DRG BRASIL - SIM

 

DRG Brasil Refinado

UMA METODOLOGIA EM CONTÍNUA ADAPTAÇÃO AO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO

 

O DRG Brasil é uma metodologia sofisticada de compra de serviços, gerenciamento de custos e da qualidade assistencial-hospitalar, que permite a mudança para a compra de serviços hospitalares por PROCEDIMENTOS GERENCIADOS - clínicos e cirúrgicos que tem como base informações coletadas a partir da internação de pacientes.

O produto DRG Brasil foi desenvolvido no Brasil por médicos PhD’s da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, em parceria com o Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde – IAG Saúde, para atender às necessidades brasileiras de codificação de doenças e de procedimentos, tendo como base a metodologia DRG - Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados), hoje em uso por governos, hospitais e operadoras de serviços de saúde em quase todo o mundo.

Após 10 anos de trabalho, foi lançado em 2011 o DRG Brasil, que consiste no Medical Severity Diagnosis Related Groups (MS-DRG) – utilizado desde os anos 80 e atualizado anualmente pelo governo norte-americano – adaptado aos códigos de saúde brasileiros da Saúde Suplementar e do Sistema Único de Saúde (SUS).

Atualmente, o DRG Brasil é utilizado em diversas regiões do Brasil por operadoras de saúde suplementar que cobrem aproximadamente 5 milhões de vidas, e por mais de 170 hospitais, já tendo avaliado o desempenho econômico e assistencial de mais de 600 mil altas hospitalares (conheça os números exatos acessando o site: www.drgbrasil.com.br).

Essa base de informações, acumulada ao longo de cinco anos de uso, permitiu um segundo grande salto de adaptação da metodologia do DRG à realidade brasileira: trata-se do refinamento, que aumenta a capacidade de discernimento das diversas categorias de custo dentro da realidade epidemiológica dos pacientes brasileiros e da estrutura do sistema de saúde.

O DRG Brasil Refinado é o MS-DRG do governo norte-americano, facilmente aplicável ao Brasil, por substituir os códigos americanos pelos códigos de saúde brasileiros (da Saúde Suplementar e do SUS), adaptando-os ao perfil epidemiológico e estrutural do sistema de saúde do nosso País.

O caminho do DRG Brasil Refinado é o mesmo aplicado na maior parte do mundo (África do Sul e países da América do Norte, Europa Ocidental, Ásia e Oceania), que se vale de um método amadurecido por quase 50 anos de uso do MS-DRG. Após a implantação da metodologia em um determinado país, são feitos os modelamentos que refinam sua capacidade de discernimento por levar em conta o perfil epidemiológico e estrutural do sistema de saúde local.

 

Como funciona a metodologia DRG Brasil

 

A metodologia define em categorias os tratamentos hospitalares (produtos) através da combinação dos seguintes dados coletados na internação dos pacientes: diagnósticos (principal e secundário), comorbidades, idade e procedimentos. Cada categoria do DRG Brasil é um produto, clínico ou cirúrgico, que tem definida a quantidade de recursos necessários para cada tipo de tratamento hospitalar: materiais, medicamentos e diárias, bem como os resultados assistenciais esperados, incluindo mortalidade e complicações associadas ao tratamento. Existem, hoje, 784 produtos DRG.

Ao dar entrada em um hospital, o paciente é cadastrado em uma das categorias de DRG Brasil, baseado em seu diagnóstico inicial. Ao categorizar o paciente em um determinado produto DRG, o hospital e a operadora de saúde já têm os parâmetros pré-estabelecidos para conduzir o atendimento, tais como custos e tempo de permanência em internação para uma adequada resposta terapêutica e a condição segura para a alta hospitalar. Isso permite um melhor gerenciamento dos custos hospitalares, uma avaliação de qualidade do serviço prestado e do desempenho da equipe multidisciplinar, bem como a prevenção de erros e eventos adversos.

Por mensurar com antecedência o valor dos custos assistenciais, o DRG Brasil permite que as organizações de saúde se planejem e tenham como foco a qualidade do serviço prestado no atendimento ao paciente, mudando radicalmente a forma de valorar o custo assistencial no Brasil: ao invés de focar na administração da quantidade de recursos gastos em cada tratamento, como é feito atualmente no País, as organizações de saúde passarão a ter a “relação recursos utilizados x qualidade entregue” levando em consideração a complexidade assistencial dos pacientes.

É um instrumento que auxilia as operadoras a cumprir diversos requisitos legais da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), como a Resolução Normativa nº 405, de 9 de maio de 2016, que  Dispõe sobre o Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar – QUALISS; a Resolução Normativa nº 277, de 4 de novembro 2011, que institui o Programa de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde e o Acordo de 6/12/12, que adota o Novo Modelo para Remuneração de Hospitais.

 

Módulos

Para as operadoras da saúde suplementar, o DRG Brasil se desdobra em oito módulos:

 

1- Categorizador de pacientes

 

Neste módulo do DRG Brasil o sistema define a qual categoria de DRG o paciente pertence. Para esta definição, o codificador faz a leitura do prontuário, na alta hospitalar, e levanta diagnósticos e procedimentos realizados. Os dados são inseridos no software que gera, automaticamente, o DRG.

 


2- Autorizador de tempo de internação e prorrogação

 

Este módulo do DRG Brasil é um sistema eletrônico que permite a definição do tempo de internação à admissão e a sua prorrogação. O DRG Brasil integra-se ao sistema administrativo da operadora para solicitar e autorizar o tempo de internação. E também para prorrogá-lo.

 


3- Auditoria e gestão assistencial

 

Este módulo do DRG Brasil permite a mudança de foco da operadora do modelo de auditoria de contas para auditoria centrada na assistência e nos seus resultados, criando as bases para a gestão assistencial.

 


4- Gestão de custos de materiais, medicamentos e OPME

 

Neste módulo do DRG Brasil as operadoras podem analisar os consumos e determinar os valores médios de consumo de materiais, medicamentos, OPME e permanência esperados por categoria de DRG, levando em consideração a complexidade assistencial.

 


5- Gestão de desempenho de hospitais e médicos

 

Neste módulo do DRG Brasil a operadora pode acompanhar o desempenho econômico e assistencial por médico, por equipe, por especialidade, por procedimento e por hospital, levando em consideração a complexidade dos casos atendidos por meio de painéis.

 


6- Resumo de alta hospitalar

 

Neste módulo do DRG Brasil o usuário – e quem mais ele autorizar - pode acessar, via web, seu(s) resumo(s) de alta hospitalar com todos os diagnósticos e procedimentos realizados nas diversas internações ao longo de sua vida.

 


7- Compra de serviços por procedimentos gerenciados

 

A metodologia do DRG Brasil já disponibiliza as categorias de procedimentos gerenciados possíveis em uma relação comercial com os hospitais. A partir das informações de custo de compra desses procedimentos na rede de hospitais, é possível estabelecer o custo de cada procedimento DRG para a compra dos serviços.

 


8- Módulos administrativos

 

O sistema DRG Brasil possui ainda, para apoio na gestão da operadora, os módulos administrativos: Análise Crítica; Relatos de Não Conformidade (RNC); Projetos de Melhoria; Gerenciador Eletrônico de Documentos; Processos; e Gerenciamento de Riscos.

 

 

Para saber mais, acesse: www.drgbrasil.com.br/operadoras