.”

 

Desperdício brutal

Uma amostra de quão perniciosa pode ser a falta de indicadores na saúde está no número de mortes decorrentes de eventos adversos nos hospitais do Brasil. Estima-se que um brasileiro morre a cada minuto e meio por causa dos tais eventos (erro de dosagem na medicação, uso incorreto de equipamentos, infecção hospitalar, entre outros). De acordo com o estudo, e rros acontecem: a força da transparência no enfretamento dos eventos adversos assistenciais em pacientes hospitalizados, produzido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o IESS, essas falhas consomem todo ano, apenas na saúde suplementar, algo entre R$ 5,2 bilhões e R$ 15,6 bilhões. Um desperdício brutal, num país em que tanto se lamenta a falta de recursos.

Trata-se, portanto, de um problema gravíssimo, que precisa ser urgentemente atacado. Só que a falta de indicadores atrapalha, impedindo, por exemplo, que os gargalos do sistema sejam mapeados, estudados e corrigidos. “Não existe sistema de saúde infalível. Os eventos adversos são um problema mundial e já viraram a terceira causa de morte no mundo, atrás apenas das doenças cardíacas e do câncer”, diz o médico Renato Couto, professor da UFMG e um dos autores do estudo. “Mas é possível prevenir, com a ajuda dos indicadores, cerca de 60% desses eventos.”

Números apresentados pelo médico durante sua palestra no seminário do IESS demonstram que, nos Estados Unidos, a ocorrência de eventos adversos nos hospitais caiu 17% em quatro anos, de 2010 para 2014. Isso significou, segundo Couto, 87 mil vidas salvas e quase US$ 20 bilhões economizados. “O Ministério da Saúde americano atribui esses números, entre outros fatores, à mudança de modelo remuneratório [leia mais na reportagem da pág. 18, aqui.] e à transparência com os resultados da assistência hospitalar.” No caso do Brasil, o médico acredita que não existe solução para a saúde sem que seja celebrado um grande pacto social entre todos os players do setor. “É preciso colocar o paciente no centro de tudo, definir segurança como prioridade e usar a melhor ciência possível, avaliada à luz da relação custo-efetividade, como base para a tomada de decisões.”

Colocados na balança todos os argumentos, conclui-se que desenvolver e dar publicidade aos indicadores de qualidade não é apenas uma boa ideia. Deveria ser uma obrigação. Afinal, a medida empodera o paciente e traz benefícios também para as operadoras, que ganham uma ferramenta eficiente para precificação e remuneração dos serviços contratados. Mas como convencer os prestadores de serviço em saúde a produzir indicadores de qualidade? Por meio de lei ou de obrigação contratual parecem ser os caminhos mais fáceis. É assim nos Estados Unidos e na maior parte da Europa – incluindo a Escócia de Fiona Wardell. “Quando o desenvolvimento de indicadores não é obrigatório, tudo fica mais complicado.”

 “Os eventos adversos são um problema mundial e já viraram a terceira causa de morte no mundo, atrás apenas das doenças cardíacas e do câncer” Renato Couto, médico, professor da UFMG e um dos autores do estudo Erros Acontecem

 

 

NÃO CONFUNDA

Evento adverso

Lesão adquirida durante o tratamento, não sendo determinada pelas condições clínicas de base do paciente. Um evento adverso não significa erro, negligência ou baixa qualidade. Significa, apenas, um resultado assistencial indesejado relacionado à terapêutica ou ao diagnóstico. Um evento adverso atribuível a um erro é um evento adverso evitável.

Erro assistencial

Ato geralmente não intencional; omissão; ação planejada de assistência não concluída como o previsto (erro de execução); estabelecimento de um plano terapêutico errado para alcançar um objetivo (erro de projeto); desvio do processo de cuidado que pode ou não causar danos ao paciente.

Fonte: Renato Couto, médico e professor da UFMG

 



Fonte: Revista Visão Saúde - edição JAN/FEV/MAR 2017

Link: https://issuu.com/abramge/docs/vis__o_sa__de_03_completa

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2017-02-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/582
<![CDATA[Modelos de remuneração]]>

Matéria de capa

 

 

Passando a régua

Insustentável, perverso, ultrapassado. Essas expressões foram as mais usadas pelas pessoas entrevistadas por esta reportagem quando perguntadas sobre o modelo de remuneração que predomina na saúde suplementar no Brasil, setor responsável pelo cuidado à saúde de 48,3 milhões de beneficiários em setembro de 2016, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O fee-for-service, ou pagamento por serviços, rege mais de 90% dos contratos entre planos de saúde e provedores de atendimento, como hospitais, clínicas, laboratórios e médicos. E traz consequências que não afetam apenas as finanças das operadoras, mas também a saúde dos pacientes.

 

“O modelo que temos hoje estimula a produtividade, o consumo de recursos, em detrimento da qualidade assistencial, que deveria ser o foco”, afirma Ana Elisa Siqueira, CEO do Grupo Santa Celina de soluções em gestão de saúde, com sede em São Paulo, e presidente do Conselho Consultivo da Aliança de Gestão da Saúde Populacional (Asap), organização que tem como missão promover a mudança do modelo assistencial na saúde e reúne diversos agentes do sistema suplementar, como seguradoras, cooperativas médicas, hospitais e laboratórios.

 

Criado nos Estados Unidos na década de 1930, como base de um emergente sistema privado de seguridade, o fee-for-service se caracteriza pela “conta aberta”. Isto é, hospitais, laboratórios e médicos atendem um determinado paciente de acordo com suas necessidades e repassam para a operadora uma fatura detalhada de todos os recursos humanos e materiais utilizados durante a assistência. A remuneração desses prestadores de serviços segue tabelas que predefinem valores para cada procedimento ou material. Por exemplo, se foi necessário fazer inalação com soro fisiológico ou medicamento em uma pessoa com crise respiratória, esse serviço e os produtos utilizados constam da conta que a unidade de saúde cobrará do plano de saúde.

 

“Quando o indivíduo entra em um hospital, é como se déssemos um cheque em branco. Isso cria uma situação de conflito de interesses: de um lado, a operadora quer pagar o mínimo possível; de outro, quanto maior for a complexidade do atendimento, mais o hospital ganha. Isto é, as flechas correm em sentido opostos”, diz Cadri Massuda, presidente do Sinamge e diretor executivo da Clínica Paranaense de Assistência Médica (Clinipam), operadora de saúde com sede em Curitiba, com cerca de 220 mil vidas em sua carteira de clientes e uma rede de atendimento de 21 hospitais, sendo 15 unidades próprias.

 

Indução ao desperdício

Como a sua remuneração depende exclusivamente da quantidade de procedimentos e materiais utilizados, os hospitais não são estimulados a buscarem a eficiência no tratamento de um paciente. Pelo contrário: esse mecanismo acaba induzindo a estadia prolongada de internações e a adoção de medicamentos e exames muitas vezes desnecessários, com preferência aqueles mais avançados tecnologicamente e, portanto, mais caros.

 

Segundo o estudo A Cadeia de Saúde Suplementar no Brasil: Avaliação de Falhas de Mercado e Proposta de Políticas, realizado pelo Insper e pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) em 2015, medicamentos e materiais representam 30% da estrutura de despesas de hospitais, mas representam 50% de sua receita. O mesmo levantamento aponta que o item “despesas e internação” teve crescimento real de 52% entre 2007 e 2014.

 

“No fundo, o que vemos é que os hospitais não compartilham dos riscos com as operadoras, que precisaram investir em auditorias e outros sistemas de controle de utilização, como as guias e as autorizações prévias”, diz Walter Cintra Ferreira Junior, – coordenador do Curso de Especialização em Administração Hospitalar e Sistemas de Saúde da Fundação Getulio Vargas (FGV). “De alguma forma a situação estava sendo acomodada, mas agora, com a crise econômica, esse modelo se esgotou”.

 

Entre os sistemas de controle, talvez o principal sejam as estruturas de auditoria dos planos de saúde, que atuam desde a avaliação das solicitações de procedimentos até a identificação de distorções nas contas médico-hospitalares da rede de prestadores de serviços. Ainda que necessário, esse sistema cria mais uma situação de conflito entre operadoras e provedores, representado pelo alto índice de “glosas”, como são conhecidos os cortes e cancelamentos nas faturas, que varia de 20% a 30% dos custos apresentados, segundo a pesquisa do Insper e do IESS.

 

Fato é que o modelo de remuneração por volume de serviços tem impacto direto na sustentabilidade financeira das operadoras, cujo “cheque em branco” é preenchido cada vez com mais zeros. Não é difícil demonstrar a carga excessiva que recai sobre o elo pagador do sistema. Nos últimos 15 anos, 42% dos planos de saúde faliram. Em 2015, enquanto a inflação dos custos médico-hospitalares foi de 19,3%, segundo o índice VCMH do IESS, o reajuste concedido pela ANS aos planos de saúde foi de 13,6%, um gap que repetiu o ocorrido nos três anos anteriores. Esse descompasso entre custos e receita faz com que as operadoras que sobreviveram nesse ambiente hostil registrem margens de lucro baixíssimas e resultados operacionais negativos. Até setembro de 2016, por exemplo, as despesas totais dos planos de saú- de no Brasil superaram em mais de R$ 600 milhões o seu faturamento.

 

“Apenas as internações, incluindo diárias, honorários médicos, materiais e medicamentos, representam 40% dos nossos custos assistenciais”, diz Paulo Santini Gabriel, diretor de Relações Institucionais da São Francisco Saúde, operadora com 450 mil beneficiários de assistência médica e que possui mais de 40 unidades próprias de atendimento, 4 mil prestadores médicos e 200 hospitais credenciados em cinco estados do sudeste e centro-oeste. “O modelo atual embute desperdícios e não permite uma avaliação dos resultados assistenciais. Por isso, sua substituição é um assunto estratégico para nós.”

 

Mas não são apenas os pagadores que clamam por mudanças. Os hospitais também chegaram à conclusão de que o fee-for-service é ruim para o sistema de saúde como um todo. “Esse modelo está totalmente ultrapassado, ninguém concorda com ele”, afirma Fernando Torelly, diretor executivo do Hospital Sírio-Libanês, que conta com mais de 6 mil funcionários e faturou R$ 1,641 bilhão em 2015. “Criou-se uma relação de desconfiança entre hospitais e operadoras que dificulta as negociações dos preços. Os hospitais também têm margens baixas de lucro e temos a obrigação de, juntos, melhorarmos a gestão do sistema como um todo, criando protocolos assistenciais e recompensando os prestadores que oferecem mais qualidade de serviços.”

 

Experiências incipientes

Por sua vez, a ANS engrossa o coro por mudanças. Como não tem o poder de impor um novo modelo de remuneração, a agência reguladora se ocupa em promover o debate sobre o tema com os diferentes players da saúde suplementar. E defende a necessidade da adoção de um novo modelo assistencial, que desloque o foco no volume de procedimentos para colocar ênfase no cuidado integral com os pacientes.

 

“Há algumas experiências nesse sentido no Brasil, mas ainda são incipientes”, salienta Martha de Oliveira, diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS.

 

De fato, aqui e ali, operadoras, hospitais e gestoras de saúde adotam modelos de remuneração e assistência que tentam romper o paradigma atual.

 

Para Ana Elisa Siqueira, da Asap, é preciso redefinir todo o modelo de atenção à saúde, abandonando o paradigma do custo e adotando a remuneração baseada na qualidade, de forma a dar ênfase à prevenção de doenças.

 

“É uma mudança de cultura da cadeia toda, do profissional da medicina, dos provedores de serviço, do consumidor e dos fornecedores de insumo. A saúde não é um shopping center de escolhas aleatórias, um cardápio de consultas”, afirma Siqueira. “O mercado corporativo, que é o principal financiador do sistema, também precisa mudar sua visão e não escolher o plano apenas pelo preço, mas pela efetividade de sua entrega.”

 

Há cerca de dez anos, a Clinipam iniciou esforços para aumentar a adoção, em seus hospitais próprios, do pagamento por “pacotes”, cujo nome técnico, em inglês, é bundled payment. Nessa modalidade, são estabelecidos valores fixos por procedimento ou tratamento. Hoje, o fee-for-service responde por apenas 35% da estrutura de custos assistenciais da operadora. O restante, 65%, referem-se aos “pacotes”. Com isso, a operadora conseguiu elevar o índice de parto normal, considerado melhor para a gestante e o bebê, de acordo com as evidências médicas, para 25% dos nascimentos, considerado alto na saúde suplementar. No entanto, a Clinipam não conseguiu implantar o novo modelo de pagamento em hospitais terceirizados de sua rede de atendimento, pois encontrou resistências.

 

A São Francisco Saúde também experimentou a remuneração por bundled payment e capitation, este último um modelo que toma como base as características da população da região de cobertura. Sua adoção em larga escala, porém, esbarra na ausência de estatísticas consistentes no Brasil. E, segundo Paulo Gabriel, esses modelos têm a deficiência de não considerar a complexidade de caso médico como um critério para os pagamentos.

 

Por fim, há também experiências mais numerosas para a adoção do Diagnosis Related Group (DRG), sistema desenvolvido pela Universidadede Yale, dos EUA, que categoriza os tratamentos e procedimentos hospitalares.

 

Nesse modelo, hospitais coletam informações de perfis dos clientes no momento da entrada na unidade de saúde. A partir da criação dessa base de dados, hospitais e operadoras têm acesso à quantidade de recursos necessários para cada tipo de tratamento hospitalar: materiais, medicamentos e diárias, bem como os resultados assistenciais esperados, incluindo mortalidade e complicações associadas ao tratamento.

 

“É um modelo que trabalha basicamente com indicadores”, diz Renato Couto, infectologista e diretor da DRG Brasil, que desenvolveu categorizações específicas para o mercado brasileiro. “A operadora, como cliente, pode medir o desempenho do prestador de serviço, configurando a conciliação entre boa medicina e ganho econômico.”

 

Segundo a DRG Brasil, atualmente cerca de 10% das vidas cobertas pelo sistema de saú- de suplementar já são administradas com uso do DRG. Couto projeta que esse índice chegue a 50% até o fim de 2017.

 

Começando pelo diagnóstico

Se planos de saúde, provedores de serviços, estudiosos e agência reguladora concordam com a falência do atual modelo de remuneração, por onde a mudança deve começar para se atingir escala no Brasil?

 

Para Bruno Maciel, diretor da consultoria PwC Brasil, o primeiro passo é estruturar melhor a gestão e as informações sobre a qualidade dos serviços da rede de assistência da saúde suplementar. Como pedra fundamental desse processo, Maciel propõe a utilização do DRG para conhecer o real custo dos procedimentos e tratamentos no Brasil. “Para a adoção de qualquer modelo de remuneração, é necessário antes ter uma boa métrica para medir a utilização de recursos e a efetividade dos resultados”, diz Maciel. “A partir disso, será possível desenvolver práticas internas voltadas à prevenção de doenças e modelos híbridos de remuneração, de acordo com as especificidades de cada tipo de serviço de saúde.”

 

Em parceria com a Abramge e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), a PwC está iniciando um projeto que visa diagnosticar a real situação dos custos da saúde suplementar, auxiliando a identificação de pontos de melhoria e o desenvolvimento de métricas de desempenho. A princípio, duas operadoras vinculadas a cada uma das entidades participará do projeto.

 

A parceria foi estabelecida em função do sucesso obtido pela PwC na implantação do DRG no sistema de saúde da África do Sul, país com características semelhantes ao Brasil, em termos de desenvolvimento socioeconômico. A experiência naquele país começou há cerca de cinco anos e, desde então, houve aumento da rentabilidade das operadoras e de receita dos hospitais.

 

 

Fonte: Revista Visão Saúde - edição JAN/FEV/MAR 2017

Link: https://issuu.com/abramge/docs/vis__o_sa__de_03_completa

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2017-02-02 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/581
<![CDATA[Seminário UNIDAS - Os desafios da predição de custos em saúde com foco na qualidade da assistência hospitalar ]]>

 



OS DESAFIOS DA PREDIÇÃO DE CUSTOS EM SAÚDE COM FOCO NA QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

 

 

Dia 3 de fevereiro de 2017

Local: Auditório da Fundação Libertas

Avenida Álvares Cabral, nº 200.

Belo Horizonte - MG

 

JUSTIFICATIVA

Predição de custos com cuidados em saúde. É possível? Diante da progressão dos custos assistenciais no Brasil e no mundo, este passa a ser o principal desafio que aflige os gestores de Sistemas de Saúde (público e privado) a ser superado. A Pesquisa UNIDAS 2016 demonstra que o custo per capita para cobertura médico-hospitalar variou em 61% nos últimos 5 anos. Evidencia, também, que a taxa de internações por condições sensíveis à atenção primária, conhecidas como “internações potencialmente evitáveis” é de 21%, o que representa cerca de 1,8 bilhão de reais e cita um aumento de 43,8% no custo diário da internação em 2015, quando comparado com o ano anterior. Dentro dessa perspectiva de aumento exponencial temos como principal item as internações.

Na busca por incorporação tecnológica acessível e que agregue de fato valor no acolhimento assistencial é preciso mantermos sentinelas no monitoramento das internações, visando adotar ações efetivas no controle e no combate ao desperdício.

 

OBJETIVO

Prover de informações a dirigentes, gestores, auditores e demais profissionais ligados no setor de saúde e levá-los à reflexão sobre a qualidade assistencial da rede hospitalar e alternativas inovadoras no processo de redução de custos hospitalares.

 

PROGRAMAÇÃO

14h00 às 14h15 – Credenciamento

14h15 às 14h30 – Abertura (diretor-superintendente da UNIDAS-MG)

14h30 às 15h10 – DRG Brasil refinado – Renato Couto

  1. O que é metodologia
  2. Qual o impacto ECONÔMICO da mudança do sistema de saúde baseado em DRG
  3. Qual o impacto ASSISTENCIAL da mudança do sistema de saúde baseado em DRG
  4. Como fazer a mudança do modelo econômico e assistencial

15h10 às 15h45 - Cases: Abertta Saúde – Werner Dalla

COPASS Saúde – Wesley Nunes

15h45 às 16h00 – Coffee break

16h00 às 16h20 – Urgent Care – Maurício Rodrigues Botelho

  1. Como funciona o modelo?
  2. Qual a linha de cuidados?
  3. O diferencial na forma de remuneração?
  4. Urgent Care x Internações
  5. Quais as vantagens assistenciais e econômicas?

16h20 às 16h40 –Gerenciamento e busca de vagas e leitos hospitalares – Luiz Otávio Andrade

  1. Os desafios?
  2. Como fazer o gerenciamento dos leitos?
  3. Ferramenta disponível

16h40 às 17h00 – Debates e encerramento

 

PÚBLICO-ALVO

Dirigentes, gestores, auditores e demais profissionais ligados no setor de saúde.

 

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES

UNIDAS MG | unidas.mg@unidas.org.br

 

 

 

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2017-01-30 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/580
<![CDATA[DRG, o futuro dos hospitais no Brasil? ]]>

Modelos de gestão são temas que perpassam por várias atividades. Não é diferente na área hospitalar. Novos desafios se colocam nas escolhas de processos administrativos e surgem outras ferramentas que podem ser alternativas para o setor.

 

MATÉRIA DE CAPA

Você já ouviu falar em DRG?



 

O DRG é a sigla de Diagnosis Related Groups e promete melhor gestão dos negócios da área de saúde baseada em governança clínica, programa de produtividade e qualidade assistencial. Processo utilizado nos Estados Unidos e na Europa há décadas, a ferramenta é uma metodologia que classifica os pacientes internados em hospitais por complexidade assistencial. A partir das informações de idade, diagnóstico principal, diagnósticos secundários e procedimentos realizados durante a internação, coletadas na alta hospitalar, o paciente é colocado em uma categoria de complexidade. São 784 categorias cada uma tendo um consumo de diárias, materiais, medicamentos e resultados assistenciais esperados.

 

As informações são do consultor Renato Couto, diretor de desenvolvimento do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde de Belo Horizonte (IAG), que falou sobre o “DRG – como Ferramenta de Gestão Hospitalar” para representantes do setor hospitalar em palestra promovida pela Central dos Hospitais, em Belo Horizonte.

 

“As operadoras que cobrem 5,2 milhões de usuários brasileiros usam o DRG na sua rede de 3.050 hospitais. Destes, 204 têm acesso ao DRG disponibilizado pelas operadoras. Algumas instituições fazem uso independente das operadoras é o caso dos hospitais Mãe de Deus, no Rio Grande do Sul, Biocor, Márcio Cunha e o Hospital Santa Rita, em Minas Gerais”, diz o consultor Renato Couto.

 

Embora a metodologia venha sendo usada no mundo inteiro para gestão e pagamento, no Brasil, ela não é utilizada para pagamento. Em todo mundo as relações de compra e venda de serviços hospitalares ocorrem usando o DRG, que traz mais segurança, transparência e é capaz de alinhar interesses do paciente/hospital/fonte pagadora, informa o consultor.

 

Sobre a “dicotomia” de utilização simultânea da ferramenta pela prestadora de serviços e pela operadora de planos de saúde, o consultor afirma que essa dicotomia é inexistente, pois o setor é composto por uma cadeia produtiva que para ser sustentável necessita estar integrada em relações transparentes, centradas nas necessidades do paciente e com ganho para todas as partes.

 

O consultor explica que a implantação da metodologia para casos clínicos ainda não é eficaz porque o paciente clinico é especialmente dependente de um bom sistema de saúde após a alta hospitalar. “Todo o sistema de saúde terá que melhorar sua operação e integração. Temos ineficiências em todas as etapas. Problema? Não, oportunidade. Podemos melhorar o sistema com melhores entregas ao usuário e economia de recursos a serem compartilhados por todos”, explica.

 

Para Renato, as operadoras incluem em seu custo, e, consequentemente em seu preço, o fator “risco” por meio de elaborados cálculos atuariais que não existem nos hospitais. Como os prestadores de serviços gerenciam os riscos, então, já que os hospitais não os incluem? Conforme Couto, os dados mostram que as operadoras não são tão boas em suas contas para gerenciamento de riscos. Mais da metade das operadoras fecharam na última década. É muita conta para pouco resultado. “Os riscos não me parecem estar localizados na assimetria da capacidade de calcular riscos e sim na assimetria do conhecimento do método DRG”, finaliza Renato Couto.

 

‘Em todo mundo as relações de compra e venda de serviços hospitalares ocorrem usando o DRG, que traz mais segurança, transparência e é capaz de alinhar interesses do paciente/hospital/fonte pagadora’, informa o consultor.

 

Confira a matéria na íntegra:

 

 

Fonte: Jornal da Central dos Hospitais – outubro/dezembro2016

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2016-12-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/569
<![CDATA[Dra. Tania Grillo fala à TV Cultura sobre como reforçar a segurança do paciente em instituições hospitalares ]]>

 

Segundo a médica, a rede hospitalar brasileira precisa de apoio para sua reestruturação, para que possa alcançar elevados níveis de assistência e segurança.

 

Este apoio, além de relativo a estrutura física e equipamentos, consiste principalmente no desenvolvimento de conhecimentos, competência, e treinamento das pessoas envolvidas na atividade.

 

Com uma estrutura bem organizada é possível que os processos ocorram de forma integrada, o que possibilita a medição de indicadores de desempenho, os quais ajudam a avaliar onde e como é possível melhorar.

 

Confira a entrevista na íntegra:

 

 

Fonte: TV Cultura

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2016-12-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/568
<![CDATA[Impactos da ausência de indicadores de qualidade na prestação de serviços de saúde no Brasil]]>

EVENTO

O IESS realizou, no dia 26 de outubro, o seminário internacional "Indicadores de qualidade e segurança do paciente na prestação de serviços na saúde - Melhores práticas internacionais e propostas para a constante melhoria da qualidade na saúde no Brasil".

 

O evento, realizado no Hotel Renaissance (Alameda Santos, 2233. Jardim Paulista, São Paulo – SP) debateu a situação do sistema brasileiro de saúde, a atual ausência de indicadores de qualidade e de performance, como esse processo se dá no mercado internacional e apresentar propostas para a melhoria do sistema do Brasil. O evento contou com alguns dos maiores especialistas nesse tema, brasileiros e estrangeiros, além de apresentar estudos de caso e propostas efetivas.

 

PALESTRA

Na ocasião, o Dr. Renato Couto, médico, professor da Universidade Federal de Minas Gerais e Diretor do IAG Saúde, proferiu a palestra intitulada "Impactos da ausência de indicadores de qualidade na prestação de serviços de saúde no Brasil".

 

 

Veja abaixo o vídeo da palestra:


 

 

Clique aqui para fazer o download da apresentação em PDF.

 

 

Fonte: IESS

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2016-12-05 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/566
<![CDATA[2º Fórum de Saúde Suplementar aponta soluções com resultados positivos para mudanças no sistema]]>

 

Formas de pagamento diferenciadas e atendimento focado no paciente foram algumas experiências apontadas; Dr. Renato Couto falou sobre redução do desperdício.

 

Da esquerda para a direita, a gerente de padronização e interoperabilidade da ANS, Marizélia Leão Moreira; o superintendente do Hospital do Coração (Hcor), Ary Ribeiro; o diretor do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde) e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Renato Camargos Couto, e o vice-presidente da SumAmérica e moderador do painel, Maurício Lopes



Após uma série de palestras apresentando um cenário bastante preocupante e as necessidades de mudanças para a sobrevivência do setor de Saúde Suplementar, especialistas e representantes do segmento trouxeram ao debate experiências e cases com resultados positivos, sugerindo mudanças nos processos e modelos do mercado, que passam, principalmente, pelo acesso amplo à informação.

O 2º Fórum de Saúde Suplementar, realizado no hotel Sofitel, em Copacabana, no Rio de Janeiro, que termina hoje (24/11), convidou representantes de diversas áreas da Saúde Suplementar para apresentar soluções, visando à recuperação do sistema. Com o tema As escolhas necessárias para o futuro, os participantes mostraram experiências positivas que podem ser exemplos de mudanças do setor.

No painel sobre como reduzir desperdícios, iniciativas de incentivo a apresentação de resultados melhoram o desempenho final, o diretor do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde) e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Renato Camargos Couto [foto], expôs estudos que comprovam que é necessário mostrar os resultados do desempenho assistencial, os custos, a satisfação do usuário e os tratamentos disponíveis com informação de qualidade, de forma independente, acessível e compreensível. “Temos que apresentar os dados sem termos técnicos e médicos. Temos que dar a informação para empoderar o usuário”, afirmou.

Defendendo que o consumidor esteja no centro do tratamento médico, o coordenador de estudos do Hospital Pró-cardíaco, André Volschan, apresentou a campanha choosing wisely (escolher sabiamente), que altera a relação médico-paciente, valorizando o diálogo entre os dois atores do sistema. Nessa campanha, o paciente é o centro da decisão. Para isso, o médico tem que estar disposto a conversar, explicar os tratamentos e os prós e contras das soluções existentes. “O choosing wisely visa, fundamentalmente, ser mais efetivo na solução do problema e acaba contribuindo para evitar os desperdícios”, explicou.

Os modelos de pagamento também foram contestados. O fee for service (pagamento por serviço prestado) foi apresentado como um sistema que recompensa o uso excessivo de recursos, não reconhece as variações de resultados assistenciais e nem dá transparência para os resultados.

Nos cálculos dos prestadores de serviços, 30% dos recursos da saúde são consumidos pelo desperdício. Para o superintendente do Hospital do Coração (Hcor), Ary Ribeiro, é necessário liberar recursos saudáveis para o sistema poder funcionar. “Através da transparência iremos induzir a melhoria na qualidade do serviço. Se melhorarmos a entrega para o paciente, temos que informar. A publicação de dados, melhora o resultado de quem presta serviço porque gera o orgulho profissional e uma competição saudável”, afirmou.

Para a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a questão da informação é um do papéis indutores de mudança para o setor. “O uso da informação se faz necessário. A ANS ainda está no estágio de dados administrativos. Precisamos ampliar a qualidade. A Agência tem trabalhado na padronização, unificação e, ao mesmo tempo, disponibilizando essas informações para que o setor possa avaliar”, disse a gerente de padronização e interoperabilidade da ANS, Marizélia Leão Moreira. A meta é divulgar as informações de prontuário no final do primeiro semestre de 2017. Os dados estão sendo padronizados para a construção de base.

Modelos de cuidados com o paciente no centro do debate foram também apresentados no painel sobre Organização da assistência e da remuneração. O diretor do Instituto de Responsabilidade Social do Hospital Sírio Libanês, Antonio Lira, apresentou o programa “Cuidando de quem cuida” voltado aos colaboradores e familiares do Hospital Sírio Libanês.

O programa tem como objetivo acompanhar e direcionar o colaborador nos cuidados da saúde dele e da família. “Utilizamos um sistema de atenção primária, medicina da família e equipe multidisciplinar. Investimos em informatização com prontuário único e engajamos os colaboradores para o autocuidado. Os resultados são surpreendentes. Reduzimos a realização de exames em 43%. Diminuímos os encaminhamentos para o pronto atendimento de 16% para 4%. A maioria destes problemas foram resolvidos no ambulatório. O sucesso nos fez ampliar o programa e propor ações continuadas”, informou Lira.

O papel da atenção primária e da medicina de família também foi tema apresentado pelo professor da disciplina de clínica geral e propedêutica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Gustavo Diniz Ferreira Gusso. Para ele, o brasileiro tem conceitos equivocados sobre a atenção primária. “Para muitos, este modelo é definido como um sistema para populações pobres, para paciente crônico, mais focado na prevenção, além de restringir o acesso. Isso é completamente equivocado. A atenção primária visa o acesso correto ao profissional de saúde, de forma coordenada, com objetivo do cuidado abrangente ao longo da vida. O paciente no Brasil é tratado como consumidor tendo direito amplo à liberdade de escolha, mas, na verdade, o paciente precisa de um rumo para ser cuidado”, sugeriu.

Segundo o CEO Amil Assistência Medica Internacional, Sérgio Ricardo Santos, o consumidor precisa estar no centro das atenções. “O sistema de saúde tem que considerar a linha do cuidado, entender o modelo de remuneração focado em todo o processo e não só em um serviço. O pagamento individualizado só leva a uma competição que não gera valor para o sistema de saúde. O custo de tudo isso deve considerar o paciente como o centro do evento. A mudança tem que partir de todos os envolvidos para a sobrevivência do setor”, explicou.

Já o presidente do Conselho de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRio), Josier Vilar, a falta de confiança do setor é um dos problemas principais a ser resolvido. “Na prática, o sistema de regulação, o financiamento, a gestão e a governança não funcionam bem. O maior motivo é a falta de confiança da sociedade no setor de saúde. Antes de discutir modelos, temos que desconstruir a relação de desconfiança. Com informação direta e transparente, começaremos a trazer todos para o debate”, afirmou.

Fechando o debate, a diretora de desenvolvimento setorial da ANS, Martha Oliveira, explicou que, para instituir uma estrutura de atenção primária, há a necessidade de organizar o sistema de Saúde Suplementar. “Este modelo tem que ser financiado. Hoje o sistema é feito com médicos especializados e atendimento emergencial. É necessário se reorganizar para reverter o financiamento que está na ponta errada. Não podemos continuar com um sistema que privilegia a baixa qualidade e a ineficiência. É necessário que todos conversem para que seja encontrada a solução. A Agência tem que ser a indutora da conversa”, concluiu.

 

Fonte: FenaSaúde

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2016-11-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/564
<![CDATA[Dr. Renato Couto fala sobre segurança do paciente ao programa Panorama]]>

O programa Panorama, da TV Assembleia (ALMG), analisou a segurança do paciente nas instituições de saúde, os riscos que ele corre ao ser hospitalizado e a qualidade da assistência prestada pela rede pública e privada no Brasil.

 

Os entrevistados foram o Dr. Renato Couto, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais; e o Dr. Breno Figueiredo Gomes, diretor da Comissão Permanente de Segurança do Paciente da Associação Médica de Minas Gerais.

 

PARTE 1:

 

PARTE 2:

 

Fonte: TV Assembleia

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2016-11-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/561
<![CDATA[Trabalho científico que utiliza a metodologia DRG Brasil é destaque em Congresso]]>

 

Durante o XV Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar, ocorrido entre os dias 9 e 12 de novembro de 2016 em Belo Horizonte/MG, o trabalho intitulado "Impacto econômico e assistencial das complicações relacionadas à internação hospitalar" recebeu selo de reconhecimento como um dos melhores pôsteres do evento científico.

 

A autoria do trabalho é de Daibert P. B.; Filho J. C. S.; Bicione F. M.; Pedrosa T. M. G.; Couto R. C..

 

 

Segue abaixo um resumo do estudo:

 

"Um dos fatores responsáveis pelo mau uso de recursos na saúde é o número de leitos ou diárias perdidas devido à ineficiência assistencial. Um exemplo é o aumento no tempo de permanência devido à presença de condições adquiridas em hospital. O reconhecimento e registro destas condições não é habitual no Brasil. Estudos sobre este assunto são pioneiros no país.

 

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência das condições adquiridas no tempo de permanência hospitalar utilizando o Diagnosis Related Groups, nas internações em Belo Horizonte. Trata-se de estudo do tipo caso-controle que comparou o tempo de permanência hospitalar entre grupos de pacientes com presença ou ausência de condições adquiridas na internação. Foram incluídos 2.004 pares de indivíduos a partir de uma população de 57.215 pacientes internados entre os anos de 2012-2014 em Belo Horizonte. A amostra foi pareada por sexo, idade, instituição e DRG. Para os neonatos, o pareamento se deu pelo peso ao nascer. O sexo e a idade entram no pareamento para controlar as diferenças inerentes destas variáveis em relação às doenças. Já a instituição entra para controlar as diferenças estruturais e de recursos que possam existir entre os locais escolhidos e que possam afetar a evolução dos casos durante a internação.

O pareamento por DRG ocorre para que a avaliação da influência da presença de condições adquiridas se dê em relação à casos semelhantes clinicamente e no consumo de recursos. Nas comparações entre os dois grupos quanto ao tempo de permanência foi utilizado o teste estatístico t de student para amostras pareadas. Este teste tem como objetivo avaliar se a diferença média entre duas medidas realizadas numa mesma unidade experimental ou em indivíduos pareados é estatisticamente igual a zero ou diferente de zero.

 

Todos os resultados foram considerados significativos para uma probabilidade de significância inferior a 5% (p < 0,05), tendo, portanto, pelo menos 95% de confiança nas conclusões apresentadas O paciente com condição adquirida apresentou tempo de permanência duas vezes maior que o seu par. A média de permanência foi de 9,2 dias para o paciente sem condição adquirida e 18,1 dias para o paciente com condição adquirida. O teste de McNemar foi utilizado para avaliar a relação entre os indivíduos dependentes, no caso os pares, testando a diferença entre 28% que é o total de óbitos em paciente com condição adquirida e 7,4% que é o total de óbitos em paciente sem condição adquirida. A diferença estatisticamente significativa demonstra a relação entre a presença de condição adquirida e a evolução para óbito. Na caracterização dos pacientes em relação a permanência real até a ocorrência da condição adquirida e a permanência prevista não encontramos significância entre o tempo "livre” de condições adquiridas dos dois grupos. Os dois grupos realizaram o dobro do tempo de permanência previsto, o que significa que na amostra avaliada o evento ocorre próxima da alta hospitalar.

 

A valoração dos leitos-dia perdidos e dos recursos utilizados para tratamento das ocorrências são essenciais para a análise econômica do peso dos eventos adversos nas contas hospitalares. Ações neste segmento irão contribuir para a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro."

 

 

Confira as fotos do pôster, com o selo de reconhecimento, que foi apresentado no Congresso pela Dra. Tania Grillo:



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2016-11-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/559
<![CDATA[Dra. Tania Grillo ministra curso sobre acreditação hospitalar visando a qualidade no controle de infecção]]>

Entre os dias 09 e 12 de novembro de 2016, ocorreu, na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, o XV Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar e o 1º Simpósio Internacional da Associação Panamericana de Infectologia em Infecções Associadas à Atenção à Saúde.

 

A comissão científica assumiu o desafio de elaborar um programa abrangente nas diversas áreas da epidemiologia, prevenção e controle das infecções. O tema central escolhido, Segurança do paciente: o que foi tendência, o que de fato mudou na prática e no comportamento dos profissionais de saúde e as novas perspectivas, vem proporcionar uma ampla discussão da interface “Segurança do paciente” com os Serviços de Controle de Infecção Hospitalar.

 

CURSO

Na ocasião, a Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, coordenou o curso "Ferramentas para acreditação hospitalar visando a qualidade no Controle de Infecção - Gestão de risco assistencial".

O curso abrengeu os seguintes pontos:

  1. Contextualização e relevância dos riscos assistencias
  2. Epidemiologia dos erros e eventos adversos infecciosos e não infecciosos
  3. Ferramentas para a gestão de riscos assistenciais

 

Confira as fotos:

 



 

 

Fonte: Site do Congresso

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2016-11-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/556
<![CDATA[Hospitais usuários do DRG Brasil fazem reunião para compartilhamento de informação de custo]]>

Construir um novo modelo de relacionamento entre hospitais e operadoras baseado no DRG Brasil Refinado com o foco na sustentabilidade e na entrega de uma assistência de qualidade – este foi o objetivo da reunião de trabalho realizada na sede da Central do Hospitais, em Belo Horizonte, no dia 18 de outubro.

Estiveram presentes as equipes de controle, custos e TI do Hospital Mãe de Deus, Hospital Márcio Cunha, Hospital Biocor e Hospital Santa Rita (incluindo Dr. Mario Vrandecic e Dr. Reginaldo Teófanes). Participaram ainda pela Planisa o diretor técnico, Marcelo Carnielo, e pelo DRG Brasil Refinado os sócios-diretores, Renato Couto e Tania Grillo.

 

O projeto

Os participantes são usuários da metodologia DRG e iniciaram um projeto de compartilhamento de informação de custo para a construção das bases para o novo modelo. Estes hospitais já classificaram pelo DRG Brasil Refinado cerca de 98 mil internações.

Para padronizar a metodologia e conceitos de custos a serem utilizados, o grupo conta com o suporte técnico da Planisa. As bases de custos já estão sendo exportadas para o DRG Brasil dentro de um padrão homogêneo. Esta base de custos comum criará condições para as análises de custo com maior poder estatístico.

Foram discutidos aspectos técnicos e metodológicos de custos que serão utilizados no trabalho do grupo, homogeneizando a linguagem bem como os aspectos relacionados à padronização e qualificação das bases de custo hospitalar a serem compartilhadas.

 

 

Saiba mais sobre a metolodia DRG Brasil Refinado voltada para os hospitais: www.drgbrasil.com.br/hospitais

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2016-10-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/549
<![CDATA[Hospital Unimed Santa Maria realiza workshop de Planejamento Estratégico com o IAG Saúde ]]>

O IAG Saúde está realizando a elaboração do Planejamento Estratégico do Hospital Unimed Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

 

Trata-se de uma consultoria específica para negócios da área de saúde, com o objetivo de estabelecer as diretrizes para montagem do planejamento estratégico das organizações, tendo como foco a melhoria dos resultados empresariais e assistenciais.

 

O PE permite escolher objetivos estratégicos alinhados ao cenário mundial, brasileiro e local, que garantirão a sustentabilidade da organização. O plano é construído com base na metodologia internacional do Balanced Scorecard, tendo como suporte a grande experiência do IAG Saúde no setor de saúde brasileiro.

 

As ações são estruturadas em projetos que garantem a sua implantação, a qual é feita em três etapas: elaboração da estratégia; implantação da estratégia e análise crítica da alta direção.

 

O Hospital Unimed Santa Maria encontra-se justamente na etapa de implantação da estratégia, mais especificamente na fase de workshop para estruturação do PE, contemplando a construção do mapa estratégico e definição de indicadores.

 

Segundo a consultora que conduziu o workshop, Isabela Durso, o aproveitamento da equipe foi excelente, todos estão muito interessados e engajados no processo. "Há um respeito mútuo enorme, e os consultores do IAG são sempre muito bem recebidos por aqui.", declarou.

 

 

Foto: A Consultora do IAG Saúde Isabela Durso (no centro) com a equipe do Hospital Unimed Santa Maria

 

Além do Planejamento Estratégico, o Hospital Unimed Santa Maria faz parte do Programa Qualifica Unimed - encontra-se no sétimo passo para a certificação nas normas integradas de gestão ISO 9001 e ONA. A operadora, por sua vez, também está se preparando para acreditação na RN 277 da ANS.

 

Saiba mais sobre a metodologia de Planejamento Estratégico desenvolvida pelo IAG Saúde, clicando aqui.

 

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2016-10-20 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/548
<![CDATA[Como conferencista, Dr. Renato Couto participa do lançamento da Campanha Viver Mais]]>

Campanha Viver Mais - Hospital Paulo de Tarso

 

O lançamento da Campanha Viver Mais, requer também outros cuidados ocorreu no último dia 04 de outubro. O evento teve como conferencista o Dr. Renato Couto e a madrinha da campanha a atriz mineira, Gorete Milagres, na sua personagem Filomena.

 

Os presidentes da Central dos Hospitais, Reginaldo Teofanes, e da Federassantas, Kátia Rocha, participaram da mesa do evento, ao lado do presidente do Hospital Paulo de Tarso (HPT), Carlos Eduardo Costa.

 

Com o tema "Desafios da longa permanência para o sistema de saúde", o médico e diretor do IAG Saúde, Renato destacou o trabalho especializado e segmentado do HPT.

 

Estiveram presentes representantes dos convênios Cemig Saúde, Amil, Vitallis, Geap, Casu, dentre outros. A Campanha visa sensibilizar para os cuidados que a longevidade exige e a captação de recursos para os projetos desenvolvidos pelo Núcleo de Humanização do Hospital.

 

Sabia como apoiar esta causa: www.hospitalpaulodetarso.com.br

 

 

Confira algumas fotos do evento:

 

 

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Paulo de Tarso

 

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2016-10-13 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/546
<![CDATA[ANS reconhece metodologia utilizada por programa de qualificação hospitalar da Unimed Federação Minas]]>

Com o objetivo de qualificar e melhorar a eficiência da rede de serviços hospitalares, a Unimed Federação Minas desenvolveu no estado o programa MG-Hosp. Através dele é possível avaliar a qualidade da assistência hospitalar a partir de critérios objetivos de segurança assistencial, infraestrutura e resolubilidade de cada unidade avaliada. Para a operacionalização do programa, que prevê a realização de auditorias detalhadas nos hospitais, foi desenvolvida, em parceria com a empresa IAG Saúde, a ferramenta SCORE Rede, reconhecida agora pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, como um dos sistemas de aferição do QUALISS – Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços de Saúde. Este programa da ANS visa exatamente dar visibilidade aos serviços hospitalares qualificados em todo o Brasil, inclusive para fins de remuneração pelos serviços prestados.

 

Testado em mais de 900 instituições hospitalares em todo o país, o SCORE Rede foi desenvolvido pela IAG Saúde e subsidiou, inclusive, estudo científico desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais referente à prestação de serviço hospitalar no estado.

 

A metodologia do MG-Hosp é inovadora, pois utiliza critérios objetivos de avaliação e referências de comparação da própria rede hospitalar local. O programa estimula a melhoria operacional, promovendo a adequação de processos e estabelecendo padrões de referência a partir do registro de parâmetros do desempenho da rede.

 

Para Luiz Otávio de Andrade, assessor de Regulação e Saúde Integral da Unimed Federação Minas e responsável pelo programa MG-Hosp da Federação, o reconhecimento da ANS valida a estratégia da instituição em estimular a qualificação de prestadores, inclusive através de estímulo financeiro. O resultado buscado é a melhoria do resultado assistencial, com melhoria da saúde dos clientes e redução do desperdício relacionado às complicações. "O reconhecimento da metodologia Score Rede, que foi utilizada pioneiramente pelo MG-HOSP, nos dá a certeza de que estamos trabalhando no caminho certo, apostando na segurança assistencial como âncora para a melhoria na qualidade e eficiência hospitalar da rede credenciada", completa Luiz Otávio.

 

 

Fonte: Unimed Federação Minas / Unimed do Brasil

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2016-10-10 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/545
<![CDATA[ANS formaliza o SCORE Rede como sistema de avaliação do Qualiss]]> 



 

 

A metodologia SCORE Rede, desenvolvida pelo IAG Saúde para avaliação e mensuração da qualidade da rede prestadora de serviços da saúde suplementar, foi reconhecida pela ANS como um dos sistemas de aferição do Qualiss (Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviço de Saúde).

O SCORE Rede é o mais completo programa brasileiro de classificação da qualidade dos prestadores de serviço de saúde, podendo ser utilizado para a mudança do modelo remuneratório dos prestadores com base no nível de qualidade.

Foi amplamente testado em mais de novecentas instituições da saúde suplementar, além de ter sido avaliado por um estudo científico da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, o que lhe confere a solidez da soma da experiência prática com a ciência.

 

A METODOLOGIA

O SCORE Rede utiliza como referência a segurança, o conforto, a complexidade e a resolutividade assistencial ofertados aos usuários, atestado por Certificado de Qualidade emitido pelo IAG Saúde e autorizado pela ANS, nas seguintes dimensões:

  1. Segurança assistencial – avalia a infraestrutura disponível, a disponibilidade de profissionais em número adequado e a organização dos processos assistenciais e de suporte das organizações de saúde.
  2. Conforto para o cliente – avalia, no ambiente assistencial, o tipo de acabamento e outras facilidades oferecidos ao paciente e família.
  3. Complexidade hospitalar – avalia a capacidade da organização em atender demandas assistenciais de pacientes complexos, que requerem a disponibilização de ativos tecnológicos e de competências assistenciais específicas.
  4. Resolutividade assistencial pela disponibilização de serviços – Avalia o escopo de serviços ofertados e a capacidade de resolver a necessidade assistencial demandada.

 

Com essas informações, ganham os beneficiários de planos de saúde, que passam a fazer suas escolhas também baseadas no nível de qualidade certificada. Ganham as operadoras, que passam a atender as RNs 405 e 277 da ANS e recebem dados concretos para investir em redes assistenciais mais efetivas na solução de problemas de saúde. Ganham os prestadores de serviços, que passam a ter indicadores para aperfeiçoar seus processos e desempenhos assistenciais, melhorando a segurança do paciente e garantindo a sustentabilidade do seu negócio pela qualidade da assistência prestada.

 

Conheça mais sobre essa metodologia exclusiva selecionada pela ANS para o Programa Qualiss em www.iagsaude.com.br/avaliacao-da-rede.

 

 

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2016-10-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/540
<![CDATA[Dr. Renato Couto fará palestra de abertura da campanha "Viver mais, requer também outros cuidados"]]> 

 

O Hospital Paulo de Tarso, de Belo Horizonte/MG, realizará uma solenidade de lançamento da campanha "Viver mais, requer também outros cuidados".

 

Na ocasião, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde, irá proferir a palestra de abertura, intitulada "Os desafios da longa permanência para o sistema de saúde".

 

O evento ocorrerá no dia 04 de outubro de 2016, às 19h, no auditório do Amadeus Business Tower.

 

Participe! Confirme sua presença pelo telefone (31) 3448-5389 ou pelo e-mail assistentecomercial@abpt.org.br (Rodrigo).

 

 

Veja abaixo o convite:

 

 

 

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2016-09-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/536
<![CDATA[IESS convida para evento inédito sobre indicadores de qualidade na saúde]]>

Confira as informações do seminário internacional "Indicadores de qualidade e segurança do paciente na prestação de serviços de saúde - Melhores práticas internacionais e propostas para a constante melhoria da qualidade na saúde do Brasil":

 

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2016-09-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/537
<![CDATA[DRG Brasil, a revolução da economia no setor de saúde]]>

 

O 3º Happy Hour realizado pela Central dos Hospitais de Minas Gerais na última sexta-feira (02/09) contou com uma palestra do Diretor do DRG Brasil e IAG Saúde, Dr. Renato Couto.

 

O tema, de importância fundamental, principalmente em tempos de crise econômica: "DRG - Ferramenta de Gestão Hospitalar", prendeu a atenção dos mais de 50 presidentes e diretores da área de saúde mineira presentes no evento, que depois participaram de intenso debate com o palestrante.

 

Operadoras e hospitais que utilizam a ferramenta têm obtido resultados inacreditáveis. Segundo o palestrante, o DRG é a maior ferramenta de economia do sistema de saúde e pode ser facilmente utilizada se houver diálogo entre hospitais, operadoras e médicos, visando o bem o paciente e o lucro: "A ferramenta possibilita, sem necessariamente aumentar a receita, cortar o desperdício, gerar lucro e entregar a medicina bem feita para o paciente", enfatiza o palestrante.

 

O Hospital Santa Rita foi citado como exemplo da implantação do DRG Brasil em Belo Horizonte. Desde o primeiro semestre de 2015 a ferramenta vem sendo utilizada, e, segundo Reginaldo Teófanes, Diretor do Hospital e vice-presidente da Central, está dando certo:

 

"Estamos perdendo menos porque é importante quebrar paradigmas e trabalhar com informação. Para isso, é necessário dialogar e conversar para negociar o melhor para todas as partes envolvidas no negócio 'hospital'".

Reginaldo Teófanes


Fonte: Boletim quinzenal da Central dos Hospitais de Minas Gerais - Ano 1 - nº 13 - 01 de setembro de 2016

 

 

Confira as fotos do 3º Happy da Central dos Hospitais de Minas Gerais:

 

 

Dr. Reginaldo Teófanes Ferreira de Araújo - Diretor do Hospital Santa Rita e Vice-Presidente da Central dos Hospitais e Dr. Renato Couto - Diretor do DRG Brasil e IAG Saúde


Dr. Renato Couto


Dr. Renato Couto




Dr. Renato Couto




Dr. Renato Couto - Diretor do DRG Brasil e IAG Saúde, Dr. Reginaldo Teófanes Ferreira de Araújo - Diretor do Hospital Santa Rita e Vice-presidente da Central dos Hospitais e Dr. Castinaldo Bastos Santos - Presidente da Central dos Hospitais

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2016-09-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/535
<![CDATA[DRG Brasil apresenta nova ferramenta: o módulo Gráficos]]>

A partir de agora, visualizar o desempenho da sua instituição ficou ainda mais fácil. Com o novo módulo do DRG Brasil é possível criar gráficos a partir dos registros realizados no software.

 



Com esse módulo, você conseguirá configurar um painel de indicadores (ou painel de bordo), também conhecido como Dashboard. Essa nova ferramenta permitirá o monitoramento simultâneo de um grande número de informações, sendo de fácil acesso, manuseio, visualização e acompanhamento do negócio.

 

Esta atualização do DRG Brasil já está disponível para você no menu Gestão Assistencial / Gráficos. Para conhecer o funcionamento deste novo módulo, entre em contato com nossa equipe de suporte: suporte1@drgbrasil.com.br ou suporte2@drgbrasil.com.br.

 

Acesse: www.drgbrasil.com.br

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2016-09-05 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/533
<![CDATA[SigQuali lança novo módulo: Gestão de Riscos]]>

O IAG Saúde tem mais uma novidade para você:

Um novo módulo de gestão no SigQuali.

 

 

O IAG Saúde, sempre voltado a desenvolver programas e ferramentas que ajudem a aprimorar a gestão da qualidade em organizações de saúde, irá lançar um novo módulo no SigQuali: Gestão de Riscos.

 

Este módulo possibilita a gestão dos riscos da organização, com base na ISO 31000:2009, sendo aplicável nos processos e na estratégia. Ele gera a Matriz de Riscos vinculada a indicadores, documentos e registros, com análise de auditorias de controle. Sua aplicabilidade se estende à:

 

  • Gestão de Riscos Assistenciais por condição clínica do paciente ou linha de cuidados;
  • Gestão de Riscos Organizacionais;
  • Gestão de Mudanças;
  • Gestão de Riscos na Auditoria de Compliance.

 

Clique aqui a faça um tour virtual pelo módulo.



​Conheça melhor o SigQuali - Software Integrado de Gestão da Qualidade e tudo o que ele pode oferecer para a gestão da sua instituição: www.sigquali.com.br


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2016-08-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/525
<![CDATA[Dr. Renato Couto fala sobre a nova composição do IDSS, em entrevista exclusiva]]> 

 

O Diretor do IAG Saúde aborda as principais mudanças no índice da ANS, os novos indicadores e dimensões, e a importância da Acreditação de Operadoras para o sistema de saúde brasileiro. (Foto: Divulgação)

 

 

1. Quais foram as principais mudanças na composição do IDSS 2016 (ano-base 2015)?

 

Dr. Renato Couto: Para o monitoramento das operadoras e da ANS, foi estabelecido o IDSS – Índice de Desempenho da Saúde Suplementar – composto por um conjunto de indicadores. O IDSS varia de 0 a 1, sendo 1 o valor desejado. Os indicadores eram assim distribuídos em 4 campos com pesos diferenciados:

  • 40% para a dimensão Atenção à Saúde,
  • 20% para a dimensão Econômico-financeira,
  • 20% para a dimensão Estrutura e Operação, e
  • 20% para a dimensão Satisfação do Beneficiário

 

Em 2016, a distribuição dos indicadores foi modificada para:

  • 25% para a dimensão da qualidade em atenção à saúde;
  • 25% para a dimensão de garantia de acesso;
  • 25% para a dimensão de sustentabilidade no mercado; e
  • 25% para a dimensão de gestão de processos e regulação.

 

Na 4ª Dimensão, chamada “Processos e Regulação”, a Acreditação pela RN 277 possui elevado peso (12,5%), mas os processos que ela define como essenciais permitem que as outras dimensões do IDSS sejam atendidas.

 

 

2. A cada ano, a ANS incentiva, por meio de normas ou legislações como a RN nº 277, a implantação de Programas de Acreditação de Operadoras. Qual a importância da Acreditação na saúde suplementar brasileira?

 

Dr. Renato Couto: A Resolução Normativa número 277 da ANS, de 04 de novembro de 2011, é uma norma de gestão de operadoras da saúde suplementar (OPS). Ela determina o que fazer gerencialmente para que a operadora se torne sustentável por meio da entrega de elevados níveis de saúde.

 

 

3. A implantação do Programa de Acreditação atenderá apenas à dimensão 4 do IDSS (Gestão de Processos e Regulação) ou será também fundamental na avaliação das outras três dimensões (Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso e Sustentabilidade no Mercado)?

 

Dr. Renato Couto: A RN 277 estabelece os requisitos necessários ao atendimento das ouras três dimensões. Essa Resolução Normativa é o alicerce da construção de um sistema de saúde sustentável que, em última instancia, é mensurado pelas diversas dimensões do IDSS.

 

 

4. Você enxerga os novos indicadores e as novas dimensões do IDSS como ferramentas propulsoras de uma mudança na concepção da gestão de saúde no Brasil?

 

Dr. Renato Couto: Sem dúvida! Os novos indicadores e as novas dimensões criados pela ANS induzem o sistema de saúde suplementar na direção correta, que é a sustentabilidade com uma assistência de qualidade.

 

 

5. O IAG Saúde é precursor no país em implantação de programas de melhoria de gestão em organizações de saúde. A Acreditação é um deles. Quais são os maiores desafios para a implantação da Acreditação tanto por Operadoras quanto por Prestadores no Brasil?

 

Dr. Renato Couto: A Acreditação é uma reestruturação gerencial completa. Para realizar essa mudança são necessários dois pilares: 1. Liderança empresarial comprometida com o projeto e 2. Conhecimento.

 

O IAG Saúde cumpre o papel de capacitação em gestão. O mais relevante foi ter estabelecido uma metodologia de transferência de conhecimento com forte base tecnológica (ensino a distância, softwares de apoio) que facilita e garante uma apropriação do know how do IAG acumulado em 24 anos de experiência.

 

 

Veja mais sobre a Nova Composição do IDSS: Acreditação de Operadora: um novo indicador na composição do IDSS

 

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2016-07-18 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/522
<![CDATA[ Unimed São José do Rio Preto inicia a qualificação de rede pela metodologia SCORE Rede]]> 

A Unimed São José do Rio Preto (SP) acaba de iniciar o Programa de Desenvolvimento da Rede Prestadora - PDRP, desenvolvido pela gerência de Provimento de Saúde e que será implantado pela Gestão de Redes e Auditoria de Enfermagem.

 

 

Na foto, a consultora do IAG Saúde Mariana Souza (à direita) com a equipe da Unimed São José do Rio Preto

 

 

Trata-se do produto "Qualificação de Rede", fruto de uma parceria entre a Fundação Unimed e o Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde - IAG Saúde, para capacitar os prestadores de serviços através de modernas tecnologias de gestão. O objetivo é que elas contribuam com melhorias nos resultados da assistência hospitalar para garantir mais segurança, conforto e resolutibilidade para os beneficiários.

 

O Qualificação de Rede baseia-se na metodologia SCORE Rede, um sistema de avaliação e mensuração da qualidade da rede de prestadores, tendo como referência a segurança, o conforto, a complexidade e a resolutividade assistencial ofertados aos usuários. O SCORE Rede já foi aplicado pelo IAG Saúde em mais de 750 prestadores de saúde em todo o País.

 


Saiba mais sobre essa metodologia de qualificação: www.iagsaude.com.br/qualificacao-de-rede

 

 

Fonte: Boletim informativo "Integra News" da Unimed S. J. Rio Preto, edição de 11 de julho de 2016 | Ano 4 | Ed. 165

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2016-07-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/520
<![CDATA[Acreditação de Operadora: um novo indicador na composição do IDSS]]> 

Com o objetivo de promover a melhoria contínua do Programa de Qualificação das Operadoras, a ANS alterou, em 2016, o conjunto de indicadores que compõem as quatro dimensões do IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar).

Agora, cada dimensão representa 25% do IDSS. Dentre os indicadores, o Programa de Operadora Acreditada é o que tem maior valor absoluto: 12,5%.

 

O Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde – IAG Saúde, sempre atualizado com as normas que regularizam a gestão da saúde no nosso país, está preparado para assessorar sua Operadora no atendimento às novas exigências da ANS.

 

A equipe do IAG Saúde, formada por médicos, enfermeiros, administradores e especialistas em gestão, há 24 anos é responsável pela implantação de Programas de Acreditação e de Gestão em mais de 200 organizações de saúde em todo o Brasil.

 

Conheça aqui o produto Acreditação/Certificação do Sistema Integrado de Melhorias para Operadoras.

 

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Seguem abaixo os links da ANS a respeito da nova composição do IDSS:

 

* IDSS 2016

http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/operadoras-e-servicos-de-saude/3039-idss-2016

 

* Programa de Qualificação de Operadoras 2016 (a partir do Ano-Base 2015)

http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/qualificacao-ans/programa-de-qualificacao-de-operadoras-2016-a-partir-do-ano-base-2015#sthash.95LnwBjj.dpuf

 

* Estão disponíveis a pauta e o vídeo da Reunião de nº 447 da DICOL - Diretoria Colegiada onde um dos itens é o Programa de Qualificação das Operadoras (indicadores). Data da reunião: 29/06/2016.

http://www.ans.gov.br/aans/transparencia-institucional/atas-de-reunioes-da-diretoria-ans

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2016-07-11 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/519
<![CDATA[Dra. Tania Grillo participa da inauguração do novo espaço da Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Médicas - MG]]>

Foi inaugurado, no dia 20 de junho de 2016, o novo espaço reservado para a Pós-Graduação da Faculdade Ciências Médicas – MG.

 

Agora, todo o instituto, que abriga mais de 40 cursos em diversas áreas da saúde, o Mestrado Acadêmico, a Residência e a Especialização Hospitalar, passa a ocupar o primeiro andar do prédio da Faculdade. Um ambiente pensado e desenvolvido para oferecer mais modernidade e comodidade para aos alunos, professores e colaboradores.

 

Estiverem presentes na mesa de honra o Presidente da Fundação Educacional Lucas Machado FELUMA, Dr. Wagner Eduardo Ferreira, o Diretor geral da Pós-Graduação Ciências Médicas de Minas Gerais, Prof. Antônio Vieira Machado, a Coordenadora do Lato Sensu Presencial e a Distância, Prof. Kely Pereira Vieira, o Coordenador acadêmico do Stricto Sensu, Prof. Eduardo Back Sternick, Professor José Rafael Guerra Pinto Coelho, representando os ex-coordenadores da Pós-graduação Ciências Médicas e a Dr. Valma Leite Cunha, Promotora de Justiça da Procuradoria de Fundações do Ministério Público de MG. Além de diretores, funcionários, alunos e parceiros.

 

Também esteve presente na cerimônia de inauguração do espaço da pós-graduação a Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde e coordenadora do curso de Gestão Integrada da Qualidade.

 

Saiba mais sobre o curso, clicando aqui.

 

 

Fonte: Site da Faculdade de Ciências Médicas MG

 

 

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2016-07-04 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/515
<![CDATA[100ª certificação, 100% de aprovação: mais um marco histórico para o IAG]]>

 

 

O IAG Saúde – Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde acaba de ver aprovada a centésima certificação sob sua consultoria.

 

Mais um marco histórico para empresa, que até hoje obteve 100% de aprovação em todas as certificações ISO 9001, ONA, RN 277, NIAHO ou ISO 31000 que conduziu em instituições de saúde: operadoras, hospitais ou outros prestadores de serviço.

 

A equipe do IAG Saúde, formada por médicos, enfermeiros, administradores e especialistas em gestão, é responsável pela capacitação e pela reestruturação dos métodos gerenciais de mais de 200 organizações de saúde em todo o Brasil. Acompanhe o nosso trabalho em www.iagsaude.com.br.

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2016-06-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/514
<![CDATA[Especialista esclarece situação dos hospitais diante da crise econômica]]>

A recessão que assola o país tem afetado todos os segmentos

 

Sócia-diretora do IAG Saúde, Tania Grillo: “Há uma redução nos números de hospitais e leitos ao longo dos últimos 6 anos” (Foto: Divulgação)

 

 

O setor da saúde não fica de fora. O problema nesse caso é que, além do cenário adverso, os hospitais já passam, há algum tempo, por um processo de falta de verbas devido ao seu alto custo. O Edição do Brasil conversou com a sócia-diretora do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde) e doutora em Ciências da Saúde, Infectologia e Medicina Tropical, Tania Grillo, para saber como as instituições do Estado estão lidando e suportando esse momento de crise. “A desvalorização do real nesses últimos 12 meses colabora para a diminuição da receita e aumento de custos. O cenário não é de tranquilidade”, afirma.

 

Qual é a atual situação dos hospitais de Minas?

 

Como todo setor do Brasil existem impactos positivos e negativos. Essa é uma área que cronicamente já sofre muito com essa questão de financiamento. Há uma grande diferença entre os hospitais totalmente privados, filantrópicos e públicos, mas em geral eles já vêm sentindo, há algum tempo, esse problema. A crise econômica impacta diretamente os hospitais da Saúde Suplementar e com o aumento da taxa de desemprego, muitos trabalhadores também perdem o acesso aos planos de saúde corporativos e, com isso, geram uma menor demanda para as instituições.

 

Outro ponto é que o beneficiário com o risco de empregabilidade tem diminuído também a sua busca pelos serviços, em especial de urgência e emergência. Isso contribui diretamente, em alguma extensão, para uma diminuição das internações hospitalares reduzindo a receita. Por outro lado, praticamente todos os insumos para assistência no hospital possuem não apenas a carga tributária alta, mas também são adquiridos em dólar, como é o caso dos equipamentos. Com a desvalorização do real nesses últimos 12 meses isso colabora para a diminuição da receita e aumento de custos. O cenário não é de tranquilidade.

 

 

Os medicamentos estão em falta?

 

Nós não podemos dizer que faltam medicamentos. Pode haver pontualmente algum desabastecimento por motivos dos mais variados, até mesmo por dificuldade de importação. Mas não tem como generalizar que isso seja uma realidade nos hospitais. Essa questão tem que ser contingenciada e tratada pelas instituições. Agora, se estivermos nos referindo a hospitais essencialmente do SUS, eles têm um cenário um pouco diferente, porque possuem um rigor de necessidades de licitações e verbas dos governos. Muitas vezes essas verbas acabam tendo atraso na disponibilidade e isso pode retardar os programas licitatórios, o que acarreta na falha da distribuição. Porém não podemos afirmar que isso aconteça em todas instituições.

 

A mesma coisa acontece com os equipamentos. As nossas dificuldades são oriundas de receitas que vêm diminuindo devido aos fatores do cenário econômico brasileiro. O custo aumenta porque está atrelado a questão inflacionária e ao dólar. No meio disso tem também a necessidade de melhorar os processos internos dos hospitais e, fazer isso dentro de um momento insatisfatório, procurarmos pelas oportunidades. São nelas que estão a ponte que faz uma instituição sair de uma situação de falta de equilíbrio econômico financeiro para uma mais favorável, mesmo diante do cenário atual.

 

 

Algum hospital corre o risco de ter que fechar alas ou até mesmo as portas?

 

Não temos conhecimento. No entanto dados disponíveis no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) mostram uma redução no número de hospitais e leitos ao longo dos últimos 6 anos, variando em torno de 16% a 25%. Isso é um fenômeno nacional.

 

 

O que o governo federal pode fazer para auxiliar o problema?

 

É necessário reerguer o país em diversas frentes. Todos os bons programas que busquem otimizar o crescimento econômico, mas que essa medida se faça a luz de investimentos, infraestrutura, saneamento, educação, repercutem de uma forma bem favorável dentro do segmento de saúde como um todo. Isso é indiscutível.

 

Outro fator importante é o financiamento do sistema, especialmente a respeito da filantropia e hospitais públicos. Já existem grandes discussões de reavaliação desse modelo. Por mais que se injete cada vez mais dinheiro, dificilmente os resultados serão os melhores possíveis. É fundamental haver um somatório da revisão do financiamento com aumento e valorização atrelado a excepcionais resultados assistenciais. Hospitais precisam ter condição de prestar uma assistência cada vez melhor e segura para o paciente. É dessa forma que os custos caem e isso se torna um sistema viável.

 

 

Fonte: Jornal Edição do Brasil - 13 de junho de 2016

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2016-06-13 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/510
<![CDATA[No 14º SUESC em Florianópolis, Dra. Tania Grillo faz palestra sobre Gestão da Informação em Saúde]]>

Com o objetivo de trazer as novidades e referências no mundo dos negócios que contribuem para o desenvolvimento do mercado da Saúde Suplementar, o SUESC - Simpósio das Unimeds do Estado de Santa Catarina aconteceu dos dias 21 a 23 de abril de 2016.

 

Realizado no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis (SC), o SUESC foi uma oportunidade de compartilhar experiências de profissionais de diversas regiões do país, conhecer as novidades em produtos e serviços e fazer grandes negócios.

 

No evento, a Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, ministrou a palestra "Gestão da Informação em Saúde" para um público-alvo composto por dirigentes, gestores, profissionais de auditoria e atenção à saúde.

 

 

Na foto: Dr. Antônio Luis Marinho Coli, médico da Gestão de Regulação de Serviço da Saúde da Unimed Federação Minas; Dra. Silvana Márcia Bruschi Kelles, Coordenadora do Grupo de Avaliação de Tecnologias da Unimed Belo Horizonte e da Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências da Unimed do Brasil; Dr. Álvaro Koenig, Coordenador Núcleo Ensino e Pesquisa na Unimed-Joinville, e avaliador de tecnologias em saúde na Federação Unimed Santa Catarina; Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde; representantes da Unimed Santa Catarina e Unimed Joinville.



Fonte: www.eventosuesc.com.br

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2016-05-20 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/507
<![CDATA[Dra. Tania Grillo compõe mesa sobre gestão de custos no 25º Congresso FEHOSP com palestra sobre o DRG Brasil]]>

 Entre os dias 3 e 6 de maio de 2016, no Tauá Hotel Atibaia, aconteceu o 25º Congresso FEHOSP.

 

O Congresso, realizado pela Federação das Santas Casas e Hospitais beneficentes do Estado de São Paulo, teve como objetivo promover a integração e o engajamento das lideranças hospitalares de SP e do Brasil.

 

Trata-se de um evento corporativo, com a participação de profissionais e palestrantes renomados e representantes do governo afetos às regulações que disciplinam o SUS.

 

No Congresso, a Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde e do DRG Brasil, participou do fórum sobre Gestão de Custos, com palestra sobre a metodologia DRG - Diagnosis Related Groups.

 

Saiba mais sobre o DRG Brasil em: www.drgbrasil.com.br

 

Confira as fotos:

 

 

Fonte: eventosfehosp.com.br

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2016-05-17 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/506
<![CDATA[ISO 9001:2015 - Sua equipe já está capacitada para atender as exigências dessa nova versão? ]]>

A Norma ISO 9001 foi revisada. Em sua nova versão, traz exigências que deverão ser adotadas por todas as organizações que possuam Certificação ISO 9001:2008.

 



As novas certificações e as recertificações já podem ser feitas seguindo as normas da ISO 9001:2015, que definem os requisitos para garantir padrões de qualidade com objetivo de buscar a satisfação dos clientes e a melhoria contínua do desempenho da instituição. Uma oportunidade para manter sua organização atualizada, de acordo com as novas normas internacionais da ISO.

 

A equipe do IAG Saúde está à sua disposição para apresentar as alterações, esclarecer suas dúvidas e prestar consultoria na implantação/atualização dos processos para a Certificação ISO 9001:2015.

 

 

Confira abaixo as principais mudanças:

 

  • Planejamento Estratégico: é a base para qualquer negócio, pois direciona onde a organização está e onde ela deseja chegar. Nesse sentido, a nova versão define que a organização deve identificar questões internas e externas que sejam pertinentes ao seu próprio negócio, definindo ações que devem ser realizadas frente a estes cenários. Para isso, a instituição deve possuir/ atualizar o seu Planejamento Estratégico, tornando clara a análise de cenários conforme itens da norma e definição de ações estratégicas de acordo com os objetivos da Qualidade/ estratégicos.

 

  • Liderança: um novo formato de acompanhamento dos processos pelas lideranças deve ser definido, retirando a necessidade de haver um Representante da Direção. Caberá a cada gestor exercer esse papel com o acompanhamento pela Alta Direção, o que também exige maior participação das gerências no sistema de gestão tornando isso mais claro na definição das responsabilidades dos cargos.

 

  • Gestão de risco: a organização deve desenvolver a gestão de riscos baseada no seu cenário, considerando não somente os riscos negativos, mas também os riscos positivos, de forma a identificar a eficácia das ações frente à gestão de risco ao longo do tempo. A instituição deve estar preparada para entender o seu contexto e determinar os riscos como base para o planejamento das ações. Assim, será possível fazer a gestão de ações preventivas baseadas nos riscos.

 

  • Gestão das mudanças: toda e qualquer mudança que ocorrer no sistema de gestão deve ser realizada de forma planejada e sistemática. Para isso é necessário que a instituição esteja preparada para agir de forma preventiva, planejando antes de iniciar qualquer mudança, associando a gestão de mudança à mentalidade de risco.

 

  • Gestão de fornecedores: a instituição deve ter maior atenção para o controle de fornecedores terceirizados, principalmente aqueles que são internos à organização, tornando maior a sua responsabilidade sobre eles. Uma forma muito eficaz para isso é incluí-los no sistema de gestão, mas para isso o processo de gestão de fornecedores deve ser revisado, de forma a melhorar o controle sobre esse tipo de serviço.

 

  • Não conformidades: as não conformidades devem ter análise de eficácia para identificar se o tratamento foi adequado e servir como base também para a gestão de riscos e de mudanças.

 

  • Conhecimento e competência: são imprescindíveis o envolvimento e a capacitação de todos os colaboradores no sistema de gestão, de forma a entender sua contribuição para a política da qualidade, objetivos da qualidade, eficácia do sistema de gestão e não conformidades. Além disso, um ambiente adequado deve ser garantido aos colaboradores, combinando fatores sociais, psicológicos e físicos.

 

  • Prazo para a transição do certificado ISO 9001 para a versão 2015: A validade dos certificados emitidos nas versões anteriores da norma será perdida em 23 de setembro de 2018, após 3 anos da data de lançamento da nova versão. A transição pode ser solicitada pela organização a qualquer momento, nas auditorias de manutenção ou recertificação, basta entrar em contato com a organização acreditadora e verificar se a mesma já está apta para auditar a versão atual da norma.

 

 

Entre em contato conosco:

 

IAG Saúde

www.iagsaude.com.br

iagsaude@iagsaude.com.br

31 3241-6520

 

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2016-05-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/504
<![CDATA[Dra. Tania Grillo participa de evento sobre Infecção Relacionada ao Cuidar em Saúde]]>

Dia 13 de maio de 2016 foi realizado o V Simpósio do Núcleo de Pesquisa em Infecção Relacionada ao Cuidar em Saúde, ocorrido no Hotel Dayrell em Belo Horizonte.

 

Na ocasião, a Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, proferiu a palestra intitulada "Infecções em neonatologia: qual é o nosso papel na prevenção?".

 

O Simpósio, organizado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Infecções relacionadas ao cuidar em Saúde da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), teve como tema principal a Qualidade assistencial fundamentada na segurança do paciente.

 

 

 

Fotos: Guilherme Armond - AMECI; Cláudia Murta - Santa Casa de BH; Professora Adriana de Oliveira; Tania Grillo - IAG Saúde.

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2016-05-13 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/503
<![CDATA[Qualificação de Rede: uma obrigatoriedade das operadoras, um direito do cliente]]> 

Qualificação de Rede

 

 

A Resolução Normativa 267 da ANS, que institui o Programa de Divulgação da Qualificação de Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar, determina que todas as operadoras de planos de saúde estão obrigadas a publicar, em seu material de divulgação da rede assistencial, a qualificação de cada um dos seus prestadores de serviços credenciados.

 

Para atender a essa demanda, o IAG Saúde desenvolveu o Qualificação de Rede, que avalia e cria as bases para a melhoria da qualificação e do desempenhou da rede de prestadores de serviço.

 

A avaliação é feita através do SCORE Rede, um método de auditoria exclusivo IAG Saúde, onde cada prestador é mensurado de acordo com os níveis de segurança, conforto, complexidade e resolutividade assistencial ofertados aos clientes usuários. Essa metodologia foi avaliada em estudo científico da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG e amplamente testada em mais de 750 hospitais e outros prestadores de serviço da saúde suplementar.

 

No Qualificação de Rede, a partir dos resultados da avaliação, o IAG Saúde elabora um plano de desenvolvimento da rede que permite, entre outras ações de melhoria, estabelecer uma mudança no modelo remuneratório, passando a se praticar a compra de serviços por preços diferenciados, de acordo com os diferentes níveis de qualidade mensurados.

 

A experiência de mais de 20 anos do IAG Saúde em estruturação de gestão de prestadores e operadoras em todo o Brasil, para Acreditação, possibilitou a construção de uma metodologia simples, adequada à realidade brasileira. Clique aqui e conheça o Qualificação de Rede. Um produto desenvolvido para atender as exigências da RN 267 da ANS.

 

Conheça: www.iagsaude.com.br/qualificacao-de-rede

 

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2016-04-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/496
<![CDATA[Estão abertas as inscrições para o V Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar]]>

Evento contará com intensa atividade científica e palestrantes reconhecidos nacional e internacionalmente. Dra. Tania Grillo dará curso sobre Ferramentas para acreditação visando a qualidade no Controle de Infecção.


 

 

Palavra do presidente do Congresso

“Entre os dias 09 e 12 de novembro de 2016, a cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais – Brasil, sediará o XV Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar e o 1º Simpósio Internacional da Associação Panamericana de Infectologia em Infecções Associadas à Atenção à Saúde.

Considerado o maior e mais importante evento científico na área, nessa edição estaremos enriquecendo o congresso através da parceria com a Associação Panamericana de Infectologia, entidade de grande relevância no cenário internacional.

O local escolhido para sediar o evento é o Minascentro, considerado o mais tradicional endereço de eventos de Belo Horizonte, com uma localização privilegiada, bem no centro da capital mineira, onde à sua frente encontra-se um dos pontos mais visitados pelos turistas da capital: o Mercado Central.

A comissão científica assumiu o desafio de elaborar um programa abrangente nas diversas áreas da epidemiologia, prevenção e controle das infecções. O tema central escolhido, Segurança do paciente: o que foi tendência, o que de fato mudou na prática e no comportamento dos profissionais de saúde e as novas perspectivas, vem proporcionar uma ampla discussão da interface “Segurança do paciente” com os Serviços de Controle de Infecção Hospitalar.

A edição do evento oferecerá uma intensa atividade científica, com palestrantes reconhecidos nacional e internacionalmente que permitirá a interação e um intercâmbio de experiências entre os participantes.

Desta forma, em nome da comissão organizadora, é com enorme satisfação que queremos convidá-los para participar e enriquecer este grande evento na capital dos mineiros.

Sejam bem vindos à nossa casa.

Esperamos você de braços abertos!”

 

Guilherme Augusto Armond

Presidente do Congresso

 

Fonte: Site do Congresso

 

 


 

Curso ministrado pela Dra. Tania Grillo

No primeiro dia do evento, a Diretora do IAG Saúde Dra. Tania Grillo ministrará o curso intitulado “Ferramentas para acreditação hospitalar visando a qualidade no Controle de Infecção - Gestão de risco assistencial”.

 

Veja as informações sobre o curso:

- Data: 09/11/2016, quarta-feira

Horário: De 8:30 às 12:30

- Vagas: 30

- Objetivos: Capacitar profissionais da área da saúde com ênfase na prevenção de controle de infecção relacionada à assistência; desenvolver capacidade crítica no planejamento e supervisão das atividades relacionadas aos processos de trabalhos de uma CCIH.

- Público-alvo: médicos, enfermeiros, farmacêuticos, residentes e estudantes.

- Nível: Intermediário

- Conteúdo programático:

  1. Contextualização e relevância dos riscos assistenciais
  2. Epidemiologia dos erros e eventos adversos infecciosos e não infecciosos
  3. Ferramentas para a gestão de riscos assistenciais

 

 

Para conferir toda a programação do evento e realizar sua inscrição, acesse: www.controledeinfeccao2016.com.br

 

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2016-04-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/494
<![CDATA[Dr. Renato Couto fala sobre o Fator de Qualidade da ANS e explica seus benefícios]]>

 

O Diretor do IAG Saúde, Dr. Renato Couto – médico, professor da Universidade Federal de Minas Gerais e especialista em Sistemas de Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente – fala sobre o Fator de Qualidade estipulado pela ANS e os benefícios acarretados para hospitais, operadoras e a sociedade.

 

 Crédito foto: Glenio Campregher

 


          1) Dr. Renato, o que é o Fator de Qualidade?

 

Dr. Renato Couto: O Fator de Qualidade são os critérios que a Agência Nacional de Saúde Suplementar definiu para poder dizer se um hospital, que atende à saúde suplementar, possui ou não qualidade.

O reajuste anual de preços das tabelas hospitalares passa a ter estratos diferentes para hospitais com qualidade diferentes. Um hospital é considerado de alta qualidade se possuir acreditação, nacional ou internacional, no nível máximo (por exemplo: ONA 3) e neste caso receberá reajuste de 105% da inflação medida pelo IPCA. Se o hospital apenas cumprir os critérios estabelecidos nos projetos da ANS de indução da qualidade, receberá 100% de reajuste. Porém, se ele não apresentar qualquer critério de qualidade, receberá somente 85% de reajuste.

 

 

          2) Quais foram as motivações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para criar o Fator de Qualidade?

 

Dr. Renato Couto: A Agência segue a ciência médica, que tem demonstrado que há uma enorme mortalidade, sequelas e desperdício de recursos em decorrência da má qualidade assistencial. A complicação intra-hospitalar é uma das maiores causas de morte nos EUA, e corresponde a 30% do valor de uma conta hospitalar.

O mecanismo de estímulo econômico ao aumento da qualidade exercido pela ANS acompanha, portanto, a ciência, que tem atestado a força desse tipo de estímulo para a mudança.

 

 

          3) Quais são os benefícios para os hospitais?

 

Dr. Renato Couto: O mais importante é a injeção de recursos, via reajuste diferenciado, para se investir em medicina de alta qualidade, segura, que é a missão de todo hospital. Há um reconhecimento econômico pelos seus investimentos em qualidade. Até antes da resolução, hospitais diferentes em qualidade recebiam da mesma maneira. Para o bem de todos, isso mudou.

 

 

          4) Quais são os benefícios para as operadoras de planos privados de saúde?

 

Dr. Renato Couto: O primeiro é a mudança de modelo remuneratório, que introduz novos princípios na relação com a rede: pagar diferente para níveis de qualidade diferentes. Abre-se um novo caminho de pagamento, que, no futuro, permitirá pagamento diferenciado por resultados assistenciais.

O segundo fato é a mudança de foco da ANS, induzindo o sistema ao controle do desperdício pela melhoria da qualidade. A sustentabilidade é vista não por “mágicas ”contábeis e financeiras, e sim pela mudança de modelos. Melhor medicina determina menor desperdício e garante sustentabilidade.

 

 

          5) Como o Fator de Qualidade contribui para a segurança do paciente?

 

Dr. Renato Couto: O Fator de Qualidade fornece o ambiente e os recursos para se estruturar sistemas de assistência seguros. É condição necessária, mas insuficiente, a existência tão somente de capacidade técnica. A Agência completa os requisitos necessários para a segurança: estímulo econômico e mudança de cultura do negócio, que, se associados a conhecimento, culminam em resultados seguros.

 

 

Clique aqui para saber mais sobre o Fator de Qualidade da ANS.

 

 

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2016-04-12 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/490
<![CDATA[Fator de Qualidade - IAG Saúde prepara instituições para atingir o nível máximo de reajuste ]]>

 

Com o objetivo de estimular a adoção de boas práticas com vistas à melhoria da qualidade na saúde e segurança do paciente, no âmbito da prestação de serviços no setor suplementar, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) criou o “Fator de Qualidade”.

 

A Instrução Normativa nº 61 propõe utilizar os programas de acreditação já estabelecidos e reconhecidos no Brasil, bem como critérios estabelecidos nos projetos da DIDES/ANS de indução da qualidade como parâmetros para a aplicação do Fator de Qualidade.

 

O índice de reajuste definido pela ANS (IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) para prestadores de serviços hospitalares é estratificado em três percentuais*:

• O processo de acreditação configura como parâmetro máximo (105% do IPCA). É considerado Hospital Acreditado aquele que possui certificado de acreditação em nível máximo.

• A participação e cumprimento dos critérios estabelecidos nos projetos da DIDES/ANS de indução da qualidade como parâmetro intermediário (100% do IPCA).

• Os hospitais que não possuem acreditação e não atenderem aos critérios definidos pela ANS serão classificados no parâmetro mínimo e receberão reajuste de apenas 85% do IPCA.

* Referem-se aos reajustes ocorridos no período de 22 de dezembro de 2015 a 31 de dezembro de 2016.

 

Os indicadores e programas de indução da qualidade assistencial utilizados para a elaboração dos critérios de qualidade para fins de aplicação do percentual intermediário são:

• Proporção de guia eletrônica de cobrança na versão 3 do Padrão TISS;

• Núcleo de segurança do paciente cadastrado na ANVISA;

• Proporção de readmissão em até 30 dias da última alta hospitalar; ou

• Efetiva participação no Projeto Parto Adequado, comprovada pela melhoria no indicador proporção de partos vaginais.

Fonte: Fichas Técnicas e Nota técnica nº 34/DIDES - Indicadores do Fator de Qualidade

 

Marque uma visita de um consultor do IAG Saúde para avaliar a sua instituição hospitalar e estabelecer um plano de ação que permita o recebimento do nível máximo de reajuste da ANS.

 

Conheça aqui cada um dos produtos IAG Saúde que atendem ao Fator de Qualidade da ANS:

 

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2016-04-04 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/484
<![CDATA[DRG Brasil lança novo site com novidades como parcerias, módulos reformulados e DRG Refinado]]>

O DRG Brasil lança, em 2016, seu novo site. Uma das importantes novidades é o lançamento da parceria de quatro consultorias autorizadas a comercializar o sistema: Deloitte, IAG Saúde, Planisa e PwC. Juntas, essas empresas representam uma força expressiva do âmbito de consultoria em saúde no País.

 

Para facilitar a navegação, o conteúdo do site é segmentado pelas áreas de Gestão de Operadoras e Gestão de Hospitais, sendo que em cada uma delas apresenta oito novos módulos de gestão.

Para as Operadoras, os módulos são: 1- Categorizador de pacientes; 2- Autorizador de tempo de internação e prorrogação; 3- Auditoria e gestão assistencial; 4- Gestão de custos de materiais, medicamentos e OPME; 5- Gestão de desempenho de hospitais e médicos; 6- Resumo de alta hospitalar; 7- Compra de serviços por procedimentos gerenciados; 8- Módulos administrativos.

Para os Hospitais, os módulos são: 1- Categorizador de pacientes; 2- Gestão de leitos hospitalares; 3- Auditoria clínica; 4- Gestão de custos assistenciais por categoria DRG; 5- Governança clínica e gestão de riscos; 6- Resumo de alta hospitalar; 7- Venda de serviços por procedimentos gerenciados; 8- Módulos administrativos

Em ambas as áreas existe um campo especial dedicado ao DRG Brasil Refinado, isto é, totalmente adaptado ao perfil epidemiológico e estrutural do sistema de saúde nacional.

Além disso, agora o internauta poderá conferir as notícias divulgadas na mídia sobre a metodologia DRG, e também as publicações científicas sobre esse tema.

 

 

 

 

Sobre o DRG Brasil

O DRG Brasil é uma metodologia sofisticada de compra de serviços, gerenciamento de custos e da qualidade assistencial-hospitalar, que permite a elaboração de pacotes - clínicos e cirúrgicos - para a comercialização de serviços hospitalares, tendo como base informações coletadas a partir da internação. Tem como base a metodologia DRG - Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados), concebida em Yale e há anos em uso por governos, hospitais e operadoras em países da América do Norte, de toda a Europa ocidental, da África (África do Sul), da Ásia e da Oceania.

O DRG Brasil Refinado é a substituição dos códigos americanos pelos códigos de saúde brasileiros (da Saúde Suplementar e do SUS), adaptando-os ao perfil epidemiológico e estrutural do sistema de saúde do nosso País.

 

Acesse:

www.drgbrasil.com.br/operadoras

www.drgbrasil.com.br/hospitais

 

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2016-03-01 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/472
<![CDATA[Seminário apresenta experiências de hospitais e operadoras de saúde com metodologia DRG Brasil]]>

Sistema que define remuneração de cuidados hospitalares é usado como aliado no controle de custos no setor de saúde

 

A PwC e o DRG Brasil firmaram parceria para apoiar o setor de saúde, combinando experiências internacionais com boas práticas nacionais para construírem as melhores soluções de gestão dos recursos de saúde para o mercado.

Como resultado dessa parceria as duas empresas realizaram, no último mês dezembro, o Seminário DRG, onde foi apresentado o DRG Brasil Refinado, uma metodologia totalmente adaptada ao perfil epidemiológico e estrutural do sistema de saúde brasileiro.

A maior incidência de doenças crônicas, somada ao aumento na expectativa de vida da população e aos custos cada vez mais altos no setor de saúde, indica um futuro desafiador tanto para hospitais quanto para empresas gestoras de planos e seguros de saúde. Nesse cenário, o DRG (Diagnosis Related Groups, ou Grupos de Diagnósticos Relacionados) pode ser um grande aliado no controle de custos e na redução dos gastos do setor.

A metodologia DRG consiste na classificação de pacientes por meio de uma variedade de códigos clínicos e cirúrgicos, com o objetivo de definir a remuneração dos serviços de saúde de acordo com o diagnóstico de cada paciente. Além de propor um novo mecanismo de remuneração dos serviços médico-hospitalares, o sistema DRG Brasil atua como uma valiosa ferramenta de gestão financeira para hospitais e operadoras de saúde.

Durante o seminário, operadoras de planos de saúde e hospitais compartilharam suas experiências e resultados obtidos com a implantação da metodologia DRG. Participaram do evento as instituições Unimed BH, Unimed Goiânia e Hospital Márcio Cunha – as quais apresentaram os resultados alcançados e suas experiências de mais de quatro anos de aplicação prática da metodologia DRG Brasil para aumento da efetividade operacional.

Trazendo uma experiência internacional, a diretora da PwC da área de Saúde nos Estados Unidos, Caroline Piselli, falou sobre a evolução dos modelos de gestão e remuneração aplicados no país e sobre como o DRG contribui para a melhoria na gestão de hospitais e operadoras de planos de saúde.

 

 

Da esquerda para a direita:

Carolina Pereira – PwC Manager; Caroline Piselli - diretora da PwC da área de Saúde nos EUA; Dra. Tania Grillo – diretora do IAG Saúde; Eliane Kihara – PwC Partner; Dr. Renato Couto – diretor do IAG Saúde; Dra. Sabrina Beviláqua – Gestora de Melhoria da Qualidade Assistencial da Unimed Vitória

 

 

Sobre a PwC

Na PwC, nosso propósito é construir confiança na sociedade e resolver problemas complexos. Somos um Network de firmas presente em 157 países com mais de 208.000 profissionais comprometidos em oferecer qualidade em serviços de Auditoria e Asseguração, Consultoria de Negócios e Tributária. Para saber mais e nos dizer o que importa para você, acesse www.pwc.com.br

PwC refere-se ao Network PwC e/ou uma ou mais firmas-membro, sendo cada uma delas uma entidade legal independente. Acesse www.pwc.com/structure para mais detalhes.

© 2015 PricewaterhouseCoopers. Todos os direitos reservados.

 

Sobre o DRG Brasil

O DRG Brasil foi desenvolvido por médicos PhD’s da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, em parceria com o IAG Saúde, para atender às necessidades brasileiras de codificação de doenças e de procedimentos, tendo como base a metodologia DRG - Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados), hoje em uso por governos, hospitais e operadoras de serviços de saúde em quase todo o mundo.

O DRG Brasil Refinado consiste no Medical MS-DRG – utilizado desde os anos 80 e atualizado anualmente pelo governo norte-americano – adaptado aos códigos de saúde brasileiros da Saúde Suplementar e do Sistema Único de Saúde (SUS).

Hoje, o DRG Brasil é utilizado em diversas regiões do País por operadoras de planos de saúde que cobrem aproximadamente 4 milhões de vidas, e por mais de 180 hospitais, já tendo avaliado o desempenho econômico e assistencial de mais de 250 mil altas hospitalares.

 

 

Fontes:

PwC – Assessoria de Comunicação

DRG Brasil – Assessoria de Comunicação

 

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2016-02-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/468
<![CDATA[IAG ganha prêmio de Empresa Líder da Saúde 2015]]>

Em dezembro passado, o Grupo Mídia realizou, em São Paulo, a noite de premiação do Líderes da Saúde 2015. O prêmio, que está em sua terceira edição, traz as empresas, instituições de ensino, operadoras, indústrias, consultorias, entre outros players do mercado que mais se destacaram no último ano.

A primeira parte dos estudos do Líderes da Saúde se dedicou a pesquisas de mercado, onde foram identificados e selecionados os finalistas. Com a lista em mãos, foram analisados os cases e dados levantados na pesquisa, pontuando aqueles que mais se destacaram dentro de sua proposta.

Os ganhadores foram eleitos pelo Conselho do Grupo Mídia, composto pelas revistas Healthcare Management, HealthARQ, Health-IT e portal Saúde Online.

O IAG Saúde configurou como um dos grandes vencedores da noite. Além do instituto, outras importantes organizações também foram premiadas nas diversas categorias, como ANAHP, ONA, FGV, Amil, Unimed do Brasil, FBAH, Votorantim, AACD, Totvs, entre muitas outras. A lista completa dos Líderes da Saúde pode ser vista na última edição da revista Healthcare Management.

 

Confira:

 

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2016-01-18 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/457
<![CDATA[DRG - Informação que vale ouro]]>

Em entrevista à Revista Melhores Práticas a Dra. Tania Grillo explica como o DRG pode ser uma ferramenta ideal para a governança clínica, a remuneração de serviços hospitalares e a contenção do desperdício - tanto para operadoras quanto para hospitais.

 

 

Clique aqui para baixar o PDF desta matéria.

 

Fonte: Revista Melhores Práticas - edição 17.

 

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2016-01-11 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/453
<![CDATA[Pesquisa da UFMG sobre medição da produtividade hospitalar pelo DRG vence primeiro lugar no Prêmio IESS]]>

O pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais José Carlos Serufo Filho classificou-se em primeiro lugar no V Prêmio IESS, categoria Economia, com o trabalho intitulado "Avaliação da Produtividade de Hospitais Brasileiros pela Metodologia do Diagnosis Related Groups".

 

  • V PRÊMIO IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) laureou, no dia 12 de novembro, os vencedores do V Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar.

Realizado anualmente, o Prêmio tem o objetivo de promover a pesquisa e valorizar estudos com qualidade técnica e capacidade de contribuir para a evolução do setor de saúde suplementar.

 

Clique aqui para saber mais sobre o Prêmio IESS.

 

  • O TRABALHO PREMIADO

O trabalho vencedor da categoria Economia avaliou a produtividade de hospitais brasileiros pela metodologia do Diagnosis Related Groups (DRG) e comparou-a à de hospitais que vendem serviços ao governo americano. A unidade de custo usada para comparação foram os dias de uso do hospital necessários ao tratamento, e dessa forma avaliou-se a relação entre o tempo de internação e a complexidade produtiva de cada produto assistencial DRG. Para essa análise, o pesquisador lançou mão da tecnologia da informação do DRG Brasil.

O trabalho teve orientação do Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde.

 

Clique aqui para acessar o PDF.

 

 

Serufo Filho, vencedor do prêmio [à esquerda na foto], concedeu uma entrevista ao IAG Saúde, explicando quais são os ganhos que os profissionais e estudiosos da área da saúde poderão obter a partir dos achados da sua pesquisa com o DRG.

 

Confira abaixo:

 

Qual são as principais contribuições do seu trabalho para a comunidade científica e os profissionais da área da saúde?

Serufo Filho - O trabalho tem um caráter inédito no Brasil, no qual foi utilizado o DRG Brasil para medir a produtividade dos hospitais estudados. Foi verificado após a análise de 145.000 altas de 116 hospitais da saúde suplementar que a produtividade é 39% menor que a mediana norte-americana. Isto significa que seria possível atender 39% a mais de pacientes com o mesmo número de leitos ou com os mesmos recursos.

Os pacientes que participaram da pesquisa fazem parte da saúde suplementar, mas quando comparamos com os pacientes atendidos no SUS verificamos grande semelhança. Essa semelhança entre os pacientes da saúde suplementar e do SUS nos permite inferir que estes achados de produtividade podem ser generalizados para todo o Brasil. A baixa produtividade encontrada no Brasil é semelhante a que foi também identificada em outros países antes do início do uso do DRG.

 

 

Como você acredita que os hospitais poderão melhorar sua produtividade - assistencial e economicamente falando - por meio da utilização do DRG Brasil?

Serufo Filho - O DRG é uma excelente ferramenta, testada mundialmente, que auxilia a gestão e permite aumentar a produtividade e a segurança assistencial. O seu uso em outros países determinou um aumento da produtividade e qualidade dos serviços prestados. Este ganho de produtividade trará forte impacto econômico pelo fim dos desperdícios na saúde suplementar: tomando como base o custo da assistência hospitalar no ano de 2012, seria possível evitar o desperdício de cerca de 12 bilhões de reais. Este recurso poderia ser compartilhado por médicos, operadoras e hospitais para garantir a sustentabilidade do sistema de saúde e de seus participantes.

 

 

O que significa o reconhecimento do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) ao seu trabalho?

Serfo Filho - O IESS é o centro de produção de conhecimento da saúde suplementar mais respeitado do País. Sua produção científica é reconhecida nacionalmente. Receber o prêmio de primeiro lugar entre os trabalhos da área econômica foi um grande reconhecimento e incentivo para continuidade do estudo.

 

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2015-12-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/441
<![CDATA[Dra. Tania Grillo palestra na abertura da primeira pós graduação focada na Gestão de OPME]]>

Nos dias 30 e 31 de outubro de 2015 aconteceu a abertura da primeira Pós Graduação focada na Gestão de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME), realizada pela Federação Unimed Mato Grosso no formato in company, com a parceria da empesa Apoio em Saúde.

 

Foram inscritos 45 participantes de nove Unimeds do Estado do Mato Grosso, sendo elas:

  • Unimed Federação Mato Grosso
  • Unimed Cuiabá
  • Unimed Norte do Mato Grosso
  • Unimed Cárceres
  • Unimed Araguaia
  • Unimed Rondonópolis
  • Unimed Vale do Jauru
  • Unimed Vale do Sepotuba

 

Na ocasião, a Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, ministrou uma das palestras inaugurais, denominada “Segurança do Paciente e Custos em Saúde”.

 

Confira as fotos:

 
Dra. Tania Grillo (Diretora - IAG Saúde)


Participantes do Curso


Dra. Tania Grillo (Diretora - IAG Saúde) e Rosane Greiffo (Diretora de Relacionamento - Apoio em Saúde)


Dra. Tania Grillo (Diretora - IAG Saúde)


Dra. Tania Grillo (Diretora - IAG Saúde) e Nilton Pereira (Gerente de OPME - Unimed Cuiabá)

Dra. Tania Grillo (Diretora - IAG Saúde) e Rosane Greiffo (Diretora de Relacionamento - Apoio em Saúde)

 

O Curso é uma iniciativa inovadora da Federação Unimed Mato Grosso, com o intuito de formar um grupo de colaboradores forte e coeso em relação aos processos relevantes à materiais de alto custo abrangendo toda sua complexidade. O Curso tem a chancela da Faculdade Pequeno Príncipe e o suporte educacional da Apoio em Saúde:

 


A Apoio em Saúde, empresa especializada no aprimoramento profissional, tem o objetivo de assessorar na sustentabilidade da Gestão Pública e Privada por meio da transferência de conhecimento.

 

 

Fonte: Informações e imagens da Apoio em Saúde

 

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2015-11-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/437
<![CDATA[DRG Brasil é tema de palestra no HIMSS Latin America Conference and Exhibition 2015]]>

Sobre o evento - HIMSS Latin America Conference and Exhibition 2015

Conferência e Exposição latino-americana da HIMSS em São Paulo como agenda principal de governança de cibermedicina, segurança cibernética e inovação.

 

 

Em sua segunda edição, o Evento anual da HIMSS na América Latina em associação com a ABCIS continua ofertando as melhores práticas aos profissionais da área de Saúde e possibilitando networking ilimitado com as mentes mais brilhantes das áreas de Saúde e Tecnologia da Informação.

Líderes na área de saúde na América Latina e especialistas internacionais se reuniram em São Paulo para discutir como a tecnologia pode melhorar o setor de saúde de maneiras nunca antes imaginadas. A conferência latino-americana da HIMSS, em associação com a ABCIS, ocorreu no Grand HYATT São Paulo, no Brasil, nos dias 4 e 5 de novembro.

O evento discutiu como os serviços de saúde podem melhorar com o uso eficaz da tecnologia.

 

Sobre a HIMSS

A HIMSS Latin America é uma organização global sem fins lucrativos com base em causas, focada em melhorar a saúde por meio da tecnologia da informação (TI). A HIMSS lidera os esforços globais para otimizar os empenhos de saúde e resultados dos cuidados usando a tecnologia da informação.

 

Fonte: site do evento

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Participação do DRG Brasil

 

 

Na ocasião, a Coordenadora da área de Tecnologia da Informação (TI) do DRG Brasil, Claudia Seara, proferiu a seguinte palestra: “Medical Severity DRG - Diagnosis Related Groups Brasil”.

A palestra fez parte das sessões educativas, no painel sobre Planejamento e Recuperação de Resposta.

 

Confira aqui a programação completa.

 

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2015-11-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/431
<![CDATA[Equipe do DRG Brasil se atualiza sobre terminologia clínica multilíngue em evento no Uruguai]]>

 

A Coordenadora de TI (Tecnologia da Informação) do DRG Brasil, Claudia Seara, participou do evento SNOMED CT Expo 2015, realizado em Montevidéu.

 

O objetivo foi apropriar-se mais rapidamente do conhecimento sobre a SNOMED CT (Systematized Nomenclature Of Medicine Clinical Terms). Trata-se da mais extensa e abrangente terminologia clínica multilíngue do mundo.

 

 

Sobre o SNOMED CT

A linguagem global em saúde

SNOMED CT é o produto de terminologia clínica de saúde mais abrangente e preciso do mundo, de propriedade e distribuído ao redor do mundo pela International Health Terminology Standards Development Organisation (IHTSDO).

SNOMED CT foi desenvolvido em colaboração para garantir que ele atenda às diversas necessidades e expectativas da profissão médica em todo o mundo e agora é aceito como uma língua global comum para termos de saúde.

Os pacientes e profissionais de saúde podem se beneficiar de melhores registos de saúde, decisões clínicas e análises, levando a uma maior qualidade, consistência e segurança na prestação de cuidados de saúde .

 

Sobre o evento – SNOMED CT Expo 2015

O SNOMED CT Expo 2015 atraiu um número recorde de participantes, recebendo mais de 440 pessoas de todo o mundo.

O evento aconteceu em Montevidéu, no Uruguai, nos dias 29 e 30 de outubro de 2015.

Os resumos e apresentações deste evento estão disponíveis através do Programa Expo 2015. Clique aqui.

 

 

Fonte das informações e da imagem: site do International Health Terminology Standards Development Organisation (IHTSDO)

 

 

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2015-11-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/432
<![CDATA[Dra. Tania Grillo participa da 3ª edição do Seminário Prover, realizado pela Unimed Ceará]]>

"De 21 a 23 de outubro, a Unimed Ceará irá realizar a terceira edição do Seminário Estadual de Provimento de Saúde (Prover), no Hotel Sonata de Iracema (Avenida Beira-Mar, 848), que este ano tem como tema ‘Saúde em Movimento’. A expectativa é reunir 200 profissionais envolvidos diretamente com os processos de assistência à saúde, como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, educadores físicos e demais colaboradores das operadoras de planos de saúde do Sistema Nacional Unimed. O Prover é um evento anual cujo objetivo é promover uma maior integração e alinhamento entre a Unimed Ceará, a Federação Norte/Nordeste e a Unimed do Brasil.

Para a gerente de Provimento de Saúde da Unimed Ceará e coordenadora do Prover, Dra. Albertina Cunha, o evento é uma oportunidade para troca de experiências inovadoras em Gestão de Saúde. “No momento, a Saúde Suplementar vem discutindo a revisão dos modelos assistenciais em saúde, formas de remuneração e a sustentabilidade deste setor de serviço. Ao mesmo tempo, precisamos rever a qualidade dos serviços ofertados, e consideramos pertinentes a análise dos indicadores dos cuidados e uma coordenação eficaz na Atenção Integral aos beneficiários, trazendo uma visão mais holística do ser humano”, explica.

Programação

A palestra magna ‘Atividade Física: Passaporte para a saúde’ será ministrada pelo médico, professor e diretor fundador do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (SP), Dr. Victor Matsudo. O evento contará com a participação do superintendente do Banco do Nordeste, Dr. João Robério Pereira de Messias, que discutirá as tendências atuais do mercado de saúde e os investimentos em recursos próprios para o setor. Haverá também a apresentação do Comitê de Atenção Integral à Saúde da Unimed do Brasil, que será feita pelo coordenador Dr. Cloer Vescia.

Durante os painéis, serão abordados temas como Judicialização da Saúde, Atenção Primária à Saúde, Registro Eletrônico de Saúde (RES), Mercado de Saúde, Qualificação da Rede de Prestadores e Padronização de Contratos, Manual de Intercâmbio Nacional e Novo Ranking de Intercâmbio Unimed e Acessibilidade de clientes aos serviços facilitada pela Tecnologia de Informação.

O gerente executivo da Federação das Unimeds de Santa Catarina, Edson Cascaes, falará sobre a experiência da cooperativa no modelo Operadora versus Prestadora no Sistema Unimed.

Farão a abertura do evento no dia 21, às 19 horas, o presidente da Unimed Ceará, Dr. Darival Bringel de Olinda, o presidente da Unimed Norte/Nordeste, Dr. Reginaldo Tavares, o diretor de Intercâmbio da Federação Interfederativa Norte/Nordeste, Dr. Vicente Justiniano, o diretor de Provimento de Saúde da Unimed Ceará, Dr. Francisco Júnior Barroso Bastos, e o presidente da Unimed Fortaleza, Dr. João Borges.

A programação completa está disponível no site http://www.unimedceara.com.br/destaque/programacao-prover-2015/"

 

 

 

Na sexta-feira, dia 23 de outubro, a Diretora do IAG Saúde Dra. Tania Grillo participou do painel sobre "Qualificação da Rede de Prestadores e Padronização de Contratos". 

 

 

 

Na foto: Patrícia Ferro (Gerente Geral da Unimed Cariri), Dra. Tania Grillo (Diretora do IAG Saúde) e Dra. Albertina Cunha (Gerente de Provimento de Saúde da Unimed Ceará)

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Site da Unimed Ceará

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2015-10-23 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/421
<![CDATA[Metodologia reduz gastos supérfluos de hospitais e operadoras de planos de saúde]]>

Entrevista do Dr. Renato Couto ao jornal Diário do Comércio mostra como o DRG Brasil pode melhorar os processos assistenciais e reduzir custos.

 

O diretor do IAG Saúde falou ainda sobre a internacionalização da metodologia, com a criação do DRG Argentina.

 

Confira:

 

drg brasil drg argentina 

Fonte: Diário do Comércio (Negócios) - MG - Brasil - 07-10-2015 - Página 12

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2015-10-08 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/413
<![CDATA[O curso "Reduzindo o custo assistencial com implantação do DRG" foi ministrado com grande sucesso]]>
Nos dias 1º e 2 de outubro, o curso realizado em parceria entre IAG Saúde e Planisa mostrou como reduzir os custos e aumentar o lucro de uma instituição de saúde utilizando o DRG Brasil.

Participaram do curso 30 profissionais que atuam na área da saúde, provenientes de instituições de várias regiões do País.

A ministrante foi a Dra. Tania Grillo, médica, Diretora do IAG Saúde e especialista em sistemas de gestão voltados para instituições de saúde, com mais de 25 anos de experiência na área.

 

Contexto:

 

Os desafios assistenciais, financeiros e de gestão são uma realidade com importantes e fundamentais repercussões nos sistemas de saúde de todo o mundo. Hoje, uma das mais eficientes metodologias aplicadas mundialmente por hospitais, operadoras e governos para a gestão hospitalar é o DRG (Diagnosis Related Groups). Criada nos anos 1960 nos Estados Unidos, essa metodologia foi introduzida de forma pioneira no Brasil pelos doutores Renato Couto e Tania Grillo e sua equipe, após mais de dez anos de trabalho para adequar a codificação de doenças e de procedimentos à realidade brasileira.

 

A metodologia DRG é um sistema de classificação de pacientes que instrumentaliza a gestão hospitalar, possibilitando o monitoramento da utilização dos serviços, pagamento prospectivo, controle da produção hospitalar, pesquisa sobre a qualidade da assistência, revisão de utilização e avaliação do desempenho da Instituição, hoje aplicada com sucesso por diversas organizações brasileiras de saúde.

 

Fotos:



 

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2015-10-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/410
<![CDATA[IAG Saúde e DRG Brasil estarão presentes no Seminário de Gestão do Sabincorp]]>

O Sabincor realizará, nos dias 22 a 24 de outubro de 2015, o 13º Congresso Sabincor de Cardiologia. Nele, acontecerão o 11º Simpósio de Enfermagem em Cardiologia, 10º Simpósio de Fisioterapia em Cardiologia, 9º Simpósio de Educação Física e Reabilitação Cardíaca, 7º Simpósio de Nutrição em Cardiologia e 2º Simpósio de Gestão em Saúde.

O Congresso ocorrerá no Victory Business Hotel e Eventos, em Juiz de Fora (MG).

O Diretor do IAG Saúde, Dr. Renato Couto, e o Diretor de Relacionamento do DRG Brasil, Paulo Muradas, serão palestrantes noo 2º Simpósio de Gestão em Saúde. Eles falarão sobre "Impactos e desafios do DRG como ferramenta de gestão hospitalar e cuidados na adoção como referência em remuneração".

 

 sabincorp

 

Acesse o site do evento para realizar a sua inscrição: www.congressosabincor.com.br

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2015-09-30 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/408
<![CDATA[Metodologia DRG Brasil é selecionada para a maior convenção de saúde dos EUA]]> 

Paula Daibert - Coordenadora técnica da equipe de codificadores do DRG Brasil (arquivo pessoal)

Principal associação de gestão de informações em saúde de todo o mundo, há 87 anos a AHIMA - American Health Information Management Association - realiza uma convenção anual que debate pioneiras iniciativas na área da saúde. Neste ano, o evento será realizado de 26 a 30 de setembro, em Nova Orleans, Luisiana (EUA) e contará com uma palestrante brasileira. A médica Paula Daibert realizará uma apresentação sobre o DRG Brasil, metodologia de gestão em saúde para hospitais e financiadores do sistema de saúde (público e privado), que aumenta a produtividade hospitalar, resultando em oportunidade de melhoria de uso de recursos no sistema de saúde nacional. Na ocasião, a brasileira também fará a apresentação do projeto de pesquisa mestrado, que avaliou o impacto das complicações associadas à internação hospitalar em três hospitais brasileiros no período de 2012 a 2014, utilizando a ferramenta DRG Brasil.

Coordenadora técnica da equipe de codificadores do DRG Brasil, Paula Daibert explica que essa sofisticada metodologia de compra de serviços, custo e gestão da qualidade hospitalar foi desenvolvida, com exclusividade, por um grupo de médicos PHD's do IAG Saúde. "No Brasil há inúmeras oportunidades de melhoria de processos assistenciais para redução de problemas que determinam aumento desnecessário de custos. Melhorias nos processos podem proporcionar grandes resultados no âmbito da qualidade e da eficiência, proporcionando aumento da produtividade hospitalar, governança clínica efetiva e alta qualidade assistencial", diz.

A ferramenta chamada DRG (diagnosis related groups ou grupos de diagnósticos relacionados) já é utilizada nos hospitais e operadoras de serviços de saúde de países da América do Norte, Europa Ocidental, África do Sul, Ásia e Oceania. Essa classificação, desenvolvida na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, nas décadas de 60 e 70, tem o objetivo de definir o produto hospitalar para fins de gerenciamento de custos e da qualidade assistencial-hospitalar. "Aqui no Brasil, tivemos o desafio de desenvolver a ferramenta levando em conta as características e especificidades do sistema de saúde e da codificação de doenças brasileiros, que é diferente do resto do mundo", comenta.

 

Link da palestra da médica Paula Daibert na 87º Convenção Anual da AHIMA:
https://ahima.confex.com/ahima/87am/webprogram/Paper12062.html

 

Mais informações sobre o DRG Brasil

A tecnologia oferecida pelo DRG Brasil define em categorias os tratamentos hospitalares, a partir da combinação dos seguintes dados de pacientes: diagnósticos (principal e secundário), idade e procedimentos. Cada categoria do DRG Brasil agrupa pacientes clínicos ou cirúrgicos, que necessitam da mesma quantidade de recursos para a realização do tratamento hospitalar - materiais, medicamentos e diárias, bem como os resultados assistenciais esperados, incluindo mortalidade e complicações associadas ao tratamento. Com isso, é possível efetuar a adequação de custos e resultados assistenciais entregues pela organização hospitalar.

Além de poder ser utilizado em hospitais do SUS e da saúde suplementar, o DRG Brasil também oferece soluções às operadoras de planos de saúde, pois além de facilitar a verificação dos custos assistenciais, ele permite a avaliação da qualidade dos serviços prestados por hospitais, médicos e equipes multidisciplinares. Isso favorece a implantação de programas de melhoria dos resultados assistenciais, a redução de desperdícios e a otimização dos relacionamentos. Além disto, o DRG Brasil permite a mudança do modelo remuneratório para procedimentos gerenciados, com total segurança para operadoras e hospitais.

Sabe-se que um dos maiores desafios das organizações de assistência médico-hospitalar é o de implementar ações para reduzir a frequência de erros humanos e de falhas nos processos, e estabelecer formas de garantir a segurança assistencial. Pensando nisso, cada novo erro ou evento adverso relacionado à assistência é codificado no DRG Brasil, criando um banco de dados que relaciona as condições adquiridas à categoria do paciente acometido por estas complicações, propiciando a implantação de programas de gerenciamento de risco assistencial de alto impacto.

 

Publicações

Confira a matéria, publicada no portal Saúde Business 365:

 

drg brasil ahima
Fonte: Saúde Business 365 - SP (Notícias) - SP - Brasil - 15/09/2015

 

Confira a nota sobre a apresentação, publicada na coluna do Mário Fontana, no caderno de Cultura do Jornal Estado de Minas:

 

drg brasil estado de minas

 Fonte: Estado de Minas (EM Cultura) - MG - Brasil - 21/09/2015

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2015-09-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/404
<![CDATA[CURSO - Reduzindo o custo assistencial com implantação do DRG]]> 

Com Dr. Renato Couto e Dra. Tania Grillo

Dias 1º e 2 de outubro, em São Paulo

 

Como reduzir os custos e aumentar o lucro de uma instituição de saúde?

 

Os desafios assistenciais, financeiros e de gestão são uma realidade com importantes e fundamentais repercussões nos sistemas de saúde de todo o mundo. Hoje, uma das mais eficientes metodologias aplicadas mundialmente por hospitais, operadoras e governos para a gestão hospitalar é o DRG (Diagnosis Related Groups). Criada nos anos 1960 nos Estados Unidos, essa metodologia foi introduzida de forma pioneira no Brasil pelos doutores Renato Couto e Tania Grillo e sua equipe, após mais de dez anos de trabalho para adequar a codificação de doenças e de procedimentos à realidade brasileira.

 

A metodologia DRG é um sistema de classificação de pacientes que instrumentaliza a gestão hospitalar, possibilitando o monitoramento da utilização dos serviços, pagamento prospectivo, controle da produção hospitalar, pesquisa sobre a qualidade da assistência, revisão de utilização e avaliação do desempenho da Instituição, hoje aplicada com sucesso por diversas organizações brasileiras de saúde.

 

Clique e sabia mais detalhes.

 

drg iag planisa

 

 

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2015-09-10 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/401
<![CDATA[Revista Seguro Total publica matéria sobre custo na saúde suplementar e aplicação da metodologia DRG]]>

A Diretora do IAG Saúde, Dra. Tania Grillo, explicou à reportagem que no Brasil havia uma importante barreira à entrada do DRG para o SUS e a Saúde Suplementar, que era a ausência de sistemas informatizados de agrupamento DRG que utilizassem códigos brasileiros de procedimentos e de doenças. “Os códigos nacionais são diferentes dos adotados em outros países, e há necessidade de correlacionar nosso sistema de codificação com os sistemas internacionais”.

Dra. Tania esclarece que com o desenvolvimento do DRG Brasil – metodologia desenvolvida no Brasil com exclusividade por uma equipe de médicos, PhDs em gestão de saúde, para atender às necessidades brasileiras de compra de serviços, gerenciamento de custos e da qualidade  assistencial-hospitalar – estas barreiras foram superadas, pois usando os códigos brasileiros (CID 10, Tuss, SUS) o software estabelece a equivalência com os códigos norte-americanos gerando as categorias de diagnósticos relacionados. Esta categorização em grupos DRG dos pacientes que se internam nos hospitais é capaz de predizer a intensidade de consumo de recursos hospitalares – tempo de internação e uso de insumos e, consequentemente, o custo da internação – e desfechos clínicos como óbito não esperado em categorias de DRG de muito baixo risco clínico.

 

A médica participou do “Seminário Internacional: Evolução dos Custos na Saúde Suplementar”, promovido recentemente, em São Paulo, pela PwC com o apoio da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge).

 

Confira aqui matéria de capa publicada na Revista Seguro Total, sobre custo na saúde suplementar e aplicação da metodologia DRG Diagnosis Related Groups), discutida no seminário mencionado.

 

 

 

Por Aurora Ayres - Revista Seguro Total - ano XVI - nº 159 - agosto de 2015

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2015-08-18 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/369
<![CDATA[Dr. Renato Couto fala sobre DRG Brasil em evento da FBAH na Hospitalar 2015]]> 

Dr. Renato Couto fala sobre a metodologia DRG Brasil no 38º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde realizado na Hospitalar 2015.

 

Clique aqui para assistir à palestra (duração: 22 minutos).

 

renato couto



Dr. Renato Couto participa de painel sobre gestão do corpo clínico e custo assistencial

 

O 38º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde e o VIII Congresso Latino Americano de Administradores de Saúde, promovidos pela Federação Brasileira de Administradores Hospitalares - FBAH, aconteceram dentro da Feira Hospitalar 2015. O evento teve como tema central "Saúde Integral - Planejar para Atender".

Segundo Valdesir Galvan, Presidente da FBAH, o evento marcou "um grande momento de troca de experiências, relacionamento e atualização profissional com administradores de toda a América Latina".

Palestrantes especializados buscaram apresentar soluções práticas para os problemas que o setor de saúde enfrente atualmente, bem como as maneiras de implementá-las.

Neste congresso, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde, participou do painel "DRG e P4P: Ferramentas de Apoio à Gestão do Corpo Clínico e do Custo Assistencial".

 

Confira as fotos, aqui.

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2015-07-29 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/359
<![CDATA[Pós-graduação em Gestão Integrada da Qualidade está com inscrições abertas]]>

Especialização a distância tem como objetivo capacitar o aluno para a administração de serviços de saúde baseado em sistemas de gestão certificáveis.

 

Todas as informações podem ser encontradas em: http://www.cmmg.edu.br/cursos/gestao-integrada-da-qualidade-2/

 

 

 

Inscreva-se!

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2015-07-15 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/350
<![CDATA[Unimed Santa Maria avança em direção à certificação integrada ]]>

A Unimed Santa Maria, no Rio Grande do Sul, encontra-se em preparação para Certificação em Normas Integradas de Gestão (ISO 9001 e RN 277).

 

A operadora já passou pelo primeiro dos dez passos a caminho da estruturação gerencial com vistas à acreditação (conheça os 10 passos, aqui).

 

Sobre o assunto, foi publicada uma reportagem no jornal interno da instituição, com depoimentos do consultor que conduz o processo, Breno Duarte.

 

Confira:

 

 

 

Fonte: Informativo Expediente - Unimed Santa Maria - edição de Março de 2015

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2015-07-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/345
<![CDATA[Dra. Paula Daibert fala sobre acreditação e gestão em evento de Terapia Renal Substitutiva]]>

No 2o ciclo de palestras em gestão na TRS (Terapia Renal Substitutiva), ocorrido dia 19 de junho no Higienópolis Medical Center em São Paulo, foram debatidas ideias para enfrentar os desafios da Gestão e Administração de centros de Terapia Renal Substitutiva.

 

Foram 12 palestras sobre assuntos relevantes e atuais e dois painéis abordando detalhes sobre as Unidades de Diálise Hospitalares e Satélites.

 

Na ocasião, a Dra. Paula Daibert, consultora e coordenadora do núcleo do DRG Brasil no IAG Saúde, conduziu a palestra “Acreditação e Gestão: Erros e eventos adversos relacionados à assistência”, durante a qual foram discutidos temas como erros e eventos adversos e acreditação como ferramenta para segurança assistencial.

 

Confira as fotos:

 

 

 



Fonte: HIGEA

 

 

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2015-07-02 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/344
<![CDATA[Saiu no Portal R7: DRG Brasil pode trazer economia de R$ 9,1 bi por ano à saúde suplementar]]>

Portal de notícias R7 divulga reportagem "Modelo de gestão de saúde internacional chega ao país e pode gerar economia de R$ 9,1 bilhões por ano ao sistema de saúde suplementar".

 

Confira:

 

 

  • O texto lê o seguinte:

 

Modelo de gestão de saúde internacional chega ao país e pode gerar economia de R$ 9,1 bilhões por ano ao sistema de saúde suplementar

- IAG Saúde adaptou de forma pioneira a metodologia DRG para o Brasil, levando em conta as características e especificidades do sistema de saúde e da codificação de doenças brasileiros - Operadoras de saúde como a Unimed e mais de cem hospitais em todo o Brasil já adotam a tecnologia, que foi objeto de estudo de pesquisa realizada pela UFMG

 

Países da América do Norte, de toda a Europa Ocidental, África do Sul, Ásia e Oceania utilizam nos hospitais e operadoras de serviços de saúde uma ferramenta chamada DRG (diagnosis related groups ou grupos de diagnósticos relacionados). Essa classificação, desenvolvida na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, nas décadas de 60 e 70, tem o objetivo de definir o produto hospitalar para fins de gerenciamento de custos e da qualidade assistencial-hospitalar.

Após dez anos de estudos, uma equipe de médicos PhDs do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde), adaptou o DRG norte-americano para o sistema de codificação brasileiro. A tecnologia define em categorias os tratamentos hospitalares, a partir da combinação dos seguintes dados de pacientes: diagnósticos, idade e procedimentos. Cada categoria do DRG Brasil agrupa pacientes clínicos ou cirúrgicos, que necessitam da mesma quantidade de recursos para a realização do tratamento hospitalar - materiais, medicamentos e diárias, bem como os resultados assistenciais esperados, incluindo mortalidade e complicações associadas ao tratamento. Com isso, é possível efetuar a adequação de custos e resultados assistenciais entregues pela organização hospitalar.

Segundo a médica Tania Grillo, diretora do IAG Saúde, além de ser utilizado em hospitais do SUS e da saúde suplementar, o DRG Brasil também oferece soluções às operadoras de planos de saúde, pois além de facilitar a verificação dos custos assistenciais, ele permite a avaliação da qualidade dos serviços prestados por hospitais, médicos e equipes multidisciplinares. Isso favorece a implantação de programas de melhoria dos resultados assistenciais, a redução de custos e a otimização dos relacionamentos. "A operadora tem a possibilidade de analisar as organizações de saúde quanto à eficácia e custo, verificando se um hospital de alto custo é realmente caro ou se atende pacientes mais complexos, bem como se um hospital de baixo custo só alcança estes resultados porque seleciona casos de baixa complexidade", revela a especialista.

Atualmente, o DRG Brasil já está sendo utilizado pelas operadoras de serviços de saúde Unimed Goiânia, Unimed Vitória, Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG) e Unimed BH - que, além de pioneira no uso do DRG, foi apontada como a melhor operadora entre as de grande porte do país pelo Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), pelo segundo ano consecutivo em 2014. Na rede hospitalar, está em uso por mais de uma centena de hospitais nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás.

Sabe-se que um dos maiores desafios das organizações de assistência médico-hospitalar é o de implementar ações para reduzir a frequência de erros humanos e de falhas nos processos, e estabelecer formas de garantir a segurança assistencial. "Essa situação deveria ser enfrentada como um verdadeiro problema de saúde pública pela frequência de sua ocorrência e diante dos profundos impactos, muitas vezes irreversíveis, nos pacientes", comenta Grillo. Pensando nisso, cada novo erro ou evento adverso relacionado à assistência é codificado no DRG Brasil, criando um banco de dados que relaciona as condições adquiridas à categoria do paciente acometido por estas complicações, propiciando a implantação de programas de gerenciamento de risco assistencial de alto impacto.

 

Pesquisa científica sobre o DRG

Estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mensurou a produtividade dos leitos dos hospitais brasileiros e estabeleceu comparação com os hospitais americanos, pela metodologia do DRG. Foram analisados 145.710 relatórios de altas em 117 hospitais brasileiros. Considerou-se o tempo em dias de permanência no leito hospitalar, como o principal fator que está ligado diretamente ao custo e desempenho da produção assistencial. O estudo concluiu que a produtividade dos hospitais brasileiros estudados é 28,4% menor que a dos hospitais americanos, sendo pior para os tratamentos clínicos. Segundo o professor de Medicina da UFMG, Renato Couto, a economia potencial por ganho de produtividade na saúde suplementar pode ser estimada em R$ 9,1 bilhões por ano. "O aumento de produtividade hospitalar é uma oportunidade de melhoria de uso de recursos no sistema de saúde nacional. No Brasil, há sérios problemas envolvendo a atividade assistencial da saúde que determinam aumento supérfluo de custos, quando melhorias nos processos podem proporcionar grandes resultados no âmbito da qualidade e da eficiência, determinantes da produtividade", comenta.

Para Renato Couto, a dificuldade de quem gerencia um hospital é comparar e gerenciar custos dos procedimentos, pois existem milhares de peculiaridades na assistência. "Por exemplo, uma cesariana realizada em uma jovem sem nenhum problema de saúde é diferente de uma cesariana em uma gestante com hipertensão, diabetes gestacional, obesa e com mais de 40 anos", diz. A solução que o DRG Brasil oferece são "categorias assistenciais" baseadas na combinação das características de cada paciente, o que gera custos e resultados assistenciais previsíveis. Os benefícios proporcionados são o aumento da produtividade hospitalar, governança clínica efetiva e alta qualidade assistencial. "Assunto de relevância nos Estados Unidos, as mudanças tecnológicas no DRG são votadas anualmente e com rigor no Congresso Americano", comenta Couto.

 

IAG Saúde

Referência nacional em gestão da qualidade em organizações de saúde, o IAG Saúde - Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde é responsável pela estruturação do sistema de gestão em mais de 100 organizações de saúde nos seguintes estados: Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Ceará.

Criada em 1992, a empresa é composta por uma equipe de médicos, enfermeiros, administradores e especialistas em gestão, de renome nacional, dedicada à capacitação e à gestão de mudanças dos métodos gerenciais das organizações de saúde, tendo conduzido à certificação 100% dos clientes auditados.

 

Fonte: R7 (Entretenimento) - SP - Brasil - 22-06-2015

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2015-06-25 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/341
<![CDATA[Dr. Renato Couto participa de painel sobre gestão do corpo clínico e custo assistencial]]>

 

O 38º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde e o VIII Congresso Latino Americano de Administradores de Saúde, promovidos pela Federação Brasileira de Administradores Hospitalares - FBAH, aconteceram dentro da Feira Hospitalar 2015. O evento teve como tema central "Saúde Integral - Planejar para Atender".

 

Segundo Valdesir Galvan, Presidente da FBAH, o evento marcou "um grande momento de troca de experiências, relacionamento e atualização profissional com administradores de toda a América Latina".

 

Palestrantes especializados buscaram apresentar soluções práticas para os problemas que o setor de saúde enfrente atualmente, bem como as maneiras de implementá-las.

 

 

Neste congresso, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde, participou do painel "DRG e P4P: Ferramentas de Apoio à Gestão do Corpo Clínico e do Custo Assistencial".

 

Confira as fotos abaixo:

 


  




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2015-06-23 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/340
<![CDATA[Presidente da ABRAMGE fala sobre pagamento por serviço e pagamento por DRG em editorial]]>

No editorial escrito para a revista Medicina Social, o Dr. Arlindo de Almeida, Presidente da ABRAMGE – Associação de Medicina de Grupo, fala sobre a necessidade de mudança do modelo remuneratório atual e analisa a transição do pagamento por serviço ao pagamento por DRG.

 

 

Confira o texto na íntegra:

 

DRG – Grupos de Diagnósticos Relacionados

 

"No final de 2014, a Abramge, vislumbrando a necessidade de um novo modelo de remuneração para a perenidade do sistema de saúde suplementar, realizou em sua sede workshop com especialistas estrangeiros em DRG (Diagnosis Related Groups) ou, em português, Grupos de Diagnósticos Relacionados.

Esse é um sistema de classificação de pacientes elaborado nos Estados Unidos, no final da década de 1960, originalmente desenvolvido para classificar e agrupar as pessoas de acordo com o diagnóstico, quadro clínico e consumo de bens e serviços.

Impulsionados pelo forte aumento das despesas hospitalares, em 1984, os EUA passaram a utilizar o DRG como base para a remuneração hospitalar, substituindo formas mais tradicionais de remuneração, como o modelo de pagamento por serviço, ou fee for service (FFS).

Após a sua implantação, observou-se uma esperada desaceleração no aumento dos custos hospitalares. Entre 1973 e 1984, o custo da internação hospitalar crescia em média 12,74% ao ano. Após 1984, esse cenário se alterou substancialmente e o custo médio da internação cresceu a uma taxa média de apenas 4,1% ao ano, tendo ocorrido deflação em 1998, 1999 e 2010.

Entendemos que os principais benefícios do pagamento por DRG são:

  • Comparação entre a assistência realizada por diferentes prestadores, facilitando as medições de desempenho e a gestão;
  • Busca por redução de preço nas negociações de compra de materiais e medicamentos;
  • Avaliação de incorporação de tecnologia, ao tornar possível comparar os resultados assistenciais antes e depois da implantação;
  • Padronização do tratamento, buscando aumento de qualidade assistencial e redução de intercorrência hospitalar (como as infecções hospitalares).

No Brasil, a mudança no modelo de remuneração é assunto bastante discutido, mas ainda prevalece o pagamento por serviços, com alguns casos pontuais de pagamento por pacote.

A principal limitação do pagamento por pacote em relação ao pagamento por diagnóstico é que o primeiro desconsidera a gravidade do diagnóstico, como, por exemplo, a idade, a presença de cormobidades e complicações. Portanto, o pagamento por pacote fica limitado a procedimentos frequentes e com baixa variabilidade de utilização de recursos, enquanto o pagamento por DRG, ao considerar a gravidade do diagnóstico, aumenta o escopo de procedimentos passíveis de serem incorporados neste modelo.

Para encerrar, esperamos que em 2015 esse assunto seja ainda mais debatido e colocamo-nos à disposição para encontros e eventos que abordem o tema, a fim de encontrar, se não uma solução, um alívio para todo o sistema de saúde suplementar.”

Dr. Arlindo de Almeida – Presidente da ABRAMGE

 

Fonte: Revista Medicina Social – Ano XXXII – Nº 228 – jan-fev-mar 2015

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Conheça o DRG Brasil

O DRG Brasil foi desenvolvido, de forma pioneira, por uma equipe de médicos PhD's do IAG Saúde e é o único existente no país que atende as normas brasileiras de codificação de doenças e procedimentos, tendo como base a metodologia DTG - Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados), hoje em uso por hospitais, operadoras e governos em quase todo o mundo.

 

Acesse www.drgbrasil.com.br e saiba mais.

 

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2015-06-19 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/338
<![CDATA[Equipe da Radiocare passa por capacitação em Auditoria Interna ]]>

A consultora do IAG Saúde, Arlene Caiafa, ministrou o curso de Formação de Auditor Interno do Sistema de Gestão da Qualidade para os funcionários da Radiocare - MG.

 

O principal ponto de auditar internamente os processos e setores da instituição é avaliar a incerteza do futuro de modo a tomar a melhor decisão possível. Em geral, toda auditoria e toda tomada de decisão lida com essa questão. Este curso in company tem como propósito a formação de auditores internos do sistema de gestão da qualidade nas normas ISO 9001 e ONA.

 

 

Na foto: Sentados da direita para esquerda: Dr. Mauro, Hudson e Thiago. Em pé da direita para esquerda: Paloma, Cinthia, Carol, Blanda e Arlene.

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2015-06-17 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/336
<![CDATA[Dr. Renato Couto fala sobre Gestão de Custo e Qualidade dos Serviços Hospitalares em evento da UNIDAS]]>

"O 17º Congresso UNIDAS - Inovação da Gestão em Saúde e Tendências para o Futuro foi realizado entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro de 2014, no Windsor Barra Hotel, na cidade do Rio de Janeiro-RJ. O objetivo do evento foi proporcionar ao público a possibilidade de debater temas importantes que envolvem o sistema de saúde do Brasil e do mundo. Palestrantes renomados, internacionais e brasileiros, ofereceram insumos para a reflexões que possam auxiliar a equacionar os dilemas do modelo assistencial de nosso país.

 

O público participante foi constituído por presidentes, dirigentes e executivos de instituições públicas e privadas; representantes de sociedades de classe; acadêmicos e outros interessados em gestão da saúde.

 

Como resultado, esperamos que as experiências debatidas neste congresso tenham sido inspiradoras para a construção de um modelo de assistência à saúde melhor para os brasileiros, tanto do ponto de vista do custo quanto da qualidade assistencial."

 

Fonte: Hotsite do evento

 

Na ocasião, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde, participou do painel de Gestão da Atenção à Saúde, proferindo a palestra "Gestão de Custo e Qualidade dos Serviços Hospitalares".

 

Clique aqui para assistir ao vídeo dessa palestra:

 

 

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2015-06-15 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/334
<![CDATA[Redução dos custos em saúde é possível]]> O sistema de classificação é de procedimentos médicos denominado Diagnosis-Related Group (DRG) – Grupo de Diagnósticos Relacionados, na tradução – se fortalece como importante alternativa de balizador para a remuneração dos serviços médicos no Brasil, já apresentando resultados positivos de redução de custos entre as organizações que a adotaram em países estrangeiros.

Os resultados foram apresentados no seminário internacional Evolução dos Custos na Saúde Suplementar, realizado no último dia 28, em São Paulo, com apoio da FenaSaúde. No encontro, o Insper divulgou um estudo inédito com análise sobre o comportamento dos custos da saúde no Brasil, e especialistas da PwC expuseram análises sobre a adoção do sistema DRG em outros países, especialmente na África do Sul.

No primeiro painel (a Evolução dos Custos da Saúde Suplementar no Brasil e no Mundo), Paulo Furquim de Azevedo, coordenador do Núcleo de Regulação e Concorrência do Insper, discorreu sobre aspectos que o estudo apontou. Logo na abertura, ele destacou que o setor privado de saúde tem indiscutível importância social e econômica no país. “O valor gerado pela cadeia da saúde corresponde a um quarto do gerado pela indústria da transformação”, afirmou.

Segundo as conclusões, há forte tendência de crescimento dos custos em parte devido ao desenvolvimento, mas também em razão da ineficiência do sistema. O fator que mais impulsiona a escalada de preços é a introdução tecnológica, que, inversamente ao que ocorre em outros segmentos, na área da saúde, produz mais inflação. Isso porque há inovação de produtos, não dos processos.

Os efeitos da transição demográfica e epidemiológica, o aumento da renda per capita e as falhas de mercado, que se traduzem na falta de incentivos ao setor, também exercem forte influência na alta dos custos. Ele ressaltou que não há relação entre volume de gastos e qualidade de serviços. “Há países que estão fazendo mais por menos”, disse Paulo Furquim.


Setor deve ser tratado como centro de investimento

Também debatedor no painel a Evolução dos Custos da Saúde Suplementar no Brasil e no Mundo, Marcos Bosi Ferraz, diretor do Grupo Interdepartamental de Economia da Saúde (Grides) da Escola Paulista de Medicina da Unifesp, afirmou que, no Brasil, vive-se um engano coletivo, que a esta altura já requer reinterpretação constitucional. “Hoje, talvez não seja mais possível dar tudo o que é necessário em saúde”, observou ele, referindo-se à oferta crescente de procedimentos e recursos médicos, que são introduzidos de forma acrítica às coberturas obrigatórias dos planos de saúde – muitas deles indisponíveis para cidadãos que recorrem ao sistema público.

Em sua exposição, Ferraz defendeu que os beneficiários de seguros e planos de saúde precisam ser responsabilizados nesta cruzada pelo combate à alta dos custos – ou seja, devem assumir a posição de fiscais do uso dos planos e da atuação dos profissionais médicos. “O setor de saúde deve ser tratado como centro de investimento, e não como centro de custos”, analisou.

 

Sistema DRG: atualização constante

O segundo painel do seminário tratou da implantação do sistema DRG na África do Sul. Sam Rossolinos e Etienne Dreyer, ambos diretores de Healthcare da PwC no país africano, explicaram como ocorreu a implantação do sistema, processo que demorou cinco anos.

“Somos um país como o Brasil, ainda em desenvolvimento. Tivemos resistência no início, mas é preciso se chegar ao consenso de que algo precisa ser feito”, explicou Etienne Dreyer, acrescentando que o DRG estimula a análise de resultados.

Ele lembrou ainda que o sistema precisa ser refinado regularmente. “É um trabalho contínuo. Para isso, todo o setor de saúde precisa estar integrado”. Segundo ele, havia um indicativo claro: se as mudanças não fossem implementadas, o setor não iria em frente – o que deve ser objeto da reflexão urgente dos dirigentes do setor no Brasil, do Governo e da sociedade. Na África do Sul, deu certo. Custos caíram, sem prejuízo para a qualidade de atendimento e com o plus de patrocinar um mercado mais homogêneo.

“São múltiplos os fatores para elevação dos custos”, explica o presidente da FenaSaúde , Marcio Coriolano, que também esteve no evento. Segundo ele, o setor tem uma grande extensão de cobertura aprovada por lei e, a cada dois anos, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) inclui novos procedimentos.

Outro fator que impacta é o teto da remuneração praticada pelos hospitais, com margens calculadas sobre o valor de materiais e medicamentos. “A cada mês, novos materiais e medicamentos são lançados no mercado, o que faz aumentar ainda mais os preços”. Ele citou o exemplo de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME). “No Brasil, não existe um órgão governamental para fazer o controle desses materiais, que muitas vezes são empregados sem critérios”, assinalou. Coriolano lembrou que as operadoras têm capacidade limitada de gestão de custos, uma vez que não podem comandar o ato médico: “É preciso que o paciente seja o agente de mudança”.

Outro tema abordado pelo dirigente foi sobre preços relativos, assunto imprescindível para o setor. “O OPME está muito caro e o setor não tem como melhorar remuneração sem rediscutir essa questão”, conclui Coriolano.

Outro tema abordado pelo dirigente foi sobre preços relativos, assunto imprescindível para o setor. “O OPME está muito caro e o setor não tem como melhorar remuneração sem rediscutir essa questão”, conclui Coriolano.

Para o diretor executivo da FenaSaúde, José Cechin, a elevação dos custos não é necessariamente um problema quando vemos os benefícios da inclusão de novas tecnologias, ou as novas oportunidades que esse crescimento oferece à indústria, aos profissionais a todos os prestadores, mas pode empurrar consumidores tanto pessoas físicas quanto empresas, para seus limites financeiros.

“O que precisa ser considerado é qual a disposição do consumidor em arcar com o aumento dos custos, e sua capacidade de pagar”, ressaltou ele, durante debate no primeiro painel. “É necessário evitar sucumbir à tentação de utilizar índices de variação setorial de custos para controlar preços ou reajustes, pois a história está repleta de casos de fracasso nas tentativas desse tipo”, disse ainda Cechin.

L.S.

Fonte: Revista Apólice

 

 

Dra. Tania Grillo debate em seminário internacional de saúde suplementar

A Diretora do IAG Saúde, Dra. Tania Grillo, foi a debatedora de um painel no evento Seminário internacional: Evolução dos custos na Saúde Suplementar, realizado pela PwC Brasil e apoiado pelo IESS, Abramge e FenaSaúde.

No seminário, foram abordados temas como a evolução dos custos da saúde suplementar no Brasil e no mundo e a adoção do sistema DRG (Diagnosis Related Groups) e seu impacto econômico.

Confira a programação e as fotos do evento, neste link.

 

 

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2015-06-08 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/332
<![CDATA[Dra. Tania Grillo debate em seminário internacional de saúde suplementar]]>

A Diretora do IAG Saúde, Dra. Tania Grillo, foi a debatedora de um painel no evento Seminário internacional: Evolução dos custos na Saúde Suplementar, realizado pela PwC Brasil e apoiado pelo IESS, Abramge e FenaSaúde.

 

No seminário, foram abordados temas como a evolução dos custos da saúde suplementar no Brasil e no mundo e a adoção do sistema DRG (Diagnosis Related Groups) e seu impacto econômico.

 

 

Confiram a programação e as fotos do evento:

 

 




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2015-06-02 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/329
<![CDATA[IAG Saúde lança metodologia de implantação do Núcleo de Segurança do Paciente para atender à RDC 36]]>

A Resolução da Diretoria Colegiada número 36 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de 25 de julho de 2013, institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências.

A RDC 36 é uma exigência legal que traz benefícios para os pacientes e minimiza os riscos de autuação sanitária e judicialização da instituição de saúde.

 

Clique na imagem abaixo para saber como o IAG Saúde realiza a instituição do Núcleo de Segurança do Paciente e quais são as vantagens de implantar a RDC 36 com o IAG:

 

Confira o link para apresentação: http://pt.slideshare.net/iagsaude/implantao-do-ncleo-de-segurana-do-paciente-iag-sade

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2015-05-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/324
<![CDATA[IAG Saúde participa da 22ª edição da Feira Hospitalar ]]>

Assim como no ano passado, o IAG Saúde participou da Hospitalar 2015, “o maior evento de saúde das américas”, segundo os organizadores.

Nosso stand ficou localizado no mesmo ponto: Pavilhão Verde, Rua 0, nº 16. Recebemos vários visitantes ilustres, confiram as fotos abaixo!

Na ocasião, apresentamos o DRG Brasil, metodologia de compra e venda de serviços hospitalares desenvolvida de forma pioneira pelo IAG Saúde e a única existente no país que atende as normas brasileiras de codificação de doenças e procedimentos. O DRG Brasil tem como base a metodologia Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados), hoje em uso por hospitais, operadoras e governos em quase todo o mundo.

Além disso, no dia 19/05 o Dr. Renato Couto participou do painel "DRG e P4P: Ferramentas de Apoio à Gestão do Corpo Clínico e do Custo Assistencial", que fez parte do 38º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde, promovido pela Federação Brasileira de Administradores Hospitalares - FBAH.

 

 

Dr. Renato Couto (IAG), Dr. Mario Vrandecic (Biocor), Dra. Erika Vrancecic (Biocor) e Dra. Tania Grillo (IAG)

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2015-05-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/326
<![CDATA[Unimed Vertente do Caparaó realiza primeira Análise Crítica da Alta Direção]]>

Cliente do IAG Saúde em preparação para Acreditação de Operadoras pela RN 277, a Unimed Vertente do Caparaó (MG) realizou sua primeira ACAD.

 

A reunião foi destaque no boletim "Por dentro da Cooperativa".

 

O texto lê o seguinte:

 

"Na reunião, foram discutidos os resultados da implantação para a certificação da RN 277/2011 da Acreditação de Operadoras de Plano de Saúde.

Com o detalhamento das não-conformidades e das ações para corrigir erros, foi possível saber em quais pontos as mudanças não surtiram efeito ou atingiram resultados diferentes do esperado.

Para dar continuidade nos passos das dimensões da RN 277/2011 a consultora da IAG Saúde, Cristiane Caldeira, esteve na cooperativa entre os dias 06 e 10 de abril e orientou a equipe de multiplicadores.

A cooperativa conta com o envolvimento de todos os colaboradores na busca pela qualidade dos processos."

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2015-05-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/321
<![CDATA[IAG Saúde participará novamente da Feira Hospitalar em São Paulo]]> 

 



Assim como no ano passado, o IAG Saúde participará da Hospitalar 2015, “o maior evento de saúde das américas”, conforme os organizadores.

 

Nosso estande ficará localizado no mesmo ponto: Pavilhão Verde, Rua 0, nº 16.

 

O evento acontecerá no Expo Center Norte, Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme, São Paulo - SP. A feira terá início a parir do meio-dia, nos dias 19 a 22 de maio.

 

Aguardamos as visitas de vocês!

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2015-05-11 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/319
<![CDATA[Dr. Renato Couto fará palestra sobre o DRG Brasil na Hospitalar 2015]]> 

Na Hospitalar 2015, no dia 19 de maio (terça) às 16:30, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde, participará do painel "DRG e P4P: Ferramentas de Apoio à Gestão do Corpo Clínico e do Custo Assistencial". O painel faz parte do 38º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde, promovido pela Federação Brasileira de Administradores Hospitalares - FBAH.

 

Acesse http://athcsm4.com.br/fbah2015/ e saiba como participar do evento.

 

 



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IAG Saúde participará novamente da Feira Hospitalar em São Paulo

 

Assim como no ano passado, o IAG Saúde participará da Hospitalar 2015, “o maior evento de saúde das américas”, conforme os organizadores.

 

Nosso estande ficará localizado no mesmo ponto: Pavilhão Verde, Rua 0, nº 16.

 

O evento acontecerá no Expo Center Norte, Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme, São Paulo - SP. A feira terá início a parir do meio-dia, nos dias 19 a 22 de maio.

 

Aguardamos as visitas de vocês!

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2015-05-11 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/320
<![CDATA[Gerenciamento de leitos: um dos maiores desafios enfrentados pelos hospitais]]>

Um dos maiores desafios no setor é o gerenciamento dos leitos, por isso, os hospitais devem buscar ferramentas que os auxiliem a alcançar alta produtividade e resolutividade, resultando em melhor assistência.

 

Veja a reportagem na íntegra:

 

 



Fonte: Revista Hospitais Brasil (Gestão) - SP - Brasil - 01-04-2015 - - Página Inicial: 10,12 - Página Final: 18

 

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2015-05-08 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/317
<![CDATA[Curso Planisa e IAG: “Reduzindo o custo assistencial com implantação do DRG”]]>

Objetivo:

Desafios assistenciais, financeiros e de gestão são uma realidade com importantes e fundamentais repercussões nos sistemas de saúde de todo o mundo. A participação no presente curso permitirá o conhecimento da ferramenta DRG (Diagnosis Related Groups) que é constituída de um sistema de classificação de pacientes que instrumentaliza a gestão hospitalar, possibilitando o monitoramento da utilização dos serviços, pagamento prospectivo, controle da produção hospitalar, pesquisa sobre a qualidade da assistência, revisão de utilização e avaliação do desempenho da Instituição.


Programa:

1. Cenários e perspectivas do mercado de saúde brasileiro – o impacto dos erros e eventos adversos nos processos assistenciais e suas repercussões na sustentabilidade dos sistemas de saúde.

2. A metodologia DRG:

  • Histórico
  • A lógica do método
  • Conceito de case mix
  • Experiências internacionais
  • Introdução no Brasil
  • O softwareDRG Brasil

3. Governança clínica pelo DRG:

  • Geração e análise de desempenho de permanências, complicações adquiridas, readmissões em 30 dias e mortalidade em DRG de baixo risco global e por DRG
  • Geração e análise de desempenho de custo fixo e variável global e por DRG
  • Geração do painel de desempenho médico pelo DRG: como estruturar e aplicar a gestão clínica
  • Gestão de linhas de cuidado assistenciais pelo DRG

4. Projeto de implantação do DRG Brasil:

  • Necessidades de infraestrutura e pessoal
  • Mitigação de riscos
  • Objetivos de curto, médio e de longo prazos

5. Exercícios

 

A quem se destina:

Profissionais que atuam no segmento da saúde, ou profissionais de outra áreas que necessitem de conhecimentos de governança clínica para a tomada de decisão estratégica em instituições prestadores de serviços em saúde.

 

Pré-requisito:

Possuir conhecimentos básicos em processos assistenciais e/ou administrativos hospitalares.

 

Apresentadores:

Renato Camargos Couto

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (FM-UFMG);Especialista em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas – UFMG; Especialista em Medicina Intensiva pela AMIB;Doutor em Ciências da Saúde, Infectologia e Medicina Tropical pela Faculdade de Medicina da UFMG;Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da FM-UFMG; Diretor do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde – IAG Saúde.

Tania Moreira Grillo Pedrosa

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (FM-UFMG);Especialista em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas – UFMG; Especialista em Medicina do Trabalho pela Faculdade de Medicina – UFMG; Doutora em Ciências da Saúde, Infectologia e Medicina Tropical pela Faculdade de Medicina da UFMG; Coordenadora e Professora do Curso de Especialista em Gestão da Qualidade da FELUMA/Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais; Diretora do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde – IAG Saúde.

 

Material Didático:

Apostila

 

Certificado:

Somente receberá certificado o participante que tiver o mínimo de 75% de frequência.

 

Parceria:

Planisa e IAG Saúde

 

Local:

Av. Paulista, 509 17º andar - São Paulo - SP

Telefone: (11) 3171-2180/ Fax: 3289-8633

e-mail: capacitacao@planisa.com.br

 

 

DATA: 11 e 12 de Junho de 2015

CARGA HORÁRIA: 12 Horas

INVESTIMENTO: R$ 875,00 (por participante)*

FAÇA SUA INSCRIÇÃO

 

 

 

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2015-05-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/316
<![CDATA[IAG Saúde fala sobre RN 277 para representantes da Central Nacional Unimed]]>

No dia 31 de março o consultor Antônio Cadar representou o IAG Saúde na reunião do sub-comitê de Recursos Próprios da Central Nacional Unimed, em São Paulo.

 

O consultor palestrou sobre o tema “Implantação da RN 277 e o impacto na rede própria”, abordando os seguintes assuntos: novos modelos de remuneração, uso do DRG Brasil para pagamentos e melhoria da qualidade do trabalho após a Acreditação.

 

O público do evento foi composto por gerentes e gestores da rede de serviços próprios da Unimed de todo o País.

 

  

 

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2015-04-17 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/311
<![CDATA[Entrevista com Renato Couto - gestão de pessoas na área médica]]>

O Universo Médico conversou com o professor de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais e co-criador do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG), Renato Couto, sobre a gestão de pessoas na área médica. Segundo Couto, para recrutar bons colaboradores é preciso saber exatamente o perfil que você deseja para a sua clínica ou equipe médica, somente assim será possível alcançar a produtividade ideal. Confira a entrevista!

 

1) Qual a melhor forma de realizar o processo de recrutamento e seleção dos colaboradores de uma clínica médica? Quais as especificidades de um processo seletivo de um consultório médico?

 

O melhor processo é sempre o de menor custo e que atenda aos objetivos previamente estabelecidos. Você poderá usar para seleção os meios eletrônicos que incluem o site de sua empresa e os sites gratuitos de recrutamento, além de indicações de amigos, conhecidos e clientes como fonte de informação e indicação. Realizado o recrutamento, inicia-se a seleção que deve se basear numa lista que você estabeleça de competências necessárias ao cargo, como conhecimentos, habilidades de negociação e relacionamento (ética, sigilo, etc.). A última etapa de do processo é verificar qual candidato possui a maior competência e ai está tudo pronto para contratá-lo.

 

2) Quais habilidades devem ser consideradas como diferenciais para cargos de secretária e recepcionista de um consultório, considerando que essas profissionais têm contato direto com os pacientes?

 

São fundamentais as habilidades de relacionamento e negociação. Além disso, certamente, o interesse pelo outro é fundamental para um bom atendimento, afinal, são essas profissionais que começam um relacionamento entre clínica e paciente.

 

3) Como contratar uma enfermeira auxiliar para um consultório? Quais os diferenciais que uma profissional de consultório deve apresentar em comparação a uma enfermeira hospitalar?

 

Os passos são os mesmos para qualquer cargo: definir a competência necessária, descrevê-la e verificar entre os candidatos qual tem o maior nível de competência. Não vejo diferença de competências entre uma enfermeira hospitalar e de consultório, exceto do ponto de vista técnico. Porém, as enfermeiras de consultório estão dispensadas de conhecer técnicas especificas de um hospital, como curativo em cateter central, aspirar tubos traqueais, etc.

 

4) Como a contratação equivocada de uma profissional pode provocar a perda de pacientes?

 

A principal causa de perda se relaciona a falta das habilidades específicas para o cargo, como bom atendimento. Raramente a falta de conhecimento técnico impactaria em um consultório, mas um cliente mal atendido, por exemplo, poderá abandonar o consultório e não voltar mais.

 

5) Como aumentar a produtividade dos seus colaboradores?

 

Existem três ações: informatização, organização das atividades de maneira planejada e envolvimento do trabalhador com sua atividade. Seguindo esses três passos não haverá grandes dificuldades para que a produtividade seja alcançada.

 

6) Quais as dicas que você pode dar para motivar os colaboradores?

 

Um colaborador feliz é motivado. Para estar feliz no trabalho é necessário uma remuneração adequada ao cargo e de acordo com o praticado no mercado, percepção da relevância da atividade para o resultado, regras de trabalho e comportamento claras, feedback do desempenho baseado em dados e fatos em especial indicadores. Neste ambiente haverá segurança e gratificação moral pelo trabalho, complementos essenciais ao salário.

 

 

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2015-04-07 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/307
<![CDATA[Feluma se organiza para o Programa de Certificação ISO 9001]]>

A Fundação Educacional Lucas Machado – Feluma lançou o Programa de Certificação ISO 9001. O evento, que aconteceu no Auditório Prof. Paulo Emílio Tupy da Fonseca, contou com a presença membros do Conselho Diretor da Feluma, Diretoria e de cerca de 100 colaboradores dos institutos Feluma (Faculdade, Pós-Graduação, Hospital Universitário e Ambulatório). Esses colaboradores serão os multiplicadores do Programa em seus setores.

 

O presidente da Feluma, Dr. Wagner Eduardo Ferreira falou sobre a importância de buscar e implantar processos que qualilficam, ainda mais, a Feluma. Em seguida a gerente da Qualidade da Fundação, Célia Regina Naves, e a representante do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (que prestará consultoria à Feluma), Arlene Caiafa, apresentaram o Programa e explicaram a importância de cada multiplicador no processo.

 

Esse é mais um desafio da Fundação, que contará com a colaboração e empenho de todos os seus funcionários.

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2015-03-10 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/296
<![CDATA[O software SigQuali terá uma versão atualizada no mês de março]]>

 

O Software Integrado de Gestão da Qualidade - SigQuali ficará de cara nova.

 

No novo arranjo visual, os ícones ficam mais coloridos e a tela inicial traz novidades que facilitarão o dia-a-dia do usuário, como agenda e manuais para download.

 

A partir do dia 09 de março, a nova versão do SigQuali estará liberada para que os usuários comecem a usar.

 

Clique aqui e faça agpra um tour virtual para conhecer as mudanças de layout e saber das novidades facilitadoras que o SigQuali trará nessa nova versão.

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2015-03-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/288
<![CDATA[Hospital Arnaldo Gavazza Filho recebe homenagem]]>

 

O Hospital Arnaldo Gavazza Filho, recebeu no dia 24 de fevereiro último, das mãos da Consultora Arlene Caiafa, uma placa de reconhecimento pela qualificação do sistema de gestão da Instituição. A placa de reconhecimento foi outorgada pelo IAG – Instituto de Acreditação e Gestão de Saúde, assinada pelo Dr. Renato Couto e Dra. Tânia Grillo. Tal placa é de suma importância para o Hospital e vem coroar o trabalho de equipe desenvolvido por pelos Colaboradores, representados na foto pelos Líderes de setores da Casa, e reafirma o comprometimento de todos na busca da tão desejada excelência no atendimento.

 

O Conselho Curador e a Superintendência Administrativa do Hospital parabeniza a todos os envolvidos no processo.

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2015-03-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/291
<![CDATA[HMC é recomendado para obter a Certificação NIAHO]]>

IPATINGA - A região do Vale do Aço conquistou um diferencial importante na prestação de serviços de saúde para clientes do plano de saúde da Usiminas e pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Exemplo de excelência em assistência e em gestão no Leste do Estado, o Hospital Márcio Cunha, em Ipatinga, foi recomendado na última sexta, 31, pela líder mundial em certificações Det Norske Veritas e Germanischer Lloyd (DNV-GL) para receber a certificação da norma de acreditação hospitalar formalmente reconhecida pelo Departamento de Saúde dos Estados Unidos, a National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations (NIAHO). A certificação deverá ainda ser referendada pelo International Healthcare Committee da DNV-GL, na sede da empresa na Noruega.

 

Desenvolvida a partir de padrões norte-americanos de segurança assistencial e de infraestrutura, a NIAHO – que no Brasil é também conhecida como DIAS (DNV International Accreditation Standard) – exigiu da instituição investimento, capacitação e preparo de todas as suas equipes ao longo dos últimos anos aplicados efetivamente na prática. Por quatro dias, auditores brasileiros e norte-americanos da DNV-GL checaram os processos de gestão administrativos e assistenciais e a estrutura física das três unidades do Hospital Márcio Cunha.

 

Com base na chamada metodologia Tracer – que consiste em percorrer o caminho do paciente, desde a sua entrada até a alta para analisar as unidades e os processos pelos quais ele foi submetido no hospital – os avaliadores selecionaram 48 prontuários baseado em critérios específicos. A partir das evoluções clínicas registradas, todos e quaisquer procedimentos realizados foram reavaliados sob a ótica da segurança, tanto para a saúde do paciente, como também para acompanhantes e profissionais envolvidos. Isso inclui, por exemplo, desde a avaliação do trabalho de médicos e da equipe multidisciplinar em UTIs, Centro Cirúrgicos, leitos de Internação, setor de Hemodiálise e Transplantes, Maternidade e Pronto-Socorro, entre outros.

 

Para o auditor líder da DNV-GL, Walter Rose, as conclusões preliminares, antes da entrega relatório final nas próximas semanas, superaram as expectativas. “Vocês fizeram um trabalho excepcionalmente bom. Estou feliz em dizer que não foi encontrada nenhuma grande não-conformidade, relativa a um grande problema de processo ou sistem”, disse.

 

O diretor executivo da FSFX, Luís Márcio Araújo Ramos, destacou que a certificação NIAHO/DIAS é o resultado do envolvimento e da determinação dos nossos profissionais. “Foi por meio dessa busca pela certificação que conseguimos fortalecer padrões, cuidados assistenciais com os nossos pacientes, o processo de gestão administrativo e a nossa imagem institucional. Muitas melhorias foram realizadas no último ano. E agora chegamos com êxito ao patamar que tanto almejamos e que vamos manter daqui por diante”, afirmou.

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2015-03-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/286
<![CDATA[HAG: avaliação de 9 setores e suas metas de qualidade]]>

O Hospital Arnaldo Gavazza, de Ponte Nova/MG, passou por avaliação dos indicadores de desempenho. O hospital se prepara para a Certificação ISO 9001.

 

Confira matéria publicada na Folha de Ponte Nova:

 

 

 

Fonte: Jornal Folha de Ponte Nova - 13 de fevereiro de 2015

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2015-02-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/285
<![CDATA[IAG Saúde recebe visita da Unimed Franca (SP)]]>

Durante os dias 12 e 13 de fevereiro, a operadora Unimed Franca (SP) visitou a sede do IAG Saúde com o intuito de validar os planos de ação, construídos pelas suas lideranças, para o desdobramento do planejamento estratégico da instituição.

 

Júlio Melo, Paulo Neto e Dinazê Américo reuniram-se com o consultor Breno Duarte e com a Dra. Tania Grillo e discutiram o desdobramento do PE.

 

 Agradecemos a visita! Sejam sempre bem-vindos.


Saiba mais sobre o produto "Planejamento Estratégico para Operadoras da Saúde Suplementar": https://www.iagsaude.com.br/operadoras-planejamento-estrategico-empresarial

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2015-02-19 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/280
<![CDATA[Consultoria identifica os “gargalos” e as qualidades no Hospital Manoel Gonçalves]]>

O objetivo da consultoria é implementar algumas ferramentas que irão auxiliar no aumento da qualidade dos atendimentos, desde a entrada do paciente até a sua alta, diminuir problemas em todos os setores e minimizar as dificuldades financeiras pelas quais passa a Casa de Caridade.

 

A enfermeira Ingrid Oliveira, consultora da IAG Saúde – Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde, de Belo Horizonte, que está realizando a consultoria –, destaca que o trabalho irá beneficiar todas as pessoas atendidas na entidade, sejam clientes do Sistema Único de Saúde - SUS, da Unimed ou de outros planos de saúde, pois os resultados alcançados irão promover melhorias no Hospital como um todo.

 

A IAG Saúde, que atua no mercado desde 1992, é conhecida pelo trabalho realizado em 15 estados do país, com centenas de clientes. Das 70 entidades de Minas Gerais credenciadas e certificadas pelos órgãos fiscalizadores da saúde, 20 foram preparadas pelo IAG. Entre elas, Santa Casa de BH e de Juiz de Fora, Hospital Mater Dei, Felício Roxo e os hospitais da Unimed.

 

O trabalho de Ingrid junto à Casa de Caridade teve início ainda em setembro de 2014, quando a consultora fez a primeira visita ao Hospital para conhecer o trabalho feito no local. Já em janeiro, nesta primeira fase de acompanhamento das atividades, começaram a ser efetivamente implantadas duas das três ferramentas do sistema de qualidade: o mapeamento de processos e a análise e definição de áreas críticas.

 

De acordo com a consultora, no mapeamento a estrutura complexa do Hospital é considerada em sua totalidade e individualmente em cada setor, pois todos estão interligados. Assim, se um dos setores não funciona bem, outros serão afetados. “Neste trabalho, analisamos a funcionalidade de cada setor, como é o serviço feito em cada área. Gosto de comparar o funcionamento de um hospital com o corpo humano, se o coração não vai bem, o pulmão não pode funcionar adequadamente”, explica Ingrid.

 

Depois do mapeamento dos setores, é possível medir o impacto que cada área está exercendo sobre a outra e onde está o problema de cada setor. Também são coletados dados de transtornos ocorridos, como, por exemplo, uma infecção decorrente de uma cirurgia. “Neste caso, vamos rever todo o processo, o funcionamento do bloco cirúrgico, como os médicos e enfermeiros trabalharam e o pós-operatório para identificarmos o que levou à infecção e eliminar o problema”, exemplifica a consultora.

 

Nesta fase que envolve a instalação do software chamado Iquale, a última ferramenta usada na consultoria, auxilia a controlar as atividades e identificar os problemas. No programa de computador são colocados todos os dados coletados e o mesmo propõe metas e prazos a serem cumpridos para o aumento da qualidade, assim como a forma de solucionar os problemas. O Iquale tem a capacidade ainda de avaliar o impacto econômico e financeiro que cada atividade do Hospital gera. Com isso, na opinião de Ingrid, a consultoria irá ajudar “sem sombra de dúvidas” a minimizar as dificuldades financeiras da instituição. “Claro que temos dificultadores, como a tabela do SUS, que não é reajustada há anos e prejudica a arrecadação do Hospital, mas a consultoria e o Iquale nos permite identificar os ‘gargalos’ da entidade e resolvê-los”, defende Ingrid.

 

A consultora destaca também que o maior “gargalo” identificado até agora no Hospital é a falta de comunicação entre os setores, o que gera desentendimentos e prejuízos. Desde a identificação desse problema, ações foram propostas e estão sendo seguidas para a evolução do sistema de gestão de qualidade. “Nosso trabalho não tem uma data para terminar, nós temos metas a cumprir e o acompanhamento através do Iquale deverá ser constante para aumentar a excelência com menores gastos”, finaliza Ingrid.

 

Trabalho permanente

A previsão é que o acompanhamento com a presença da consultora do IAG Saúde dure três meses, e em abril outra visita para verificar o andamento do processo está programada. Após esta etapa, uma profissional designada pela administração do Hospital será a responsável por dar continuidade ao acompanhamento. No caso, a enfermeira Renata Lacerda, que há quatro anos atua na entidade e até então ocupava o cargo de supervisora das enfermeiras à noite.

 

Responsável pela capacitação permanente, Renata acredita na melhoria através da consultoria. Para ela, houve diferença positiva desde setembro, quando foram analisados os primeiros problemas. “Vários requisitos foram levantados, em alguns já melhoramos e outros ainda precisam ser otimizados, que são os de alto custo e mais complexos. Mas temos cronogramas para cumprir e sabemos que o trabalho terá resultados em longo prazo, desde o almoxarifado até a cirurgia”, explica a enfermeira.

 

Renata destaca ainda que as prioridades a serem alcançadas com a consultoria é a redução de custos sem perder a qualidade, e a realização de uma auditoria na Casa de Caridade. “Todos os hospitais que desejam se manter funcionando e aptos no mercado, precisam se preocupar com a qualidade. É um processo longo, mas conseguimos mobilizar toda a equipe, incluindo coordenadores de setor. É o primeiro passo”, concluiu.

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2015-02-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/276
<![CDATA[IAG Saúde lança solução voltada para o mercado brasileiro]]>

Segundo caderno de negócios do Diário do Comércio, atender o paciente da melhor forma possível sem gastar muito dinheiro não é uma tarefa fácil para as organizações de saúde.

 

 

 

Fonte: Diário do Comércio (Negócios) - MG - 20-01-2015 - Página 13

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2015-01-21 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/273
<![CDATA[Estudo da UFMG mostra o que é preciso para diminuir preços dos planos de saúde]]>

Matéria publicada pelo Jornal Estado de Minas deste domingo, dia 04 de janeiro de 2015, alerta que a adoção de medidas de eficiência em gestão e o foco na redução do desperdício podem reduzir os custos da saúde suplementar.

 

Um desses mecanismos, destacados pelo caderno de Economia, é a metodologia DRG Brasil (Diagnosis Related Groups).

 

Confira abaixo o texto na íntegra:

 

Fonte: Estado de Minas (Economia) - MG - Brasil - 04/01/2015

Link para a matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/01/04/internas_economia,604579/a-torneira-aberta-dos-planos-de-saude.shtml

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2015-01-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/265
<![CDATA[IAG Saúde realiza treinamento na Unimed de Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Nova Odessa]]>

No mês de dezembro, a Consultora do IAG Carolina Novais realizou treinamentos com os facilitadores da Unimed de Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Nova Odessa. A operadora está em preparação para Certificação em Normas Integradas de Gestão - ISO 9001/RN 277. Confira fragmentos da matéria publicada pela instituição:

 

Treinamentos Facilitadores


Nos dias 02 e 03 os facilitadores receberam um treinamento e tiraram dúvidas sobre o lançamento dos Indicadores no sistema SigQuali.

O treinamento foi ministrado pela assessora do IAG, Carol Novais, que além de sanar as dúvidas dos facilitadores, os orientou a consultar e conferir documentos no sistema.

A assessora ressaltou a importância do envolvimento do líder no processo e dos facilitadores com a equipe de trabalho.

Apenas após as lideranças liberarem os documentos no SigQuali os facilitadores terão acesso aos mesmo no sistema. Também é função do líder incluir os Indicadores na ferramenta, com o auxílio do facilitador da sua área.

É importante que os facilitadores repassem o conhecimento adquirido para os demais da equipe, mas também é imprescindível que os demais colaboradores da área também demostrem interesse em se envolver com as mudanças que têm ocorrido na Cooperativa.

Ainda durante a semana, a assessora do IAG tirou algumas dúvidas sobre as dimensões com as áreas e passou algumas tarefas que devem evidenciar as ações em cada dimensão. Até o final de fevereiro, quando a assessora retorna para mais uma visita, todas as ações devem ter sido concluídas.

 

Estamos no caminho certo?

Esta é a pergunta que muitos se fazem em relação a Acreditação da Operadora e todas as mudanças recentes.

Muitos documentos foram produzidos por todas as áreas, treinamentos realizados, questionamentos feitos e parece não estar claro para todos para que serve tudo isso e qual o papel de cada um nesse processo.

A assessora do IAG, Carolina Novais, fez uma avaliação sobre sua visita na última semana e explica como estamos caminhando nessa nova empreitada que é, na verdade, uma mudança na cultura da Cooperativa. Confira:

“Todo processo que envolve uma organização no objetivo de alcançar um reconhecimento oficial de efetividade provoca muita dúvida, principalmente no início. De uma hora para outra a nossa rotina de trabalho é revirada por uma série de documentos e novas atividades, a princípio, sem sentido algum. Esse sentimento é normal nas instituições, afinal para que escrever rotinas, mapear processos e pactuar acordos? Tudo sempre funcionou tão bem e agora tenho que mudar tudo?

Na verdade, o processo de implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade não tem como objetivo mudar totalmente as rotinas já implantadas, e sim formalizar o processo de trabalho, deixando as relações entre setores mais transparentes e reduzindo os desgastes e o retrabalho provocado por uma regra que antes não havia sido oficializada entre as partes.

O processo de construção de um sistema de gestão sólido se assemelha à construção de uma casa. No início são materiais separados e espalhados sem sentido algum e, de repente, um lar vai tomando forma, não pela mão de uma pessoa, mas pelo trabalho em conjunto de toda uma equipe de profissionais. Para implantação da Qualidade na Operadora temos que nos unir, trabalhar juntos para transformar tijolos e cimento, mapas e procedimentos em um lar estruturado e seguro, em uma instituição organizada e com processos de trabalho efetivos.

A Unimed encontra-se no caminho certo para atingir o objetivo tão almejado pela sua Diretoria, uma empresa transparente e que possui o significado da Qualidade absorvido e praticado por todos os colaboradores. Estamos finalizando a fase da construção das ferramentas, que em breve se unirão em um sistema sólido. Mas para isso acontecer é preciso que todos acreditem no processo e acreditem mais ainda no potencial de cada um, em promover a mudança que vai marcar a história da empresa”.

 

 

Fonte: QualiDados - Informativo da Acreditação da Operadora Unimed de Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Nova Odessa - Número 3 - 12 de dezembro de 2014.

 

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2014-12-23 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/264
<![CDATA[IAG Saúde faz consultoria na Unimed Santa Maria]]>

Fonte: Setor de Comunicação da Unimed Santa Maria

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2014-12-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/263
<![CDATA[Dra. Tania Grillo participa de debate sobre Acreditação em congresso de controle de infecção hospitalar]]> 

 

O XIV Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar aconteceu dos dias 19 a 22 de novembro de 2014 em Curitiba/PR.

 

Consistiu em uma produção científca que contempla 130 atividades de variados tipos e dinâmicas, tais como conferências, mesas redondas, debates/controvérsias, encontros com o especialista e simpósios satélites. Os objetivos do evento foram a revisão de conhecimentos em todos os campos da Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar, bem como renovação e incorporação de novos conceitos necessários para a prática contemporânea.

 

O congresso contou com 176 palestrantes convidados sendo 168 nacionais e 08 internacionais.

 

Uma das palestrantes foi a Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, que participou do debate intitulado "Acreditação realmente melhora a qualidade de atendimento nos hospitais"?

 

 

 

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2014-12-05 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/256
<![CDATA[O futuro já começou]]>

A Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, foi convidada para dar a "Palavra de Especialista" em caderno especial do Jornal Estado de Minas sobre os desafios e expectativas para a medicina do futuro.

 

Segundo a médica, além de inovarem em termos científicos e tecnológicos para oferecer o melhor tratamento ao paciente, os hospitais devem buscar sempre por modelos de gestão que garantam a implantação de processos seguros, do início ao final do atendimento.

 

 

Veja a matéria na íntegra:

 

 

Fonte: Estado de Minas (Especial) - MG - 28-11-2014 - Páginas 1 a 12

 

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2014-12-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/255
<![CDATA[ Dois gestores do HNSD no Acredita Minas, em BH]]> 

Jornal Folha de Ponte Nova (MG) destaca a participação da Gerente de Qualidade do Hospital Nossa Senhora das Dores, Fernanda Castro, e do Diretor Técnico, Renato Medeiros, no Acredita Minas 2014.

 

A quinta edição do evento ocorreu nos dias 7 e 8 de novembro na Associação Médica de Minas Gerais. Confira as fotos: http://www.acreditaminas.com.br/galeria2014.php

 

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2014-11-21 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/253
<![CDATA[1º Fórum IAG Saúde para Escritórios da Qualidade]]>

No dia 6 de novembro de 2014, o IAG Saúde recebeu os Coordenadores da Qualidade das instituições clientes para a realização do 1º Fórum IAG Saúde para Escritórios da Qualidade.

 

O propósito do evento foi criar a oportunidade de estar junto aos Escritórios da Qualidade em um ambiente de valiosa troca de experiências.

 

 

O Fórum contou com as seguintes miniconferências:

 

  • Como melhorar a análise crítica dos setores da organização

Palestrante: Luna Cosenza

 

  • Como estruturar um programa de auditoria interna eficiente

Palestrante: Adriana Dias

 

  • Planejamento estratégico: Qual o principal papel da Qualidade para se obter resultados positivos

Palestrante: Breno Duarte

 

  • Gestão do Corpo Clínico e Leitos: como fazer

Palestrante: Priscila Faria

 

  • Planejando o dimensionamento do quadro de profissionais de acordo com a realidade da organização

Palestrante: Dra. Tania Grillo

 

 

Além das palestras, foi realizada a entrega das placas de reconhecimento pelo sistema de gestão das instituições que conquistaram alguma certificação ou passaram por auditoria de manutenção no biênio 2013-2014. Trata-se de um certificado do reconhecimento do IAG pela excelência da gestão alcançada por seus clientes.

 

Confira a galeria de fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Luna Cosenza

 

Luna Cosenza

 

Participantes

 

Participantes

Dra. Tania Grillo

 

Participante

 

Adriana Dias

 

Coffee-break

 

Dr. Renato Couto

 

Breno Duarte

 

 

Breno Duarte

 

Priscila Faria

 

Priscila Faria

 

 

Cedus

 

Centro Oftalmológico de Minas Gerais

 

Cerom

 

Conrad

 

Hospital Infantil São Camilo

 

Hospital Nossa Senhora das Dores

 

Hospital Paulo de Tarso

 

Hospital Santa Rita

 

Hospital Santa Rosália

 

Hospital Unimed BH

 

Instituto de Clínica e Cirurgia de Juiz de Fora (Hospital Monte Sinai)

 

Instituto Fernando Filgueiras

 

Maternidade Octaviano Neves

 

Oncocentro

 

OSS Hospital e Maternidade Terezinha de Jesus - Hospital Melchíades Calazans, Hospital da Mãe, UPA Copacabana, Hospital da Mulher Heloneida Studart

Hospital e Maternidade Terezinha de Jesus

 

Santa Casa de Juiz de Fora

 

Encerramento

 





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2014-11-12 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/250
<![CDATA[Menos erros em hospitais]]> 

Em artigo de opinião publicado pelo Jornal Estado de Minas de 03/11/2014, os médicos Tania Grillo e Renato Couto explicam por que é urgente investir nos processos de gestão dos serviços de saúde:

 

 

 

Fonte: Estado de Minas (Opinião) - MG - 03-11-2014 - Página 7

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2014-11-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/249
<![CDATA[Dra. Tania Grillo fala ao programa Revista, da TV BH News, sobre a 5ª edição do Acredita Minas]]>

O cenário da saúde nacional, inovações em gestão e governança clínica são alguns temas que reúnem profissionais de saúde em Belo Horizonte. O Acredita Minas é realizado entre os dias 7 e 8 de novembro na Associação Médica de Minas Gerais. Entrevista: Dra. Tania Grillo (médica, diretora do IAG Saúde e coordenadora técnico-científica do evento).

 

Assista, neste link.

 

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2014-10-31 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/248
<![CDATA[Rumo ao DRG?]]>

Autor: Maria Carolina Buriti

 

Atual modelo de remuneração não é sustentável e coloca o sistema em xeque; setor quer mudanças e debate deve envolver também o padrão assistencial

 

 

A discussão não é recente: o atual modelo de remuneração baseado no “fee for service” ou conta aberta coloca a sustentabilidade do setor em xeque. A principal vítima é o paciente, que não é beneficiado por um sistema no qual se privilegia a quantidade de exames, procedimentos, medicamentos nem sempre utilizados com o objeto de promover à saúde e, sim, manter o foco na doença.

 

Para os prestadores e fonte pagadora, o modelo tem impulsionado desentendimentos na hora de autorizar as requisições para o pagamento do serviço prestado, o que torna o relacionamento um verdadeiro cabo de guerra, no qual só há perdedores. Mas como, afinal, desenvolver uma nova alternativa de pagamento, mais sustentável para os agentes envolvidos e com mais valor ao paciente?

 

“O modelo de remuneração é o fim ou instrumento? Estamos propondo o modelo de remuneração, entretanto, não discutimos previamente o modelo de assistência que queremos. É mais integral? Mais ‘hospitalocêntrico’?, questionou o diretor de Provimento da Unimed BH, José Augusto Ferreira, durante o Saúde Business Forum 2014. “Queremos foco no interesse e equipamentos ou no efetivo ganho de saúde para os pacientes?”, completou.

 

Rever os padrões da assistência também é considerado fundamental pelo Diretor de Recursos Próprios da Unimed Vitória, Mário Tironi Junior. Segundo ele, o modelo hoje onera o sistema e, muitas vezes, trata pontualmente o paciente, sem contribuir para o cuidado integral e a promoção da saúde. “Hoje o sistema de remuneração é baseado no ‘que eu fiz no cliente’, precisamos mudar para ‘o que que eu faço pelo cliente’, sugeriu.

 

  • Iniciativas

Atualmente cerca de 47% das receitas hospitalares no segmento privado é proveniente de materiais e medicamentos. Esses itens são responsáveis por cerca de 15% dos custos hospitalares, os 85% veem das diárias, ou seja, hoje as operadoras pagam muito por aquilo que custa pouco – materiais e medicamentos- e pagam pouco por aquilo que custa muito, as diárias.

“O objetivo do modelo atual não é entregar valor [para o paciente], pois para o profissional ser bem remunerado, precisa usar mais medicamentos, equipamentos, materiais e que o paciente fique mais tempo internado. Ou seja, o modelo vigente premia a ineficiência”, afirma Ferreira.

 

Verticalizadas e com grande número de beneficiários em suas praças de atuação, Unimed BH e Unimed Vitória trabalham alternativas para que esses impactos não sejam tão nocivos. A cooperativa capixaba, que possui uma rede com centros de diagnóstico, centros de atenção primária, homecare e hospitais, implantou processos de regulação no backoffice envolvendo procedimentos cirúrgicos e de alto custo, incluindo OPME. A iniciativa gera uma economia média de R$ 400 mil por mês, e quando é somada ao trabalho realizado por auditorias hospitalares, o valor economizado alcança R$ 28 milhões por ano.

 

A Unimed Vitória também investiu em seus centros de atenção primária com um modelo baseado em captação. “Temos uma demanda de profissionais que querem sair dos consultórios para entrar no sistema”, comemora Tironi referente ao projeto que começou no ano passado. Nele, equipes formadas por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde acompanham grupos de paciente e se tornam referência para a população atendida. “Essa captação leva a indicadores de performance da saúde do cliente como: manutenção do peso, medição da glicose etc.”, contou. Assim, é possível abrir mão do fee for service rumo ao modelo que reconheça a qualidade do serviço.

 

Outra forma é a remuneração semi-global, que envolve materiais e medicamentos, taxas e diárias hospitalares. A cooperativa reuniu quatro grandes hospitais da região e passou a discutir o tipo de remuneração, uma vez que as entidades já tinham assistido a quebra de duas operadoras locais. “Conseguimos implementar em todos os hospitais”, disse, explicando que foram necessárias algumas negociações para o êxito do projeto iniciado em maio deste ano. “Foi o parto da montanha. Mas no fim todos entenderam que há o ganha-ganha”.

 

A Unimed BH pratica há cinco anos o modelo de diária global, na qual estão contemplados todos os procedimentos cirúrgicos - incluindo diárias, taxas e insumos básicos – apenas materiais, medicamentos especiais e honorários médicos não entram. De acordo com Ferreira, o resultado é que esses hospitais atingiram a eficiência dos hospitais americanos, quando se compara índices como alta precoce, tempo de permanência e outros.

 

“Com a diária global, o ganho do hospital é em relação ao que ele faz melhor e mais rápido e assim se torna mais eficiente. Diagnósticos que ficavam três dias internados, hoje ficam dois, pois se melhorou os processos, melhorou o pós operatório, a recuperação anestésica e etc.”, explicou Ferreira.

 

O modelo evita a sobreprestação de serviços, pois ela só é interessante em conta aberta. Na Unimed Bh, o modelo é visto como transição: não é conta aberta, mas também não é desempenho, mas como disse Ferreira, já é um início.

 

 

  • DRG

O que a Unimed Vitória pretende amadurecer com as diárias semi-globais e o que a Unimed BH já faz com o modelo de diárias globais pode ser considerado a primeira etapa para a mudança do modelo de remuneração rumo ao chamado Diagnosis Related Groups (DRG).

 

De acordo com Renato Couto, diretor do IAG, ela é construída pela migração das margens de materiais e medicamentos para a diária, o que evita desperdícios. “Com isto corrigimos uma grande distorção no sistema de compras de serviços hospitalares pela saúde suplementar, no qual as operadoras pagam muito por aquilo cujo custo é baixo como materiais e medicamentos, e paga quase nada por aquilo que custa muito, a diária”, explica.

 

A segunda etapa é aumentar o valor pago pela diária, além daqueles oriundos da migração de margens, pois mesmo com o repasse, o que se paga pela diária será inadequado em grande parte do Brasil. “A questão central é de onde virá o dinheiro para este aumento das diárias globais? Como operadoras, em grave dificuldade financeira, poderão dar aumento? Como garantir a sustentabilidade destas operadoras? O dinheiro existe e se encontra desperdiçado pela baixa produtividade do leito no Brasil", questiona.

 

No Brasil, segundo Couto, o número de dias necessários para se tratar um paciente de um determinado DRG é cerca 86% maior que o percentual americano. "Ora é possível entregar a assistência consumindo 86% menos diárias”, compara.

 

Couto aconselha que para o hospital conseguir isso, ele deve ter governança clínica e alta qualidade assistencial. Já as operadoras devem ter sistemas de saúde que entreguem continuidade de cuidado permitindo uma alta precoce. “O dinheiro oriundo deste programa de aumento de produtividade hospitalar poderá ser compartilhado pela operadora, hospitais e médicos. Felizmente temos uma enorme oportunidade de sanear o sistema”.

 

Durante o debate, Ari Ribeiro, superintendente de serviços ambulatoriais do Hcor e membro da Anahp, adiantou que a entidade de hospitais privados já estuda o modelo internamente para uma possível adoção nos hospitais integrantes. Mas há dificuldades para implantá-lo. Neste momento dada a precariedade da maioria dos serviços de codificação diagnostica no Brasil, o DRG significaria uma drástica redução de receita para os hospitais, visto que o banco de dados que possibilita a implantação do modelo depende da codificação secundária e a maioria das entidades brasileiras mal codificam o diagnóstico principal, avalia.

 

Outro obstáculo colocado por ele é a questão das patentes. Para utilizar o DRG é preciso usar um sistema que pertenceria ao patrimônio da 3M. Mas Couto esclarece que a multinacional americana é apenas uma das empresas que patentearam alterações na metodologia, que originalmente foi desenvolvida nos Estados Unidos (veja mais detalhes no quadro abaixo) e pode ser utilizada por qualquer cidadão. “A maior parte dos países do mundo usam DRG e não pagam patente a 3M”, afirma.

 

  • Saiba mais sobre o DRG:

 

- DRG nasceu nos Estados Unidos em 1969 e, desde o início dos anos 80, é usado e atualizado pelo governo americano.

 

- A versão MS-DRG usada pelo governo americano é livre e acessível a qualquer cidadão ou empresa.

 

- Há empresas que fizeram modificações na metodologia original e a patentearam. A 3M é uma delas. Porém, a maior parte dos países que usam o DRG não pagam patente à 3M.

 

- O DRG só se aplica a pacientes internados em hospitais. O desempenho da produção assistencial deve ser mensurado em duas dimensões: custos e resultados.

 

- Dois indicadores permitem avaliar a qualidade: complicações assistenciais e mortalidade.

 

- Para usar o DRG é necessário um software que realize as milhares de combinações entre idade, CID da doença principal, CID de comorbidades, procedimentos realizados para gerar os 786 produtos da versão atual (MS-DRG).

 

Os principais desafios para implantar o DRG no Brasil, segundo Couto, são:

 

- Desconfiança entre as partes: por isso ela precisa ocorrer de forma voluntária, transparente e com decisões sustentadas em preceitos técnicos.

 

- Diferenças do sistema de codificação EUA vs Brasil: São 72 mil códigos cirúrgicos americanos e 5100 códigos TUSS brasileiros. A solução é construir equivalências de códigos.

 

- Os processos gerenciais do sistema de saúde suplementar brasileiro devem ser inclusos: Categorizador de DRG deve integrar a assistência a ser realizada pela operadora e hospital.

 

 

Fonte: Saúde Business 365

 

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2014-10-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/247
<![CDATA[Palestrantes confirmados para o 5º Acredita Minas]]>

Conheça os palestrantes - nacionais e internacionais - que estarão presentes na 5ª edição do Acredita Minas, dias 7 e 8 de novembro na Associação Médica de Minas Gerais:

 

Acredita Minas

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2014-10-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/246
<![CDATA[Dra. Tania Grillo fala ao jornal O Tempo sobre lei que limita a espera por atendimento ]]> 

O texto prevê que os responsáveis sejam punidos com afastamento. Dra. Tania diz que o prazo é relativo e depende do potencial de atendimento do local.

 

Confira a reportagem:

 

O Tempo Dra Tania Grillo

 

Fonte: O Tempo (Cidades) - MG - 23-10-2014 - Página 32

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2014-10-23 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/245
<![CDATA[Dra. Tania Grillo profere palestra magna em evento da Secretaria Municipal de Saúde]]>

A Diretora do IAG Saúde proferiu a palestra magna no evento de lançamento do GUIA - Utilização de Antimicrobianos e Recomendações para Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde em Unidades de Pronto Atendimento.

 

Organizado pela Secretaria Municipal de Saúde, o evento aconteceu dia 16 de outubro, no Teatro Casa Azul em Contagem-MG.

 

O tema da palestra da Dra. Tania Grillo foi "O que é Segurança do Paciente"?

 

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2014-10-21 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/243
<![CDATA[Dra. Tania Grillo participa da 44ª Convenção Nacional Unimed]]>

A diretora do IAG Saúde, Dra. Tania Grillo, participou, juntamente com a parceira Fundação Unimed, da 44ª Convenção Nacional Unimed.

 

O evento, cujo tema foi "O papel do Sistema Unimed na Década do Cooperativismo" aconteceu de 14 a 17 de outubro de 2014, no Rio de Janeiro/RJ.

 

Entenda o tema central:

"A Aliança Cooperativa Internacional estabeleceu, em 2012, um projeto chamado “Década do Cooperativismo”. Ele incentiva que cada um de nós, até 2020, trabalhe para tornar o nosso modelo de negócio ainda mais sustentável e eficiente e, com isso, o preferido pelas pessoas e de mais rápido crescimento.

Levando em consideração o imenso desafio deste plano, qual será o papel do Sistema Unimed nos anos vindouros?"

Fonte: Hotsite da 44ª Convenção Nacional Unimed

 

Confira a galeria de fotos:


          Dra. Tania Grillo e Heloísa Jardim, da Fundação Unimed


          Dra. Tania Grillo com a equipe da Fundação Unimed

 

Dr. Ary Célio (Fundação Unimed), Dr. Pedro Melo (Unimed Caruaru) e Dra. Tania Grillo (IAG Saúde)

 

Dr. Ricardo Campos, Dr. João Caetano e Sr. Márcio Barbosa (Fundação Unimed) e Dra. Tania Grillo (IAG Saúde)

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2014-10-20 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/242
<![CDATA[ IAG Saúde participa da 31ª Conferência Internacional da ISQua]]> 

 

O Dr. Renato Couto, diretor do IAG Saúde, ministrou uma palestra na 31ª Conferência Internacional da ISQua, que aconteceu no Rio de Janeiro, no início do mês de outubro.

 

O tema de sua palestra foi: Benefícios da Acreditação para os Stakeholders do Sistema de Saúde.

 ISQua

A ISQua é a Sociedade Internacional de Qualidade em Saúde. É uma organização global cujas origens remontam a 1984.

A missão da organização é: Inspirar, promover e apoiar a melhoria contínua da segurança e qualidade dos cuidados de saúde em todo o mundo.

A ISQua possui uma rede que se estende por 100 países e cinco continentes.

Conheça: http://www.isqua.org/home

 

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2014-10-15 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/240
<![CDATA[Profissional de enfermagem, o Acredita Minas também é para você!]]>

Tenha a oportunidade de debater sobre a participação do Enfermeiro no cenário da saúde nacional conhecer as inovações em gestão e as práticas internacionais para o enfrentamento dos grandes desafios da sustentabilidade do sistema.

 

Acredita Minas

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2014-10-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/239
<![CDATA[Seminário "Governança e gestão dos hospitais de atendimento público no Brasil"]]>

A Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, participará do seminário "Governança e gestão dos hospitais de atendimento público no Brasil", que será promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no mês de outubro no Rio de Janeiro.

 

No evento, a doutora ministrará a palestra "Gestão hospitalar com foco na segurança do paciente e nos resultados operacionais", no painel sobre os principais desafios na gestão de hospitais que atendem ao SUS.

 

 

 

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2014-09-30 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/234
<![CDATA[COREN-MG PARTICIPA DA 3ª EDIÇÃO DA HOSPITALMINAS FEIRA DE NEGÓCIOS DA SAÚDE]]>A coordenadora do GTAE Eva Zan Pereira, a coordenadora do IAG, a médica Tânia Grillo e a integrante do GTAE Lucinete Duarte (da esquerda para a direita) participaram do evento

Entre 16 e 18 de setembro, o Coren-MG participou da 3ª edição da HospitalMinas Feira de Negócios da Saúde. Direcionado exclusivamente a profissionais de saúde, o evento tem como objetivo apresentar as mais recentes novidades na área. Em parceria com o Instituto de Acreditação e Gestão (IAG), o Coren-MG participou do 1° Workshop Estratégias para a Sustentabilidade das Organizações de Saúde.

 

A Coordenadora do Grupo de Ações Estratégicas para a Enfermagem (GTAE) do Coren-MG, Enf Eva Zan Pereira, proferiu a palestra “Controle do Risco Legal e Assistencial no Processo de Registro dos Profissionais de Saúde”. O Conselheiro Enf Gilberto Gonçalves de Lima, em parceria com Instituto de Práticas Seguras no Uso de Medicamentos (ISMP), também esteve no evento, e abordou “Cultura de Segurança e Tecnologia na Prevenção de Erros de Medicamentos”. Além disso, no estande montado nos três dias do evento, a integrante do GTAE Enf Lucinete Duarte tirou dúvidas dos profissionais e distribuiu o “Kit Coren”, composto por Manual de Normas e Legislações, caneta e camisa.

 

Para Eva Zan, a participação do Coren-MG na 3ª edição da HospitalMinas foi de extrema relevância. “O Coren-MG, com mais de 174 mil profissionais de Enfermagem, representando a maior força de trabalho do Estado na área da saúde, não poderia estar distante desse espaço tão oportuno de debates, trocas de experiência, conhecimento e reflexão acerca da saúde de Minas”, destacou.

 

Durante os três dias de programação, os visitantes puderam assistir a seminário, debates e reuniões de negócios que visaram promover a melhoria do nível dos profissionais, permitindo a otimização de processos, de forma a aumentar a qualidade do cuidado em saúde e a produtividade do colaborador em cada instituição.

Para Eva Zan, já que a Enfermagem é a maior categoria na área da saúde, a participação do Coren-MG foi fundamental

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2014-09-30 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/235
<![CDATA[Dupla certificação da Santa Casa de Juiz de Fora no "Santa Casa em Pauta"]]>

Cliente da consultoria IAG Saúde há mais de dois anos, a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora/MG obteve uma conquista dupla no primeiro semestre deste ano: a conquista da Certificação ISO 9001:2008 e da Acreditação ONA nível 1.

 

Na última edição do jornal "Santa Casa em Pauta" foi publicada uma matéria sobre estes acontecimentos especiais, que contou com o seguinte depoimento da Dra. Tania Grillo, diretora do IAG:

"O reconhecimento da Santa Casa como Acreditada Nível 1 da ONA é um importante e fundamental marco para as instituições filantrópicas. Além da Acreditação, o sistema de gestão também foi contemplado com a Certificação ISO 9001:2008, evidenciando a competência da alta direção, do corpo clínico e lideranças na reestruturação de seus processos tornando-os cada vez mais eficientes e seguros, contribuindo para a sustentabilidade de serviço tão relevante para a comunidade de Juiz de Fora.

Para o IAG Saúde, a oportunidade de ter compartilhado com a Santa Casa de Juiz de Fora desta experiência vitoriosa é motivo de muito orgulho. Para nós, este resultado especial mostra como as instituições filantrópicas são sim, altamente capazes de se renovar, estabelecer vínculos sólidos entre as equipes e crescer pelo aprendizado contínuo."

 

Confira o texto da matéria na íntegra:

Fonte: Jornal "Santa Casa em Pauta"
Créditos: Setor de Comunicação e Marketing da Santa Casa de Juiz de Fora

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2014-09-23 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/231
<![CDATA[Qualidade em alta na Unimed Uberaba]]>Unimed Uberaba - MG realiza treinamento sob a Coordenação da Assessora de Qualidade e Processos, com a presença da Consultoria IAG Saúde. O objetivo foi o aprimoramento sobre a RN 277 (Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde).

Equipe de excelência da Unimed Uberaba

Importante treinamento foi realizado hoje sob a Coordenação da Assessora de Qualidade e Processos, Júlia Cristina Silva, com a presença do diferenciado consultor Breno Duarte e a ativa participação da equipe da Área. A qualificação foi oportunizada a todos os gestores com o objetivo de aprimoramento sobre a RN 277. Os participantes, também, tiveram a chance de dirimirem dúvidas sobre a Acreditação de Operadoras de Plano de Saúde. O evento começou às 8 horas e aconteceu durante toda a manhã.

A UNIMED Uberaba iniciou em 2011 um projeto de múltiplas ações para conquistar certificações importantes que garantirão a prática de uma Gestão voltada para a qualidade e que atenda a todos os requisitos determinados em normas que padronizam políticas de excelência nas principais nações do mundo.

Consultor Breno durante apresentaçãoA apresentação do primeiro certificado marcou um novo momento para a Unimed Uberaba.A importância de manter o título é, constantemente, reafirmada, como também, a necessidade de continuar com a mais rigorosa e ética atuação a favor da política de qualidade.

Juliana, Júlia, Breno e André com importantes iniciativas para o crescimento da qualidadeA ‘International Organization for Standardization’ – ISO foi fundada no fim da década de 40 e desde então, serve de referência para Instituições que buscam vantagens competitivas. A adoção das normatizações permite a identificação de elementos que garantem força à marca, reputação fortalecida, produtividade e credibilidade.

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2014-09-12 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/228
<![CDATA[IAG Saúde participa do 24º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos. ]]>

Aconteceu dos dias 20 a 22 de agosto, na capital federal, o 24º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos.

O tema central do tradicional encontro foi “Indispensáveis para a Saúde, indispensáveis para o Brasil”, que debateu a importância das filantrópicas para a sobrevivência do SUS.

Mais de 700 pessoas prestigiaram a abertura do 24º Congresso, que contou com a presença do ministro da Saúde, Arthur Chioro (veja aqui uma matéria sobre o discurso do ministro).

O IAG Saúde também marcou presença neste evento. A Dra. Tania Grillo, diretora do Instituto, ministrou a palestra “Qualificação Hospitalar com Foco na Segurança do Paciente e nos Resultados Operacionais”.


 

Na foto: Dr. Renato Loures - presidente da Santa Casa de Juiz de Fora/MG, Dra. Tania Grillo - diretora do IAG Saúde, e Sr. Ruy Lopes Freitas - diretor financeiro da Fundação Antônio Jorge Dino (São Luís/MA)

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2014-08-29 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/227
<![CDATA[SigQuali lança um novo módulo: Mapa de Processos]]>

O Mapa de Processo é o desenho dos processos da instituição mostrando de forma clara as interações entre entradas, saídas, fornecedores, clientes, principais processos e atividades. Por meio do mapa é possível visualizar pontos de atuação e melhoria no processo.

Este módulo do SigQuali facilita na estruturação e integração dos processos da organização alinhando indicadores de desempenho, indicadores estratégicos, requisitos de produtos e documentos.

Suas aplicabilidades se estendem a: desdobramento das estratégias nas diversas áreas da organização; estruturação de Linhas de Cuidado; estruturação de Cadeia de Valor; gestão de mudanças através da validação de novos processos ou tecnologias; entre muitos outros.

 Mapa de Processos

Gostaria de saber mais sobre o módulo Mapa de Processos e sobre o Software Integrado de Gestão da Qualidade - SigQuali? Entre em contato conosco por meio do site: www.sigquali.com.br/contato

 

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2014-08-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/226
<![CDATA[“Qualidade como palavra de ordem” – Dra. Tania Grillo fala à Saúde, Minas]]> 

A Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, fornece entrevista para a revista Saúde, Minas e fala sobre a Gestão da Qualidade como ferramenta de sustentabilidade das organizações de saúde, com foco na melhor assistência ao paciente.

 

"Em um cenário tão complexo como é o da saúde, organizações com lideranças com foco e visão de futuro, que investem na segurança de seus processos por meio da excelência do desenvolvimento das competências do capital humano, se farão perenes, maiores e melhores", argumenta Dra. Tania.

 

 

 

Leia o texto da matéria:

 

"Por muitos anos a assistência hospitalar era destinada aos menos favorecidos e aqueles que dispunham de algum recurso financeiro eram atendidos em domicílio pelo médico da família. Acredita-se que, por isso, só em 1924 as instituições começaram a se preocupar com a qualidade dos serviços de saúde. A primeira iniciativa nesse sentido nasceu com o Colégio Americano de Cirurgiões, quando propôs o Programa de Padronização Hospitalar. O cenário atual é bem diferente daquela época: ter qualidade tornou-se prioridade para funcionamento e sustentabilidade dos serviços de saúde. A rede hospitalar tem disponíveis quatro processos de acreditação: certificação realizada pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que é nacional; e três internacionais: NIAHO (National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations), JCAHO (Commission of Acreditation for Healthcare Organizations) e a CCHSA (Canadian Council on Health Services Accreditation). A metodologia de gestão da qualidade, aplicável a qualquer tipo de organização, e frequentemente utilizada no setor da saúde, é a norma ISO 9001:2008. O processo de busca da acreditacão é mais frequente nas organizações privadas e filantrópicas, mas vem sendo adotado em serviços públicos. Esse é o caso da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), que desde 2008 iniciou o processo de acreditarão nos hospitais regionais António Dias, em Patos de Minas, e João Penido, em Juiz de Fora, acreditados pela ONA nível 2, em 2010 e 2013, respectivamente.

FERRAMENTA

A acreditação não pode ser considerada a tábua de salvação, mas indiscutivelmente é uma ferramenta gerencial que pode poupar a instituição de vários desgastes. Entre eles destacam-se: perdas com erros e eventos adversos assistenciais; custos de retrabalho ou processos ineficientes; custos de eventuais processos judiciais; comprometimento da imagem da organização perante a sociedade; e perda de clientes ou de mercado. Na avaliação de uma das precursoras do movimento de qualificação hospitalar no cenário de Belo Horizonte, a infectologista Tânia Moreira Grillo Pedrosa, acreditar é um processo vital para as organizações de saúde. "Em um cenário tão complexo como é o da saúde, organizações com lideranças com foco e visão de futuro, que invéstem na segurança de seus processos por meio da excelência do desenvolvimento das competências do capital humano, se farão perenes, maiores emelhores", argumenta.

CORRIDA PELA ACREDITAÇÃO

A especialista é uma das sócias fundadoras do IAG Saúde, instituto de consultoria que há 22 anos atua em diversas organizações ligadas à área, em todo o país. Das 70 instituições do Estado de Minas que aderiram à implantação e implementação de processos permanente de melhoria pela certificação ONA, o IAG acompanhou a acreditação de 23 delas. Na avaliação da consultora, o Brasil ganhou impulso para a pauta da qualidade a partir da Portaria GM/MS n.° 1.107, de 14 de junho del995. "A portaria cria o programa Brasileiro de Acreditação Hospitalar e este foi o pontapé fundamental de todo este movimento de qualidade no Brasil", afirma Tânia Grillo. A especialista pontua, ainda, que o poder público é um importante catalisador de ações e programas benéficos às organizações de saúde.

Já em 2011, o Brasil assiste a uma corrida pela acreditação após a Normativa n° 267 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Pela resolução, as operadoras de saúde devem divulgar para os usuários o nível de qualidade da rede prestadora. "Nenhum prestador deseja aparecer com baixo nível de qualidade para seus clientes", observa a médica. De qualquer modo, por exigência ou não, a acreditação fomenta melhorias importantes. Pode contribuir para segurança e resultados assistenciais para o paciente, trazer melhor resultado econômico para a instituição e oferecer ao colaborador um melhor ambiente de trabalho.”

 

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2014-08-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/223
<![CDATA[Em evento das santas casas, Ministro da Saúde alerta para o desafio da mudança do modelo de pagamento feito pela tabela SUS]]>“O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participou nesta quarta-feira (20) da abertura do 24º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, que acontece em Brasília. Chioro falou sobre a importância das entidades, que desempenham papel estratégico na rede de atenção à saúde, e destacou as medidas implementadas pelo governo federal para o fortalecimento do setor, como a ampliação do financiamento. Entre 2010 e 2014, os repasses federais para as santas casas e hospitais filantrópicos de todo o país cresceram 49%, passando de R$ 9,7 bilhões para R$ 14,46 bilhões. São recursos que ultrapassam os valores pagos por meio da tabela SUS.

Confira o vídeo do evento:



Uma ação importante que contribuiu para o aumento dos investimentos foi a elevação do Incentivo de Apoio à Contratualização (IAC) dos serviços prestados pelas entidades filantrópicas, que passou de 26% para 50% a mais em relação ao que é pago pelos atendimentos de média complexidade. “Os recursos passaram de R$ 398 milhões para R$ 2,2 bilhões, um crescimento de 453% no período. Isso demonstra como o governo federal tem valorizado essa área, que é fundamental para o atendimento da população”, ressaltou. Atualmente, 762 instituições contam com repasse de IAC, localizadas em 604 cidades de 23 estados, incluindo 19 capitais. “Desde o princípio da atuação das Santas Casas no país, o trabalho dessas instituições é reconhecido pelo envolvimento da comunidade, acolhimento e busca de uma humanização do atendimento”, destacou o ministro.

 

Outra medida de destaque para fortalecer o setor foi a criação do Programa de Fortalecimento das Santas Casas (PROSUS), que prevê a quitação dos débitos tributários das instituições que aderirem à iniciativa em um prazo máximo de 15 anos. Em contrapartida, os hospitais devem ampliar o atendimento de exames, cirurgias e atendimentos a pacientes do SUS. Ao todo, 264 instituições enviaram propostas ao Ministério da Saúde para participar do programa.

 

SETOR ESTRATÉGICO – Dos 1.824 hospitais beneficentes sem fins lucrativos existentes no país, 1.722 (94%) estão inseridos no SUS, sendo que 44% apresentam mais de 50 leitos (797 hospitais) e realizam 42% das internações da rede pública, além de 20% dos procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade. Somente em 2013, as entidades filantrópicas realizaram 4,7 milhões de internações, o que equivale a 41% do total no Brasil, que é de quase 11,5 milhões de internações.

 

Chioro apontou alguns desafios a ser enfrentados, entre eles, a mudança do modelo de pagamento feito pela tabela SUS (Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órtese e Próteses), a necessidade de aprimorar a gestão financeira e o modelo de atendimento à população e a renovação e aperfeiçoamento tecnológico da rede e qualificação profissional. [Grifo nosso]

 

“A tabela causa profundas deformações porque produz iniquidade e faz todo o sistema refém. Precisamos ter a ousadia de dar mais passos para negociar maneiras de mudar esse modelo”, disse o ministro, destacando que a tabela é reajustada de acordo com necessidade dos serviços e da pactuação com os gestores de saúde. Do total 4,4 mil itens da tabela, mais de mil sofreram reajuste nos valores entre 2007 e 2014.”

Fonte: Portal da Saúde



COMO MUDAR O MODELO DE PAGAMENTO?

 

Uma forma efetiva de mudar o modelo de pagamento feito pela tabela SUS – desafio que a saúde brasileira enfrenta, conforme pontuou o ministro da Saúde Arthur Chioro – é o pagamento por casuística (ou procedimento).

 

Entenda como esta solução funciona, lendo abaixo o extrato do “Livro Branco: Brasil Saúde 2015 | A sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, publicado pela Anahp. A partir de extensa análise do sistema de saúde brasileiro e de experiências mundiais, o documento apresenta propostas para o aprimoramento da atenção à saúde e da atuação integrada entre os setores público e privado (acesse o “Livro Branco: Saúde 2015” aqui).



“Pagamento por casuística (case mix). A classificação em Diagnosis Related Group (DRGs) é um instrumento que permite a mensuração do produto hospitalar, principalmente sob o ponto de vista gerencial. A sua utilização é comum em alguns países e abrange desde o pagamento, até o instrumento de controle de qualidade. A remuneração é ponderada de acordo com o diagnóstico e tratamento do paciente e o sistema promove o menor tempo de permanência hospitalar. Porém, a pressão Os maiores prestadores de serviços do Sistema Único de Saúde, como as Santas Casas e os hospitais filantrópicos, apresentam, em sua maioria, elevado índice de endividamento, uma vez que a remuneração pelo SUS é muito abaixo dos custos envolvidos. O repasse referente à produtividade é feito com base na Tabela SUS, cujos valores nem sempre são O modelo de remuneração dos serviços de saúde no Brasil não é homogêneo e, em alguns casos, privilegia o consumo em detrimento da qualidade As Santas Casas e os hospitais filantrópicos apresentam um elevado endividamento, uma vez que a remuneração do SUS não é suficiente por eficiência pode afetar a qualidade dos serviços.” (Livro Branco: Saúde 2015, pág. 58)

 

Você gostaria de saber mais sobre a mudança no modelo remuneratório? Envie um e-mail para o IAG Saúde: iagsaude@iagsaude.com.br

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2014-08-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/224
<![CDATA[5º Acredita Minas traz como tema central "A Governança Clínica e os Modelos Assistenciais e Remuneratórios"]]>

O EVENTO

O Acredita Minas, que já está na sua quinta edição, tem como propósito debater o cenário de saúde nacional, as inovações em gestão e as práticas internacionais para o enfrentamento dos grandes desafios da sustentabilidade do sistema. E com especial importância, apresentar as experiências bem sucedidas neste campo implementadas nas principais instituições de saúde do Estado de Minas Gerais.


TEMA CENTRAL:

GOVERNANÇA CLÍNICA E OS MODELOS ASSISTENCIAIS E REMUNERATÓRIOS - Interdependências e atribuições como norteadores da viabilidade do sistema de saúde brasileiro.

A governança clínica hoje é entendida como o ponto crítico central na gestão em saúde. De acordo com a definição do NHS (National Health Service – sistema público de saúde do Reino Unido), governança clínica é o conjunto de intervenções realizadas com o propósito de assegurar que os pacientes recebam o cuidado correto, no momento correto, do profissional correto e que isso ocorra desde o primeiro contato com o sistema de saúde. É de responsabilidade de todos, incluindo médicos, enfermeiros, demais profissionais de saúde bem como das funções de apoio como pessoal administrativo. Todos devem trabalhar juntos para garantir ao paciente a melhor assistência possível.

É dentro deste contexto que o V Acredita Minas se propõe a discutir, com a participação de debatedores com sólida experiência desde a macrogestão em políticas públicas até a microgestão das organizações, a interdependência entre a governança clínica e os modelos assistenciais e remuneratórios e suas atribuições como norteadores da viabilidade do sistema de saúde brasileiro.


DATA E LOCAL

7 e 8 de novembro de 2014, na Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).


PÚBLICO ALVO

Todos os profissionais que atuam na área de saúde.

Acredita Minas

COMISSÃO ORGANIZADORA

  • Dr. Renato Camargos Couto - Médico, diretor do IAG Saúde
  • Dra. Tania Moreira Grillo Pedrosa - Médica, diretora do IAG Saúde
  • Profa. Kely Cristina Pereira Vieira - Pedagoga, Coordenadora da Pós-graduação Lato Sensu presencial e a distância Ciências Médicas
  • Sr. Bernard François Couttolenc - Administrador de Empresas e Phd em Economia da Saúde, Diretor-Presidente do Instituto Performa
  • Dr. Reginaldo Teófanes Ferreira de Araújo - Médico, Presidente da Associação de Hospitais de Minas Gerais
  • Sr. Francisco de Assis Figueiredo - Administrador Hospitalar, Presidente da Federassantas
  • Equipe de Comunicação Feluma
  • Equipe de Comunicação IAG Saúde
  • Positiva Eventos

 

Para conhecer a programação e realizar sua inscrição, acesse o site: www.acreditaminas.com.br

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2014-08-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/222
<![CDATA[Programação completa do "1° Workshop Estratégias para a Sustentabilidade das Organizações de Saúde"]]>

O IAG Saúde ministrará o "1° Workshop Estratégias para a Sustentabilidade das Organizações de Saúde", que acontecerá concomitante à feira HospitalMinas.

A HospitalMinas é uma feira de negócios da área da saúde, que acontece em BH, no Expominas. Esse ano, o evento acontecerá dos dias 16 a 18 de setembro.

 

  • Confira a programação completa do Workshop no dia 16 de setembro:



  • Confira a programação completa do Workshop no dia 17 de setembro:



  • Confira a programação completa do Workshop no dia 18 de setembro:


 

Clique aqui para fazer sua inscrição

 

Também estaremos com um stand na feira. Não deixe de visitar-nos!

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2014-08-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/220
<![CDATA[IAG Saúde participará do 9º Encontro de Cooperados da Unimed Juiz de Fora]]>

Dia 13 de setembro de 2014, a partir das 9h, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde, ministrará a palestra "Como aumentar o honorário do cooperado".

 

Confira abaixo o convite do 9º Encontro de Cooperados da Unimed Juiz de Fora, destinado a médicos cooperados e a rede credenciada da Unimed:

 

Unimed Juiz de Fora

 

 



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2014-08-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/215
<![CDATA["1° Workshop Estratégias para a Sustentabilidade das Organizações de Saúde" na HospitalMinas]]>

A HospitalMinas é uma feira de negócios da área da saúde, que acontece em BH, no Expominas. Esse ano, o evento acontecerá dos dias 16 a 18 de setembro.

A HospitalMinas apresenta-se como um local de debate, de conhecimento e acima de tudo de negócios. É exclusivamente direcionada para profissionais, tendo como objetivo apresentar as mais recentes novidades na área da saúde.

 

No evento, o IAG Saúde ministrará um workshop, o "1° Workshop Estratégias para a Sustentabilidade das Organizações de Saúde", que acontecerá concomitante à feira.

 

Workshop IAG Saúde 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

 

16/09 - 09 às 12 horas

Estratégias para melhoria da gestão hospitalar

Palestrante: Isabela Caiaffa

 

16/09- 14 às 17 horas

Gestão do Risco Assistencial

Palestrante: Dra. Tania Grillo

 

17/09 – 09 às 12 horas

Aspectos Éticos, Legais e Práticos nos Registros dos Profissionais da Saúde

Palestrantes: Enf. Rubens Schröder Sobrinho e Enf. Eva Zan

 

17/09 – 14 às 17 horas

Governança clínica - Avaliação do desempenho médico na gestão do custo assistencial

Palestrante: Priscila Faria

 

18/09 – 09 às 12 horas

Gestão de leitos

Palestrante: Mariana Vaz

 

 

Clique aqui para acessar a programação detalhada

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2014-08-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/216
<![CDATA[Diretrizes estratégicas estaduais são debatidas e atualizadas em reunião]]>Representantes da Região 2 se reuniram na sede da Unimed Londrina

 

Fonte: Unimed Londrina / Unimed Paraná

Unimed Londrina
No dia 5 de julho, cooperados representantes da Região 2 e da Federação do Paraná se reuniram na Unimed Londrina para atualizar as diretrizes estratégicas estaduais definidas em 2011. O processo vai ser feito em todas as regiões e depois finalizado em reunião geral do Sistema do Paraná. O encontro foi coordenado pelo médico, cooperado da Unimed BH e consultor do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG), Renato Camargos Couto. [grifo nosso]

Acompanhando o coordenador, os participantes leram uma a uma as mais de 100 diretrizes, que estão divididas nas seguintes dimensões: política; dos cooperados; do mercado; da rede prestadora; e da gestão e regulação. A plenária aprovou a manutenção, a retirada ou a melhoria da redação de cada uma delas.

O gerente-geral da Federação das Unimeds do Paraná, Rodolfo Garcia Maritano, explicou a importância das diretrizes e de sua atualização. “A Federação vem trabalhando com planejamento estratégico desde o início da década passada, mas, em 2011, fez um aprofundamento deste processo, convocando as Singulares do Paraná para definir as diretrizes que agora estão sendo atualizadas.” Segundo ele, o trabalho garante um norte para as 22 Singulares do Sistema. “Cada Singular tem autonomia e pode caminhar um pouco mais ‘de um lado ou de outro’, mas, com as diretrizes, todas estão avançando no mesmo sentido, não tem ninguém na ‘contramão’ do Sistema”, afirmou. Maritano disse que não há prazo para as diretrizes serem atualizadas, “será feito isso sempre que for necessário.”

Para o coordenador da Região 2, Wiliam Romão de Oliveira, as diretrizes estratégicas servem como um “denominador comum” para todas as Singulares, de forma que o Sistema obtenha os melhores resultados. “Esse é um trabalho continuado. Quanto mais rápido formos implantando as diretrizes, melhor para o Sistema”, afirmou. Ele deu um exemplo de diretriz definida em 2011 e que está sendo implantada com sucesso: a integração dos sistemas de TI da Federação. “Foi uma demanda definida lá atrás. Essa medida permite interligar as Singulares, melhorando o atendimento ao cliente”, declarou.

Couto ressaltou que o processo de definição de diretrizes é algo mais concreto do que possa imaginar quem não tenha familiaridade com planejamento estratégico. “O que estamos fazendo aqui é discutir como entregar a melhor medicina do mundo, repassando maior valor ao cooperado”, resumiu. Ele destacou a importância de este trabalho envolver todas as Singulares. O consultor disse ainda que as Unimeds têm recursos que, às vezes, são desperdiçados, deixando faltar para a prática da boa medicina e para os honorários dos médicos.

O consultor destacou a existência de diretrizes estratégicas estaduais tratando da verticalização. E afirmou que o sucesso dos recursos próprios depende de eles “atenderem aos princípios econômicos” do negócio. De acordo com Couto, tendo “tamanho” e “boa gestão”, a opção por recursos próprios representa “fonte de recursos”.

 

Avaliação

O presidente da Unimed Londrina, Oziel Torresim de Oliveira, avaliou a reunião de forma “muito positiva”. “De modo geral, as diretrizes estão bem atuais. Algumas já foram cumpridas e, portanto, foram retiradas do planejamento. Outras também foram retiradas porque eram redundantes. E nós ainda propusemos a inclusão de outras tantas”, afirmou.

Torresim contou que foi incluída uma nova dimensão, a do modelo assistencial. “Propusemos uma série de diretrizes, seguindo a tendência mundial, visando à substituição desse modelo de tratamento de doença pelo de manutenção da saúde”, contou.

De acordo com o presidente, no final de agosto, haverá uma reunião estadual, reunindo as quatro regiões, na qual serão aprovadas todas as diretrizes propostas. “É muito importante o fato de a Federação, na hora de fazer seu planejamento estratégico, ouvir todas as Singulares, de forma que o resultado fique adequado às necessidades de quem esteja na ponta”, declarou.

 

Unimed Londrina Unimed Londrina

Unimed LondrinaUnimed Londrina

Unimed LondrinaUnimed Londrina



 

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2014-07-16 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/200
<![CDATA[Unimed BH é certificada na RN 277]]>Fonte da matéria: Site da Fundação Unimed

RN 277 Unimed BH



 

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2014-07-01 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/199
<![CDATA[OSS Hospital Maternidade Therezinha de Jesus investe em gestão da qualidade com vistas a excelência de gestão]]>OSS HMTJ publica matéria abordando o tema do aprimoramento dos processos pelos quais suas instituições estão passando para elevar a qualidade do atendimento.

 

"A Organização Social de Saúde Hospital Maternidade Therezinha de Jesus (OSS HMTJ) é uma entidade sem fins lucrativos, cujo trabalho é de gestão e execução de atividades e serviços de saúde de unidades públicas, com metas e tipo de assistência voltada para o atendimento exclusivo de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A gestão é estabelecida por meio de contrato a com as secretarias de Saúde e o objetivo da OSS HMTJ é trabalhar em colaboração com o poder público para ampliar a oferta de um atendimento humanizado e de qualidade, desenvolvido com técnicas de gestão inovadoras - fazendo com que o cidadão usuário do SUS seja atendido em unidades públicas comparáveis aos grandes centros privados de atendimento."

 

Fonte: Site da OSS HMTJ

 

O IAG Saúde vem estruturando, há cerca de um ano e meio, a gestão dos hospitais e UPAs que formam a OSS para a certificação de qualidade. São eles: Hospital Estadual da Mãe de Mesquita, Hospital da Mulher Heloneida Studart, Hospital Estadual Vereador Melchiades Calazans, Hospital Estadual Albert Schweitzer, Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) de Copacabana, Botafogo, Tijuca e Jacarepaguá.

 

E os resultados já começaram a despontar!

 

A equipe de Comunicação da OSS Hospital Maternidade Therezinha de Jesus publicou uma matéria no Jornal da OSS HMTJ, ano 1 nº 1, abordando o tema do aprimoramento dos processos pelos quais suas instituições estão passando, a fim de elevar a qualidade do atendimento e atingir a excelência em gestão:

 

HMTJ

Leia o texto da matéria na íntegra:

 

Excelência em gestão: aprimoramento dos processos de trabalho elevam qualidade no atendimento

Fazer com que o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) tenha acesso a um atendimento de qualidade é o objetivo do trabalho da Organização Social de Saúde Hospital Maternidade Therezinha de Jesus (OSS HMTJ). Para tornar isso possível, uma das ferramentas mais importantes é criar uma cultura de aprimoramento dos processos de qualidade, que envolve investimentos em infraestrutura e equipamentos de ponta; segurança; atendimento humanizado; motivação dos profissionais; capacitação contínua das equipes e organização. O resultado deste conjunto de ações se traduz na melhorai da assistência prestada à população.

Logo que assumiu a gestão do primeiro hospital do estado, a OSS HMTJ implementou, em parceria com a MFC Consultoria, o Programa 5S, que envolve todos os colaboradores no cumprimento de metas estabelecidas para cada área. O processo é dividido em etapas e são realizadas auditorias para verificar a evolução do trabalho e quais resultados isso traz aos pacientes. Apenas oito meses após iniciar o programa, o Hospital Estadual da Mãe (HEM) recebeu o Prêmio Top Quality na categoria Ouro. Hoje, ele serve de referência às demais unidades geridas pelo grupo, que também passam pelo Programa 5S.

- O trabalho de consultoria serve para elevar o padrão de qualidade no atendimento prestado à população, nivelando a assistência em todas as suas pontas às unidades de saúde que são referência no que há de melhor na oferta deste tipo de serviço – explica o diretor da MFC Consultoria, Maurício Cavalcanti.

 

Acreditação

Em paralelo, seis unidades geridas pela OSS HMTJ recebem consultoria da IAG Saúde, com o objetivo de capacitar os hospitais e as UPAs a conquistar uma chancela de qualidade, que atesta a excelência no cuidado ao paciente baseado em padrões internacionais. É pra isso que a IAG prepara as unidades para a busca pela Acreditação; Outra vantagem é que o processo também visa a otimização dos recursos financeiros, garantindo que os investimentos em saúde sejam aplicados de forma eficiente.

Todas as mudanças e adequações são feitas baseadas em um manual. Inicialmente, as orientações são passadas às chefias envolvidas na ação – do diretor do hospital aos coordenadores das áreas, que atuam como multiplicadores para os demais funcionários. As definições do manual são adaptadas para a realidade e o perfil de cada unidade e as mudanças precisam estar presentes no trabalho de toda a equipe.

A uniformização do cuidado envolve redesenho dos processos, definição das políticas, de planos, protocolos e procedimentos de cada setor, mas a prioridade desta certificação é a segurança dos pacientes e dos profissionais. A acreditação é emitida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA)."

 

 

Fonte: Jornal da OSS HMTJ, ano 1, nº 1, pág. 03

Jornalista responsável: Greta Schwerz

Diagramação e fotos: Felipe Souza

Projeto gráfico: Paulo Vicente

 

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2014-06-11 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/194
<![CDATA[O IAG recomenda: FenaSaúde lança Guia com informações úteis para o consumidor]]> Expectativa é que ampliar o conhecimento sobre o funcionamento do sistema privado de saúde.



“A FenaSaúde acaba de lançar um Guia do Consumidor que esclarece as principais questões referentes aos planos de saúde, utilizando uma linguagem didática, sem termos técnicos, para facilitar o entendimento. “Percebemos a necessidade de criar um guia que seja útil e claro para o cidadão, evitando jargões do setor e tirando dúvidas comuns que envolvem os contratos. São informações de grande utilidade tanto para quem já tem plano de saúde quanto para quem deseja adquirir”, explica o diretor-executivo da Federação, José Cechin.

 

O conteúdo traz as regras válidas na prestação do serviço de saúde suplementar do país, de acordo com a legislação em vigor, e com as normas editadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Na publicação, foram abordados temas importantes, como vigência de carências, redes de atendimento, procedimentos cobertos, reajustes de mensalidade, reembolso, portabilidade e tipos de planos quanto à cobertura assistencial.

 

De acordo com José Cechin, a expectativa da FenaSaúde é que o guia possa servir como uma importante ferramenta para disseminar informações sobre o funcionamento do sistema privado de saúde, com agilidade e transparência. A inciativa faz parte de uma série de ações da Federação para melhorar o entendimento do setor que é bastante complexo em termos de regras e normativos.”

Fonte: Site da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde)

 

Para entender mais sobre o Guia, ouça a entrevista concedida pelo diretor executivo da FenaSaúde, José Cechin, para a Rádio CBN (clicando aqui).


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2014-06-02 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/193
<![CDATA[O IAG recomenda: "As 13 regras de ouro da boa gestão"]]>

Qual o segredo para uma gestão de sucesso? Segundo a FNQ (Fundação Nacional da Qualidade) a resposta está em um conjunto de boas práticas que ajuda as empresas a melhorar seus resultados e a sua produtividade.

 

De acordo com a FNQ (Fundação Nacional da Qualidade), são 13 os fundamentos que funcionam como regras básicas que podem ser traduzidas como um manual prático da gestão. Época NEGÓCIOS teve acesso ao documento e revela a seguir cada um deles. Confira:

 

1. Pense de forma sistêmica e não apenas no próprio umbigo

A organização precisa compreender as relações de interdependência de seus diversos componentes, bem como da organização e o ambiente externo. A forma com que essas relações são gerenciadas afeta positiva ou negativamente a busca dos resultados de competitividade e sustentabilidade da organização.

 

2. Compreenda seu papel dentro de uma rede de relacionamentos

Toda organização faz parte de uma rede formal ou informal de relacionamentos, em que ocorre a cooperação entre empresas ou indivíduos com interesses comuns e competências complementares, como clientes, parceiros, fornecedores, colaboradores, entre outros membros da sociedade. É fundamental entender seu papel dentro dessas redes e gerir os relacionamentos visando harmonizar todos os aspectos de incompatibilidade.

 

3. Promova o aprendizado coletivo com o conhecimento compartilhado

Um bom gestor deve estimular o avanço do conhecimento organizacional por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências.

A organização deve buscar o aprendizado participativo e o conhecimento compartilhado. A gestão do conhecimento valoriza e perpetua os ativos intangíveis geradores de diferenciais.

 

4. A competitividade depende da criatividade e da inovação

É importante que se promova um ambiente favorável à geração, experimentação e implementação de novas ideias que possam trazer um diferencial competitivo para a organização, com desenvolvimento sustentável.

 

5. A adaptação ao novo deve ser uma meta

É fundamental que a empresa se adapte às novas demandas tanto do ambiente em que está inserida quanto das partes interessadas. Essa ação exige uma maior agilidade por parte das organizações, visando aos processos simples, flexíveis e rápidos, à assimilação de mudanças e à implementação de ajustes e contrapartidas.

 

6. O líder deve dar o exemplo

O líder precisa atuar de forma aberta, democrática e ativa, incentivando a cultura da excelência entre todas as partes interessadas, a promoção de relações de qualidade e a proteção dos interesses da organização. Inspirador e motivador, ele deve disseminar, entre os colaboradores, os valores da organização, além de ser responsável pela preparação de novos líderes.

 

7. Equilibre planos a curto e longo prazos

É fundamental que se identifiquem os fatores que afetam a organização, seu ecossistema e o ambiente externo, assegurando a realização de estratégias apropriadas, que tragam resultados no presente sem comprometer o sucesso no longo prazo.

 

8. Conhecimento sobre clientes e mercados

É necessário que a organização entenda as necessidades, as expectativas e os comportamentos de seus clientes e do mercado como um todo, visando à criação de valor de forma sustentável e, consequentemente, com foco na competitividade.

 

9. Seja socialmente responsável dentro e fora da organização

A empresa precisa primar pela relação ética e transparente com todos os públicos com os quais se relaciona, bem como responder pelos impactos sociais e ambientais de suas decisões e atividades e inserir-se no desenvolvimento sustentável da sociedade, por meio da preservação de recursos ambientais e culturais para gerações futuras, do respeito à diversidade e da promoção da redução das desigualdades sociais como parte da estratégia da organização.

 

10. Incentive, respeite e valorize colaboradores

A empresa precisa criar condições para que as pessoas se realizem profissional e pessoalmente, maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, do desenvolvimento de competências e de espaços para empreender. Também é importante valorizar a cultura organizacional para que essa seja guiada por valores, costumes e comportamentos que fortaleçam a excelência da gestão.



11. Tome decisões com base em indicadores

As decisões geradas em uma organização são baseadas nas informações recebidas. É importante que elas sejam consistentes, aumentando, assim, a possibilidade de tomada de decisões mais eficazes. O uso correto de indicadores, medições e análise de dados auxilia o processo.

 

12. Saiba quais processos geram valor na organização

A organização, por meio dos seus gestores, deve conhecer e segmentar o conjunto de processos que agregam valor para os clientes e as partes interessadas. É importante configurar processos em unidades facilmente gerenciáveis e estabelecer seus padrões para atender aos requisitos de desempenho.

 

13. Estabeleça metas entre seus públicos e meça os resultados

Para alcançar resultados positivos, uma organização precisa gerar valor para suas partes interessadas. Sendo assim, é fundamental estabelecer compromissos e metas de acordo com a satisfação das partes interessadas. Para entender se o caminho está correto, as organizações devem monitorar seus resultados, comparando-se com a concorrência ou empresas que são referência do setor.

 

Fonte: Época Negócios

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2014-06-01 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/191
<![CDATA[Estratégia e Projetos no 22º SUESPAR]]>

O Dr. Renato Couto esteve presente na 22ª edição do SUESPAR - Simpósio das Unimeds do Estado do Paraná, ocorrida dias 29, 30 e 31 de maio e 1º de junho de 2014 em Foz do Iguaçu/PR.

 

Neste evento, cujo tema foi Estratégia, Inovação e Sustentabilidade, o Diretor do IAG Saúde ministrou a oficina "Estratégia e Projetos: o que fazer e como fazer!" ao lado da Sra. Diva Stael, da Unimed Paraná.

 22 SUESPAR

 

Foto: Dr. Renato Camargos Couto - Diretor do IAG Saúde; Sra. Diva Stael Monte Serrat - Coordenadora da Estrategia, Escritório de Projetos e Núcleo de Informacões da Unimed Paraná.

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2014-06-01 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/192
<![CDATA[Acreditação de Operadoras - RN 277 no 22º SUESPAR]]>

"O Suespar - Simpósio das Unimeds do Estado do Paraná - está em sua 22ª edição. A cada encontro, renomados palestrantes e autoridades reúnem-se com colaboradores, dirigentes, cooperados e demais conferencistas para discutir temas atuais e relevantes sobre gestão em saúde suplementar, política e economia.

Em 2013, aproximadamente, 700 pessoas participaram das palestras e eventos sociais, e percorreram a feira de negócios que contou com expositores de diferentes segmentos de atuação.

O Suespar de 2014 irá debater Estratégia, Inovação e Sustentabilidade. O evento, neste ano, acontecerá dias 29,30 e 31 de maio e 1º de junho, no Mabu Thermas e Resort, em Foz do Iguaçu."

Fonte: Site Unimed Paraná

 

Nesta ocasião, a Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, ministrou o mini-evento "Acreditação de Operadoras - RN 277", ao lado do Dr. João Bassan Faria, da Unimed São José do Rio Preto.

 22º SUESPAR

Na foto: Márcia - Analista da Qualidade da Unimed São José do Rio Preto; Dr. Oziel Torresin de Oliveira - Presidente da Unimed Londrina; Dra Tania Grillo - Diretora do IAG Saúde; Dr. João Bassan Faria, Coordenador da Qualidade da Unimed São José do Rio Preto.

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2014-05-29 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/190
<![CDATA[IAG Saúde sorteará 2 bolsas de pós-graduação na Hospitalar ]]>

Durante a feira hospitalar 2014, o IAG Saúde recolherá cupons para o sorteio de duas bolsas para cursos de pós-graduação à distância, oferecidos pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, por meio do Ciências Médicas Virtual:

  • Gestão Integrada de Qualidade
  • Gestão de Risco Assistencial: Infecção Hospitalar e Outros Eventos Adversos da Assistência

 

UPDATE: CONHEÇA OS VENCEDORES DO SORTEIO!



Gestão Integrada de Qualidade:

Guilherme Lins

Amazonas - Manaus

 

Gestão de Risco Assistencial (Segurança do Paciente):

Érica Simões

São Paulo - SP

 

Parabéns aos vencedores!

 

Sorteio IAG Saúde Feira Hospitalar

 

 

Não perca essa oportunidade! Visite o stand do IAG Saúde no Pavilhão Verde - Rua O - nº 16 e preencha seu cupom.

 

Confira o regulamento:

1. Para concorrer, os participantes deverão preencher todos os campos do cupom, e depositá-lo na urna.

2.Serão sorteadas uma bolsa integral para o curso “Gestão Integrada de Qualidade” (link) e uma bolsa integral para o curso “Gestão de Risco Assistencial: Infecção Hospitalar e Outros Eventos Adversos da Assistência” (link).

3. Os cupons serão retirados da mesma urna. O primeiro sorteado ganhará a bolsa para o curso “Gestão Integrada de Qualidade” e o segundo sorteado ganhará a bolsa para o curso “Gestão de Risco Assistencial”, não havendo a possibilidade de troca.

4. As bolsas para os cursos podem ser transferíveis a outra pessoa.

5. O sorteio será realizado manualmente, no dia 28 de maio de 2014.

6. Os nomes dos dois vencedores serão divulgados no site do IAG Saúde (www.iagsaude.com.br), no Facebook do IAG Saúde (facebook.com/iagsaude), e os vencedores serão comunicados via e-mail no dia 28 de maio de 2014.

7. Em caso de dúvidas ou questionamentos entre em contato através do e-mail marketing@iagsaude.com.br

 

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2014-05-15 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/188
<![CDATA[Santa Casa de Juiz Fora anuncia certificações]]>Cliente da consultoria IAG Saúde há mais de dois anos, a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, Minas Gerais, teve motivos em dobro para comemorar: a conquista da Certificação ISO 9001:2008 e da Acreditação ONA nível 1.

Fonte: Site da Santa Casa de Juiz de Fora

Santa Casa Juiz de Fora

“Na manhã do dia (7) o presidente da Santa Casa, Dr. Renato Villela Loures, junto com o vice-presidente e o diretor secretário, Dr. Carlos Adolpho de Carvalho Pereira e Pe. José Leles da Silva, respectivamente; anunciaram aos colaboradores, no Salão Nobre, a chegada dos documentos que comprovam a conquista da acreditação ONA e certificação ISO, alcançando assim, a visão do hospital de se tornar referência em gestão de serviços de saúde.

Na ocasião, o presidente falou com entusiasmo: “O dia é de festa para nós, e todos os colaboradores estão de parabéns”. Dr. Renato enfatizou a relevância de tal conquista. “Vocês permitiram que uma instituição de 160 anos seja reconhecida em nível nacional”. Para Dr. Carlos Adolpho, vice-presidente, “tudo é possível àquele que crê”. Ele também elogiou a capacidade de liderança do presidente. “Dr. Renato é um líder que ouve as aspirações da equipe e, ao mesmo tempo, impõe sua autoridade”. O Pe. José Leles da Silva, diretor-secretário, disse que “a Santa Casa não tem empregado e nem funcionário, mas sim colaboradores, do latim 'colaborare', que significa trabalhar juntos. E é por isso que chegamos até aqui, essa convergência de forças fez com que chegássemos até aqui onde estamos. Que nos mantenhamos fiéis à nossa missão”. A coordenadora da Qualidade, Christine Hill, agradeceu o apoio da presidência à área da Qualidade e “a integração de todos e da força unida, que fez com que consigamos vencer esta batalha e comemorar este sucesso. Precisamos manter e melhorar para comemorarmos sempre. Nós precisamos destes títulos para a sustentabilidade da empresa e também precisamos demonstrar isso para o cliente na nossa rotina”.”

 

Acesse a notícia completa, clicando aqui.

 

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2014-05-14 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/186
<![CDATA[Conheça o "Governança Clínica - DRG Brasil" na Hospitalar 2014]]>Alinhar o corpo clínico aos esforços para a sustentabilidade organizacional é, atualmente, o maior desafio da gestão hospitalar:

 

  • Como envolver os médicos na gestão hospitalar?
  • Como conseguir a aceitação pelos médicos dos métodos gerenciais?
  • Como alinhar a remuneração dos médicos aos resultados da organização e da assistência aos pacientes?
  • Como avaliar objetivamente o desempenho econômico e assistencial de cada médico e suas equipes?


 

O produto Governança Clínica - DRG Brasil é uma metodologia moderna para a governança clínica, simples, de fácil aplicabilidade, com custo acessível a qualquer hospital, para gerenciamento de custos e da qualidade assistencial-hospitalar e de venda de serviços. Por ter forte evidência científica, é bem aceito pelo corpo clínico. Induz e facilita o trabalho das equipes multidisciplinares, promovendo a comunicação entre todos que cuidam dos pacientes. Mensura resultados, permitindo estabelecer uma política de RH Estratégico.

 

IAG Saúde Hospitalar 2014 Governança Clínica DRG Brasil

 

Saiba mais sobre o “Governança Clínica - DRG Brasil” visitando o stand do IAG Saúde na Feira Hospitalar 2014.

 

Aguardamos sua visita!

 

 

 

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2014-05-14 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/187
<![CDATA[Hospitalar 2014]]>Hospitalar - Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios, realizada em São Paulo, é o maior evento especializado nesta área, em todo continente americano.

Em 2014, acontecerá de 20 a 23 de maio, no Expo Center Norte.

Dr. Renato Couto, diretor do IAG Saúde, fará uma conferência no dia 21de maio, as 15h45min sobre DRG: Uma Alternativa para Evoluirmos com Novos Modelos de Remuneração?

Hospitalar 2014

 

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2014-05-07 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/184
<![CDATA[22º SUESPAR ]]>Dra. Tania e Dr. Renato, diretores do IAG Saúde, participarão como palestrantes no 22º SUESPAR – Simpósio das Unimeds do Estado do Paraná – em Foz do Iguaçu / PR, nos dias 30 e 31 de maio de 2014.

30 de maio30 de maio - 231 de maioClique aqui para saber a programação completa do evento.

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2014-04-28 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/183
<![CDATA[Hospital Felício Rocho fala sobre investimento em Qualidade e cita o IAG Saúde]]>Em entrevista para a "Revista Hospitais" a assessora do setor da Qualidade do Hospital Felício Rocho, Josiane Pereira, falou sobre o processo de estruturação da Gestão da Qualidade na instituição. Ela citou os benefícios que o Felício Rocho está colhendo com as certificações integradas que conquistou (além da ONA nível 3, o hospital possui a ISO 9001, a ISO 31000 e a NIAHO).

Nesse sentido, Josiane citou a consultoria do IAG Saúde como desencadeadora deste processo de reestruturação gerencial com vistas à excelência no atendimento ao paciente.

Confira o texto da entrevista na íntegra "Em reconhecimento pelas boas práticas..."

Acesse a versão eletrônica da Revista Hospitais, aqui: http://issuu.com/publimededitora/docs/rhb_65_site

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2014-03-23 21:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/180
<![CDATA[OABR inicia processo de estruturação do Sistema de Gestão]]>Iniciou-se no dia 17 de fevereiro na Odontoclínica de Aeronáutica de Brasília uma consultoria especializada em gestão integrada com o objetivo de implantar melhorias e soluções gerenciais através de um sistema funcional de gestão da qualidade.

O trabalho será desenvolvido em 16 meses e abrangerá os setores da OABR, administrativos e técnicos. Todos os instrumentos que serão empregados durante a consultoria visam um objetivo comum: desenvolver estratégias que possibilitem à Instituição melhorar seu desempenho, reduzir custos, tornar os processos mais efetivos, de forma sustentável, sempre com foco na melhor assistência ao paciente e crescimento da Organização.

Com a conclusão dos trabalhos pretende-se, futuramente, obter o reconhecimento das melhorias implementadas através da certificação ISO 9001:2008, e acreditação ONA.

Aeronáutica

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2014-02-21 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/172
<![CDATA[Encontro Federassantas 2013 ]]>O Encontro Federassantas 2013 aconteceu nos dias 27 e 28 de novembro no Hotel Mercure Lourdes, em Belo Horizonte. O evento acumulou em sua programação dois seminários, o X Encontro de Provedores, Diretores e Administradores de Santas Casas e Hospitais Filantrópicos e o II Seminário de Gestão do Corpo Clínico realizado em parceria com a AMMG. O evento atraiu participantes de todas as regiões de Minas e reuniu as maiores lideranças do setor filantrópico de saúde do estado, além de diretores técnicos e clínicos de hospitais públicos e particulares.

A palestra de abertura do X Encontro de Provedores, Diretores e Administradores de Santas Casas e Hospitais Filantrópicos foi ministrada pelo Dr. Fausto Pereira dos Santos, Diretor do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas- DRAC/MS e pelo Especialista em Política Pública e Gestão Governamental da SES/MG, Leandro Lélis. Os participantes tiveram a oportunidade de fazer perguntas e esclarecer dúvidas sobre as novas regras de políticas de atenção à saúde e contratualização dos hospitais filantrópicos do SUS tendo como fonte, representantes do Ministério da Saúde e da Secretária Estadual de Saúde de Minas Gerais. Durante todo o dia foram discutidos assuntos de extremo interesse dos hospitais filantrópicos mineiros. Ainda na parte da manhã contou com a apresentação de Maurício Botelho, Subsecretário de Políticas e Ações de Saúde, sobre os programas da SES/MG para os filantrópicos. Ao longo da tarde Breno Simões, Secretário Municipal de Saúde de Sete Lagoas e Mauro Guimarães Junqueira, Presidente do COSEMS apontaram as dificuldades e desafios da gestão hospitalar nos municípios mineiros e o Desembargador Osvaldo Oliveira Araújo Firmo apresentou a visão do judiciário sobre a relação existente entre o corpo clínico e as entidades filantrópicas de saúde.

No fim do dia todos os participantes se reuniram para assistir à palestra motivacional do navegador Amyr Klink. As histórias sobre os incríveis feitos do navegador foram contadas por pouco mais de uma hora e ilustradas por imagens magníficas. Todas as histórias das viagens bem sucedidas feitas por Klink tinham uma palavra em comum, PLANEJAMENTO. Amyr Klink demonstrou através de seus feitos como o planejamento foi parte essencial para o sucesso das suas viagens, que tiveram seus riscos estudados e avaliados antes de cada jornada. Dessa forma, o navegador conseguia se preparar para as adversidades, enfrentando as dificuldades com inteligência, concentração e perseverança.

Na quinta-feira Welfane Cordeiro Júnior, Presidente do Grupo Brasileiro de Classificação de Rico, GBCR, deu continuidade ao evento apresentando os novos modelos de gestão para os serviços de urgência e emergência dos hospitais. O pesquisador do Centro de Pesquisa Leopoldo Gurgel- CEALAG- Paulo Carrara mostrou os resultados obtidos pela rede de cuidados continuados implantada em São Paulo para os hospitais de pequeno porte. Na parte da tarde, assuntos jurídicos foram tratados com as apresentações do Promotor de Justiça Gilmar de Assis e pela Desembargadora Josely Ramos Fontes. O Evento foi encerrado com a palestra do Diretor Geral da CMB, José Luís Spigolon, transmitida pelo Sistema de Vídeo Conferência do Grupo Taisei.

Para o Diretor de Relações Institucionais do Fundação São Francisco Xavier, Carlos de Carvalho Galinnari este foi um dos eventos mais notáveis para a área da Saúde e para as Santas Casa e Hospitais Filantrópicos do Estado de Minas em 2013. “O alto nível da organização, dos temas abordados, dos participantes e a primorosa escolha dos palestrantes e debatedores contribuíram decisivamente para o sucesso alcançado. Nos intervalos e ao final de cada painel percebi, por diversas vezes, comentários elogiosos pela qualidade da apresentação e sua aplicação prática para as Instituições.”

A pesquisa aplicada aos participantes do evento apontou um excelente nível de satisfação em relação aos temas debatidos, aos palestrantes e à organização geral do evento.

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Fonte: Jornal Federassantas - Ano 3 - Nº 15 - Janeiro / Fevereiro 2014
 

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2014-02-13 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/168
<![CDATA[Parceria entre AMECI e Feluma garante desconto para associados]]>Os dois associados da Associação Mineira de Epidemiologia e Controle de Infecções - AMECI, com as melhores colocações no processo seletivo para a Especialização lato sensu em Segurança do Paciente: Prevenção e Controle de Infecção e de Outros Eventos Adversos Relacionados à Assistência, realizado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – FELUMA, terão bolsa anual de 50% (cinquenta por cento) do valor do curso.

O curso terá uma carga horária de 449 horas, a ser cumprida em 14 meses, com 3 encontros presenciais. Na matriz curricular: introdução; métodos de mensuração e gestão das informações; serviços de apoio hospitalar; ambiente hospitalar; prevenção de infecção em grandes sítios; prevenção de infecção em serviços e populações especiais; tratamento das infecções e uso racional de antibióticos; segurança do profissional de saúde; auditoria interna da qualidade e metodologia Científica.

A seleção será realizada em etapa única, com análise curricular. Para se inscrever, clique aqui. São necessários alguns requisitos tecnológicos para acesso ao ambiente virtual de aprendizagem. Conheça-os, clique aqui.

Mais informações acesse Ciências Médicas Virtual.

Fonte: AMECI

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2014-02-11 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/167
<![CDATA[Treinamento para colaboradores da Enfermagem]]>No início da semana, parte da equipe de Enfermagem do Hospital Arnaldo Gavazza/HAG recebeu treinamento ministrado pela consultora Aline Souto/IAG Saúde. O foco foi desenvolver e aprimorar os conhecimentos do programa SigQuali – um software que faz a integração das ferramentas aplicáveis a metodologias de gestão da qualidade, garantindo a segurança dos dados e servindo como fonte para a tomada de decisões.

O SigQuali é a solução para a gestão das informações do sistema da qualidade. Para a gerente de enfermagem, Marina Boroni, o envolvimento de todos que participaram foi fundamental. "Isso mostra que eles estão se interessando, cada vez mais, pela melhoria da qualidade da assistência", ressaltou Marina.

O Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde/IAG Saúde presta consultoria no HAG com o objetivo de direcionar a equipe sobre a implantação das diretrizes da Acreditação/ONA. O Gavazza vem buscando, ao longo dos anos, melhoria nos processos e serviços prestados à população. Para isso, implantou o Programa SGQ 5S, que é a base para mudança de cultura e organização, fundamentais, para implantar processos de melhoria.

Fonte: Site Hospital Arnaldo Gavazza

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2014-02-05 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/166
<![CDATA[IAG Saúde e Hospital da Baleia selam parceria]]>A Fundação Benjamim Guimarães / Hospital da Baleia firmou parceria com o Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG) para a estruturação do Sistema de Gestão da Qualidade. O objetivo é padronizar as atividades reduzindo os riscos de ocorrência de eventos inesperados, melhorando a relação entre setores, reduzindo os tempos e aumentando a efetividade dos processos. Dessa forma, o Baleia pretende conquistar a acreditação ONA (Organização Nacional de Acreditação) e Certificação ISO 9001:2008.

Clique aqui e leia a matéria na íntegra

Hospital da Baleia

Fonte: Baleia Jornal - Dezembro de 2013 / Janeiro de 2014

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2014-01-17 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/163
<![CDATA[Dr. Renato Couto fala ao Jornal Nacional sobre leitos hospitalares]]>

O Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde, forneceu uma entrevista ao Jornal Nacional do dia 25 de novembro, sobre os custos das diárias de leitos hospitalares para a saúde pública.

A reportagem abordou a questão do tempo que os pacientes estão tendo que aguardar para obter cirurgias ortopédicas em hospitais da rede pública na região metropolitana de Belo Horizonte.

 

Dr. Renato Couto - Jornal Nacional



Confira a matéria na íntegra:

Do G1 – Jornal Nacional (Edição do dia 25/11/2013):

 

VÍTIMAS DE FRATURAS AGUARDAM SEMANAS POR CIRURGIAS EM MG

Com uma câmera escondida conversamos com um homem, que tinha fraturas na bacia, na clavícula e no punho.

 

“Pacientes que precisam fazer cirurgias ortopédicas em hospitais da rede pública na Região Metropolitana de Belo Horizonte estão enfrentando uma demora perigosa. Muitos chegam a ficar mais de um mês na fila de espera.

Um acidente de moto, uma fratura na perna e 35 dias internado para fazer a cirurgia pelo SUS. Paulo César Cardoso diz que ouviu várias justificativas do Hospital Municipal de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte: problema no aparelho de ressonância e estoque insuficiente no banco de sangue. A saúde foi só piorando. “Eu já tinha infecção hospitalar, que eu não poderia fazer a cirurgia por causa disso”, conta Paulo César Cardoso, autônomo.

Para a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, o ideal é que cirurgias ortopédicas sejam feitas até 7 dias após a entrada no paciente no serviço de emergência. Os médicos dizem que está provado que quanto mais demora o tratamento definitivo, maior o risco de complicações e sequelas.

“Para um indivíduo que tem um trauma, ele vai ter uma reabilitação final mais atrasada. A partir daí, o seu retorno a sua vida produtiva, seu retorno social familiar, tudo isso vai trazer um ônus muito grande pra sociedade”, explica Wagner Nogueira da Silva, pres.Soc.Bras.Ortopedia/Traumatologia – MG.

Pacientes de um hospital estadual administrado por uma fundação ligada à Universidade Federal de Minas Gerais dizem que para alguns a fila parece loteria. Com uma câmera escondida conversamos com um homem, que tinha fraturas na bacia, na clavícula e no punho.

“Já fiquei no corredor cinco dia, fiquei no quarto de lá uns dez dias. O tempo que eu estou nesse quarto aqui e no quarto de lá já passou mais de quinze”, diz paciente.

“Um leito de alta complexidade, que inclui a maior parte da rede que opera ortopedia, por exemplo, ele custa de R$ 800 a R$ 1 mil. Um paciente desse, que ficou 30 dias, ele desperdiçou de R$ 24 mil a R$ 36 mil”, ressalta Renato Camargos Couto, especialista em saúde pública.

Encontramos situações parecidas em outro hospital da Região Metropolitana, em Ribeirão das Neves. Um homem disse que estava há 34 dias na enfermaria à espera de uma cirurgia no braço. Enquanto aguardava na fila, o osso quebrado já teria calcificado fora do lugar.

“Colado errado. Quando eu for fazer a cirurgia, dizem que eles vão ter que quebrar. Ainda não tem previsão”, afirma o paciente.

Este paciente foi operado e já recebeu alta. O Hospital Risoleta Neves informou que as cirurgias foram adiadas para que casos mais graves fossem priorizados. Mas a direção da unidade admite que o bloco cirúrgico é insuficiente pra atender à demanda.

Sobre o rapaz que teve o osso do braço calcificado durante a espera, a Secretaria de Saúde de Ribeirão das Neves declarou que o hospital não faz cirurgias ortopédicas por falta de estrutura - e que pediu a transferência do paciente para Belo Horizonte. Mas, ainda segundo a secretaria, o caso citado saiu da fila de urgência.

O paciente recebeu alta sem ser operado e passará por uma reavaliação. A Secretaria de Saúde de Belo Horizonte aguarda um contato do hospital pra agendar uma consulta.

A prefeitura de Betim admitiu que a fila de espera das cirurgias ortopédicas parou por um mês por causa de um equipamento quebrado. E afirma que pagou pela realização dos procedimentos em outros hospitais nesse período.”

 

Assista à matéria exibida no Jornal Nacional, clicando aqui.

 

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2013-11-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/153
<![CDATA[RDC 36 – Segurança do Paciente]]>No dia 20 de novembro, a consultora do IAG Saúde, Wilma Rocha, ministrou o curso do Programa de Desenvolvimento Gerencial (PDG) sobre a RDC 36 – Segurança do Paciente na Associação de Hospitais de Minas Gerais (AHMG).

Veja as fotos abaixo:

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Fonte: Facebook AHMG

 

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2013-11-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/152
<![CDATA[Hospital Regional Terezinha Gaio Basso recebe certificações ISO e ONA ]]>O Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, de São Miguel do Oeste/SC, certificou-se na NBR ISO 9001:2008 e ONA nível 2 com a consultoria IAG Saúde.

Tendo em vista que o projeto para implantação das metodologias ISO 9001 e ONA e as respectivas certificações nestas normas foram concluídas em 6 Passos somente, trata-se uma conquista excepcional. Além disso, o hospital se tornou a primeira unidade pública de Santa Catarina certificada ONA nível II.

O consultor Breno Duarte, que conduziu a estruturação gerencial da instituição para a certificação, enalteceu o compromisso dos gestores, que permaneceram envolvidos e muito interessados em realizar melhorias durante todo o processo.

Confira a reportagem e fotos da entrega dos certificados publicadas no site do Hospital Terezinha Gaio Basso:

HOSPITAL REGIONAL TEREZINHA GAIO BASSO RECEBE CERTIFICAÇÕES DE QUALIDADE

Terezinha Gaio BassoHospital Regional Terezinha Gaio Basso recebe certificações de qualidade (Foto: Divulgação / Site do HRTGB)

 

“Esta quarta-feira, 11 foi marcada com muita alegria para a população da região Extremo Oeste. O Hospital Regional Terezinha Gaio Basso (HRTGB) de São Miguel do Oeste, uma unidade de saúde do Governo do Estado e administrada pela Organização Social Associação Beneficente Hospitalar Peritiba, recebeu dois certificados que garantem a prestação de serviços com qualidade: ISO 9001-2008 e ONA Nível II. Com a entrega, o Hospital Regional se tornou a primeira unidade pública de Santa Catarina certificada com a ONA nível II. O ato solene aconteceu no saguão do HRTGB.

“Esses certificados foram conquistados graças ao trabalho dos funcionários do Hospital que são profissionais que se dedicam à saúde pública. Temos excelentes exemplos de hospitais públicos que atendem com qualidade e o Hospital Regional Terezinha Gaio Basso é um deles”, afirmou a Secretária de Estado da Saúde, Tânia Eberhardt.

O Hospital Regional de São Miguel do Oeste atende 32 municípios, somando mais de 200 mil habitantes. São mais de 7 mil atendimentos ao mês entre exames, internações, ambulatório e emergências. “O governador João Raimundo Colombo leva sempre o Hospital daqui de São Miguel do Oeste como bom exemplo, por toda essa nossa Santa Catarina”, diz a secretária Tânia, garantindo também o esforço para atender aos pedidos de instalação do setor de Oncologia e o credenciamento para a Neurocirurgia.

O secretário de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste, Volmir Giumbelli, lembrou o esforço de todas as autoridades, lideranças e da comunidade para a construção do Hospital. “A unidade foi um divisor de águas para a saúde pública regional. Podemos afirmar que existe o antes e o depois do Hospital. E isso se deu graças ao esforço de todos, além da sensibilidade do Governo do Estado que investiu os recursos aqui. Até 2014, serão mais de R$ 100 milhões repassados em recursos mensais para o atendimento da população”, afirma Giumbelli.

O superintendente da Associação Beneficente Hospitalar Peritiba, padre Camiliano Osmar Penso, relata o orgulho da entidade por fazer parte da história do Hospital e poder construir o sucesso, juntamente com os funcionários. “Tivemos a sorte de administrarmos um Hospital do Governo do Estado novo, e em uma região com profissionais competentes”, ressalta.

 

SOBRE OS CERTIFICADOS

A trajetória em busca da implementação da Gestão da Qualidade iniciou em setembro de 2011. A ISO 9001-2008 é uma norma internacionalmente reconhecida e foi desenvolvida para permitir um melhor caminho para gerir e executar processos.

Hoje, temos no Brasil 3.519 empresas certificadas ISO 9001-2008. Destas, apenas 84 são empresas vinculadas à área da saúde, representando 2,4% das empresas certificadas. Destes,

somente 0,4% são hospitais com atendimento SUS.

A certificação da Organização Nacional da Acreditação, ONA Nível II, atesta em máxima instância a qualidade dos serviços prestados. A ONA é uma organização não governamental que tem por objetivo promover a implantação de um processo de avaliação e de certificação da qualidade dos serviços de saúde, permitindo o aprimoramento contínuo da atenção, de forma a melhorar a qualidade da assistência.

“Este título é almejado por todos, planejada por muitos, mas conquistada por poucos. As estatísticas da ONA mostram que somente com a vontade e profissionalismo unidos pode-se alcançar aquilo que se almeja e planeja. A Acreditação nos motiva a sempre buscar o melhor que podemos fazer e oferecer a nossos pacientes”, afirma o diretor do Hospital Regional de São Miguel do Oeste, Valmor Busnello.

 

 

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2013-11-14 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/148
<![CDATA[Palestras do IV Acredita Minas]]>As palestras do IV Acredita Minas já estão disponíveis! Faça o download aqui

Caso deseje recordar os temas de cada palestra, acesse a programação completa pelo link

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2013-11-08 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/146
<![CDATA[Entrevista na TV Assembleia]]>A Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, foi a convidada do programa Panorama, da TV Assembleia, do dia 05 de novembro de 2013.

 

Juntamente com o enfermeiro Guilherme Armond, Presidente da AMECI (Associação Mineira de Epidemiologia e Controle de Infecções), a médica falou sobre "Infecção Hospitalar e o Bem Estar do Paciente".

 

Confira o programa, neste link (primeiro bloco) e neste link (segundo bloco)

 

 

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2013-11-08 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/147
<![CDATA[IV Acredita Minas]]>Já estão disponíveis as fotos do IV Acredita Minas.

Clique aqui para acessar o flickr e veja todas as fotos.

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2013-11-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/145
<![CDATA[Estratégias]]>A garantia de sobrevivência e crescimento a longo prazo da instituição é reflexo da gestão de qualidade adotada pelo hospital

Obter uma acreditação é reconhecer a excelência da gestão da organização de saúde. A imagem institucional, consequentemente, se fortalece perante o mercado, uma vez que esta ação voluntária demonstra um esforço contínuo da melhoria de todos os processos que permeiam o bom funcionamento do hospital.

Diante do complexo cenário como o da saúde, Tania Grillo, sócia-fundadora do IAG Saúde, acredita que organizações com lideranças, que visam o futuro e investem na segurança de seus processos são aquelas que “se farão perenes, maiores e melhores”.

Segundo Tania, evidencia-se no setor uma procura cada vez maior para adotar modelos de gestão de qualidade devido à grande concorrência. “Somente organizações com sistemas fortemente implantados conseguirão sobreviver e crescer a longo prazo.”

A instituição que não prezar por uma gestão sustentável sentirá resultados negativos, gerando prejuízos, como o tempo e dinheiro decorrentes do retrabalho, produtos/materiais que não podem ser recuperados, metodologias ineficientes, custos de eventuais processos nos organismos de defesa do consumidor, comprometimento da imagem da organização na sociedade, perda de clientes e de mercado.

De encontro a esta gestão, Tania salienta a importância dos colaboradores envolvidos no processo de acreditação. “Pessoas guiadas por uma liderança forte são motivadas a compreender seu importante papel e contribuir de forma muito positiva para o sucesso. A incorporação da filosofia da gestão da qualidade, permeada por toda a organização em que cada um sabe exatamente qual o seu papel naquele contexto, traz e um ambiente altamente favorável ao alcance dos objetivos estratégicos.”

Com uma nova filosofia implantada na instituição, em que a qualidade norteia qualquer diretriz da gestão, o maior beneficiado será o paciente, uma vez que a ocorrência de falhas, erros e eventos indesejáveis se reduzem devido à excelência adquirida. “Como consequência há uma expressiva redução dos custos relacionada à diminuição de perdas, retrabalho e passivos judiciais, ao mesmo tempo em que a capacidade de otimizar a receita aumenta consistentemente. Estas são as principais diferenças.”

Entretanto, para obter qualidade na gestão, Tania explica a metodologia denominada “8 Passos para a Certificação”, criada pelo IAG Saúde com base no aprendizado e em resultados positivos. “Trata-se de um projeto de oito etapas que prepara as instituições de saúde – hospitais, operadoras e serviços especializados – para a certificação integrada de normas de gestão e a reestruturação gerencial. Os ‘8 Passos’ contemplam o desenvolvimento de processos, indicadores, rotinas, análises críticas, planos de ações, gestão de risco, planejamento estratégico e auditoria.”

Neste procedimento, cada passo pode durar no máximo até três meses, sendo uma semana de consultoria presencial e o restante do tempo dedicado ao ensino a distância para os funcionários. Também inclui em cada passo dois encontros que reúnem consultores, equipe da qualidade e gestores.

Revista

Fonte: Revista HealthCare Management

 

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2013-11-04 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/144
<![CDATA[Acreditação e Gestão das organizações do Setor da Saúde]]>No dia 23 de outubro, a DNV, com apoio do IAG Saúde e da ABCLIN (Associação Brasileira de Engenharia Clínica), realizou um evento sobre Acreditação e Gestão das organizações do Setor da Saúde, com o objetivo de trocar experiências sobre as atividades que tem gerado resultado dentro de organizações.

O evento contou com a presença da Diretora Global da DNV HealthCare, Karen Timmons e Janet Franck, responsável pelo protocolo de Gestão de Riscos Infecciosos da DNV e presidente da APIC (Association for Professionals in Infection Control and Epidemiology). O diretor técnico do Hospital Felício Rocho, Dr. Breno Gomes, apresentou o case de sucesso, com o tema “A evolução da qualidade a partir da acreditação - benefícios e desafios".

Ao final do evento houve uma mesa de debate para a discussão dos temas com a participação da Dra. Tania Grillo, diretora do IAG Saúde.


DNV 2


DNV 1
 

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2013-10-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/141
<![CDATA[Curso RN 277]]>Dra. Tania Grillo, diretora do IAG Saúde, proferiu um curso sobre a RN 277, organizado pela Federação das Unimeds do estado de São Paulo e as singulares da região, no dia 14 de outubro de 2013.

RN 277

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2013-10-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/142
<![CDATA[Formação de Avaliadores da RN 277 ]]>O curso de Formação de Avaliadores da RN 277 aconteceu em São Paulo, nos dias 8, 9 e 10 de outubro de 2013, foi organizado pela Fundação Unimed e Unimed do Brasil e ministrado pelo consultor do IAG Saúde, Breno Duarte.

Havia representantes de várias Unimed's como Belém, Vitória, Campo Grande, São Paulo, Joinville, Rio Grande do Sul.

Para saber mais sobre a RN 277, clique aqui.

Curso RN 277

 

Curso RN 277

 

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2013-10-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/139
<![CDATA[Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia]]>Nos dias 18 a 20 de setembro de 2013, aconteceu em Belo Horizonte, no Centro de Convenções Amadeus Business Tower, o Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia.

O tema central foi “A Integração da Enfermagem e Farmácia na Assistência ao Paciente”.

Dra. Tania Grillo proferiu uma palestra no dia 19 de setembro sobre “Gestão de Riscos”.

Simpósio Mineiro 01

Simpósio 02

 

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2013-10-11 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/138
<![CDATA[43ª Convenção Nacional Unimed]]>A 43ª Convenção Nacional Unimed, ocorreu nos dias 17 a 20 de setembro no Minascentro, em Belo Horizonte.

Dirigentes do Sistema Unimed, médicos cooperados, líderes técnicos e autoridades de todo o Brasil se reuniram para discutir o tema “Cooperação, Crescimento e Sustentabilidade”.

Na ocasião, o IAG Saúde esteve presente, no stand do seu parceiro Fundação Unimed, para apresentar o QUALI-SIS – A Solução Completa para a Gestão da Qualidade do Sistema Unimed.

Conheça o QUALI-SIS – Federações e Singulares, clicando aqui.

Conheça o QUALI-SIS – Rede Própria e Prestadores, clicando aqui.

Veja as fotos do stand da Fundação Unimed:

Convenção Unimed 1

Convenção da Unimed 3

 

Convenção Unimed 2

 

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2013-09-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/137
<![CDATA[Acredita Minas é notícia no site Planeta Universitário]]>Planeta UniversitárioO site Planeta Universitário lançou uma matéria divulgando o Acredita Minas, que esse ano acontecerá nos dias 30 e 31 de outubro, na Associação Médica de Minas Gerais. 

Nessa edição, o Acredita Minas se propõe a estimular discussões acerca dos programas de qualificação de prestadores e do advento da política nacional de segurança do paciente: como essas duas esferas se relacionam e repercutem na gestão, qualificação e tomada de decisões tanto no Sistema Único de Saúde, quanto na saúde suplementar.

Veja a matéria completa clicando aqui.

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2013-09-18 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/134
<![CDATA[Hospital São Rafael visita Ipsemg para conhecer o DRG]]>

A Diretoria do Hospital São Rafael (Salvador-BA) fez uma visita esta semana ao Hospital Governador Israel Pinheiro (Ipsemg) para conhecer como este último realiza a aplicação do DRG Brasil.

 

O DRG Brasil - Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados) é uma metodologia sofisticada de compra de serviços, gerenciamento de custos e da qualidade assistencial-hospitalar, mundialmente aplicada, que permite a elaboração de pacotes ou produtos assistenciais hospitalares- clínicos e cirúrgicos - tendo como base informações coletadas a partir da internação de pacientes. Foi desenvolvido no Brasil com exclusividade por uma equipe de médicos PhD’s do IAG Saúde para atender às necessidades brasileiras (codificação de doenças), tendo como base a metodologia DRG hoje em uso por governos, hospitais e operadoras de serviços de saúde em quase todo o mundo: EUA, Canadá, Europa, Ásia, África (África do Sul) e Oceania.

 

Saiba mais sobre o DRG Brasil, clicando aqui.

 

DRG Brasil 

Na foto, da esquerda para a direita:

  • Dra Liliana Ronzoni - diretora médica do Hospital São Rafael
  • Dra. Marília Franco - gestora médica do Hospital São Rafael
  • Sr. Jaime Gama - assessor estratégico do Hospital São Rafael
  • Dra. Tania Grillo - diretora do IAG Saúde
  • Mariana Vaz - consultora do IAG Saúde
  • Deusana Santos - coordenadora da equipe DRG Brasil do Ipsemg
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2013-09-13 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/133
<![CDATA[Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia]]>

A Dra. Tania Grillo, diretora do IAG Saúde, participará do 10º Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia, com palestra sobre Gestão de Riscos.

 

O evento acontecerá dias 18 a 20 de setembro, no Amadeus Business Tower.

 

 

Clique aqui e confira a programação completa.

 

 

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2013-09-10 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/132
<![CDATA[Unimed Sudeste Paulista promove curso de Acreditação de Operadoras com a Dra. Tania Grillo]]>A Unimed Intrafederativa Sudeste em parceria com a Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Fesp) e apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), promoverá o curso "Gestão de Operadoras de Planos de Saúde - ACREDITAÇÃO".

 

Data: 9 de setembro de 2013

Local: Unimed Santos

Ministrante: Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde

 

Curso Acreditação de Operadoras FESP

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2013-09-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/130
<![CDATA[Projeto de Acreditação - Grupo Santa Casa BH]]>Dando continuidade ao projeto de Acreditação da Santa Casa BH, conduzido pela equipe de qualidade juntamente com o IAG Saúde, a consultora Flávia Rezende proferiu palestras para sensibilização de funcionários e organizou reuniões com gestores e com o corpo clínico. Esses eventos apresentaram detalhadamente o projeto, identificando os impactos e benefícios e sensibilizando sobre a importância do envolvimento de todos os funcionários.

Confira a matéria publicada no Santa Casa Notícias, Nº 258, Maio de 2013.

Santa Casa 

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2013-08-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/125
<![CDATA[Workshop da Rede de Prestadores de Serviços- Unimed Cerrado]]>A Federação das Unimeds dos Estados de Goiás e Tocantins, conhecida como Unimed Cerrado, organizou no mês de agosto um Workshop da Rede de Prestadores de Serviços. O evento contou com a presença do diretor do IAG Saúde, Dr. Renato Couto, como palestrante.

Confira as fotos do Workshop:

Unimed Cerrado 1

Unimed Cerrado 2

Unimed Cerrado 3

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2013-08-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/126
<![CDATA[Curso RN 277 Unimed Centro Oeste Paulista]]>A Unimed Centro Oeste Paulista convidou o IAG Saúde, por meio de sua diretora Dra. Tania Grillo, para ministrar um curso sobre a Resolução Normativa nº 277, da ANS.

Conheça a RN 277, aqui.

A região Centro Oeste Paulista é composta por 13 Singulares, que são: Unimed de Adamantina, Unimed de Assis, Unimed de Avaré, Unimed de Bauru, Unimed de Botucatu, Unimed de Dracena, Unimed Regional Jaú, Unimed de Lençóis Paulista, Unimed de Lins, Unimed de Marília, Unimed de Ourinhos, Unimed de Presidente Prudente, Unimed de Tupã.

O curso em questão ocorreu na Unimed de Bauru, dia 26 de agosto. Veja a foto da Dra. Tania Grillo (ao centro) com os representantes das Singulares:

Unimed Centro Oeste Paulista

 

 

 

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2013-08-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/127
<![CDATA[Planejamento Estratégico da Unimed Sorocaba]]>Boletim da Unimed do Brasil destaca Planejamento Estratégico da Unimed Sorocaba, conduzido pelo IAG Saúde

Unimed Sorocaba

“A Unimed Sorocaba reuniu diretores, conselheiros, coordenadores médicos, cooperados e gestores para o evento de lançamento do seu Planejamento Estratégico 2014/2017. Valdmário Rodrigues Júnior, diretor de Integração Cooperativista e Mercado da Unimed Brasil, foi convidado e discorreu sobre o Cenário da Saúde Suplementar do Sistema Unimed.

Durante a abertura do encontro, o presidente da Unimed Sorocaba, José Francisco Moron Morad, destacou a importância do planejamento para a instituição e agradeceu a presença de todos. “Com esse planejamento estratégico vamos definir rumos e traçar uma linha para os próximos quatro anos”, destacou.

O encontro contou também com a participação de Renato Couto, que ministrou a palestra Cenário da Saúde Suplementar do Brasil. Segundo Couto, a maturidade dos trabalhos apresentados pela Unimed Sorocaba tem surpreendido. “O plano estratégico é um trabalho que se realiza no presente e garante o sucesso no futuro”, declarou.

Para encerrar, o diretor superintendente Miguel Villa Nova Soeiro Filho abordou a evolução que a Unimed Sorocaba apresentou no planejamento estratégico e também elogiou o excelente trabalho desenvolvido pela equipe de planejamento e responsabilidade socioambiental, responsável pela coordenação dos trabalhos.”

Fonte: Boletim informativo semanal institucional produzido pela equipe de Comunicação da Unimed do Brasil.

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2013-08-27 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/128
<![CDATA[Hosp. Paulo de Tarso se prepara para Acreditação ONA]]>Hospital Paulo de Tarso se prepara para Acreditação ONA com a assessoria IAG Saúde

O Hospital Paulo de Tarso, especializado na assistência interdisciplinar de idosos e pacientes portadores de quadros sequelares, deu início ao processo de capacitação para obtenção da Acreditação ONA nível 2, que tem como objetivo garantir a qualidade da assistência por meio de padrões previamente definidos.

O coordenador comercial, Carlos Costa, acredita que instituições que atingem esse nível de excelência apresentam um grande diferencial na prestação de seus serviços.

A Acreditação está sendo conduzida pela Luana Melo, consultora do IAG Saúde.

O Hospital Paulo de Tarso, localizado em Belo Horizonte/MG, será o primeiro hospital de atendimento especializado em assistência interdisciplinar de pacientes idosos, crônicos e de reabilitação a ser Acreditado no Brasil.

Leia a matéria publicada no jornal da instituição, clicando aqui.

 

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2013-08-12 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/122
<![CDATA[Projeto de Acreditação ONA - Unimed Vale do Aço]]>A Unimed Vale do Aço foi criada em 19 de maio de 1980, por um grupo de médicos que acreditavam na cooperação como forma de fortalecimento da classe médica e na possibilidade de contribuir para a assistência à saúde da população com qualidade nos serviços prestados.

Sua área de atuação engloba as seguintes cidades: Açucena, Antônio Dias, Belo Oriente, Braúnas, Cel. Fabriciano, Iapú, Ipaba, Jaguaraçu, Joanésia, Marliéria, Mesquita, Santana do Paraíso, Timóteo e Ipatinga.

Em julho de 2013, iniciou-se o projeto de Acreditação ONA, com consultoria IAG Saúde. O slogan de mobilização da equipe é “A NOSSA INICIATIVA FAZ A DIFERENÇA”. Saiba mais sobre os “8 Passos” para Acreditação ONA clicando aqui.

Sucesso a todos!

Unimed Vale do Aço

 

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2013-08-01 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/120
<![CDATA[Hospital Santa Rosália agora é ISO 9001:2008]]>No dia 04 de julho, o Hospital Santa Rosália recebeu o certificado ISO 9001:2008 concedido pelo DNV – Det Norske Veritas (empresa de certificação de origem Norueguesa, com 144 anos de existência e com sede no Brasil). A cerimônia foi realizada no auditório do SEST/SENAT e contou com a presença de autoridades, representantes de entidades sociais e instituições comerciais ligadas a área da saúde, além de diretoria, médicos, enfermeiros e colaboradores do Hospital.

Um dos seus requisitos gerais da norma ABNT NBR ISO 9001:2008, é que a organização deve estabelecer, documentar, implementar e manter um sistema de gestão da qualidade, além de melhorar continuamente a sua eficácia.

A implementação do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) no Hospital Santa Rosália iniciou-se em 2003, mas foi intensificado em 2010 após parceria com a empresa de consultoria IAG SAÚDE. Desde então vem realizando incessantes esforços na busca pela qualificação de seus serviços, o que levou a obtenção da Certificação ISO 9001:2008, beneficiando assim, pacientes, colaboradores, prestadores de serviços e a comunidade em geral.

Segundo Ana Paula Viana, Gerente do setor de Qualidade e Planejamento e responsável pela implementação do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) no Hospital, “A certificação requer mudança de cultura das organizações. Se tratando da área da saúde é ainda mais desafiador; demanda muito esforço e empenho de todos. Esta vitória representa o primeiro passo de grandes melhorias já implementadas, mas também de muitos desafios”.

Segundo o Superintendente João Carlos Corrêa este foi um passo importante, uma conquista muito grande para o hospital, um sentimento de dever cumprido, e acrescentou, “nós não podemos imaginar que nossa missão acabou aqui, estamos apenas começando, vamos aprender daqui para frente a cultivar essa cultura da qualidade, para que no futuro mais próximo a gente possa conseguir a acreditação da Norma da Organização Nacional de Acreditação - ONA”.

Para o provedor Dr. Eduardo Bamberg o resultado alcançado no processo de certificação foi sem dúvida um dos pontos de maior expressão nestes 117 anos de existência do Hospital. “Esta certificação tem a marca de mais de 1000 profissionais, que contribuíram para a efetivação de nossa política de qualidade e do compromisso em não só atender a demanda da nossa região, mas em proporcionar a população um atendimento moderno, diferenciado e principalmente de qualidade, finalizou o provedor”.

O Diretor Técnico Dr. Ilter Volmer Martins destacou que o Hospital passou por grandes transformações nos últimos anos e que este é o primeiro passo para os grandes avanços que ainda virão não só para o hospital, mas também para a saúde da região. Disse ainda, “Isso nos honra e nos deixa muito orgulhosos, foi um trabalho árduo para adequar o hospital as normas que são exigidas pela ISO, e isso nos dá muita tranquilidade para falar que foi uma conquista dos médicos, diretores, provedores, colaboradores, mas principalmente uma conquista do povo de Teófilo Otoni”.

O presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais – FEDERASSANTAS, Dr. Saulo Converso Lara se alegrou ao ver a transformação que o Hospital sofreu durante esses anos e disse que somente através de dedicação e boa gestão é que os hospitais tem condições de sobreviver”, terminou sua fala parabenizando a toda equipe do HSR.

O Coordenador Técnico das Atividades de Saúde do Dr. Luiz Carlos Marzano se emocionou ao afirmar: “Hoje nós estamos aqui, com muita honra, participando da solenidade de entrega da certificação ISO 9001:2008, do Hospital Santa Rosália, e que no nosso entendimento, é um hospital que está quebrando paradigmas por ser do interior mineiro e filantrópico. Ele está dando um exemplo que sistema gestão da qualidade, não é só para hospitais particulares, ela se aplica, e com muita procedência a todo e qualquer segmento da saúde. Este certificado simboliza muito trabalho pela frente. Na realidade ele é o primeiro passo para enfrentar os desafios que virão na área da saúde”.

Dr. João Carlos (Superintendente) e a equipe de planejamento

Dr. Ilter (Diretor Técnico)

 

 D. Maria Clara Bamberg, Dr. Eduardo Bamberg (Provedor) e Arlene Caiafa (Consultora Técnica do IAG Saúde)

 

Fonte: Comunicação e Marketing Hospital Santa Rosália

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2013-07-29 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/118
<![CDATA[Workshop do Grupo Alliar]]>O Workshop de Qualidade do Grupo Alliar está acontecendo em Belo Horizonte, no Quality Hotel, nos dias 17 e 18 de julho de 2013. Estão participando os diretores e coordenadores do setor de qualidade das clínicas da holding Alliar – inclusive seu presidente, Sr. Fernando Terni – além da equipe do IAG Saúde.

A Alliar é uma das maiores redes de medicina diagnóstica do país, fruto da aliança entre médicos, clínicas e laboratórios.

Com mais de 30 unidades de atendimento, a Alliar oferece exames de diagnóstico por imagem, medicina nuclear e análises clínicas.

O Dr. Rogério de Aguiar Ferreira, fundador da Axial Centro de Imagem, abriu o evento falando sobre a importância da qualidade e do envolvimento dos líderes no processo de melhoria gerencial. “Qualidade na nossa área não passa de obrigação. É necessário que nos coloquemos no lugar do nosso cliente. Por isso, temos que buscar veemente e incessantemente o 100%.”, afirmou o médico.

A Axial foi recomendada a Acreditação ONA nível 2, com a assessoria IAG Saúde. Outras empresas do Grupo Alliar – Cedimagem, Plani e Grupo CO – estão em preparação para certificação integrada em normas de gestão com a consultoria IAG.

Confira as fotos do evento:

Alliar 1Isabela Caiaffa (consultora IAG Saúde), Carla Pesce (Diretora Administrativa da Axial), Ingrid (consultora IAG Saúde), Adriana (consultora IAG Saúde) e Dra. Tania Grillo (diretora IAG Saúde)

 

Alliar 2Sr. Fernando Terni (presidente do Grupo Alliar) e Dra. Tania Grillo (diretora do IAG Saúde)

 

Alliar 3 Equipe do IAG Saúde participando do Workshop da Alliar

Alliar 4Sr. Eduardo Margara (diretor de operações do Grupo Alliar)

Alliar 5Abertura do evento com o Dr. Rogério de Aguiar Ferreira (fundador da Axial)

Alliar 5Abertura do evento com o Dr. Rogério de Aguiar Ferreira (fundador da Axial)

Alliar 8Equipe do IAG Saúde participando do Workshop do Grupo Alliar – Ingrid (consultora IAG Saúde), Dra. Tania Grillo (diretora IAG Saúde) e Isabela (consultora IAG Saúde)

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2013-07-18 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/117
<![CDATA[Notícia boa é igual saúde boa, quanto mais gente tiver acesso, melhor. ]]>O Dr. Renato Couto, diretor e co-fundador do IAG Saúde juntamente com a Dra. Tania Grillo, foi indicado pela revista HealthCare Management como uma das 100 personalidades mais influentes no setor saúde brasileiro, situado entre os 4 melhores na categoria “Consultoria”.

Um prêmio que ele compartilha com os colaboradores e clientes do IAG Saúde, que também trabalham e lutam por uma saúde melhor para todos.

Clique aqui para acessar a revista (ver página 73 - categoria "Consultoria").

 


 

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2013-06-20 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/113
<![CDATA[21º SUESPAR]]>Dra. Tania Grillo, diretora do IAG Saúde, participou como palestrante do 21º SUESPAR, de 13 a 15 de junho de 2013, em Foz do Iguaçu, Paraná.

As palestras tiveram como tema “Acreditação de Operadoras – RN 277” e “Qualificação de Prestadores”.

 

21 SUESPAR

 

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2013-06-18 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/111
<![CDATA[Parceria Fundação Unimed e IAG Saúde]]>Parceria Fundação Unimed e IAG Saúde cada vez mais fortalecida!

Em uma nota do Suplemento integrante do jornal Boletim Central da Central da Unimed foi fortalecida a parceria entre Fundação Unimed e IAG Saúde e divulgado o QualiSis, a solução completa para a gestão da qualidade do Sistema Unimed.

 

 

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2013-06-18 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/112
<![CDATA[Acreditação Grupo Santa Casa BH]]>Grupo Santa Casa

Dando continuidade ao Projeto de Acreditação do Grupo Santa Casa BH, em maio foram realizadas diversas palestras de sensibilização para funcionários e reuniões com gestores e corpo clínico da Instituição.

Desenvolvidos pela Gerência de Qualidade, os eventos promoveram apresentação detalhada do projeto, identificando seus impactos e benefícios e sensibilizando os funcionários sobre a importância de um efetivo envolvimento nas atividades propostas.

(Foto: Almir Silva Gomes/GSCBH)

 

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2013-06-12 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/109
<![CDATA[Curso Acreditação de Operadoras RN 277]]>O curso sobre Acreditação de Operadoras – RN 277 ministrado pela diretora do IAG Saúde, Dra. Tania Grillo, na Unimed Federação do Estado do Paraná foi destaque no Boletim dos Dirigentes da operadora.

Confira e entenda a relevância do tema:

Unimed Federação Paraná

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2013-05-28 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/107
<![CDATA[Unimed Federação Paraná]]>A Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde, foi convidada para ministrar o curso sobre RN 277 para a Unimed Federação do Estado do Paraná, nos dias 21 e 22 de maio.

Conheça melhor os 10 Passos para implantação da RN 277, que institui o Programa de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde, clicando aqui.

Curso RN 277EDNILSON VICENTINI - Gestão de Serviços, Estratégia e Qualidade da Unimed do Estado do Paraná; DRA. TANIA GRILLO - Diretoria IAG Saúde; RODOLFO GARCIA MARITANO - Gerente Geral de Serviços da Unimed do Estado do Paraná

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2013-05-24 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/106
<![CDATA[Grupo Mineiro de Hotelaria Hospitalar]]>O IAG Saúde estará presente no evento do Grupo Mineiro de Hotelaria Hospitalar que acontecerá dia 11 de junho de 2013, de 15hs às 17hs, no auditório do hospital Socor.

A consultora técnica do IAG Saúde, Arlene Caiafa, ministrará a palestra "Hotelaria Hospitalar e Infecção Hospitalar - suas interfaces".

OBS: Vagas limitadas!

Arlene

Veja abaixo mais informações:

 

GMHH

 

 

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2013-05-22 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/103
<![CDATA[Fundação Unimed sela parceria com Unimed Vale do Aço]]>Release Fundação Unimed

Fundação Unimed sela parceria com Unimed Vale do Aço

 Singular contratou o serviço de assessoria para Acreditação ONA e Certificação ISO.

Nesta sexta-feira, 10 de maio, a Fundação Unimed e a Unimed Vale do Aço firmaram parceria para prestação de serviço 08 Passos Fundação Unimed-IAG Saúde para Acreditação ONA e Certificação ISO, assessoria que faz parte do Programa de Qualidade QUALI-SIS, que a Fundação disponibiliza juntamente com o IAG Saúde para o Sistema Unimed.

Participaram da assinatura do documento o Presidente e a Superintendente da Unimed Vale do Aço, Dr. Jeferson Almeida Miranda e Dra. Eliana Lima, o Presidente da Federação Minas, Marcelo Mergh Monteiro, e a Gerente de Marketing e Negócios da Fundação Unimed, Mônica Cotta.

A assessoria 08 Passos Fundação Unimed-IAG Saúde para Acreditação ONA e Certificação ISO é um projeto de oito etapas que conduz à acreditação e/ou certificação da rede própria de prestadores ou da operadora.

Confira as fotos da reunião.

Fotos reunião parceria Fundação - IAG

Fonte: Release Fundação Unimed - boletim eletrônico

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2013-05-20 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/100
<![CDATA[Congresso Mineiro de Medicina Intensiva]]>Dra. Tania Grillo, diretora do IAG Saúde, participou do XIII Congresso Mineiro de Medicina Intensiva e do 1º Congresso Mineiro de Nutrição em Terapia Intensiva como conferencista na mesa : Atualidades no Sistema Imunológico e Infecções, sobre o tema "Erros e eventos adversos assistenciais e a correlação com a infecção hospitalar", no programa de Medicina Intensiva Pediátrica e Neonatal.

XIII Congresso Mineiro de Medicina Intensiva

Dra. Tania

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2013-05-20 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/101
<![CDATA[Hospital Regional Terezinha Gaio Basso é reconhecido internacionalmente pela qualidade nos serviços prestados]]>O Hospital Regional Terezinha Gaio Basso localizado em São Miguel do Oeste, na região Extremo Oeste de Santa Catarina atende a 30 municípios e vem aprimorando a cada dia seus processos e serviços, a fim de oferecer à sociedade um atendimento hospitalar de excelência. “A instituição investe cada vez mais na qualidade dos serviços e se prepara para conquistar o selo da Organização Nacional de Acreditação (ONA)”, finaliza o diretor geral do hospital, Valmor Busnello.

Com apenas dois anos de atuação, o Hospital administrado pela Organização Social Camiliana do Sul foi certificado ISO 9001/2008, com consultoria IAG Saúde por meio da metodologia 8 Passos. Esse trabalho enaltece a busca de instituições pela qualidade. Busnello remete a conquista aos colaboradores da instituição, que através do envolvimento contínuo, contribuíram para o recebimento da certificação.

Leia a reportagem completa aqui

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2013-05-03 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/98
<![CDATA[Hospital São Lourenço / MG]]>No dia 26 de março de 2013, a Diretoria / Administração do Hospital São Lourenço / MG se reuniu com os coordenadores de todos os setores, a fim de explicar como será conduzido o desenvolvimento das atividades voltadas à melhoria de processos dentro da instituição, por meio da implantação do Sistema de Gestão da Qualidade. Essa implantação tem como objetivo a acreditação ONA.

Conceição Mota Pinto, coordenadora da Qualidade do hospital, explicou que o processo de implementação do Sistema de Gestão da Qualidade será desenvolvido em oito etapas no ano de 2014.

O trabalho de preparação para acreditação conduzido pela consultora Carolina Novais do IAG Saúde, tem como foco o atendimento e a segurança do paciente.

Hospital São Lourenço 

 

Fonte: São Lourenço Jornal Edição nº 4085, 07 de abril

 

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2013-04-26 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/97
<![CDATA[Hospital Management Summit ]]>Aconteceu em São Paulo, nos dias 23, 24 e 25 de abril de 2013, o Hospital Management Summit – 3º edição, um Fórum Estratégico de Gestão, Inovação, Planejamento e Relacionamento: A saúde sob um olhar diferente.

Dia 24 de abril de 2013, a diretora do IAG Saúde Dra. Tania Grillo proferiu a palestra "Avaliação da qualidade dos serviços de saúde" e participou de mesa redonda com o tema "Tenha acesso a programas e novas tecnologias que podem levar a segurança do paciente a outro patamar" juntamente com o especialista em regulação e vigilância sanitária do Ministério da Saúde, Sr. Paulo Henrique Dantas Antonino, e o diretor técnico do Hospital Santa Catarina, Dr. Júlio César Massoneto.

 

Dra. Tania palestra

 

Dra. Tania 2 No dia 25 de abril de 2013, Dr. Renato, diretor do IAG Saúde, ministrou a palestra com o tema "DRG - Diagnosis Related Groups".


Dr. Renato

 

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2013-04-25 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/96
<![CDATA[Simpósio no IPSEMG]]>A Equipe de Humanização do IPSEMG realiza no dia 23 de abril de 2013, no 11º andar, o Simpósio "Humanização: Desafios e Possibilidades na Qualidade dos Processos de Trabalho em Saúde".

IPSEMG

ERRATA: Palestrante Dra. Tania Grillo

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2013-04-23 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/95
<![CDATA[Hospital Arnaldo Gavazza noticia estruturação de processos para Acreditação ONA]]>Do site do Hospital Arnaldo Gavazza, na íntegra

Por Clarissa Guimarães

Ponte Nova – Minas Gerais

Arnaldo Gavazza

Os setores que irão implantar os planos de ação traçados foram: Qualidade, Recursos Humanos (Psicologia Organizacional, Departamento de Pessoal e Segurança do Trabalho), Serviço de Controle de Infecção Hospitalar/SCIH, Manutenção Biomédica, Comissão de Gerenciamento de Riscos, Pronto Atendimento de Urgência e Emergência, Serviço de Nutrição e Dietética, Ambulatório de Ortopedia, Farmácia, Almoxarifado, Controle de Qualificação de Fornecedores (contratos), Hemodinâmica, Unidade de Internação, Central de Materiais Esterilizados/CME, Jurídico, Centro Cirúrgico, CTI, Medicina Nuclear, Serviço de Processamento de Roupas, Serviço de Nutrição e Dietética, Limpeza e Desinfecção Hospitalar, Portaria e Segurança.

Com o objetivo de reforçar e reciclar a equipe com as Ferramentas da Qualidade foi realizado um treinamento específico em Mapeamento de Processo, Cadeia-Cliente-Fornecedor, Registros de Não Conformidade, Metodologias para Análise e Soluções de Não Conformidade e Análise de Tendência de Indicadores, numa carga horária de 3 horas. Para implantar novas diretrizes e requisitos da ONA, a equipe foi treinada em Matriz de Risco para identificar os riscos inerentes para a realização dos serviços que são desenvolvidos pela Instituição, “desta forma, irá proporcionar a implantação de procedimentos que asseguram a prestação do serviço de forma ainda mais segura e resolutiva”, ressalta Renan Lessa/Coordenador de Planejamento e Qualidade.

O Gavazza vem buscando, ao longo dos anos, melhoria nos processos e serviços prestados à população. Para isso, implantou o Programa SGQ 5S, que é a base para se adquirir qualquer certificação ou acreditação, no que se refere aos programas de qualidade e padronização de processos. Em 2006, foi premiado pelo Programa SGQ 5S nos níveis Top Quality Prata e Top Quality Excelência. Em setembro 2012, foi recertificado na ISO 9001:2008. A ISO, de acordo com a ABNT, é uma norma internacional, aplicável a qualquer tipo de organização e que especifica requisitos para um Sistema de Gestão da Qualidade. Está focada na eficácia em atender às necessidades dos clientes, incluindo melhoria contínua dos processos, produtos e serviços.

O próximo passo do HAG será buscar a certificação com Acreditação/ONA. A ONA é uma instituição não governamental que tem o objetivo de promover um processo permanente de avaliação e de certificação da qualidade dos serviços de saúde. Ser Acreditado implica em garantir segurança para os pacientes e profissionais, ter qualidade assistencial, promover construção de equipe e melhoria contínua, ter um útil instrumento de gerenciamento, possuir critérios e objetivos concretos adaptados à realidade brasileira, além de garantir o caminho para a melhoria contínua.

IAG Saúde

O IAG Saúde é uma organização centrada na capacitação e gestão de mudança dos métodos gerenciais das organizações de saúde garantindo resultados das partes interessadas. Composto por uma equipe de renome nacional, o IAG é referência em sua área de atuação junto ao mercado e com respaldo junto aos diversos setores que compõem as estruturas da área de saúde, comunidade médica, técnica e científica. O Instituto promove consultorias/capacitação de sistemas de gestão nos modelos certificáveis, como o Sistema Brasileiro de Acreditação (ONA); ISO 9001, 14001 e 18001; e Acreditação Internacional NIAHO (National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations), além de sistema de informação para implementação da Epidemiologia e Gestão de Riscos Organizacionais (ISO 31000).

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2013-03-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/86
<![CDATA[AHMG Notícias traz edição especial sobre o III Acredita Minas]]>A edição ano 2 número 04 do informativo AHMG Notícias traz informações exclusivas sobre o III Acredita Minas, maior evento do país sobre Acreditação em Saúde, realizado em outubro de 2012 em Belo Horizonte.

AHMG

A pauta do AHMG Notícias – Especial Acredita Minas aborda os seguintes temas:

- Página 2: Editorial redigido pelo presidente da Associação de Hospitais de Minas Gerais, Dr. Reginaldo Teófanes, enaltecendo a importância da Acreditação hospitalar, tanto para as instituições quanto para os pacientes que se beneficiam de serviços de saúde de qualidade.

- Página 3: Notícia sobre a entrega do certificado ISO 9001 à AHMG durante o Acredita Minas, feita pelo coordenador de healthcare da DNV, Luiz Carlos Marzano. Na mesma ocasião, também foram lançados dois programas estruturantes da gestão da rede hospitalar de Minas Gerais: um em parceria com a AeC, que irá garantir o sistema de informação necessário à sustentabilidade do negócio; e outro em parceria com a Feluma, o programa de desenvolvimento de competências de gestão e assistência dos trabalhadores dos hospitais associados.

- Página 4: Exposição das opiniões de diversos profissionais de renome na área de gestão em saúde sobre a programação do Acredita Minas: Dr. Reginaldo Teófanes – Presidente da AHMG, Dr. Renato Couto – Diretor do IAG Saúde, Prof.ª Kely Pereira – Coordenadora Executiva do CMV, e Sr. Érico Carvalho – Diretor de BPO da AeC. Na terceira edição do evento, o programa foi dividido em: “Construindo um posicionamento estratégico: Minas como referência nacional em excelência de serviços de saúde até 2017” e “Aprendendo com quem faz: excelência da gestão na saúde e segurança da assistência”, além de um simpósio sobre segurança e gestão de riscos assistenciais que foi realizado simultaneamente.

- Página 5: Declarações dos diretores do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde – IAG Saúde sobre o tema Acreditação e Qualidade. Segundo eles, a gestão da qualidade nas organizações de saúde é imprescindível para a garantia da sustentabilidade. Há também um depoimento do Dr. Daniel Manucci, advogado da AHMG, explicando porque a acreditação é fundamental para proteger as instituições de saúde na esfera legal.

- Página 6: Entrevista com o Sr. Bruno Sobral, Diretor da ANS, na qual ele responde a perguntas sobre a importância da acreditação para os hospitais e seu impacto no setor saúde e a percepção dele quanto ao evento Acredita Minas e sua contribuição para o cenário da saúde em MG. Para o Diretor, “Só o conhecimento aprofundado sobre o tema pode trazer a mudança, tão esperada, de comportamento e a incorporação da cultura da melhoria da qualidade dos processos para os estabelecimentos hospitalares neste país.”.

Clique aqui para ler o informativo AHMG Notícias – Especial Acredita Minas na íntegra.

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2013-03-06 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/87
<![CDATA[Com a expertise da consultora Adriana Dias, IAG Saúde estrutura o sistema de gestão do Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus – BA]]>hrsaj

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2013-02-04 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/77
<![CDATA[Lançamento do livro “Infecção Relacionada à Assistência (Infecção Hospitalar) e Outras Complicações Não Infecciosas”]]>No dia 18 de maio, aconteceu o lançamento do livro “Infecção Relacionada à Assistência (Infecção Hospitalar) e Outras Complicações Não Infecciosas – Rotinas e procedimentos”, de autoria dos diretores do IAG Saúde Dr. Renato Couto e Dra. Tania Grillo.

O lançamento teve lugar na biblioteca da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, e o público em questão foram os alunos da turma de Especialização em Infecção Hospitalar (assista ao vídeo do curso).

                                         turma especialização

A co-autora Dra. Tania Grillo fez um pequeno pronunciamento e se colocou à disposição para responder a perguntas e escrever dedicatórias para os interessados.

                    Tania Grillo

Confira a galeria de fotos do lançamento, na nossa página do Facebook.

Saiba mais sobre a publicação fazendo o download das páginas iniciais e lendo a sinopse abaixo:

“O objetivo desta obra não é fornecer soluções prontas para os mais variados problemas referentes à determinação e à ocorrência das infecções relacionadas com a assistência (IRA), aí incluídos os Hospitais, Clínicas Especializadas, Cuidados Domiciliares e Laboratórios, e sim fornecer um entendimento global dos determinantes da ocorrência das IRA e disponibilizar as ferramentas básicas necessárias e suficientes para que o gestor possa estruturar um sistema operacional seguro que consiga atender as necessidades de todas as partes interessadas.”

O livro foi editado pela MedBook. Para obter informações de como adquiri-lo, em livrarias ou sites, acesse este link.

                                                     autógrafo

Referência bibliográfica:

Infecção relacionada à assistência (infecção hospitalar) e outras complicações não infecciosas – Rotinas e procedimentos. Renato Camargos Couto e Tania M. Grillo Pedrosa (eds). 3.ed. Rio de Janeiro: MedBook; 2012.

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2013-02-04 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/78
<![CDATA[Encontro Nacional Unimed]]>Encontro Nacional Unimed de Recursos e Serviços Próprios conta com presença do IAG Saúde

 

Do portal da ONA:

Encontro nacional da UNIMED teve participação da ONA

“‘A Acreditação e o cenário da Assistência Hospitalar no Brasil – uma análise crítica’ foi o tema da mesa redonda que contou com a palestra de Péricles Góes da Cruz, assessor técnico da ONA, no Encontro Nacional Unimed de Recursos e Serviços Próprios, realizado recentemente em São Paulo. Com um público formado por aproximadamente 500 gestores de recursos próprios das mais variadas regiões do país, o evento, organizado pela Central Nacional da Unimed desde 2005, tem como objetivo as boas práticas voltadas ao desenvolvimento da rede de recursos e serviços que carregam a marca da operadora.

Segundo o representante da ONA no evento, nesses sete anos muita coisa mudou: “O evento cresceu, ficou mais completo e hoje, além dos gestores de recursos e serviços próprios, reúne também três áreas da saúde – Enfermagem, Farmácia Hospitalar e Nutrição, que foi incluída este ano”.

Na mesa redonda estavam presentes também Luiz Carlos Marzano da DNV, uma das IACs do Sistema Brasileiro de Acreditação (SBA/ONA), que apresentou uma visão da certificadora, e o Dr. Renato C. Couto, do IAG Saúde.”

Leia a notícia na página da ONA, clicando neste link.

 

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2013-02-04 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/79
<![CDATA[Dr. Renato Couto está na Argentina pesquisando sobre Gestão de Riscos]]>Esta semana, o Dr. Renato Couto, Diretor do IAG Saúde, está na Argentina conhecendo a Gestão de Risco aplicada em hospitais do país.

Ele passou pelas cidades Buenos Aires, Córdoba e Mendoza, fazendo pesquisas e aprimorando o conhecimento na aplicação dos processos de gerenciamento dos riscos.

 

Em breve mais novidades sobre essa visita!

Dr. Renato

Da esquerda para a direita: Dr. Gerardo Desmoures, Dr. Andres Moles, Dr. Fabian Vitolo e Dr. Renato Couto

 

(Esta é a resposta da hashtag da campanha desenvolvida para Twitter e Facebook: #ondeestádrrenato)

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2013-02-01 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/71
<![CDATA[Coopanest-MG destaca o trabalho do IAG Saúde na implantação do Sistema de Gestão da Qualidade]]>Reportagem publicada na Revista Anestesiologia Mineira, edição nº 2 de Ago/Set/Out de 2012, destaca o trabalho de implantação do Sistema de Gestão da Qualidade na Coopanest-MG (Coperativa dos Anestesiologistas de Minas Gerais) realizado pelo IAG Saúde, em especial pelas consultoras Beuquísia Abreu e Luciana Horta.

A implantação foi realizada em tempo recorde: apenas 6 meses. Depois disso, a Cooperativa já certificou-se na norma ISO 9001:2008 no ano de 2010, e vem mantendo a certificação ao longo dos anos, com excelência.

Confira a reportagem na íntegra:

Coopanest

Na foto, a equipe que participou da implantação e manutenção do SGQ na Coopanest-MG. Na extremidade esquerda, a consultora do IAG Saúde Luciana Horta.

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2013-02-01 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/72
<![CDATA[Jornal Estado de Minas divulga nota sobre III Acredita Minas]]>Foi publicada uma nota sobre o Acredita Minas no caderno Bem Viver do Jornal Estado de Minas do último domingo, dia 23 de setembro. Confira:

Acredita Minas

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2013-02-01 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/73
<![CDATA[Melhoria da sinistralidade foi o tema apresentado pelo IAG na 42ª Convenção Nacional Unimed]]>O IAG Saúde participou da 42ª Convenção Nacional Unimed, de 11 a 14 de setembro de 2012 em Florianópolis/SC.

A Dra. Tania Grillo, Diretora do IAG Saúde e consultora da Fundação Unimed, ministrou a oficina “Gestão da Qualidade por meio da Acreditação” no dia 11 de setembro, terça-feira.

Segundo ela, para solucionar o crescente problema da sinistralidade é importante que haja o desenvolvimento de boas práticas na gestão da qualidade.

Veja abaixo a matéria sobre esta oficina, publicada no Jornal da Convenção, edição 01, de 12 de setembro de 2012:

Convenção Unimed

Além disso, o IAG Saúde esteve presente no stand da Fundação Unimed, apresentando o produto “QUALI-SIS – A solução completa para a gestão da qualidade do Sistema Unimed“.

Não conhece o QUALI-SIS? Clique aqui e saiba mais.

Update: As fotos da Convenção já estão no ar! Acesse o mural de fotos na página do IAG no Facebook: www.facebook.com/iagsaude/photos

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2013-02-01 00:00:00 https://www.iagsaude.com.br/novidades-do-iag/ver_noticia/74
<![CDATA[O IAG Saúde estará presente na 42ª Convenção Nacional da Unimed]]>O IAG Saúde vai marcar presença na